Contos Eróticos (2549)


Passageira do uber tarada. ( Fato verídico)

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Olá me chamo Tony e vou relatar algo q me aconteceu recentemente e me surpreendeu muito. Pois bem com a chegada do uber no Brasil eu passei a trabalhar pra garantir um extra. Gosto de trabalhar nos fins de semana principalmente a noite,pois os preços são mais altos e sempre dou boas risadas com a galera bêbada. Tenho um ditado comigo q sempre funciona, q diz q homem quando bebe fica valente e mulher quando bebe fica tarada.Vamos ao fato. Estava trabalhando normalmente quando sou solicitado por um passageiro de nome Roberto, chegando no local está ele e uma mulher q por sinal muito linda e atraente, estava com um vestido justíssimo branco um espetáculo. E já comecei a estranhar quando os dois embarcaram ele sentou no banco da frente e ela no de trás, ele disse q por está muito bebado pediu pra deitar o banco pois a viagem seria longa e ele queria dormir. Aceitei de boa e iniciamos a viagem de Copacabana até campo grande no RJ, quem conhece sabe q é longe um ponto do outro. Daí q tudo começou, ele logo dormiu e a Sabrina esse era o nome dela puxou assunto perguntando logo se eu era casado, eu disse q sim pois sou mesmo e ela dizendo q eu a brochei q poderia ter mentido pois ela queria ” brincar”, disse q o fato de eu ser casado não impediria de brincar aí ela perguntou se eu tinha certeza e respondi q sim, ela chegou mais pra frente e começou a beijar meu pescoço com o marido dela apagado no outro banco, enlouqueci perguntei se ela tava louca e ela disse q sim mas q de tesão e aquele corno não iria come- la quando chegasse em casa visto seu estado alcoólico, embarquei na aventura e ela foi me atiçando e tocando punheta até eu arrumar um lugar pra parar q desse pra eu come-la antes de chegar em casa. Conhecedor do RJ sei de várias ruas q dá pra fazer isso, desviei a rota e fui pra ilha do governador numa praia logo na entrada do bairro parei o Carro e descemos sentei ela no capô nem tirei sua roupa a beijei com vontade afastei sua calcinha pro lado pus a camisinha e empurrei a rola de uma vez, ela tava encharcada meu pau é mediano 17,5 mas é bem grosso a cachorra gozou rápido uma atrás da outra q tesão de mulher e quando eu metia e via o corno no banco desmaiado me dava mais tesão ainda. Pra completar coloquei ela debruçada na janela do corno com aquele rabo lindo pra mim soquei no rabo dela e ela com a respiração toda no rosto do corno quando anuncie q iria gozar ela se ajoelhou e pediu pra lambuzar a Cara dela de porra q ela adorava ser feita de puta. Gozei muito na cara dela e fomos embora assim ela toda esporrada até em casa. Mas como nem tudo é perfeito eu perdi o contato dela e não consigo acha-la então se por acaso Sabrina de campo grande esposa do Roberto entre em contato comigo pelo Twitter. Saudades. @toni_safado.

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Amiga bissexual da minha mulher.

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Olá! Me chamo Tony e vou relatar o que se passou há poucas semanas. Sou casado com a Ana fazem 6 anos, temos uma vida sexual bem ativa e repleta de fodas em lugares perigosos, é a tara dela, e eu sempre realizo suas taras. Mas tinha uma q por medo e pela educação rígida que recebeu ela não tinha coragem de realizar,Isso até conhecer Sabrina sua nova amiga na escola, por circunstâncias da vida minha esposa só está conseguindo terminar o ensino médio agora depois dos 30, e entrou uma menina nova na turma e ela por ser bissexual foi se chegando logo perto das bonitas e se encantou com a minha esposa, q modéstia a parte é linda e foi logo abrindo jogo quando perguntada sobre relacionamento, ela disse q no momento namorava uma outra menina. Minha esposa ouviu e agiu com certo espanto, como assim no momento? Vc é de fases perguntou rindo, e a amiga respondeu sim sou! Gosto de homens e mulheres. Depois desse dia se foram se tornando amigas e confidentes e começaram as visitas em minha casa, não era difícil chegar às sextas feiras estarem as duas depois da aula já q estudam a noite lá em casa assistindo TV e conversando. Num desses dias resolvi ficar depois do convite junto com as duas conversando, até pq eu não fico quando minha esposa está com alguma amiga pq elas como nós precisamos de espaço, só q nesse dia senti algo diferente no ar, as duas estavam tomando vinho e eu conheço a minha​ mulher, quando ela toma vinho fica louca e se eu quiser comer ela na frente de qualquer um eu como aí q peguei a fita Quando do nada minha esposa já altinha devido a bebida diz, olha amor q cena linda e dá um bjo suculento na Amiga, pronto foi gasolina no incêndio, Me torturam me fazendo só ficar olhando enquanto se pegavam eu só comecei a participari de fato quando num 69 espetacular das duas minha esposa q estava de 4 na posição me pediu pra meter a piroca bem forte pq ela queria gozar assim, cara q tesão do caralho eu dei no máximo 10 estocadas  fundas q é do jeito q ela gosta quando bate no útero ela gozou feito uma cadela no cio q se eu não me seguro eu estragaria a brincadeira e gostaria também. Mas eu queria a amiga e logo em seguida pra minha surpresa minha esposa me ” cedeu” pra amiga. Piranha gostosa apertadinha de gozo fácil… Fudemos e eu sempre pedia pra elas ficarem se beijando, Sabrina gozava uma atrás da outra…. Foi sensacional! Aí chegou minha vez de gozar, coloquei as duas de joelhos se beijando e gozei quase 1 litro de porra na cara das duas q delícia!! Conclusão da história, viramos amantes nós 3 e todos fim de Semana passamos pelo menos um dia juntos com muito sexo, minha mulher viciou, e eu aproveito a situação.

 

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A sobrinha linda da minha mulher

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Olá!  O que segue nesse texto se trata de um relato real e por esse motivo os nomes verdadeiros serão preservados pra evitar problemas.

Quando conheci minha atual mulher ela já tinha uma filha e uma sobrinha q chamarei de vick,ambas com 12 anos.

Eu e minha mulher nos apaixonamos e logo fomos morar juntos e com isso essa sobrinha dela frequentava muito nossa casa.

Até aí tudo bem nada demais até pq elas já conviviam bastante juntas na casa dos pais de minha esposa quando ela morava lá e eu não podia nem tinha pq impedir as suas visitas.

Só q com isso o tempo  foi passando e elas crescendo e Vick se transformando numa menina linda e sem vergonha.

Passei a reparar q das vezes q ela dormia lá e eram muitas vezes na semana q quando eu transava com minha mulher e pelo fato dela ser bem escandalosa no outro dia Vick ficava me olhando diferente, com uma arzinho sapeca tipo de curiosidade e com o tempo foi ficando nítido as suas intenções.

Ela não tinha nenhuma preocupação com as roupas q usava e nem com soutien aliás ela não usava isso em casa aí imagina né.

E o tempo foi passando e as coisas ficando cada vez mais exitante e perigosa,nas festas da família ela insistia em dançar comigo apesar de eu não ser nenhum pé de valsa mas sou desinibido e quando tocava funk ela de um jeito mágico sempre estava perto de mim e ficava me roçando e fui ficando cada vez mais louco. Num fim de semana desses q vc acha que tá dando tudo errado vai q o inesperado acontece, minha esposa vai as pressas pra outra cidade pois sua vó está muito mal e ela acompanha a mãe na viagem e eu ficaria sozinho, disse ficaria. Desde q chega a noite de sábado eu só,saio e vou tomar uma vodka com uns amigos e quem pra minha surpresa passa? Isso mesmo a Vick toda saidinha com um vestidinho de matar qualquer um, quando ela me vê não se contém me dá um abraço e eu dou- lhe um bjo no pescoço já bem safado pra ela entender minhas intenções, a danada se arrepia toda e avisa que precisa ir na minha casa pegar o carregador do celular q esqueceu lá. Eu dei-lhe a chave e disse vai, ela disse q não iria sozinha pois tinha medo….Aí saquei logo, deixei meus amigos e fui, ngm desconfiou de nada pq sempre cortei qualquer tipo de comentários em relação a ela e sempre demonstrei respeito. Chegando em minha casa ela foi entrando sentou no sofá e me olhou com uma cara q só vendo. Falei pra ela pegar logo o carregador pois queria voltar e ela disse q não tinha carregador nenhum…Já não deixei ela falar mais nada, o tesão e a vodka fizeram eu perder todo o temor e fui pra dentro, dei- lhe um beijo já indo pro pescoço e peitinhos q por sinal estavam apontando céu de tanto tesão. E fui descendo e chupando aquela delícia toda, quando cheguei na bucetinha, aquele melzinho escorrendo q deliciosa! dei um cheirada pq eu gosto do cheiro de buceta, nosso quase gozei. Chupei chupei q em pouco tempo ela estava gozando e daí foi uma atrás da outra, coloquei ela de  4 e quando fui enfiar ela parou e disse que não podia pois era virgem e a mãe dela pegava no pé pra se manter assim, e se perdesse o cabaço teria q falar com quem foi.Nossa fiquei com uma sensação desoladora aí ela com aquela carinha de piranha disse, mas vc pode socar tudo na minha bundinha q eu adoro. Fui no céu e voltei, fui pegar um lubrificante e ela não deixou, falou que basta dá uma lambida q ela adorava sentir dor e pela grossura do meu kct iria se viciar. E assim o fiz foi entrando e a cachorra se tocando e gemendo quando entrou a metade ela começou a se tremer gozando novamente empurrei tudo e ela gritou e não parei mais até encher aquele cú de leite. Que foda! Depois desse dia e até hj já se passaram 3 anos eu como essa sobrinha, agora como a buceta também pq ela tá noiva, mas pelo menos duas vezes na semana agente de pega e ninguém desconfia.

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Duas Mulheres e a Primeira Experiência Lésbica

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Ela sabia que era linda, aliás era perfeita e tinha o poder de seduzir qualquer um.
e tudo tinha que acontecer justamente em minhas férias: foi quando Marilyn me conheceu.
Eram as praias do sul em pleno mês de abril, outono, aquele ventinho frio na beira da praia, jantares clássicos e passeios de barco.
Numa tarde daquelas, fui conhecer uma praia deserta.
Estava sozinha e, quase ao final da pequena orla de menos de metros, um carro estacionado.
E na areia estava Marilyn, loura, alta, corpo tão ou mais perfeito que o meu, os lábios mais carnudos que alguém poderia desejar.
Completamente nua, ela permanecia deitada na areia, de bruços, tomando o sol da tarde.
Constrangida, resolvi ir embora.
A cidade estava quase erma devido a baixa temporada de veraneio e o que eu mais queria era privacidade.
No momento em que a vi a decidi ir embora.
No entanto, antes que tivesse entrado em meu carro ela colocou o roupão que estava na areia e veio em minha direção.
Com um belo sorriso nos lábios ela conversou comigo perguntando do motivo da minha visita à cidade e, ao contar que ficaria quinze dias na cidade por motivo de férias, seus olhos brilharam como duas esmeraldas cristalinas.
Ela disse que também estava só na cidade e me convidou para conhecer outras praias e pontos turísticos.
Trocamos telefones e nos despedimos.
Naquele dia a noite, esquecido o ocorrido, o telefone do hotel tocou: era Marylin que estava na portaria e pedia para subir.
Estava na janela vendo o mar e sentindo a brisa da noite estrelada e concordei em recebê-la, mesmo sem a conhecer direito.
Conversamos sobre coisas triviais, moda e viagens durante algum tempo, papo este regado ao meu vinho branco predileto.
Senti que ambas estávamos levemente alcoolizadas.
A portaria do hotel nos interfonou informando que o automóvel da minha convidada estava na garagem do prédio devido já ter passado da meia noite: foi então que percebemos como era tarde.

Liguei para o serviço de quarto pedindo para que enviásse alguns petiscos e mais vinho, e, enquanto esperávamos, Marylin chegou perto de mim, molhou sensualmente os lábios com um gole de vinho e olhando nos meus olhos disse que me desejou desde que me viu a tarde na praia.
Eu vestia uma minúscula regata branca que deixava meus fartos seios quase a mostra.
Ela colocou a mão dentro da minha blusa e tocou meus seios.
Eu, atônita, senti uma sensação deliciosa e inevitavelmente excitante.
Ela encheu mais uma taça de vinho gelado e derramou sobre a minha blusa deixando-a transparente e fazendo com que o bico dos meus seios arrepiassem.
Ela tirou minha blusa e começou a tocar meus seios com a língua, ora com voracidade, ora somente mordiscando o bico deles.
Foi nesta hora que o serviço de quarto tocou a campainha.
Meio constangida, coloquei novamente a blusa mesmo molhada e fui receber as bebidas.
Assim que tranquei a porta não sabia o que fazer.
Tive vontade de pedir para que ela fosse embora mas eu estava tão excitada qua já não sabia mais como agir.
Ela encheu novamente a taça de vinho gelado e, enquanto eu estava virada, ela derramou a metade nas minhas costas.
Quando me virei sem saber ao certo como reagir ela me beijou.
O sabor do vinho tocou a minha boca e ela novamente começou a acariciar meus seios por cima da blusa.
Ela foi me empurrando para o sofá e eu me deitei enquanto Marylin lambia meus seios, pescoço e meu abdômen.
Eu estava de minissaia e ele tirou a minha minúscula calcinha e abriu minhas pernas para que ela continuasse me beijando.
Marylim, ao passo que me lambia, gemia ao mesmo tempo.
Eu estava me segurando mas foi inevitável e a minha respiração ofegante transformou-se em gemidos em instantes.
Ela abriu os lábios da minha vagina.
Tocou levemente com os dedos no meu clitóris e na entrada do meu ânus.
Eu estava completamente molhada e o prazer era tanto que eu quase não conseguia reagir.
Marylin começou a tirar a roupa e ficou completamente nua enquanto ela devorava os grandes lábios do meu sexo e lambia o meu ânus e penetrando a língua dentro da vagina.
Ela deitou-se no tapete da suíte e abriu bem as pernas e me convidou a experimentar seu sabor.
Eu comecei timidamente a beijar seu seios e quando Marylin começou a gemer eu senti prazer em tocá-la.
Foi neste momento que me entreguei totalmente áquele momento de sexo.
Ao passo que trocávamos carícias, Marylin gemia loucamente, repetindo palavra obscenas que me deixava ainda mais excitada.
Eu chupei seus seios, sua barriga e passei a lingua por toda a sua vagina e ânus e, ao me deparar com seu clitóris, eu beijei abocanhando-o como se fosse um beijo de língua, enroscando minha língua no clitóris e sugando-o.
Marylin já não gemia mais, ela gritava e enquanto em fazia isto, penetrava meus dedos em sua vagina e seu ânus.
Eu já havia chegado ao orgasmo e ela também mas queríamos mais.
O fato de não a conhecer me excitava e me deixava livre para soltar minhas fantasias.
Após longos minutos de chupadas, eu a mordisquei ao ponto de arrancar urros de prazer de Marilyn.
Ela urrava e se debatia em seus múltiplos orgasmos.
Estávamos quase que entregues ao cansaço.
Eu e Marilyn já havíamos tido orgasmos múltiplos mas não conseguíamos parar.
Foi então que Marilyn deitou por cima de mim ao inverso e, emquanto ela chupava a minha vagina eu lambia a sua até que ambas novamante explodiram em um orgasmo.
Fomos ambas para a ducha do hotel e, após o banho, passamos algum tempo degustando uma maravilhosa mesas com queijos, vinhos, salmão defumado conversando sobre coisas triviais até que pelas altas horas da madrugada ela deixou o hotel prometendo voltar…

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Sexo Gay com o Capitão

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Estou aqui para contar a vocês uma nova experiência que tive a pouco tempo, numa viagem que fiz.
Em maio deste ano fiz uma viagem para o interior, e quando voltava passando pelo pedágio fui abordado pôr 2 PM’s que queriam uma carona para São Paulo.
Não eram muito bonitos e nem tinham um corpo escultural, mas como não gosto de viajar sozinho, resolvi parar e dar carona para eles.
Um deles era casado e o outro solteiro, isso fiquei sabendo pela conversa que começamos a travar.
O papo ia descontraído, aí resolvi ver no que daria se eu desse uma investida, pois estava morendo de tesão e tenho uma tara especial por fardados.
Dei um jeito de levar a conversa para o lado do sexo, e perguntei a eles se realmente o que se ouve falar a respeito de PM’s é verdade, que eles dão batidas e que quando encontram um gay eles comem o cara.
A principio os dois negaram, mas qdo disse que eu era um internauta e que nos chats eu sempre conversava muito com PM’s e que eles eram chegadinhos numa bundinha os dois começaram a se soltar e o papo rolou mais solto.
O casado chegou a dizer que já tinha entrado numa dessas batidas e que o viado tinha feito um boquete para ele.
Perguntei se ele havia gostado.
Ele então me respondeu que tinha sido muito bom, que o cara sabia realmente fazer a coisa direito.
O papo foi se esticando e em determinado momento o casado me perguntou o porque eu estava fazendo aquelas perguntas, e eu respondi que era pôr curiosidade.
Para meu espanto ele me disse: – Será que você não gosta de um policial ta’mbém? – Olha para ser sincero até gosto, mas nunca tive a chance de ter um ao vivo.
Nesse momento ele se ajeitou no banco, abriu as pernas e começou a massagear o pau dele de leve, falando comigo e olhando a minha reação.
Eu estava dirigindo e não podia tirar a atenção do volante, mas dava umas olhadas para ele.
Ele não sendo bobo percebeu e viu que eu estava meio aflito com aquilo, então continuou mexendo e disse que queria fazer xixi, se seria possivel eu dar uma paradinha.
Eu perguntei se ele queria na rodovia ou se poderia ser num posto.
Ele me respondeu: – Você é quem sabe, onde for melhor e mais confortável para você.
Parei na estrada mesmo, e ele desceu, tirou o pau deixando-o de maneira que eu pudesse ver, e começou a mijar, eu não tirava os olhos daquele pau, morrendo de vontade de poder pegar, chupar e quem sabe até sentar nele.
O amigo que estava atrás também desceu e foi fazer xixi.
Foi maravilhoso ver aqueles paus ali tão perto.
Entraram e continuamos a viagem.
Mas o policial da frente não fechou o zíper da calça, deixando seus pentelhos a mostra.
O primeiro posto que vi parei e disse que estava com sede.
Entramos tomei água e disse que iria ao banheiro.
Os dois foram atras de mim.
Entrei no banheiro e procurei uma cabina, pois la só tinham 3.
Entrei e quando fui fechar a porta eles empurraram e entraram junto.
Na hora fiquei assustado, mas eles entraram e ja foram abaixando as calças e o casado disse: – Já que vc nunca teve chance de ter um policial ao vivo, não perca esta, pois aqui estão dois ao seu dispor e prontos para satisfazer sua vontade.

Olha eu disse aquilo.

Você quer ou não o nosso pau, aproveita.

Abaixei, e coloquei o pau do casado na boca, chupava gostoso, mamava mesmo e o pau dele foi crecendo dentro da minha boca.
O solteiro (vamos chama-lo de Fausto) chegou perto e disse: – Aqui também, pode mamar aqui que tem o que vc gosta também.
Minha boca foi invadida pêlos dois paus, que entravam e saiam dele como se tivessem sido feitas para isso.
Mamei acho que uma meia hora.
Até que Fábio ( o casado) me disse para levantar e baixar as calças.
Eu obedeci.
Ele veio pôr trás e começou a esfrear o pau na minha bunda, enquanto eu chupava o Fausto que metia gostoso agora sozinho na minha boca, enfiando tudo até a garganta.
Fábio então começou a enfiar o dedo no meu cu e dizia: – Fausto acho que teremos trabalho, pois o cu é bem apertado, eu começo e vc termina.
Ele cuspiu na mão, lambuzou o pau que ja estava com uma camisinha e foi colocando.
Fausto então enfiava o pau na minha boca e não me deixava tirar, pois percebeu que estava doendo pela pouca lubrificação, mas Fábio foi cuspindo no pau e le começou a entrar.
Qdo a cabeça passou ele tirou e me mandou chupar e lambuzar bem o pau, para facilitar ele meter.
Eu obedeci, enquanto chupava e lambuzava o pau do Fábio o Fausto ia cuspindo no meu cu e metendo o dedo para ajudar.
Fábio voltou e agoira com o pau lambuzado e o cu todo cuspido o pau não teve resistência e entrou.
Ele deu um suspiro e começou a meter gostoso, eu aceitando tudo como uma puta, rebolava no pau do Fábio e chupava o pau do Fausto.
Eles riam e baixo e falavam que eu desde que eles entraram no carro tinha ficado com tesão e que agora eles iam me dar o que eu estava precisando.
Fabio me comeu gostoso, mas disse que não ia gozar, tirou o pau do meu cu e disse ao Fausto que era a vez dele completar o serviço.
Fausto foi para trás de mim e me enrabou gostoso, e eu chupava o pau do Fábio que estava duro feito pedra, as vezes ele tirava pois dizia que se eu continuasse a chupa-lo daquele jeito ele ia gozar e que queria gozar com o amigo, mas dizia para Fausto não ter pressa, me comer gostoso pois ele tinha sentido que meu cu era gostoso e valia a pena dar uma foda gostosa.
Ficamos assim, eu chupando o Fabio e sendo enrabado pelo Fausto uns quarenta minutos.
Até que o Fausto disse: – Fábio quero gozar, já não agüento mais, esse cu é muito gostoso mas preciso descarregar.
– Vem ca Fausto, senta no vaso viado e abre a oca que vamos te dar nossa porra quentinha agora.
Com um de cada lado eu estava ali, sentado com a boca aberta e dois paus meio dentro e meio fora, passando a língua na cabeça deles, quando um jato forte entrou na minha boca, era Fábio e logo em seguida outro jato era Fausto.
Gozaram gostoso, me fazendo limpar os paus e guarda-los, tive que por a cueca neles e depois a calça, fechar o zíper e ainda me fizeram agradecer pôr eles terem me comido.
Voltamos para o carro e seguimos viagem.
Eu então fui calado e pisei pois estávamos parados a mais de uma hora, quando um carro da policia rodoviária nos parou e veio conversar comigo.
Eles desceram e conversaram com os guardas e eles disseram que era para eu segui-Los até o posto policial.
Então perguntei o que tinha acontecido e porque teria que ir até o posto, quando Fábio respondeu: – Falamos que você nos dava carona e que vc era muito gostoso, contei pôr alto o que tinha acontecido e eles querem você La no posto.
– Mas o porque me querem lá? – Você vai saber logo.
Chegando no posto descemos e me levaram até a sala do comandante, que me perguntou se eu não sabia que tinha que respeitar a velocidade.
Eu disse que tinha que levar os guardas até são Paulo e que pôr isso estava pisando mais.
O comandante olhou para mim e disse que se eu não tivesse parado para dar o cu eu não teria que correr.
Fiquei sem graça na hora e os dois entraram na sala e se despediram de mim dizendo que uma viatura ira leva-los.
Nisso o comandante levantou e me disse que se eu não quisesse uma multa era para eu mostrar o que eu tinha feito com os dois.
Ele já estava de pau para fora.
Fiquei de joelhos e metia aquele pau na boca, pois guarda rodoviario todos sabem que são homens belissimos e que tem um uniforme que mostra bem a mala que eles possuem.
Mamei gostoso aquela vara enorme e depois fui colocado en cima da mesa e na posição de frango assado fui enrabado por aquele homem lindo e gostoso.
Nisso entrou um dos guardas que estavam na viatura e logo colocou o pau na minha boca, me fazendo chupa-lo enquanto eu levava ferro no cu com o pau do comandante.
Ali eles uivavam de tesão.
O comandante me comia e batia na minha bunda me chamando de viado, bicha, puta de estrada, dizia que eu não prestava e isso me dava mais tesão, me fazia ficar louco, o que fez com que eu rebolasse e desse o cu com bastante vontade.
A certa altura ele começou a meter com força e fundo, eu dei uns gritinhos que foram abafados pelo pau do outro guarda que enterrou ele na minha boca.
O comandante gozou fartamente, o que pude ver quando ele tirou a camisinha.
Ele sentou na cadeira e girou dizendo que eu tinha que limpar o pau dele, eu desci da mesa e me debrucei e comecei a chupar o pau dele, quando senti o pau do outro guarda entrar violentamente no meu cu, o que me fez gritar de dor, mas ele não tinha dó, metia con força, como um selvagem, batendo fundo com o pau la dentro, metendo a mão na minha bunda.
O comandante então colocou uma das pernas sobre a mesa e me forçava a cabeça no seu pau que em pouco tempo ficou duro novamente.
Eu ja sentia meu cu arder e o guarda não parava de meter e nem gozava, estava doendo, e a boca cheia com o pau do comandante.
Determinado momento senti algo quente dentro da boca e vi que o comandante gozava fartamente me inundando a garganta com sua porra.
Nessa hora o guarda não agüentou e deu uma estocadas fortes que senti la no fundo e senti seu pau pulsar forte e sua porra jorrar.
Ele tirou o pau e a camisinha e me fez limpar o pau dele.
Depois de ser enrabado pôr 4 fardados, me deixaram ir embora o que foi difícil pois ficar sentado 2 horas até chegar em são Paulo foi difícil, com o cu ardendo como estava.
Mas hoje do saio para viajar rezo para que aconteça tudo de novo.
Quem quiser trocar e-mal comigo pegue meu endereço no primeiro conto, EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA, estarei sempre pronto a responder e quem sabe poderemos até nos conhecer.

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Família Sem Preconceitos – Parte V

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  • Fetiche: Observando mãe e pai transando – Parte IV;

  • Personagens: Lucia (Mãe), Pai, Ana (Filha);

  • Características:

    • Seios fartos,

    • Anca grande,

    • Bunda enorme;

Sentada aqui em frente a tela do computador.

Escrevendo, sinto minha boceta arder e meus mamilos duros…

Tal como foi na primeira vez em que li o diário de minha mãe.

Me vejo sentada na cama de casal de meus pais, dedos trêmulos e suados, a respiração ofegante enquanto eu folheava o caderno e não acreditando no que meus olhos liam…

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Família Sem Preconceitos – Parte IV

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  • Fetiche: Observando mãe e pai transando – Parte IV;

  • Personagens: Lucia (Mãe), Pai, Ana (Filha), Marta e Pedro;

  • Características:

    • Seios fartos,

    • Anca grande,

    • Bunda enorme;

Sinto por ter interrompido meu último relato, mas não sou de ferro e quando começo a me lembrar daqueles dias…uau… Sou obrigada a enfiar meu dedo na boceta e na frente do meu computador mesmo tocar aquela siririca!

Hoje não vai ser diferente, já estou toda molhada.

Quando parei a ultima vez, meu pai estava socando com vontade na buceta da puta da minha mãezinha enquanto sua amiga gravida (a vaca da marta) levava ferro do marido.

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Família Sem Preconceitos – Parte III

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  • Fetiche: Observando mãe e pai transando – Parte III;

  • Personagens: Lucia (Mãe), Pai, Ana (Filha), Pedro e Marta;

  • Características:

    • Seios fartos,

    • Anca grande,

    • Bunda enorme;

Para quem vem acompanhando meus relatos, vou continuar descrevendo como eu: Ana, descobri na infância meu gosto pelo voyeurismo.

Principalmente ouvindo meus pais transarem como eu fazia escondida no banheiro, aonde as paredes eram mais finas e eu podia me masturbar também.

Não preciso dizer que aquilo estava virando uma obsessão e eu não conseguia parar de imaginar como seria vê-los foder ao vivo.

Era o que eu mais queria…

Certa noite consegui muito mais do que imaginava e e isso que vou relatar agora: era uma noite de sábado e fui tocada cedo para a cama com a desculpa que um casal de amigos veria nos visitar.

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Comendo a Coroa Casada

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  • Fetiche: Fingindo que é o marido e comendo a coroa casada;

  • Personagens: Coroa 41 anos, Novinho moreno de 23;

  • Características:

    • Coroa casada,

    • Coroa mal comida;

Há muito tempo eu conhecia uma coroa gostosa, loira de uns 41 eu pegava ônibus com ela todo dia, um dia eu sento de ela e ela fala que seu marido não lhe dava mais atenção como antigamente visto que já tinha certa idade.

Ela falou que não se achava tão bonita e eu disse que ela era muito bonita ainda e realmente era.

Eu disse que podia ajuda-la se vestir de maneira que seu marido desse mais atenção.

Ela se propôs de um dia ir ate a casa dela, e foi o que aconteceu.

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Família Sem Preconceitos – Parte II

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  • Fetiche: Observando mãe e pai transando – Parte II;

  • Personagens: Lucia (Mãe), Pai, Ana (Filha);

  • Características:

    • Seios fartos,

    • Anca grande,

    • Bunda enorme;

Meu nome é Ana e no meu conto anterior descrevi exatamente o que acontecera na minha juventude e que me transformara na vagabunda que sou hoje e que adoro ser.

Como escrevi antes, eu havia observado minha mãe Lucia, chupando o enorme cacete do meu pai e não estava contente.

De repente, me dera conta que olhar duas pessoas tão próximas na intimidade havia me enchido de tesão e eu queria mais e mais…

De repente, me vi escutando ouvido colado nas paredes, tentando perceber quando eles fodiam.

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