BDSM (27)


Luciana e seu biquíni verde (3)

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A essa altura, todos já devem saber o quanto Luciana é vaidosa, e orgulhosa de seu corpo malhado na academia (se não souberem do que estou falando, leiam os contos anteriores!). Durante as semanas seguintes, ela nunca deixou de me enviar fotos. Agora não apenas na praia, mas nas mais diversas situações: academia, em casa, na piscina, viajando… Era obcecada pela auto-imagem. Na última vez em que fomos ao motel, ela levou uma camera bacana, com alguns recursos, e disse: pode usar a vontade! E começou a fazer posições bem depravadas enquanto tirava a roupa. Abocanhou meu pau e minha meta consistia em fotografar a baba que escorria da boca dela quando tentava engolir tudo. Consegui, depois de muitas tentativas, ativando o flash da camera.

Depois fotografei enquanto comia ela de quatro. Eu orientava cada detalhe, como uma coreografia. Falava para ela morder o lábio, levantar a perna, abrir a boceta para a camera. Por fim, fotografei ela em pé, contra a parede, com minha porra escorrendo pela sua bunda. Luciana pediu para ver todas as fotos e adorou, era visível que ela ficava ainda mais safada com a camera por perto.

– Acho que eu gosto de ser dirigida. Tipo, ter alguém pra me dizer como ficar, onde por a mão, a boca… Eu gosto disso… – disse Luciana enquanto tomávamos banho.
– É, dá pra ver. Você já tentou ser modelo?
– Já, mas não sou tão alta. Fui recusada.
– Porque vc não tenta ser atriz pornô?

Ela deu uma gargalhada.

– Até queria, mas pagam muito mal, já pesquisei.
– Mas hoje em dia tem aquele esquema das webcams, você já viu?
– Já ouvi falar…
– Funciona basicamente assim: a pessoa se mostra pela webcam e o público paga para que ela faça certas coisas.

Percebi que ela ficou pensativa, mas mudou de assunto. Dias depois ela mandou um e-mail dizendo que estava viciada em assistir webcams. Me mandou vários links de pessoas que ela acompanhava. Ela havia criado um perfil e até comprado uma máscara para se exibir, mas não tinha coragem de dar o próximo passo.

– Quero tentar fazer isso, ver qual é a sensação. Você me ajuda? Fico mais confiante com você por perto, professor.

Respondi que sim, claro. Combinamos que o local da iniciação seria no mesmo motel da última vez, dentro de dois dias. E já mandei uma série de instruções pra ela cumprir até o dia marcado. Pedi pra ela levar algumas roupas íntimas e uns seis tipos de roupas, pois eu iria escolher qual ela deveria usar. Solicitei ainda que levasse alguns brinquedos eróticos, entre eles o plug anal que eu havia lhe dado de presente. O restou eu iria levar. Como última recomendação, que ela fosse sem calcinha, para não marcar a pele. Ela demorou alguns minutos e respondeu com uma foto. Era um close da parte de baixo de sua cintura, completamente nua, porém com as mãos sobre a boceta.

No dia combinado, cheguei antes no motel para preparar as coisas. Montei o notebook com uma webcam de alta resolução. Testei a internet e estava tudo certo. Ela chegou um pouco atrasada e pediu desculpas. Vestia uma blusa amarela e uma calça de moletom branca, bem solta no corpo. Disse que ela estava muito gostosa.

– Com essa roupa? Jura? É a roupa que eu uso quando vou malhar na academia do prédio, o síndico não deixa usar roupa colada. É assim que eu me visto pra não chamar atenção.
– E qual você usa quando quer chamar atenção?
– Você sabe, já viu! – disse Luciana, sorrindo.
– Está sem calcinha, como eu pedi? – perguntei e já fui colocando minha mão dentro da calça e apalpando sua bunda. Confirmei: não havia nada entre sua bunda e a calça. Me deu um beijo e mordeu de leve minha orelha.

Ela foi até a cama olhar a estrutura que eu havia montado e parecia muito feliz com meu apoio para sua empreitada. Mas também demonstrava um pouco de insegurança, pois nunca havia feito algo assim. Eu fiz minha lição de casa: assisti algumas webcams e anotei algumas coisas que as pessoas faziam. Seria um meio de fazer a coisa andar, caso a espontaneidade dela não funcionasse.

– Você acha que vai ter gente me olhando?

Eu tinha certeza de que teria. Afinal, um corpo como o dela era algo raro de encontrar. Ela estava abrindo a mochila para tirar as roupas de dentro, aquelas que eu havia solicitado. Interrompi:

– Não precisa. Só procura uma calcinha, essa roupa que você está vestindo é perfeita. Põe uma calcinha confortável, que combine com a roupa.

Ela respirou fundo, nitidamente gostou do elogio e se encheu de confiança. Achou uma calcinha branca lisa, tirou a calça e vestiu a peça, sem pressa alguma. Eu fiquei observando a cena. Sua depilação na virilha estava perfeita, como sempre. As unhas bem feitas, o cabelo impecável, maquiagem leve. Barriga reta, coluna alinhada, bunda enorme, pernas de enlouquecer. Iria bancar o diretor, mas isso não impedia que eu ficasse de pau duro. Era uma calcinha de tamanho médio, mas o porte das suas coxas e bunda faziam ela parecer pequena. Sentou de frente para a webcam e fez o login em seu perfil no site. Antes de clicar para transmitir ao vivo, ela pegou da mochila uma máscara que cobria a região dos olhos.

Pronto. Estávamos transmitindo o corpo de Luciana – e tudo aquilo que eu já sabia que ele era capaz de proporcionar – para o mundo. Qualquer um podia clicar ali e ver aquela menina com suas pernas e bunda monumentais.

Ficou um tempo me encarando, esperando que eu dirigisse a cena como em um filme. Enquanto eu ainda ajustava algumas coisas na camera, ela ficava levantando e descendo a blusinha até a altura dos seios, e o primeiro visitante apareceu. Ela, ao invés de ficar envergonhada, levantou um pouco mais a blusa e mostrou o biquinho do seio esquerdo. Passava a mão nele e voltava a descer a blusa. Em pouco tempo, tínhamos cerca de 20 pessoas na sala.

– Isso te excita? – perguntei – 20 caras batendo punheta pra você?
– Muito! Você não faz ideia. Já estou molhada e ainda nem me toquei.
– Então mela um dedo na boceta e mostra pra camera.

Ela fechou os olhos e enfiou um dedo. Depois trouxe bem perto da camera. Parecia que alguém tinha gozado na sua mão. Logo eram 100, depois 200 pessoas assistindo Luciana, inclusive algumas meninas. Li alguns nick femininos pra ela, que fez cara feia.

– Não gosto de boceta, só da minha! Mas nem ligo, deixa elas.

Falei pra ela ficar de lado pra camera, deitar na cama a e abrir a bunda com a mão, sem tirar a calça. A calça era meio transparente quando esticada, e a ideia era deixar todos desejando sua bunda. O problema é que aquilo estava começando a me excitar seriamente e comprometer minhas habilidades de diretor.

– Agora já pode tirar a calça e ficar brincando com a boceta por cima da calcinha.
– Já? Mas eu acabei de começar…
– Tira, confia em mim.

E assim ela fez. Havia muita gente entrando na sala, já não conseguia controlar direito os comentários. Era hora de ver se Luciana poderia realmente ganhar algum dinheiro com isso. No topo da página, podíamos escrever alguma coisa. Disse pra ela digitar o seguinte, em inglês: “por x dólares, calcinha no chão”!

Não demorou para o dinheiro começar a aparecer, em pequenas quantidades, num primeiro momento. Luciana estava de frente pra camera, parcialmente deitada sobre as almofadas, as pernas entreabertas. A blusa amarela já tinha virado um top, sua barriga sarada de destacava na cena. Eventualmente ela levantava um pouco mais a blusinha pra mostrar o peito. Seus dedos brincavam por cima da calcinha branca, que marcava os contornos de sua boceta. Acho que nos contos anteriores não falei sobre a boceta de Luciana (sua bunda é e continuará sempre sendo seu principal atributo) mas ela é grande, com os lábios bem marcados. Suas coxas bem malhadas – mas sem exagero – completavam a imagem. Meu pau já estava latejando. Acho até que já tinha liquido escorrendo da cabeça.

Meta atingida, e a calcinha de Luciana sumiu do vídeo. Ela manteve a blusinha, e de maneira autonoma ficava trocando de posição pra mostrar a boceta sob todos os angulos possíveis.

– Agora escreve o seguinte: “o dobro do valor, plug no cu!”. Era o plug rosa, que eu havia dado de presente e ela já tinha usado outras vezes. Ficava lindo cravado na bunda dela.

Luciana me olhou o começou a digitar com o sorriso mais safado do mundo. Avisou no chat que precisava ir ao banheiro e que já voltaria. Saiu do angulo da camera e veio até mim.

– Estou suada, que calor! Pega uma toalha pra mim?

Busquei uma toalha e quando fui entregar, ela ergueu os braços. Entendi que ela queria que eu a secasse. Tirei sua blusa e passei a toalha em todo o corpo de Luciana. Comecei pelo pescoço, atrás de seus cabelos. O cheiro misto de suor e do liquido que escorria de sua boceta fez meu pau pulsar dentro da cueca. Luciana tocava de leve nele, enquanto eu secava seu peito, costas e barriga. Ela passou um dedo na boceta e levou até minha boca. Mal consegui dar uma lambida e ela disse que precisava voltar para a webcam.

Olhei o chat e vi que chegaríamos na meta em breve. Pedi pra ela ficar de quatro e abrir bem a bunda. Ela se divertia cumprindo ordens, e enfiava só a pontinha do dedo no cuzinho. Pegou o plug que estava na cabeceira da cama e começou a lamber bem devagar.

– Está gostando de ver sua putinha se exibir na internet? Não fica com vontade de me comer?

Eu não respondi, apenas apertei meu pau sobre a calça.

Atingimos a meta. Ela empinou a bunda na direção da camera e começou a colocar o plug. Sem pressa, a safada até fechou os olhos. Parecia curtir o momento e imaginar a reação das pessoas que viam seu cu acomodar um plug que estava longe de ser pequeno.

Com o plug todo encaixado no cu, Luciana escreveu no chat que, por mais dinheiro, chuparia um pau de verdade. Todos perguntaram sobre o assunto, e ela disse que havia um cara no quarto, e que ela chuparia ele até que ele gozasse. Eu fiquei na minha, só olhando para Luciana. Isso não estava combinado, mas a essa altura eu estava tão excitado que toparia comer ela na frente da camera. Ela continuou dedilhando a boceta com plug atolado na bunda, e novamente as pessoas começaram a enviar dinheiro. Ela sorriu pra mim quando chegou bem próximo do valor final, e fez um sinal com o dedo, me convidando para chegar perto. Eu fui, ainda vestido, e meu corpo ficou aparecendo na câmera da cintura pra baixo. Ela ainda estava abrindo minha calça quando a meta foi atingida. Eu afastei as mãos dela, baixei minha calça, pedi para ela abrir bem boca e colocar a língua pra fora, sem encostar a mão no meu pau.

Passei a foder a boca de Luciana como se fosse uma boceta. Ela, ajoelhada, se esforçava para não engasgar. Quanto mais eu metia, mais saliva escorria pelos seus peitos e chegava até sua coxa e boceta. Ela não gostava muito disso, mas expliquei que ficava bonito no video.

– Se você quiser ganhar dinheiro com isso, vai ter que fazer alguns sacrifícios.
Ela balançou a cabeça positivamente, e disse, tirando o pau da boca por alguns segundos:
– Eu faço o que você quiser, professor gostoso.

Puxava ela pelos cabelos e tentava enfiar todo meu pau, mas sempre faltava um pouco. Ela se esforçava muito, babava novamente, e por fim dava uns tapinhas na minha coxa quando ficava sem ar. Falei que era hora dela pedir mais dinheiro na webcam. Ela pegou o teclado e escreveu que, se atingisse a próxima meta, daria para mim. Eu acrescentei:

– Lu, fala que você vai levar porra na cara.

Vi que ela ficou perturbada. Luciana era uma puta safada que tinha obsessão em dar o cu, mas nunca havia deixado ninguém gozar na sua cara. Ela continuava me olhando, sem reagir.

– Vai, escreve aí. Se você fosse atriz pornô isso seria algo comum.

Ela relutou um pouco mas escreveu. Pedi então que ela ficasse de quatro que eu iria retirar o plug que ainda estava no seu cu. Ela se posicionou, e eu tirei e coloquei o plug algumas vezes. Depois, peguei um brinquedo que é composto por algumas bolinhas tailandesas. Já tínhamos brincado com ele algumas vezes, e naquela altura eu já conhecia os limites do corpo de Luciana. Esse brinquedo tinha 6 bolinhas, e ela aguentava até a quinta. A sexta era enorme.

Comecei a inserir as bolinhas devagar, uma por uma, e o público no chat ia a loucura cada vez que o cu de Luciana acolhia uma delas. Ouvíamos o som de moedinhas caindo. Passei bastante lubrificante para colocar a quinta bolinha, que entrou com mais facilidade que o normal. Ela virou para mim e disse:

– Tenta colocar a última, bem devagar. Com carinho, por favor!

Passei mais lubrificante e iniciei a tentativa de colocar a sexta bolinha. Entrou metade, e Luciana ficava repetindo baixinho.

– Ai meu cu, ai meu cu, ai meu cu…

Suas mãos apertavam as almofadas. Não entrava de jeito nenhum. Parecia impossível. Em dado momento entrou mais da metade, mas a bolinha teimava em sair. Luciana chorava baixinho, e quando eu ia dizer para pararmos com aquilo, ela falou, com uma voz doce, a voz mais safada que ela já tinha feito:

– Põe tudo de uma vez, por favor. Eu quero essa bolinha dentro do meu cu, professor!

Beijei sua bunda, lambi as bordas do seu cu e encaixei um vibrador pequeno em sua boceta.

Forcei a bolinha de maneira decisiva e entrou tudo, mas seu cu cuspiu a bolinha de volta logo em seguida. Forcei novamente, e dessa vez entrou e ficou. Luciana tentava acomodar aquilo tudo na sua bunda, que contraía o tempo inteiro e por vezes dava pra ver a bolinha alojada lá dentro. A cena fez com que a meta fosse atingida rapidinho. Um alerta apareceu no site informando que nossa transmissão estava liderando o ranking da noite. Luciana estava ganhando, em algumas horas, mais do que eu ganho em um mês de trabalho.

– Tá feliz, sua puta?
– Tô. Mas tá doendo.
– Então tira enquanto chupa meu pau. Mas vai tirar sem usar as mãos.

A safada respirou fundo e começou a expelir uma a uma. Fez cara de dor, mas foi bem mais fácil do que colocar.

Deitei na cama e mandei ela vir por cima e fazer aquilo que ela fazia de melhor. Ela sentou com a boceta no meu pau, e a webcam mostrava Luciana rebolando, com o cu semi-aberto depois de todas as brincadeiras. Era uma cena indescritível, e a sensação de ter aquela menina depravada se divertindo e dando pra mim, enquanto milhares de pessoas admiravam seu corpo, era realmente muito boa.

– Lu, você conseguiu por a última bolinha! Estou orgulhoso de você.
– Consegui, mas doeu muito. Estou sentindo meu cu arrombado, tá foda. Não quero mais nada no meu cu hoje, tá?

Consenti, um pouco triste. Disse pra ela abrir o cu e mostrar o estrago para a camera. Ela fez, e disse que estava doendo até para abrir a bunda. A cena devia ser fantástica, pois as pessoas continuavam enviando dinheiro para o perfil de Luciana. Ainda trepamos em várias posições, chupei sua boceta por algum tempo e ela gozou muito com a minha boca e também com o vibrador. Ficou deitada na cama descansando, com a bunda pra cima, enquanto eu fui buscar um copo d´agua. Lembrei ela que ainda faltava eu gozar na sua cara: haviamos prometido isso para o público, e estavam todos esperando. Luciana se levantou e ficou de joelhos, enquanto tomava água.

– Tá feliz, né? Há quanto tempo você quer isso, seu safado?
– Gozar na sua cara? Desde que te conheci, sua vadia.

Nos beijamos durante algum tempo, e eu disse no ouvido dela que ia foder sua boca de novo, como havia feito anteriormente, antes de gozar. Ela concordou, dizendo:

– Qualquer coisa, desde que não envolva minha bundinha.

Meu pau entrava e saía da boca de Luciana, que usava as mãos para massagear minhas bolas. Insistia em tentar colocar tudo, mas não entrava. Sempre sobrava um pouco. Até que ela mesma resolveu tentar engolir, e, por um breve momento, conseguiu. Olhei sem acreditar no que aquela menina era capaz de fazer. Ela tirou meu pau da boca e me olhou sorrindo, com cumplicidade, como quem se orgulha de um trabalho bem feito.

– Tá todo mundo esperando você gozar. Não me decepciona – ela falou em tom de ordem.

Disse que ela mesma faria. Era só continuar punhetando por mais um tempo. E assim foi: gozei no rosto de Luciana, e era uma quantidade exorbitante de porra. Ela fez cara de riso ao mesmo tempo em que parecia furiosa e constrangida. Nitidamente, não sabia o que fazer com a situação. Tinha porra no rosto todo, mal conseguia falar.

– Busca papel, professor! Tá difícil aqui.
– Ainda não. Vai bem perto da webcam e mostra pra eles. Mostra que você cumpriu a promessa e fala que é a primeira vez que alguém goza na sua cara.

Ela fez tudo que eu pedi, e ainda aproveitou para dizer que estaria on line na próxima semana, e que iria avisar sobre o horário através da página do perfil.
Esse conto, assim como os outros, é baseado em uma história real. Os nomes foram trocados. Se você gostou, escreva para [email protected]

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Um Convite Tentador Continuação (…)

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Estávamos ali, Deitados Sob a Cama, Descontraídos entre Conversas e Carícias, Acompanhado de Muita Malícia e Safadeza!
•Ele me Perguntou:
-Quer Dar Só A Bundinha Agora?Quero Comer Esse Cuzinho Gostoso! (Sorriu Com Uma Certa Malícia)
•Obviamente Eu Disse:
-Quero Sim!! Eu Já Estava Descontrolada Para Ele Meter Bem Gostoso Em Mim!
Olhou Dentro Dos Meus Olhos e Puxou-me Para Junto do Seu Corpo, Beijou Minha Boca Com Muita Vontade,Cuidadosamente abriu As Minhas Pernas Ergueu-me e Penetrou Suavemente O Seu Cacete Invadindo totalmente o Meu Cuzinho, Abriu a Minha Buceta e Começou A Caricia-lá e A Brincar Com Os Seus Dedos Nela, Enquanto Seus Dedos Entravam e Saiam Da Minha Buceta, Que estava Molhadinha Seu Cacete Bombava Fortemente No Meu Cuzinho!
Eu Já Estava Prestes A Gozar! Quando Rapidamente ele Me Ordenou Que “Eu Não Gozasse!”
-Você Só Vai Gozar Quando Eu Mandar Sua Vadia! (Disse-me) enquanto Me Enrabava!
Eu Gemia Muito E Implorava para Que Ele Me Deixasse Gozar!, mas Ele Relutava E Não Permitiu até segunda Ordem!
•Ninguém Nunca Irá Entender O Que Aquela Ordem Significou Pra Mim…O Que Ele Me Fez Sentir Naquele Momento! Praticantes de “D/S e BDMS” Entenderão!
Uma Submissa é Tomada Pela Redenção, e Não Por Ser Fraca (Como Muita Gente Acha) Ela Resiste, Sobreviver é Uma Proeza! Um Prazer Que Vai Muito Além De Qualquer Outro!
Ele Viu O Quanto Eu Estava Meladinha, e Que Poderia Gozar A Qualquer Momento.
-Eu Falei Que Não Agüentava Mais Esperar, O Prazer era Mais Forte Que Eu, Necessitava Gozar logo (Adorava Provoca-lo).
-Ele Disse: Calma minha Vadia, Quero Aproveitar o Máximo desse Cuzinho Gostoso!
•Ao Perceber Que Eu Ja estava Louca de Tesão e Prestes a Explodir De Tanta Vontade e Desejo De Gozar Disse-me:
-Já Que Você Quer Tanto Toma! Esse Cacete Nesse Teu Cú Gostoso Safada!
Enfim Gozamos Juntos,Foi Lindo, Intenso e Maravilhoso, Nada se Compara ao desejo que Eu sentir ali Naquele Momento! Meu Orgasmo foi Tão Intenso, Que Valeu a Pena eu Ter Esperado a Sua Ordem Para Gozar! Sentir Meu Corpo Inteiro Estremecer, Pensei Que Desmaiaria Ali Mesmo de Tanto Desejo!
completamente Exauta Então Ele tomou-me Em Seus Braços, me Encheu de beijos e Carícias Ficamos Ali Agarradinhos! Até Nossa Total Recuperação !!
•Como Me Tornei Submissa? Não Sei dizer Ao certo, Sou Fã Das Praticas De “Dominação”, Prazer é A Resposta Certa! “Ele Me Viu Chegar Perto De Ter Vários Orgasmos e Me Fez Parar! isso é Uns do Jeito De Obediência Que Ele Me Fez Sentir, Porque Sabia Ele Que Aquilo Me Atiçava, Me Deixava Louca, O Prazer Da Sua Dominação Sobre Mim!” Nesse Dia Fiquei Totalmente Realizada! Submissa, em “BDSM”, é alguém que sente prazer em receber e cumprir ordens e em se submeter aos gostos e vontades do seu Dominador. Dominar é muito mais do que utilizar chicotes, fazer sessões, é Fazer O Que Ele Me Fez! Uma Forma Absurda De Prazer! “Sem Exageros”…Ele é Um Dominante inexplicável!
Espero Que Tenham Gostado! beijos Até A Próxima!

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A iniciação

  • 01/12/2015
  • BDSM
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Bom, vamos lá.. Me chamo Luíza e tenho 18 anos, é o primeiro conto que escrevo e cada relato é real, acredito que desde os meus 14 pra 15 anos tinha vontade de saber mais sobre BDSM, porém só fui procurar realmente no começo do ano, sou loirinha, branca, olhos castanhos e uma boca maravilhosa, adoro cada detalhe do meu corpo, principalmente meus seios redondinhos e médios, gosto das curvas da minha cintura e do meu bumbum.. Então não foi difícil achar alguém tão belo quanto a mim pra me dominar, logo na primeira semana de busca encontrei alguém, o mesmo que estou até hoje. Ele é severo, autoritário, mandao, e as regras e castigos são umas delícias.. Eu era virgem até conhecê-lo, mas não demorou muito pra isso mudar.
As regras eram claras: nada de roupas íntimas, e nosso primeiro encontro iria acontecer dentro do carro indo pro motel mais próximo, estava ansiosa, excitada, tímida e com medo, medo por ser minha primeira vez… Mais medo ainda pelo fato de ser a primeira vez numa relação d/s, logo que se vimos nos beijamos, meu coração estava tão acelerado e minha bct já começava a melar so de imaginar o que estava por vim, fomos conversando até a chegada do motel, parecia até que nada demais estava por vir, certamente eu estava erradissima, logo que sai do carro.. Meu dom tirou meu vestidinho, fiquei quietinha olhando sem saber o que falar, apenas com a respiração forte, rapidamente passou as maos nos meus seios e percorreu em caminho a minha bct, começou a me masturbar.. Esfregar minha bocetinha bem gostoso, eu estava vermelha de timidez e gemia baixinho
Meu Senhor já estava me deixando completamente molhada, quase ao auge e então ele parou e mandou eu pegar meu vestidinho e ir na frente, atendi prontamente, subi as escadas para o quarto devagarinho, fui até a cama e sentei, logo ele entrou no quarto e fechou a porta, fiquei de pé e voltamos a se beijar, um beijo intenso, enquanto isso suas mãos passeavam pelo meu corpo, por meu bumbum, foi quando comecei a me soltar um pouco e retirei a blusa dele, abri a calça e comcei a beija lo, pescoço, peitoral… Continuei descendo até me abaixar, meu sr me olhava, e então quando abaixei a cueca dele, recebi um tapa bem forte no rosto forte o suficiente pra me fazer cair.
– Ajoelhada cadelinha
Estava pensando em recuar neste momento, mas minhas coxas estavam umidas, eu estava adorando.. E tinha adorado aquele tapa, o primeiro tapa, me ajoelhei, e tirei a calça e a cueca dele
Me deparei com um grande caralho bem grosso, chegou a me dar um friozinho na barriga so de imaginar que logo logo tudo aquilo estaria dentro de mim, primeiro passei a língua na virilha e pela parte interna das costas, chupei cada partezinha até chegar ao seu cacete.. Coloquei na boca e comecei a chupar devagar, meu sr puxava meu cabelo pra trás pra ver meu rostinho de menininha perdendo a "inocência", comecei a fazer um vai e vem um pouco mais rápido, quando fui colocar uma das mãos pra ajudar… Levei outro tapa, abaixei a mão e continuei, ele começou a puxar meu cabelo pra trás e empurrar minha cabeça pra frente freneticamente, me fazendo engasgar, metendo cada vez mas rápido na minha boquinha, já estava me deixando sem ar, coloquei as mãos nas pernas dele pra afastar, mas não adiantou de nada, eu estava ficando desesperada… Sem ar, e mesmo assim ele continuou fodendo minha boca, até que parou e me jogou na cama
Me jogou tão forte na cama que deu pra ouvir o barulho, fechei as pernas e fui pro meio da cama, minha respiração já estava ofegante, então meu sr me puxou pelas pernas e as abriu, não demorou nada pra meter a cara entre minhas coxas, começou a me chupar tão gostoso que em menos de 1 minuto eu já estava puxando os lençóis e me contorcendo, foi uma delícia sentir pela primeira vez a língua  do meu Senhor me tocando, apertava meus seios enquanto chupava, eu já não estava mais aguentando, meu corpo estava esquentando e eu estava prestes a gozar, meus gemidos já não estavam mais abafados, gemia alto e não conseguia me segurar.. Gozei na língua do meu dom
Após eu gozar, ele veio rapidamente pra cima de mim, estávamos tão próximos que eu conseguia sentir os batimentos cardíacos dele, e cada segundo que passava minha vontade aumentava, meu sr pincelou o cacete na portinha da minha buceta… Estava quase implorando pra ele rasgar minha bucetinha virgem, ele passou as mãos nos meus braços e após ajeitou seu corpo em cima do meu, e meteu tudo de uma só vez, fechei os olhos e dei um gemido tão alto que parecia mais um "grito", ele pos uma das mãos na minha boca e a outra continuou segurando meus braços, e começou um vai e vem forte
– Calma putinha, já vai passar
Eu desejava muito acreditar na palavra dele que já iria passar, mas não estava passando, estava doendo, e ele metia tão fundo que eu sentia chegar no meu "fundo", sentia que estava me rasgando todinha por dentro, estava gemendo abafado por causa da mão do meu sr, me contorcia inteira, continuou assim por uma 10 minutos, quando ele tirou a mão da minha boca pedi pra ele parar, recebi tapas no rosto, já havia então entendido que aquilo era um não, ele começou a ir mais rápido, estava me sentindo violentada, porém ainda assim estava gostando e estava perto de gozar pela segunda vez, toda minha coxa estava melada e descia pela minha bunda..
Meu Senhor passou a tarde inteira me fodendo… E me fez gozar várias vezes, e na hora dele gozar eu pedi pra que fosse nos meus seios, ele aceitou porém disse que a segunda seria na minha boca e que eu teria que engolir tudinho, na segunda vez antes de irmos embora ele gozou na minha boquinha e eu engoli, e como uma boa cadelinha: agradeci.

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Submissão e Tesão

  • 01/12/2015
  • BDSM
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Submissão
Meu nome e Juliana, tenho 22 anos, sou morena, olhos verdes, seios um pouco grande, meu bumbum e de tamanho médio, posso dizer que nunca tive problemas com homens, sempre tinha o homem que eu queria a hora que eu queria. Na cama sou eu que mando, quem fica por cima sou eu.

Mas algo aconteceu, não sei o que houve, as coisas começaram a ficar estranhas quando conheci um homem. Seu nome e Fernando, ele tem 1,75 de altura, cabelos preto, olhos negros, um olhar penetrante, muito gostoso. Sua voz e tão forte e sexy que só de sussurrar em meu ouvir já fico toda molhadinha.

Vou contar desde o começo. Algumas semanas atrás fui à casa de uma amiga da faculdade. Amanda estava fazendo aniversário. Tinha muitos amigos e parentes de sua família. Como ela e de uma família rica tinha muitos caras ricos. Alguns deles me pediram para ficar, mas nenhum me interessava, exceto um deles, Fernando. Ele sequer veio dar uma palavra comigo.

Fiz várias insinuações para ele, mas nada, eu não ia deixar um cara agir assim comigo. Resolvi passar do seu lado e esbarrar em seu terno.

Juliana
– Oh, me desculpe.

Fernando
– Sem problemas, você está bem?

Juliana
– Sim, estou bem.

Fernando pegou em minha mão e a beijou.

Juliana
– Prazer Fernando, me chamo Juliana, mas pode me chamar de Juh, todos me chamam assim.
Fernando

– Sabe Juliana, chama-la assim tiraria todo o brilho, glamour e sensualidade da sua pessoa. Se não se incomoda a chamarei de Juliana mesmo.
Meu deus, nenhum homem havia falado assim comigo, me deixou toda molhadinha ver ele falando assim comigo.

Juliana
– Tudo bem, como preferir. E você Fernando, no que trabalha? Pela sua bela postura deve ser uma posição muito importante.

Fernando
– Eu sou escritor, mas especificamente literatura erótica. E o que eu gosto de escrever.
Fiquei muito surpresa, fiquei ainda mais excitada em saber sua profissão, já estava toda molhadinha, imagine agora. Estava torcendo pra que ele me levasse pra cama e me mostrasse o que sabe fazer.

Juliana
– Muito interessante, e quais temas você aborda?

Fernando
– Submissão, pode não parecer, mas as mulheres adoram.

Juliana
– Eu não iria querer um cara mandando em min na cama, desculpa, mas pra mim isso não e excitante.

Fernando se aproximou a min, tocou meu rosto, suas mãos eram tão macias. Meu deus que toque.

Fernando
– Sabe Juliana, tudo depende do homem, sua pele e tão macia, olhar penetrante. Uma moca assim deve estar sedenta por um homem de verdade.
Meu deus, que palavras doce, voz suave, esse homem está me deixando doida.

Juliana
– E você seria esse homem?

Fernando
– Com certeza, vou fazer coisas inimagináveis com você, levarei você ao delírio, sexo e mais do que toques, e sentimento.

Eu estava nas nuvens, só de imaginar aquele homem comigo na cama, me chupando todinha. Fiquei tão excitada, tentei beija-lo.

Fernando
– Não, agora não Juliana, só quando eu quiser, você vai fazer o que eu quiser, quando eu quiser e a hora que eu quiser.

Juliana
– Sim Fernando, como você quiser.

Não acredito que eu estava sendo submissa aquele homem.

Amanda se aproximou.

Amanda
– Oi Juh, vejo que já conheceu o Fernando, ele e amigo do meu pai.

Juliana
– Sim, já o conheci.

Amanda
– Bom, eu e o pessoal estamos indo para um barzinho.

Juliana
– Deixa pra outro dia, tenho prova amanhã.

Fernando
– Eu tenho que terminar alguns trabalhos.

Amanda
– Posha, vocês são muito chatos, tudo bem a gente vai indo.

Amanda nos deixou a sós. Eu estava desejando que ele me chamasse pra sair. Estava muito excitada.

Fernando
– Tenho que ir, muito texto pra corrigir. Esse e meu endereço, se algum dia quiser passar lá, mas como eu disse, será do meu jeito.

Juliana
– Ok Fernando, foi um prazer conhece-lo.

Fernando
– O prazer e todo meu.

Não acredito que um homem falava assim comigo e eu apenas obedecia. Aquela simplesmente não era eu, queria falar não, mostrar que sou eu quem manda mais não conseguia. Apenas obedecia as suas palavras.

Juliana
– Fernando, e se eu não aparecer?

Fernando
– Bem, então perdera a melhor noite da sua vida.
Fui embora para minha casa, eu estava não acreditando nas minhas respostas, eu que sempre fiz os homens caírem diante dos meus pês, estava naquela noite apenas concordando com suas condições. Ainda estava muito excitada, me toquei loucamente até esvair todo meu desejo.

Os dias foram se passando eu resistia a ir a casa daquele home, no dia seguinte daquela noite decidi que nenhum homem mandaria em min. Depois daquele dia sai com outros homens, mas nenhum deles me satisfazia. Estava faltando algo que eu não sabia o que era.
Após alguns dias resolvi ir em sua casa, meu desejo já era maior que tudo, eu precisava ter aquele homem pra mim. Peguei seu endereço e fui até sua casa. Precisava dele, precisava ouvir sua voz, ele me dizendo o que fazer.

Fernando
– Posso dizer que estou surpreso com sua visita. Tudo bem?

Juliana
– Não está tudo bem, eu preciso de você, eu quero ser sua.
Começamos a nos beijar ali na porta de seu apartamento. Fomos entrando, ele me beijava com paixão e desejo.

Fernando
– Vai para o meu quarto agora, tire sua roupa e deitasse, já estou indo.
Juliana

– Sim Fernando, o que você quiser, eu sou sua, pertenço a você.
Não era mais eu, não tinha mais voz, apenas obedecia a sua voz, isso me deixava cada vez mais excitada. Subi ao seu quarto, fiz exatamente como ele mandou. Logo após Fernando apareceu com algumas coisas. Ele estava com uma algema. Prendeu minhas mãos a cabeceira da cama e amarrou meus pés. Aquilo me despertou um tesão.

Fernando colocou chantili em meus seios e em meu clitóris. Ele veio até a mim, começou a lamber todo aquele chantili do meus seios, o chantili já acabara, mas ele continuava lambendo meus seios e chupando com muito desejo. Eu já estava ao delírio, as minhas aureolas já estavam durinhas de tesão. Fernando chupava deliciosamente.
Ele começou a descer sua língua pela minha barriga até minhas partes intimas e começou a Lander meu clitóris, podia sentir sua língua quente e úmida me tocando. Estava tão excitada, já estava toda molhada.

Fernando me lambia com desejo, não estava mais aguentando e gozei em sua língua, já estava me contorcendo mas Fernando não parava de me chupar. Eu gozava várias e várias e várias vezes em sua boca e ele continuava me chupando, estava muito sensível já, mas ele não parava de me chupar e de me fazer gozar. Numa vi tanto desejo. Eu o pedia para parar, mas ele dizia que só pararia quando quisesse.

A dor já se fundia com desejo. Já estava toda ensopada, minha buceta estava vermelha de tanto gozar, finalmente ele parou de me chupar, mas por dentro eu queria que ele continuasse.

Fernando desamarrou meus pés e tirou as algemas da minha mão. Ele mandou que eu ficasse de quatro, eu nunca tinha feito anal, estava muito assustada. Mas eu não tinha voz, apenas deixava ele fazer o que quisesse comigo, eu era completamente dele, ele fazia o que queria comigo.

Fui colocada de quatro, ele começou a pincelar seu pênis em minha bunda e começou a introduzir devagarzinho em min. Doía demais e aos poucos ele começava a colocar com mais forca e mais rapidamente, puxava meus cabelos, batia em minha bunda, eu gritava de dor mais pedia para não parar, pois o prazer era maio que a dor. Logo Fernando gozou dentro da minha bunda, meu deus que delícia.

Após gozar em min, ele me deitou e colocou novamente as algemas nas minhas mãos. E amarrou minhas pernas bem abertas para cima. Fernando veio por cima de min e começou a me penetra, eu estava ainda muito sensível mas queria esse homem dentro de min. Queria sentir seu pênis me penetrando.

Fernando introduzia em min, eu podia sentir seu pênis me explorando por dentro. Ele me penetrava e esfregava meu clitóris ao mesmo mento, não demorou muito gozei novamente. Algum tempo depois quando estava quase gozando, ele tirou o pênis de min e gozou em cima de mim e esfregava seu pênis com seu gozo em cima do meu clitóris.
Eu achava que ele já tinha acabado, mas ainda continuava excitado, veio até meus seios, encaixou seu pênis no meio deles e começou a masturbar-se. Fernando gozou no meio dos meus seios e no meu rosto e me fez lamber seu pênis.

Essa foi a melhor transa d minha vida, eu fico contando os dias para velo, pois está viajando a trabalho, sempre que ele volta ele vem até minha casa faz o que quer comigo e vai embora. Não tenho mais controle sobre mim, apenas pertenço a ele.

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Ele me atiça, Louca e Safada Por Fetiches

  • 01/12/2015
  • BDSM
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Sábado 02/10/15…08:00 Hrs, Acordei Cedo Liguei Para “SP” Como Eu e Ele Havíamos terminado. Liguei Para Que Ele Viesse Até A Minha Casa e Me Devolvesse Os Meus Pertences Que Eu Havia Deixado em Sua Residência Da Ultima Vez, Uma Calcinha Azul De Rendinha E Um Óleo Comestível de Chocolate Usados Na Ultima Transa, “Já Contada Aqui” Aproveitando Assim a Conversa Ele Me Fez Um Pedido Para Ir Até onde Ele,O Motivo Do Pedido: Para Que Eu O Ajudasse Em Uma Arrumação Na sua Casa, No Momento Eu Pensei Até em Recusar ,Já Que Não Tínhamos mais Nada, e estava Recente Nosso Termino, Mais Depois Pensei Bem E Resolvi Aceitar, Aliás ainda Éramos Amigos, Apesar De Tudo, Mais Deixei Bem Claro Pra Ele Que a Minha Ida até A Sua Casa Não Resultaria em “Uma Ficada, ou Transa” Estaria Ali Como Amiga, Apenas isso e Que ele Não Ousasse Em Me Provocar, Muito Menos Em Tentar Fazer Algo Do Tipo,Já Que Nois Dois Não Podemos Ficar Perto Um Do Outro Que de Faísca , Vai A Fogo Em Segundos, Somos Sabedores Disso, Então Teríamos Que Nos Controlar Muito Pra que Não Acontecesse Isso. Ele Concordou deu Sua Palavra! Marcamos Um Horário Razoável Para Que Desse Para os Dois, Mais Tarde Por Volta Das 13:00 Hrs Ele Veio Me Buscar, Eu Trajava Um Shortinho um Pouco Curto Bem Coladinho Preto, Com Uma Regatinha Azul Básica, Lingerie Azul Fio Dental Super Provocante, (Eu Uso Fio Dental Em Todo Lugar: Trabalho, Casa, Festas Adoro Ousar) Fazia Um super Calor Nesta Tarde, Finalmente Chegamos em Sua Casa, Ele Foi Logo Tirando Sua Roupa Ali Mesmo Na Sala Não Pude Deixar De Notar O Seu Volume Naquela Cueca Laranja, O que Já Tinha Me Excitado Muito Logo de Início, Tentei Me Controlar o Máximo Mudar O Foco Da Direção Que Os Meus Olhos Não conseguiam Desviar , Ele Foi Direto Para O Banheiro Tomar Um Banho, e Eu Fui Para O Seu Quarto, Que Por Sinal Estava Uma Bagunça, E Decidir Arruma-lo Subir sob a Cama Tentei Arruma-lá Os Lençóis e A Cocha Que Estavam Misturados Digamos Que Eu Estava Em Uma Posição Bastante Propicia Para Algo, (Juro Não Foi Intencional, Mas….) Quando Voltei A Posição Normal De Repente Eu Sentir Os Braços Dele Abraçando Meu Corpo todo Por Trás Sentir Seu Cacete duro Pressionando a Minha Bundinha Naquele Shorte Coladinho Ele me Pressionou Sob a Parede E Começou a me Beijar e a Me Morder Loucamente, Tentei Relutar e Pedir Para Ele Parar (Na Verdade Não Queria Que Ele Parasse, Porque Tava gostoso Demais) Porém Foi em Vão, O Tesão falou Mais Alto Para Ambos, Mais Confesso Que eu Estava Adorando Aquilo Tudo! Aquele Olhar Penetrante Safadamente com Muita Sede Olhando Para O Meu Corpo, Sem MiMiMi, Ajudei ele a Tirar O Meu Shorte, Que ele Só Faltou Rasgar Pois Não conseguia Tirá-lo rsrsrs. Sem Demora Me Jogou na Cama e Me Deixou De Bruços suspendeu Os Meus Braços, Abriu as Minhas Pernas, botou Minha Calcinha de Ladinho E Enfiou O Seu Cacete Na Minha Bucetinha de Uma só Vez, Sentir Minha Buceta arder um pouquinho “Adoro”, Ela estava Quentinha, Cheia De Tesão Recebendo o Seu Cacete Grosso e Tão Gostosinho, me Penetrava Tão Selvagem do Jeito Que Eu adoro, Gozei De Imediato, Foram Tantas Gozadas Com O Cacete Dele Atoladinho Na Minha Buceta, Que Me Deixavam Louca! Me Colocou Na Posição de Cadelinha, Com Minha Bundinha Bem Empinadinha Que Ele Mesmo Fez Questão De Empina-la Colocou Seu Cacete Na Entrada Do Meu Cuzinho, Foi Enfiando Deliciosamente e Com Movimentos Bruscos de Vai e Vem, Começou a Arromba-lo e os Movimentos Começaram a Ficar Mais Intensos e Mais Fortes! Gozei Muito! várias Vezes e Por Ultimo Gozamos Juntos! Ele Me Ajeitou Na Cama, Meu Corpo Todo Começou a Estremecer Principalmente as Minhas Pernas Que Já Estavam Bambas, Lágrimas Desceram Dos Meus Olhos, “Há Mulheres Que Choram Quando Gozam Intensamente”,e Eu Sou Uma Delas. Eu Não Conseguia Dizer a Ele O motivo Do “Porque” , Pois Ainda Estava Em Estado De Recuperação, Ele Me Abraçou Me deu Um Beijo tão Caliente, e Demorado, O Motivo Do Choro de Felicidade: (Havia Mais Uma Fantasia, Um Fetiche, Uma Vontade Louca De Ser Pega Daquele Jeito, Eu Sonhava Com Isso,e Que Tinha Se Realizado Ali, Sem Que Ele Soubesse ). Como Sempre Ele Realiza As Minhas Fantasias Por Mais Loucas Que Sejam, Ele Faz Tudo pra Me Satisfazer, Fiquei Completamente Satisfeita e Realizada!
Ele Precisou Dar Uma Saída Para O Trabalho e Me Deixou Em Sua Casa, Numa Total Liberdade, e Não Resistir Quando Ele saiu acabei Me tocando e Gozando Duas Vezes, é “Prache eu Fazer Isso”…Quando Ele Chegou eu Estava Deitada No Sofá o Esperando, Completamente Exausta, Mas Pronta Pra Outra! Ele Me Convidou Para Ir Até O Seu Quarto, lá Deitados os Dois Na Cama, Ele Me Encheu de Carícias e Beijos Ardentes, E Disse Para Tomarmos Banhos Juntos lógico Que Eu Topei. Tirei Minha Roupa Me Enrolei Em Sua toalha e Fomos Juntos Para O Banheiro, A Água Estava Um Pouco Gelada, Ele Começou a Tomar Banho, e A Passar O sabonete Sobre Todo O Seu Corpo, e Eu Ali ainda de Toalha Admirando o Seu Corpo Principalmente O Seu Cacete que Já Estava totalmente Duro, Fiquei Observando Aquelas Veias Do Cacete Dele Com Muito Desejo e Água Na Boca, Já Me Deixaram Toda Molhadinha então Tirei a Toalha e Pedir a Ele Para Que Jogasse Água No Meu Corpo, Que A Minha Bucetinha Já Estava Quentinha de Desejo De Meter Naquele Cacete,Começamos A Trocar Carícias, Quando Ele Me Virou De Costas E Me enfiou O Seu Cacete Na Minha Buceta,e Não Demorou Nem Um Minuto Para Que Eu Gozasse Rapidinho, Dei Três Gozadas Maravilhosas. Em Seguida ele Começou a Introduzir A Sua Mão No Meu Cuzinho, Uma Sensação Absurda de Prazer Intenso, Ele Quase Colocou Sua Mão Toda Na Minha Bundinha, Mas como estava Com Resíduos De Sabonete, Ardeu Um Pouco, Mais Isso Não Impediu De Sentir O Prazer Intenso Que Ele Me Deu E Nem De Gozar! “Porque Sou Amante Da Dor”, Gozei de Novo Ele Me Disse: Vem Me Chupar Vadia, Fazer Um Oral Pro Teu Macho! ele Colocou Seu Cacete Na Minha Boca E Pediu Pra Mim Chupa-lo Bem Gostosinho, Para Mim Caprichar bem No Oral. E Comecei A Mamar , Aquele Cacete Gostoso Que Mal Cabia em Minha Boca, Chupava Com Tanto Gosto Até Que Ele Gozou Na Minha Boca, Engoli Toda Aquela Porra Quente que Ele Pusera Na Minha Boca Que Escorria Pela Mesma, Que Oral Bom Foi Aquele ,Aquele Gozo Gostoso Que Ele Pusera Ali, Em seguida finalizamos Com Um Banho Cheio de Amor, Carícias ,Conversas e Prazer ! Adoro Dar O Meu Cuzinho Pra Ele, Sempre Me Fazendo Subir Pelas Paredes de Tanto Prazer Mas Que Delicia Esse Cacete, Não Muito Grande,(Na Medida Certa) Mas Bem Grosso ao Ponto De Me rasgar e Me Inundar de Leitinho Quentinho e Gostoso Esse Homem Me Tem Em suas Mãos Faz Tudo Comigo, Me Agrada Em Tudo! Serei eternamente dele!
Beijinhs até A Próxima !

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Noite Submissa

  • 01/12/2015
  • BDSM
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"NOITE SUBMISSA"

Oie, Vim Contar A Vocês Sobre A Minha Noite Magnifica "Submissa".

Combinei Com "SP" De Nos Encontrarmos Na Sua Casa, Estava Com Saudades, Tinha Uns Dias em Que Não Nãos Víamos, Antes Disso Quase Na Hora Do Nosso Encontro Uma Amiga Minha Me Ligou, Amiga Que Por Sinal Muito Gostosa Na Qual Eu "Já fiquei". No embalo Das Nossas Conversas bem Calientes Eu Acabei Gozando Gostoso Com Ela Lembrando De Uma Noite Que Ficamos,Juntas Tudo Isso Por Telefone eu Dei Duas Gozadas Ótimas, e Ela Deu uma! bastante Intensa Por Sinal segundo ela Me relatou! Isso Me Deixou Exausta! chegou a Hora De Ir Pra Casa Dele,e Eu Ainda estava Exauta e Satisfeita! Da Gozada Dada. Ele Me esperava Na Porta Da Sua Casa, Chegando Lá Ele Já Brigava Comigo Pelo atraso Da Demora Eu Demorei e Por Nao Ter Atendido As Suas Ligações. Enfim Entramos e Sentei-me No Sofá Falando a Ele Do Meu Atraso e Do Que Tinha Feito Com Minha "Amiga", Ele Não Quiz Saber Da Minha Desculpa Falou em Tom alto, Veio Até a Mim Trajando Um Calção Vermelho Malha Fina Transparente De Algodão Sem Cueca o Seu Cacete Já Estava Totalmente Duro, Me Chamou e Me Puxou Para O Quarto, Sentou-Se Na Cama sem Cueca Totalmente Nu, E Pediu-me Para Retirar Alguns Pelinhos Do Seu Cacete, Em Seguida Pediu Para Mim Chupar ele Todindo! Eu Neguei Disse Que Não Faria, Mal Entramos No Quarto, "SP" Veio Para Cima De Mim Agarrando e Apalpando Tudo em Mim Os Meus Seios, Minha Buceta, Bunda e Dandos Altos Beijos De Língua e Seu Dedo Esfolando a Minha Bucetinha Como Sempre Adoro Quando ele Faz Isso! Pediu Novamente para Mim Chupar O cacete Dele, Continuei Firme e Empurrei Dizendo Que Não, Ele Puxou pelo Meu Cabelo e Me Obrigou Colocando o Seu Cacete Pressionando Na Minha Boca, Forçando sua Entrada a Todo o Custo Na Minha Boca e Eu Sempre Relutando Eu Me Divertia Dificultando Mais Ainda a Sua Ação, Ele Abriu a Minha Boca E Colocou Seu Cacete Dentro Da Minha Boca Até a Garganta. Fiquei Alisando Com A Minha Mão Bati Gostoso Pra Ele Quando Tava Na Minha Boca, Depois Fui Cedendo aos Poucos e Comecei A Lamber De Leve Seu Cacete Abocanhando Devargazinho Até Começar a Chupa-lo Melhor, Ele Começou a Enfiar Seus Dedos Na Minha Buceta e No Meu Cuzinho Ele Colocava Até 3 dedos e No Meu Cuzinho Abrindo Os Dedos Dentro Dele. Ele Me beijou Demoradamente Na Boca, Explorando Deliciosamente A Minha Boca Com Sua Língua Que Sempre Faz Mágica Na Minha Boca e Na Minha Buceta. Ele Passava A Mão Na Minha Buceta Até Que Ele Penetrou-me Com seu Cacete na Minha Buceta Eu Dei Um Gemido Baixo, Ele Socando Nela e Perguntou-me: -Ainda Quer Que Eu Pare? você Tem Certeza Que quer Parar?

Eu O Abracei e Beijei ele Loucamente, Tão Gostoso sentir Seu Cacete Na Minha Bucetinha

Em Seguida Foi Tirando Seu Cacete Da minha Buceta Todo Lambuzado dos Fluidos Da Minha Bucetinha e Deu Para Eu Chupa-lo, Até Limpa-lo Por Completo. Ele Retribuiu Me Fazendo Um Oral Maravilhoso Chupava A Minha Buceta E Colocava Sua Língua dentro Dela Mordendo Meu Pescoço e Dando Chupões Nos Meus Seios, Mordiscou e chupou a Minha Buceta Explorando os lábios da Mesma com a língua. Não Agüentei e Tive Os Dois Primeiros Orgamos, Quando Ele Mordiscou O Meu Clitóris e Passou Sua Língua Quente Nela Eu gozei de Novo. Confesso Que Foi Diferente Da Outras Vezes, Um Dos Pontos altos Desta Nossa Transa Amorosa! Fizemos Um 69, Bem Gostoso Ele Pediu Para Que Eu Ficasse em Algumas Posições e Eu O Contrariei, Ele Não Gostou Muito, "Ele Faz Tudo Por Mim, Deveria Ter Sido Menos Egoísta rsrsrs, Porem Tava Doida Para Ser advertida e Dominada, Pela Aquele rebeldia, Ele Levantou-Se Da Cama, Reclamou Apagou as Luzes Fez Uma Carinha Que Deu Dó, E saiu Para A Sala e Foi Assistir Jogo Na Televisão. Levantei-me Da Cama e Fui Até Ele, Pedir Desculpas Carinhosamente Notei Que Seu Cacete Ainda Estava Duro e Saiu Um Líquido Que Eu Adoro Chupar, Ele Ficou Emburrado Por Alguns Minutos, Mas Depois Me Chamou de Volta Para A Cama, Gerou Um clima Meio Tenso,Trocamos Algumas Palavras Ele Ficou Meio Pensativo Por Alguns Instantes Saiu Da Cama e Me Ordenou Para Que Eu O Esperasse Ali, E Não Saísse Por Nada! Fiquei muito Ansiosa Mas o Obedeci Pacientemente !

Pelo Canto Dos Ohos Vejo ele Surgir Trazendo Uma Corda na Mão Direita e Na Outra Mão Um Cinto, E Foi Logo Amarrando As Minhas Mãos e Pernas, Dizendo As Palavras: Sua Vadia Você Vai Aprender a Me Obedecer, Vai Fazer Tudo O que Eu Mandar, Se Desobedecer Vai Apanhar! Me Ditando as regras Claramente

-Quem Te Ensinou a Me Desobedecer? (Disse Ele) dando Cintadas Pela Minha Bunda, costas e pernas!

-Eu Gemia Com Um Prazer absoluto Que Qualquer Submissa Praticante Sabe Como é! Ele Mandou eu Repetir as Falas Que Ele Mandava e Eu as Repetias Dizendo Que Ele Era Meu Macho! que Eu Era Só Dele, e Que Nunca Mais O desobedeceria Foi Logo Colocando Seu Cacete na Minha Boca, me Ordenando Para Passar a Língua Sobre Todo O Membro Do Seu cacete, Pediu Para Chupar Gostoso, Minha Respiração Foi Ficando Mais Ofegante!

Em Seguida, Ele Abriu as Minhas Pernas e Colocou Seu Cacete Na

Minha Bundinha, Foi Maravilhoso Sentir O Seu Cacete Invadir o Meu Cuzinho de Uma So Vez, Eu Completamente Amarrada.

Quando Ele Tirou Seu Cacete Da Minha Bundinha Por Uns segundos Ele Pegou Um Objeto ( Não Sei Qual Objeto era Ao Certo, Mais Era Comprido e Grosso) Ele Enfiou O Objeto no Meu Cuzinho, Enterrando Não Por Completo e Começou a Brincar Com O Objeto No Meu Cúzinho que Me Fez Gozar Várias Vezes, Ele Empurrou o objeto e se Ajeitou Para Penetrar o seu Cacete Na Minha Buceta, Foi O Maior Prazer "Ser Duplamente Penetrada Literalmente Falando"

Não Demorou Muito! Para Que Nois Dois Gozássemos Juntos Sentir Que Foi Perfeito, Tanto Da Minha Parte, Quanto Da Parte Dele! foi Uma delícia, quando ele Tirou O Objeto Da Minha Bundinha sentir Todo Meu Corpo Se arrepiar Fiquei Tremendo De Tanto Prazer Emocionamente Falando, Antes De Tirar As Cordas De mim, Ele Tirou Varias

Fotos Minha Principalmente Uma delas Eu Postei Aqui É a Mesma Que Descreve O Conto! Veja Como ele Me Deixou Arrombadinha ! Essa Foi a Minha Preferida Que Eu Amei totalmente Arrebitadinha com Meu Cuzinho Bem Exposto, Enfim Ele Me Desamarrou e Fiquei estremecendo Na Cama De Tanto Prazer Ele Foi Colocando Seu Dedo Levemente Na Minha Buceta e Disse-me:

-Quer Dar Mais uma Gozadinha?

conseguir Responder Apenas Com Gemidinhos Gostosos!

Ele Virou-me e Disse:

-Quero Meter Novamente em você Sentir Vontade De Te Meter Gostoso Na Tua Bundinha de Novo!

Como Assim??? Fiquei Surpresa Normalmente Homens Demoram Mais Pra Se Recuperar Pois Não Fazia Nem 3 Minutos De Sua Recuperação! E Ele Já Começou As Meter Seu Cacete gostoso Na Entrada Do Meu Cuzinho, Iniciou-se Então Uma Sessão De sexo Anal Maravilhoso! O Cacete Dele Tava Tão Firme E Duro, que Aquilo Me Atiçava Demais. Tanto que eu Pedia Fogosamente Para Ele Me Penetrar Com mais Força! E Gozei Umas 3x e Quando Terminamos, Adormeci na Cama, Ele Cobriu-me Com O Lençol e me Encheu De Carinhos e Beiijos. Me deixou Na Cama Descansando, Estava Exauta De 5 em 5 Minutos Ele Ia Lá Na Cama me Encher De Beijs e Mimos!

Sei Que Ele Estava Louco Pra Saber O Motivo Que Me fez chorar Na transa Que Ele Estava Curioso Pra Saber da Minha Satisfação e Do Meu Estado de Prazeroso, Mais Não Queria Revelar Ainda!

Quando Cheguei em Casa, Fui Tomar banho e Aproveitei Para Me Tocar, Gozei gostoso Delicia, Dormir Maravilhosamente Bem E Satisfeita! Quando Acordei E Coloquei O Dedo No Anelzinho do Meu Cuzinho sentir Ele Inchadinho e Arrombadinho Foi Uma Delícia Ser Comida Duplamente, Mesmo Que Tenha Sido Por Um Objeto,"Propriamente Dito" Eu Gemia Alto e Ficava Ainda Mais Louca De Prazer. Eu Amo Um Sexo Forte e Selvagem Ainda Mais Assim Sendo Duplamente Violentada e Submissa, Fiquei Totalmente Satisfeita No Final! E Que Final Explendido Só Quem já Teve A Sorte e O Desejo de Fazer Uma "DP" Sabe O Quanto é Gostoso A Sensação De Ter dois Cacete Dentro De Si, Um Em Cada Orifício e O Prazer que Isso Pode Proporcionar "Eu Nunca Tive Essa Experiência De Ser Duplamente Penetrada Por Dois Homens,Embora Tenha Muito Vontade de Fazer Essa Fantasia isso Atiçou ainda mais o Meu Desejo Para Fazer! mesmo Que Tenha Feito "Por Objetos" Objetos Que Por Sinal Era Bem Grosso e Sentir Essa Penetração Por Algo Seje Ele Qual For Brigando Por Espaços Pequenos é Magnífico.

Sentir Minha Buceta e O Meu Cuzinho Quentes e Pulsantes os Arrepios Viam Constantemente Separados Apenas Pela Pele Que reveste Meus Dois Orifícios Que Foram Prazerosamente Arrombados sabe como é Essa sensação?? Ela É Indescritive! Eu Consigo Gozar Pressionando Os Músculos Da Minha Bucetinha Sem Penetração Nenhuma, Quando Ele Penetrou O Objeto No Meu Rabinho e O Seu Cacete penetrou Na Minha Buceta Claramente Gozei Pelo Cúzinho e Pela Minha Bucetinha a Sensação De Gozar Pelos Dois Quase Ao Mesmo Tempo, é de Experiencia Inesplicavel! Essa Sem Dúvidas Foi O Ponto Mais Alto da Nossa Noite Magnifica,Desculpe Não Achar Mais Palavras Para Descrever o Tamanho do prazer Que Eu atingir Naquela Noite! Será que O Famoso Ponto G Foi Atingido? O Maior De Todos Os Prazeres Que Todas As Mulheres Buscam em Sentir….É Talvez Sim, Foi O Mais Diferente Orgasmos Que e Já tive Confesso Que Fiquei Louca ! Já Bati Uma 5 iniciando A Madrugada Até o Final Da Escrita Deste Conto! Na Verdade Eu Não Lembro de Quantos Orgasmos eu Já Tive, Não Conseguir Saber O Total de Orgasmos que Tive Do Início ao Fim, Recebo Constantes E-mails Curiosos Perguntando Mais Os Grandes e Longos Orgasmos Que Eu Tive Foram O Suficiente Ao Ponto de Ficar Bem Satisfeita De Nem Conseguir Contar e Todos eles Tem Um Significado diferente Para Mim! Fiquei Aérea Com Essa Experiência Submissa, Que Eu Tive O Prazer De Aprecia-la Perfeitamente! foi algo indescritível!

P.S : Olha Como Ele Me Deixou Arrombadinha! Foto No Perfil! Do Conto!

Beijos Até A Próxima! Espero Que Tenham Gostado Apreciado! E Batido Uma.

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Uma Noite Inesquecível

  • 01/12/2015
  • BDSM
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Olá, Prazer Sou Alrac e Quero Contar a vocês Sobre Algo Que Rolou Comigo!!!
Ontem A Noite tive uma Experiência Inesquecível, Uma Mistura De Sexo com Amor! de Amor com Sexo! Que foi Magnífico !
Fui ao Encontro Do Meu Gostoso “S.P”,Estava Louca de Desejo Pra estar Com Ele Fazer Amor Loucamente, Sentia Muita Vontade De Chupar Aquele Cacete Gostoso Dele, Ahhhh Que Saudades que Eu Estava Daquele Cacete Na Minha Boca, Eu o Chupava Com Muita Vontade e Desejo! foram muitas as Preliminanes Que Antecederam Para Que O Clima Ficasse ainda mais explosivo e Para Complementar ainda Mais, Usei Um Óleo Comestível Que Havia Ganho de Uma Amiga Minha Chamada “Nanda”, Amiga Que Aliás Fica Louca de Tesão Por Ouvir As nossas Transas Inesquecíveis ,Enfim Se Iniciaram as Sessões De Carícias e prazer Passei o Óleo em Toda Extensão Do Seu Pênis e Depois Comecei Uma Deliciosa Sessão De Chupadas, Mamadas e Lambidas Por Todo Seu Cacete! ele Ficou Gamadinho, Cheio De desejo e Tesão!
Em Seguida Foi a Minha Vez… Ele Me Deitou Na Cama Abriu bem as Minhas Pernas, com Seus Dedos Abriu os Grandes Lábios Da minha Buceta, Começou a Me Tocar e Massageiar meu Clitoris e colocou O Gel Comestível Nela, penetrando Com Os seus Dedos ( Sentir a Minha Buceta Esquentadinha E Ao Mesmo Tempo Geladinha Efeito do Gel) Ele me Beijava Tão Bem… tão diferente A Minha Boca, sua Lingua em Minha Língua, Chupava Os Meus Seios Com tanto Tesão Em Seguida Ele começou a Chupar Tão Gostoso a Minha Bucetinha, Me Lambeu Todinha, Até Tirar Todo O Óleo que restava Nela! Confesso Que Foi Um Oral Maravilhoso. E Não Demorou Muito Para Que eu Desse Logo A Primeira Gozada, Esse gozo Foi muito Maravilhoso e muito Prolongado, Fiquei Louquinha De Prazer E sem Demora , Ele Continuou a Me Chupar loucamente e dei Outra Gozada Ainda Mais Intensa do que a Primeira. Foi Perfeita essa Gozada.Ainda me Chupando Toda, Levou Os Fluidos Do Meu Gozo Até A Minha Boca! E Que Delicia Sentir Aquele Gozo todo Da Minha Bucetinha, Na Minha Boca, que Gostinho Bom demais!
Depois Disso, Começou A Penetrar Os Seus Dedos Na Minha Buceta, e Quando Eu Estava Prestes a Gozar Ele Tirou seus Dedos e Me Obrigou a Ter Que Gozar Ali, Naquele momento, Sem Penetração Nenhuma, Gozei igual a Uma Vadia submissa….Cheia De Tesão! cheia De Prazer, Foi Uns Dos Gozos Mais Intenso Que Já Tive.
Eu Já Estava Encharcada, de Tanto Gozo! Quando ele me Penetrou Com Seu Cacete Na Minha Buceta,Esse Homem Me Deixou Louca Na Cama! De Tanto Prazer é Tanta Posição, Tanta Carícia, Tanto Desejo e Gozei Novamente Umas 3,4,5 vezes ??? Vai Saber…. só sei Que Gozei Muito! que Até Perdir as Contas.
• Pedi A ele Que colocasse Seu cacete Na Minha Bundinha, Queria Sentir O seu Cacete Invadindo O Meu Cuzinho apertadinho, que já Implorava Para Que Seu Cacete o Penetrasse!
-Coloca Meu Cacete Nesse Teu Cú Sua Vadia! (disse-me).
Então Peguei Seu Cacete E Introduzir Ele No Meu Cuzinho, Sentir Ele forçando a Entrada, e Não Ha Sensação Mais Prazerosa do mundo do Que Essa! quando Dei Por Mim Ele Já estava Todo Atolado No Meu Cuzinho, Eu Calvagava Safadamente encima dele, E Gozei muitooooooo !!!!! Tive mais Umas 3 Gozadas, nessa Sessão. Um prazer do Anal que Vai Além de Tudo!
Quando Gozamos Juntos Foi A Coisa Mais Linda, Os Dois Gozando Loucamente cheios De Muito Prazer e Desejo! Adormecemos Os Dois na Cama, O Meu Corpo Estremecia de Tanto Desejo e Prazer, No rosto Um Olhar De desejo de Missão Cumprida!! total Satisfação ! E Assim Teve Um Desfecho de Mais Uma Noite inesquecível .
Espero Que tenham Gostado !

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Aluna de SDM VI

  • 01/12/2015
  • BDSM
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Acordei tarde aquela manhã, já eram 09:00 horas. Logo pensei que minha senhora estava a minha espera. Corri para o banheiro, tomei um banho rápido e vesti o biquíni que D. Ana havia me comprado. Era um biquíni rosa, de amarrar pelos lados, eu adoro este tipo de biquíni, eles sempre deixam minha bundinha linda. Sai do quarto e procurei D. Ana. Fique surpresa ao encontrar uma senhora de avental. Ela se dirigiu a mim educadamente e me informou que D. Ana estava na piscina. Corri para lá. Ela estava deitada, tomando sol em uma cadeira de praia, vestindo um biquíni preto com argolas douradas. Bom dia minha senhora. Eu disse. Ela respondeu. Bom dia minha querida. Você esta deliciosa com este biquíni. Você já tomou café? Respondi que não. Ela disse: Pois vá tomar café na cozinha. Hoje a Mariana e a Renata estão cuidando da casa. Você pode confiar nelas. Há anos elas trabalham para mim. Já estava me retirando quando ela me mandou retornar e perguntou: onde estava minha coleira e por quê eu não a estava usando. Fiquei petrificada, na pressa de encontra-la havia esquecido de colocar a coleira. Senhora perdoe-me, acordei tarde e acabei esquecendo de coloca-la. Balbuciei. Ela me olhou com um olhar severo e disse: Eu não aceito desculpas. A única forma de conseguir o meu perdão é através da dor. Agora não estou disposta a lhe ensinar a lição que você merece. A noite você tem a obrigação de me lembrar do seu erro e pedir o meu perdão. Você entendeu? Respondi, sim minha senhora. Bom. Agora vá e coloque sua coleira. Tome café e retorne. Sai. Fui ao quarto, coloquei minha coleira e fui a cozinha tomar café.

Depois de algum tempo retornei a área da piscina. D. Ana estava dentro da piscina. Quando ela me viu, fez sinal para eu entrar. Mergulhei na piscina. A água estava agradável. Me aproximei dela e recebi um elogio. Good girl. Assim que eu gosto. Obediente. Ela se aproximou mais ainda de mim e nos beijamos. Ela se afastou e sorriu. Ficamos horas assim. Nos beijando, acariciando e conversando. Parecíamos duas namoradas. Eu estava bastante feliz. Em um determinado momento ela disse que devíamos apostar que fazia ida e volta mais rápido na piscina. Aceitei e fomos para borda. Ela começou a contar: um…dois.. três e já. Comecei a nadar rapidamente. Ela no inicio estava ganhando, mas depois que estávamos retornando a ultrapassei e ganhei. Fiquei um pouco receosa, talvez ela não gostasse de perder. Ela me encarou e sorriu. Quando peço pra competir eu espero uma competição honesta. Ela disse. Começamos a nos beijar, ela enfiou a língua em minha boca com fome. Ela me beijou com paixão e eu correspondia. Sua língua me invadia e me dominava. Ela começou a acariciar minha bunda, aquilo me deixava excitada. Ela segurou meus cabelos e afastou minha boca da sua e perguntou? Quem é minha garotinha gostosa? Respondi: Eu sou! De quem é essa bundinha durinha? Sua, minha senhora. Ela me pegou pela mão e saímos da piscina. Ela sentou em uma cadeira de praia e me colocou ao seu lado. Comecei a receber pequenos beijos, lentos e delicados, ela queria aproveitar minha boca gostosa. Suas mãos percorria meu corpo, coxas, ombros e seios. Comecei a acariciar os seios de D. Ana por cima do sutiã do biquíni. Ela desfez o laço do meu sutiã e expos meus seios. Enquanto isso nossas línguas brincavam uma com a outra. Era uma delicia. Ela levou sua boca aos meus seios. Começou a chupa-los, ela enchia a boca com meu peitinho. Depois começou a brincar com eles com a ponta da língua, ah como era gostoso. Ela começou a morde-los delicadamente, era uma dor gostosa. Ela me segurou pelo ombro e me fez deitar na cadeira. Me beijou longamente e reiniciou a chupada nos meus seios. Fui a loucura. Depois de algum tempo ela deixou meus seios e foi em direção as minhas coxas, ela beijou e mordeu, me deixando mais excitada. Ela se levantou e deitou sobre mim, seu corpo quente sobre o meu. Nos beijamos e beijamos… Ela colocou um dedo dentro de mim. Delicia ser possuída por aquela mulher. Consegui tirar seu sutiã e ela me ofereceu os seios. Comecei a beija-los, chupa-los, queria morde-los, mas sabia que não podia. Dor era domínio exclusivo de D. Ana. Ela retirou o dedo de dentro de mim e o colocou na boca. Depois, com ele meladinho por sua saliva, voltou a me penetrar.
Tá gostoso? Ela perguntou. Sim minha senhora, respondi. Então geme, geme gostoso para sua senhora. Gemi e gemi, como ordenado. Ahhhh.. delicia… mete… mete gostoso minha senhora. Ela se abaixou um pouco e retirou a calcinha do meu biquíni e disse: ah, uma das partes mais gostosas do sexo e tirar a calcinha de uma mulher, quando ela se levanta para ajudar, como se oferecendo e dizendo estou pronta pra você. Delicia… delicia. Minha buceta estava raspadinha e exposta. Ela começou pelo laterais, com beijos longos e deliciosos. Depois sua língua percorreu minha buceta de cima abaixo. Sua língua ia e voltava. Depois ela abriu sua boca e encheu sua boca com minha buceta. Ela sugava e meu grelinho se arrepiava. Depois ela se concentrou em meu grelinho, com a pontinha da língua ela brincava e brincava… chupando meu grelinho. Ele estava completamente durinho. Comecei a acariciar meus seios e empurrar minha bucetinha contra sua boca. Estava perdendo o controle, a excitação me dominava. Com uma das mãos ela abriu minha xaninha e enfiou a língua profundamente. Ela tirava e colocava… tirava e colocava. Aquela língua quente, dura, flexível e molhada estava me fazendo gozar gostoso. Meu suco começou a escorrer. Ela não se intimidou e chupou com mais vontade. Segurei sua cabeça e enfiei na minha xaninha. Ela me penetrava e passava a língua de cima a baixo na minha bucetinha. Ela segurou minha coxas e mordeu meu grelinho, gritei de dor… Aaaahhhhh… e voltou a percorrer minha buceta. Comecei a gozar, meu corpo tremia, não me controlava… vou gozar… gozar… não para… não para… ah que gostoso. Comecei a fazer movimentos de gozo… jogando minha buceta contra sua boca. Ela segurou minhas pernas com força e enfiou a língua mais profundamente. Estremeci e gozei longamente. Ela ainda ficou me chupando e beijando minha bucetinha durante algum tempo.

Ela voltou novamente a beija minha boca, beijos longos, beijos demorados, beijos deliciosos. Após algum tempo me fez levantar, sentou na cadeira, me sentou de costas para ela e abraçou meu corpo. Sentir seu corpo colado ao meu me dava imenso prazer. Ela beijava meu rosto delicadamente enquanto começava a brincar com minha xaninha. Sua língua percorria meu rosto, as vezes ela mordiscava minha orelha. Estava gostoso demais. Ela enfiava os dedos dentro de mim. Ela apertava meus seios com força. Ela virou meu rosto e iniciamos beijos ardentes. Nossas línguas brigavam pelo prazer. Elas se debatiam em êxtase. Enquanto isso ela enchia a mão com minha xaninha, que dedos maravilhosos. Eu sentia muito prazer. Boca, peitos e buceta estavam sendo manipulados. Ela retirou os dedos da buceta e colocou em minha boca. Chupei seus dedos com imenso prazer. Sentir o gosto da minha xaninha me excitou mais ainda. A sua língua se juntou a minha na busca do meu gosto. Ficamos nós duas como loucas chupando aqueles dedos. Ela voltou a colocar os dedos dentro da minha xaninha. Eles me penetravam profundamente. Ela sabia manipular minha xaninha. Ela enfiava e depois acariciava meu grelinho. Eu urrava de prazer. Comecei a gozar novamente. Segurei sua mão e enfiei com força seus dedos dentro de mim e gozei…gozei… gozei.

Depois de algum tempo para me recompor, pedi para retribuir o prazer que ela tinha me dado, dando uma bela chupada em sua buceta. Ela disse que não. Ela falou: minha querida, hoje daremos uma festa aqui. Outras duas das minhas alunas participarão. Também virão quatro convidadas minhas. Hoje preciso que você seja perfeita. Não quero erros como o que aconteceu pela manhã. Hoje a noite você deve ser completamente obediente e submissa. As mulheres que vamos receber são poderosas em suas áreas e importantes para meus negócios, devemos realizar suas fantasias. Hoje daremos um espetáculo que elas não esquecerão. Posso contar com você. Respondi. Sim, minha senhora.

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Aluna de SDM IV

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Passei o dia ansiosa cuidando da casa e preparando o jantar, junto com a "cachorra velha", antiga D. Emile. Cuidamos de tudo, limpamos os quartos, salas e cozinha. Preparamos o jantar e esperamos a nossa senhora, D Ana. Estávamos na sala de estar quando ouvimos um carro chegando pela alameda da casa, corremos e fomos olhar pela janela. Era o carro da D. Ana, pela janela notamos que ela estava com mais duas outras mulheres. Ela estacionou em frente a casa e entrou sozinha. Ela estava linda, só sua visão me deixava excitada. Ela olhou a casa e se dirigiu a nós. Estávamos completamente nuas, submissas e ansiosas. Não gostei, ela disse. Vão e vistam calcinha e sutiã. Regina, vá ao meu quarto e traga um pequeno chicote negro. Respondi: Sim, minha senhora. Corri para o quarto onde estavam minhas roupas, rapidamente vesti um conjunto de calcinha e sutiã. Logo depois fui ao quanto de minha senhora pegar o chicote como solicitado e voltei a sala onde ela nós esperava. Quando retornei, a cachorra velha já estava lá. Entreguei o chicote a minha senhora. Ela falou: minha irmã esta no carro com uma de suas alunas. Vocês vão trata-las com todo o respeito, as ordens delas devem ser obedecidas como se fossem minhas. Vocês vão tratar minha irmão, por senhora ou D. Mercedes e a sua aluna por senhora ou como ela preferir. Não me decepcionem, se fizerem isso, vocês vão se arrepender. Vocês entenderam? Respondemos em uníssono, sim Senhora!!!
D. Emile saiu da sala e foi em direção ao carro estacionado lá fora. Retornou depois de alguns minutos. Quando retornou estava acompanhada por sua irmã, D. Mercedes, uma mulher dos seus cinquenta e poucos anos, cabelos um poucos brancos, na altura dos ombros, um pouco acima do peso, seios grandes e pelo que eu vi por cima do vestido que ela usava, um pouco flácidos. Logo atrás dela vinha uma mulher com vinte e poucos anos, 1,78 mais ou menos, branquinha, com cabelos negros, seios fatos e rijos, pernas grossas. Ela usava um vestido negro e uma coleira, com eu e D. Emile. Logo compreendi, que ela era a aluna de D. Mercedes.
D. Mercedes, olhou pra mim e sorriu e falou, Bom Ana, pelo visto, temos uma nova aprendiz. Sim, respondeu D. Ana. Ela se dirigiu a mim, Regina, venha cá, se apresente a minha irmã. Me aproximei, e me apresentei. Me chamo Regina, minha senhora. D. Mercedes me corrigiu, não sou sua senhora, quem é sua senhora é minha irmã. Você deve me chamar de D. Mercedes. Agora, deixe-me olhar para você. Ela se aproximou de mim e me olhou da cabeça aos pés. Se vire, ela ordenou. fiz como ordenado. Ela passeou com as mãos pela minhas costas até chegar ao meu bumbum. Ela apertou meu bumbum e eu gemi, com um pouco de dor. Ela sorriu quando notou as marcas da surra com vara que D. Ana tinha me dado logo pela manhã. Ela se dirigiu a D. Ana, acho que hoje vamos nos divertir bastante. Adoro o gosto de garotinhas cheirando a leite. Você, pelas marcas que estou vendo nesta bundinha linda, já começou o aprendizado dela. D. Ana olhou para "Cachorra velha" e respondeu. Não, não comecei, foi esta inútil que começou. D. Mercedes olhou para "Cachorra velha" e disse: sim, uma grande decepção. Mas, logo ela vai ter a nossa devida atenção. Depois disto elas retornaram sua atenção para mim. Abra as pernas, ordenou D. Mercedes. Abri minhas pernas e esperei. Ela insinuou seus dedos entre minhas pernas, colocou sua mão dentro da minha calcinha e acariciou minha buceta. Ela me acariciou durante alguns tempo, depois retirou os dedos de dentro de mim e se dirigiu a sua aluna. Joana venha prova o gosto desta nova aprendiz. A aprendiz de D. Mercedes se aproximou e colocou os dedos de D. Mercedes em sua boca. Ela chupou seus dedos com bastante sensualidade. He ai? Gostou? Perguntou D. Mercedes. Joana apenas sorriu. D. Mercedes sorriu com satisfação. Bem, ela disse, agora vamos jantar, que estou morrendo de fome e riu alto. Nós encaminhamos para sala de jantar. As três mulheres sentaram e nós duas as servimos. Elas conversaram, tomaram vinho, riram juntas. Eu e a "Cachorra velha" apenas as atendemos e observamos caladas. Depois da sobremesa todas nos dirigimos ao quanto de D. Ana.
Chegando lá ela nós mandou colocar duas cadeiras no centro do quarto, onde ela e D. Mercedes se sentaram, Joana ficou ao lado de D. Mercedes. Ela mandou que eu e a "cachorra velha" nós ajoelhássemos em frente a elas. Antes de começamos temos que resolver o problema da "cachorra velha" D. Ana falou. Por mim, simplesmente eu a retiraria do nosso meio e a demitiria da faculdade, mas minha irmão disse que você mereceria uma chance. É isso que vamos decidir agora. Quais serão sua penalidades por sua afronta a minha autoridade. Agora "cachorra", eu permitirei que você fale, pondere bem suas palavras. Elas decidirão o seu destino. A "cachorra" começou a falar. Senhora, me perdoe. Eu perdi a cabeça, pensei que estava pronta, cedi ao desejo e falhei com a senhora e comigo mesmo. Sim, você falhou. Como você se sente "cachorra". Derrotada e humilhada, minha senhora. Desde que estou diante da senhora a dor é uma constante, eu falhei, fraquejei. Eu acreditei que seria capaz de caminhar sozinha, de dominar a dor, mas agora vejo, que sem a senhora não sou nada, não posso nada. Vejo que todo o tempo gasto com você não foi totalmente em vão. Acredito que você aprendeu algo. Não vamos mais perder tempo com você, temos coisas melhores a fazer. Disse D. Ana. Agora, você vai embora desta casa. Não vai participar desta noite de aprendizado e prazer. Vá embora, a partir desta data, você ficara seis meses sob a supervisão da Carla, sua antiga aluna. Suas alunas, agora respondem a ela, menos a Regina, que ficara sob minha responsabilidade. Durante estes seis meses você não participará de nenhuma reunião conosco. As vezes eu vou lhe ligar e solicitar que você realize tarefas, não falhe! Agora vá embora. Muito obrigado minha senhora, falou a "cachorra", se levantou e nós deixou.
Bem Regina, agora vou tomar um banho. Dizendo isso ela se retirou. Fiquei no quarto com as duas mulheres que me observavam. Elas não me dirigiram nenhuma palavra enquanto D. Ana não retornou. Ela voltou cheirando divinamente, usando um baby-doll de seda negro. Ela falou com a irmã. Agora, como você deseja começar? D. Mercedes, disse: sente ao meu lado, vamos assistir a Joana domar esta linda potranca. D. Emile sentou ao lado da irmã. D. Mercedes olhou para Joana e ordenou, me beije. Joana se ajoelhou em frente a ela e a beijou longamente. Depois D. Mercedes disse: vá, se divirta, faça o que você faz de melhor. Obrigado minha senhora, Joana respondeu. Ela retirou o vestido e o sutiã, ficando apenas de calcinha rosa. Foi em direção ao armário de D. Ana e retirou uma pequena vara e veio em minha direção sorrindo. Se vire, coloque as mãos sobre a cabeça, ordenou. Me virei e coloque as mãos sobre a cabeça. Zapt, sem nenhum aviso ela começou a surra com vara, em minhas costs, eu gemi de dor. Aaaaaar. Zapt, zapt, zapt, zapt… ela continuava me acoitando em silêncio. Não aguentei e cai no chão. Ela sem nenhuma paixão na voz, ordenou: levante, volte a posição, não terminei!!! Não aguentava de dor, minhas pernas tremiam, fora rápido demais. Falei, desculpe, senhora, não consigo levantar. Ela veio em minha direção e me acoitou novamente com a vara. Foram duas varadas em minha bundinha. Levante! Ela ordenou. Reuni forças e levantei. Voltei a posição com as mãos na cabeça. Agora, vou começar de novo. Você deve contar e agradecer. Ela mudou os açoites para minha bunda. Zapt, um, obrigado senhora, zapt, dois ,obrigado senhora, zapt, três, obrigado senhora, zapt, quatro , obrigado senhora, zapt, cinco , obrigado senhora,… quando chegou a oito, fui ao chão novamente. Ela veio em minha direção com a vara. Pedi, por favor, por favor, senhora, um minuto. Ela olhou para D. Mercedes que fez um sinal com a cabeça. Ela aguardou. Fiquei no chão alguns minutos e levantei.
Ela se aproximou e esperei ela recomeçar, mas para minha surpresa, senti suas mãos em minha bunda. Ela passava levemente as mãos em minha bunda. Abra as pernas ordenou. Abri as pernas e senti seus dedos me invadindo. Ela colou primeiro um, depois dois dedos em minha vagina e começou a me penetrar com os dedos, entrando e saindo de dentro de mim. Depois de alguns minutos, eu já estava toda melada. Ela me segurou pelo ombros e me virou em direção a minha senhora e sua irmã. D. Mercedes estava claramente excitada, apertando a xoxota com as pernas, D. Ana, parecia impassível. Por incrível que pareça, fiquei decepcionada. Joana, disse: pegue aquela cadeira e coloque aqui. Coloquei a cadeira no lugar que ela disse. Joana foi em direção ao armário e trocou a vara por uma pequena palmatória de madeira. Ela sentou na cadeira e me mandou ajoelhar a sua frente. Me ajoelhei, ela segurou meu cabelo e levou minha cabeça em sua direção, começamos a nós beijar, ela beijava, com fúria, ela parecia querer me consumir. Me entreguei totalmente. Ela ainda segurando meus cabelos, direcionou minha cabeça para seus fartos e rijos. Amei senti a língua naqueles seios, passava a língua com fome, queria ter duas bocas para abocanhar os dois ao mesmo tempo. Sugava, sugava, sugava, estava ficando louca. Mordi os bicos, ela gritou. Puxou meus cabelos, e me esbofeteou com força. Me chamou de puta uma única vez e novamente me esbofeteou. Depois levou novamente meus lábios aos seus seios. Agora eu sabia o que era permitido e o que não. Incrível, que mesmo nesta loucura, ela não perdia a cabeça. Eu ao contrário, estava completamente alucinada. Ah volta a aqueles seios, maravilha, língua com bico, beijar, sugar, sugar… loucura. No meio de tudo, ouvi a voz de D. Mercedes, Joana, estou pronta, venha com a potranca me dar prazer. Ela se levantou, me pegou pela mão e me conduziu em direção a sua senhora. D. Emile se levantou, a ajudamos a retirar sua roupa. Ela ficou completamente nua. Ela cheirava a tesão, sua buceta esta encharcada. Ela parecia pronta pra explodir, como eu. Ela sentou e mandou que nós duas a chupassemos ao mesmo tempo. Nós ajoelhamos e começamos a chupar aquela buceta encharcada. Era uma delicia chupar uma buceta ao mesmo tempo com outra mulher, foi gostoso, o gosto da buceta, a briga de língua com língua com a Joana, nós duas competindo pela buceta. Depois de alguns minutos D. Mercedes disse: Joana vem me beijar… estou quase gozando. Joana levantou e ficou beijando D. Mercedes enquanto chupava sua buceta. Depois de algum tempo ela gozou em minha boca, ela segurou minha cabeça e empurrou contra sua buceta enquanto gozava. Quase sufoquei com a violência do seu gozo.
Depois do gozo da irmã, D. Ana mandou que eu ficasse ao seu lado. Ela ficou me acariciando enquanto sua irmã se recuperava. Depois de alguns minutos D. Mercedes se dirigiu a mim. Você é uma beleza de potranca novinha. Acho que de vez em quando vou solicitar sua presença em minha casa. Respondi, sim senhora, se assim for o desejo de minha senhora. D. Ana me mandou levantar, fez o mesmo com Joana. Agora se beijem. Começamos a nós beijar, foi bom retornar a busca daquela boca. Nós beijamos longamente. D. Ana se aproximou e começou a me beijar, depois beijou Joana. E todo tempo nós acariciava, tocava, apertava. Deitem na cama, ela ordenou. Claro que fizemos o que ela desejava. Joana sente na cama e abra as pernas. Regina deite entre as pernas de Joana e chupe a buceta dela. Fiz como ordenado, me deitei e comecei a chupar, aquela xoxota gostosa. Passava minha língua de cima a baixo. Que cheiro e sabor gostoso. Chupava e chupava, beijava. D. Ana aproveitou que eu estava deitada com a bunda pra cima e começou a dar palmadas com força. Joana, começou a ficar excitada. Falava, chupa, chupa, essa buceta tesuda. D. Ana parou de me bater e começou a beijar Joana. As duas se beijavam com fome, faziam briga de língua. Depois de um tempo foi em direção aos seios de Joana. Ela os chupou, beijou e mordeu com força. Ao contrário do que aconteceu comigo, ela não reagiu, simplesmente urrou de dor. D. Ana sorriu e foi em direção a cadeira onde Joana antes estava sentada. Lá ela pegou a palmatória do qual eu havia esquecido. Ela mandou Joana deitar ao meu lado, ficamos com nossas bunda pra cima. D. Ana começou por mim. Deu uma, duas, três palmadas com a palmatória. Depois era a vez de Joana sofrer com sua atenção. Se beijem, não parem até que eu mande, D. Ana ordenou. Ela nós deu mais uma sessão de palmadas. Depois mandou que eu me virasse, e ordenou que Joana me chupasse. Depois veio em direção ao meu rosto com sua xoxota gostosa. Ela colocou a buceta próxima a minha cara e comecei a chupar. Estava ficando louca, Joana me chupava divinamente, com certeza ela tinha muita experiência em satisfazer D. Mercedes. E eu comecei a beijar a buceta de D. Ana, comecei lentamente, não acreditava no que estava acontecendo. Adorei senti o gosto, senti a pele macia, sem pelos, a buceta mais linda que já tinha visto. Meu deus, como minha vida tinha mudado tão rapidamente. Queria esfregar minha face naquela buceta, fazer minha senhora gozar, queria demonstrar toda vontade que eu tinha de ser comida por ela. Ela fazia movimentos de vai e vem. Eu buscava com fome aquela buceta. Enfiava minha língua com gosto naquela gruta que transbordava com gosto de sexo. Chupar, beijar, enfiar a língua, eu não pensava em outra coisa. E Joana me chupando, enlouqueci e gozei. D. Ana se abaixou e me beijou, me chamando de gostosa. Sorri.
D. Ana se levantou. E procurou os beijos de Joana. As duas se atracaram, boca com boca, seios com seios, buceta com buceta. As duas se entregaram ao prazer. D. Ana beijava e ao mesmo tempo enfiava os dedos na buceta de Joana. Elas urravam de prazer, gemiam, gritavam palavras desconexas. D. Ana buscou a buceta de Joana e elas começaram um sessenta e nove de excitar até os santos. Joana chegou ao climax com a língua de D. Ana em sua buceta.
D. Ana não estava saciada e veio em minha direção, começou a beijar meu pescoço lentamente, beijos lentos e sucessivos, mordeu minha orelha. Fiquei arrepiada. Não tinha como resistir a ela, na realidade queria me entregar totalmente. Eu era dela, ela me possuía totalmente. Ela afastou o rosto, segurou meus cabelos com força e levou minha boca em direção a sua. Nós beijamos longamente, boca com boca, sua língua passeava na boca. Ela afastou sua boca da minha e começou a morder meus lábios com força. Eu gemia de prazer. Ela deitou sobre mim, e continuou a me beijar a boca. Ela se levantou e se ajoelhou na cama. Segurou meus braços e me levou para junto dela. Ela me beijava e beijava. Ela dirigiu suas mão para minha bunda, ela acariciava e apertava. A quem você pertence? ela perguntou. A senhora, respondi. Quem pode beijar essa boca? A senhora! Ela deu uma palmada forte em minha bunda. De quem é essa bundinha? Sua, minha senhora. Ela bateu mais forte ainda. Você gosta de apanhar? Sim, minha senhora. Ela me deitou e levou sua boca em direção aos meus seios. Ela beijou os bicos rijos. Mordeu e chupou o quanto quis. Depois desceu em direção a minha buceta. Ela começou devagar, dando beijos de leve. Depois abriu a boca e cobriu toda a minha xaninha com sua boca deliciosa. Ela parou, e voltou sua atenção a minha boca e voltou a me beijar, enquanto enfiava seus dedos em minha buceta melada. Ela continuou assim por alguns minutos. Depois me colocou de quatro. Notei que a Joana estava novamente dando atenção a D. Mercedes, as duas estavam novamente se beijando. Não pude prestar muita atenção, pois a minha senhora retornou com um cinto fino e começou a acoitar a minha bundinha. Ela acoitava um lado, depois o outro. Eu gemia de dor. Ela se ajoelhou na cama por trás de mim. Me agarrou e me levou em sua direção. Ela me beijava o pescoço, acariciava meus seios com uma mão e com a outra brincava com meu grelinho. Ela perguntou: está gostando putinha? Respondi que sim. De quem é essa buceta, ela perguntou. Sua,só sua minha senhora. Respondi. Ela segurou meus cabelos com força e disse abra a boca. Abri, ela direcionou os dedos melados com meu suco para minha boca e ordenou, Chupa!!! Adorei ser dominada daquele jeito. Chupei e chupei os dedos com o gosto da minha buceta. Ela tirou os dedos de minha boca, pegou minha mão e levou em direção a minha buceta. Se acaricia! Ela ordenou. Comecei a me masturbar, enquanto ela continuava a me beijar e acariciar meus seios. Ela me jogou de costas na cama e começou novamente a me chupar. Ela abriu meus pequenos lábios e enfiou a língua. Ela chupava, chupava, chupava. .. Tremi e mais uma vez gozei.
Ela não me deixou nem me recuperar deste gozo. Se levantou, foi em direção ao criado mudo, retirou um consolo grande e grosso e o colocou amarrado na cintura. Voltou para cama, colocou um travesseiro em baixo de mim, para levantar minha xaninha. Se posicionou entre em minha pernas e enfiou o consolo. Ela se agarrou com força em mim enquanto me penetrava, beijava meu rosto e minha boca. Ela se segurou minha pernas no alto e me mandou acariciar minha buceta enquanto ela continuava me fudendo. Ela enfiava, eu gemia, essa era nossa dança sincronizada pelos deuses. Ela aumentou a velocidade com que me fudia, se deitou sobre mim e me agarrou com força, ela metia, e metia… aquilo parecia não acabar mais. Ela se virou em me posicionou por cima dela. Ordenou: cavalga, cavalga… como uma potranca no cio. Eu subia e descia naquele consolo, que me rasgava as entranhas. De relançe notei que D. Mercedes e a Joana estavam neste momento em um sessenta e nove de enlouquecer. D. Ana começou a esmagar meus seios com uma mão e acariciar meu grelinho com a outra. Eu urrava alto e ela gostava. Notei que ela começa a se excitar bastante. Comecei a rebolar e fuder com força, estava louca e minha senhora me acompanha dizendo. Fode, minha gostosinha. Da a buceta pra sua senhora. Fode gostoso. Ela segurou o meus rosto com as duas mãos e levou a minha boca em direção. Beijei profundamente, enquanto cavalgava o mastro da minha senhora. Ela se levantou um pouco e ficou sentada. Coloque minha pernas ao seu redor, ela colocou suas mãos embaixo da minha bunda, começou a chupar meus seios com força e recomecei a cavalgar. Ela começou novamente a dar palmadas com força em minha bunda, tudo aquilo era maravilhoso. Ficamos assim durante algum tempo. Ela me levantou, foi novamente em direção ao criado mudo. Retirou um pequeno fracos, me colocou de quatro e começou a passar o conteúdo do frasco no meu rabinho. Me deu algumas palmadas na bunda e perguntou. Esta gostando? Minha potranquinha? Sim, minha senhora. Ela sorriu e disse: Boa garota. Boas garotas são obedientes. Boas garotas fazem o que suas senhoras mandam. Você é uma boa garota? Sou uma boa garota!!! Respondi. Assim que eu gosto, obediente e submissa, ela disse. Depois disso deu mais algumas palmadas em minha bunda e aproximou o rosto de minha bundinha e começou a passa a língua no meu rabinho. Foi estranho no começo, mas logo comecei a relaxar e sentir prazer com a língua da minha senhora na minha bundinha. Ela parou, se posicionou por trás de mim e enfiou o consolo na minha xaninha, eu louca como estava, empurrei com força e engoli todo aquele cacete com minha bucetinha encharcada. Minha senhora me fudia com força, mais e mais… Ela dava palmada em minha bunda e me penetrava. Ela me segurou pelos ombros e aumentou o ritmo de penetração, eu tremia, com minha senhora por cima de mim. Logo ela começou a acariciar meu rabinho com um dedo. Logo foram dois. Estava louca, mas conseguir notar que D. Mercedes e Joana chegavam ao clímax. Minha senhora, retirou o consolo da minha xaninha, pegou o frasco que tinha retirado do criado mudo e passou novamente em meu rabinho. Ela se deitou de costa, com o consolo direcionado para cima e disse. Agora minha putinha, eu vou comer o seu rabinho. Senta aqui, no cacete da sua dona. Nem pensei em reclamar, só em fazer como ordenado. De costa para ela, segurei o consolo, e o direcionei para o meu rabinho, fui sentando letamente naquele cacete grosso. Ela colocou as mãos em minha cintura e fui me ajudando a me posicionar. Apesar da uma ajuda, não consegui encaixar aquele cacete no meu rabo. Ela me mandou deitar de bruços, colocou dois travesseiros embaixo de mim para deixar meu rabo bem empinado. Ela se posicionou por trás e começou a encaixar o consolo, primeiro a cabeça, ela colocou lentamente. Parou e esperou. Me sentia arrombada, aquele cacete enorme em meu burraquinho. Tentei relaxar, se aquilo dava prazer a minha senhora, não importava a dor. Só o prazer dela era importante pra mim naquele momento. Lentamente ela começou a enfiar o resto. Engoli todo aquele consolo com meu rabo e ela iniciou a foda do meu rabinho. Entrando e saindo, a dor era intensa, eu urrava. Ela perguntou se eu queria que ela tirasse. Respondi: Não, eu aguento, eu quero que a senhora goze no meu rabo. Ela ficou louca. E acelerou a penetração. Me chamando de gostosa, potranca, putinha, o cheiro de sexo tomava conta de tudo. Minha perna começou a tremer, não era mais dona de mim. O cacete de D. Ana estava enterrado no meu rabo. Ela se deitou sobre mim, segurou minhas mãos com a suas e me penetrou freneticamente. Gozei, gozei… e gozei. Ela saiu de dentro de mim. Se deitou ao meu lado e chamou a Joana para chupa-la. Juana ficou entre suas pernas e chupou minha senhora, enquanto nós beijamos. Só assim minha senhora chegou ao orgasmo.
Dormi com D. Ana no seu quarto. D. Mercedes e Joana ficaram no quarto de hospede. Logo pela manhã elas foram embora, mas não antes de D. Mercedes me dar um longo e demorado beijo e dizer que me esperava em sua casa. Por volta das Oito, D. Ana foi trabalhar, mas avisou que voltava ao meio dia. Fiquei pensando nas loucuras que tinham acontecido comigo. No relacionamento com mulheres, no sexo, na dor. Principalmente na dor. Depois do sexo a dor tomou conta do meu corpo. Comecei a ter dúvidas sobre tudo. Ao meio dia D. Ana chegou, almoçamos e ela pediu a um dos seus motoristas para me levar para casa. Na despedida ela disse: Nós vemos daqui a duas semanas. Tímida, perguntei se poderia fazer uma pergunta. D. Ana me olhou inquisitiva e respondeu que sim. Perguntei como ela tinha certeza que eu compareceria ao encontro? Ela sorriu e perguntou: Regina, você sentiu dor? Respondi que sim. Apenas dor? Ela questionou. Não, também senti muito prazer. Ela falou, Regina, tudo o que você viveu este fim de semana, lhe deu dor e prazer mas, vai além disso. Você ainda não compreende que existem outras coisas, coisas que não estão claras para você. Existem motivações para você retornar que você ainda desconhece. Você vai retornar porque a liberdade muitas vezes é uma farsa. Somos prisioneiros de nossos desejos e imperfeições, você é! Eu também sou. Existe aprendizado em percorrer o caminho muito mais do que simplesmente chegar ao fim dele. Eu escolhi você como minha aluna pessoal, porque acredito que você será um dia capaz de compreender. Não são simplesmente a dor, ou prazer que trouxeram você aqui, eles podem ser encontrados, em outros lugares, em outras formas. O que vai fazer voltar é o desejo de saciar algo maior que você traz dentro de você. Ela me beijou e nos despedimos. Durante a viajem de volta para casa só pensava em nunca mais voltar.

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Aluna de SDM III

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Pela manhã foi acordada por D. Ana, D. Emile já estava em pé,nua ao lado da cama. D. Ana disse para D. Emile, cachorra leve Regina para a cozinha e faça meu café da manhã. Responda qualquer coisa que ela perguntar. Ela agora é sua superior, você deve obediência a todas que fazem parte da minha família. D. Emile, latiu um sim como resposta. Saímos do quarto, segui D. Emile em direção a cozinha. Chegando lá disse: D. Emile o que vamos fazer para D. Ana. D. Emile respondeu, você não deve me chamar de Dona. D. Ana proibiu isso, você deve me chamar de cachorra. Se ela ouvir você cometendo esse erro ela vai punir a nós duas, mas, principalmente a mim, senhora. Estranhei a inversão de papeis, mas, gostei da sensação de poder, que agora tinha sobre D. Emile. Então disse: cachorra o que faremos pra D. Ana? Ela respondeu: D. Ana gosta de café, queijo, pão e frutas no café da manhã. Preparamos o café da manhã rapidamente, mas com todo cuidado, para não decepcionarmos D. Ana e voltamos ao quarto, onde ela já trabalhava. Ela estava sentada em conversando ao telefone com alguém sobre negócios. Esperamos enquanto ela terminava a conversa ao telefone. Quando ela terminou, colocamos o café da manhã sobre a mesa e aguardamos. Ela ordenou que eu me ajoelha-se ao seu lado. Obedeci. Ela acariciava meus cabelos enquanto tomava café. Quando terminou ordenou que a cachorra leva-se tudo para cozinha e limpa-se. Quando terminasse retorna-se. A cachorra fez como ordenado. D. Ana disse: Regina, vou tomar banho, quando retornar, quero que você me ajude a me vestir. Respondi: Sim senhora. Fiquei decepcionada, pensei que fossemos tomar banho juntas. Aguardei ansiosa minha senhora. Ela saiu do banho com uma toalha envolta do corpo. Ela jogou a toalha e foi em direção ao guarda roupa, demorou algum tempo pra escolher um vestido preto longo. Ela vestiu uma calcinha e eu a ajudei com o vestido. Ela se ficou se admirando no enorme espelho do quarto. Ela se virou e ordenou, Regina, vá na cozinha e traga aquela cachorra burra, pois ela esta demorando demais. Fiz como ordenado. Quando cheguei a cozinha, percebi que D. Emile, agora "cachorra" havia quebrado a chicará de D. Ana. Gritei, sua burra, você não sabe nem lavar prato. Vamos logo, que D. Ana esta esperando. A cachorra pediu que eu não dissesse nada para D. Ana. Senti medo em sua voz, aquilo me excitou. Falei: Cala a boca, e vamos logo. Ela esta impaciente com sua demora. Corremos para o quarto. Entramos no quarto e aguardamos as ordens de D. Ana. Ela se dirigiu a mim. Regina qual o motivo da demora? A cachorra olhou pra mim com medo. Respondi: A cachorra quebro a sua chicará, minha senhora. Sorria, enquanto dizia as palavras. D. Ana me olhou fixamente, depois de algum tempo olhou pra cachorra e disse você é uma decepção sem fim. Tanto tempo desperdiçando com sua educação. Talvez eu deva desistir de você. É isso que você quer? A cachorra latiu duas vezes. D. Ana disse, você esta preparada para sua punição? A cachorra latiu uma vez. D. Ana se dirigiu ao armário onde guardava seus instrumento de educação. Pegou dois deles e colocou sobre a cama. Olhou pra mim e me mandou ajoelhar próximo a cachorra. Veio em direção a mim e disse: Você pensa que eu não notei sua satisfação quando falou que a cachorra tinha quebrado a chicará? Meu Deus, ela havia notado? Você me decepciona, ficou feliz com um erro que deu prejuízo e mais ainda, me causou decepção. Você também vai ter uma lição. D. Ana foi em direção a cachorra e disse: Só por este instante, eu vou lhe permitir falar, depois desta lição você volta a latir. Você me entendeu cachorra? A cachorra, respondeu: Sim, minha senhora. D. Ana começou a falar:
D. Ana – Você só tem me causando decepções. Eu não lhe ensinei bem?
Cachorra – Eu só estava tentando…
D. Ana – Eu sei, tentando e falhando. Na primeira oportunidade me desobedeceu, na primeira oportunidade me desafiou. Pensou que eu não ficaria sabendo da sua transgressão. Pensou que eu não saberia da sua transa com a Regina. Você sabe que só eu que escolho com quem vocês podem transar ou não!!!
D. Ana – Eu tenho tentando lhe ensinar. Tentado lhe mostrar o amor que tenho por você, por todas vocês. É errado isso? Ensinar? Compartilhar?
D. Ana – O que eu faço, faço porque quero o melhor. Quero… eu exijo o melhor de vocês.
D. Ana – As coisas boas deste mundo são conquistadas através da disciplina e correção.
D. Ana – Você tem que querer. Você quer?
Cachorra – Sim, senhora!
D. Ana – Olhando para os instrumentos de educação sobre a cama. Então a escolha é sua. O cinto ou a vara?
Cachorra – Demorando pra responder, ela disse: O cinto.
D. Ana – Bom. Então será o cinto. Se levante. Apoie as mãos na parede. Você vai contar cada cintada que lhe der. Você vai contar e agradecer por eu lhe ensinar e pedir por mais. A cachorra respondeu: Sim senhora. Ela se levantou, foi em direção a parede, se reclinou e apoiou as mãos. D. Ana se colocou atrás dela e começou.
Cachorra – Um, obrigado senhora por me ensinar. Por favor, mais…
Cachorra – Dois, obrigado senhora por me ensinar. Por favor, mais…
Cachorra – Três, obrigado senhora por me ensinar. Por favor, mais…
Cachorra – Quatro, obrigado senhora por me ensinar. Por favor, mais…
Cachorra – Hummm…Cinco, obrigado senhora por me ensinar. Por favor, mais…
Cachorra – Aaaiiii…Seis, obrigado senhora por me ensinar. Por favor, mais…
Quando a contagem chegou a vinte ela parou.
D. Ana olhou pra mim e ordenou: Regina, tome o lugar da cachorra. Obedeci. Levantei-me e me reclinei sobre a parede. D. Ana foi em direção a cama e trocou o cinto pela vara. Chegou por trás de mim e falou: Hoje você me decepcionou pela primeira vez. Hoje vou ser boazinha, vou só lhe dar quinze varadas. Toda as vezes você deve fazer como a cachorra fez. Contar, agradecer e pedir por mais. Respondi: Sim senhora. Zapt, me assustei com a dor aguda. Um…obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais… Zapt… Dois, …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais… Zapt…Aaahh… Três …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais… Aaahhh…Quatro, …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais… Zapt..Cinco, …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais… Zapt… Hummmm…Seis… …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais…Zapt…Ahhhhh… …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais. putinha burra, não sabe mais conta? Essa eu vou repetir…Zapt…Sete, …obrigado senhora por me ensinar. Por favor mais…A sessão parecia não chegar ao fim. Cada varada doía mais que a anterior, estava ficando difícil se manter em pé. Assim ela continuou até chegar quinze.
Depois da sessão de educação, ela mandou eu me ajoelhar ao lado da cachorra. Bom Regina, você me decepcionou. Eu vou sair para trabalhar. Quero que você e a cachorra velha, "Cachorra velha", gostei deste nome, você e a cachorra velha vão cuidar da casa. Devo voltar lá pelas 18:00. Quero tudo arrumado quando chegar, jantar pronto. Vou trazer minha irmã e sua aluna pra jantar. Hoje vamos nos divertir com você. É sua responsabilidade cuidar de tudo. Dizendo isso ela saiu. Passei o dia ansiosa cuidado da casa e preparando o jantar para minha senhora.

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