Contos de Mulheres Casadas (4)


Passageira do uber tarada. ( Fato verídico)

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Olá me chamo Tony e vou relatar algo q me aconteceu recentemente e me surpreendeu muito. Pois bem com a chegada do uber no Brasil eu passei a trabalhar pra garantir um extra. Gosto de trabalhar nos fins de semana principalmente a noite,pois os preços são mais altos e sempre dou boas risadas com a galera bêbada. Tenho um ditado comigo q sempre funciona, q diz q homem quando bebe fica valente e mulher quando bebe fica tarada.Vamos ao fato. Estava trabalhando normalmente quando sou solicitado por um passageiro de nome Roberto, chegando no local está ele e uma mulher q por sinal muito linda e atraente, estava com um vestido justíssimo branco um espetáculo. E já comecei a estranhar quando os dois embarcaram ele sentou no banco da frente e ela no de trás, ele disse q por está muito bebado pediu pra deitar o banco pois a viagem seria longa e ele queria dormir. Aceitei de boa e iniciamos a viagem de Copacabana até campo grande no RJ, quem conhece sabe q é longe um ponto do outro. Daí q tudo começou, ele logo dormiu e a Sabrina esse era o nome dela puxou assunto perguntando logo se eu era casado, eu disse q sim pois sou mesmo e ela dizendo q eu a brochei q poderia ter mentido pois ela queria ” brincar”, disse q o fato de eu ser casado não impediria de brincar aí ela perguntou se eu tinha certeza e respondi q sim, ela chegou mais pra frente e começou a beijar meu pescoço com o marido dela apagado no outro banco, enlouqueci perguntei se ela tava louca e ela disse q sim mas q de tesão e aquele corno não iria come- la quando chegasse em casa visto seu estado alcoólico, embarquei na aventura e ela foi me atiçando e tocando punheta até eu arrumar um lugar pra parar q desse pra eu come-la antes de chegar em casa. Conhecedor do RJ sei de várias ruas q dá pra fazer isso, desviei a rota e fui pra ilha do governador numa praia logo na entrada do bairro parei o Carro e descemos sentei ela no capô nem tirei sua roupa a beijei com vontade afastei sua calcinha pro lado pus a camisinha e empurrei a rola de uma vez, ela tava encharcada meu pau é mediano 17,5 mas é bem grosso a cachorra gozou rápido uma atrás da outra q tesão de mulher e quando eu metia e via o corno no banco desmaiado me dava mais tesão ainda. Pra completar coloquei ela debruçada na janela do corno com aquele rabo lindo pra mim soquei no rabo dela e ela com a respiração toda no rosto do corno quando anuncie q iria gozar ela se ajoelhou e pediu pra lambuzar a Cara dela de porra q ela adorava ser feita de puta. Gozei muito na cara dela e fomos embora assim ela toda esporrada até em casa. Mas como nem tudo é perfeito eu perdi o contato dela e não consigo acha-la então se por acaso Sabrina de campo grande esposa do Roberto entre em contato comigo pelo Twitter. Saudades. @toni_safado.

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Conto Mulher Casada que Deu Para o Chefe

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MAIS UM CONTO DE NOSSO GRUPO WHATSAPP QUE AUMENTA A CADA DIA, OBRIGADO PELOS VOTOS E PEDIDOS DE INCLUSÃO QUE SERÃO LIBERADOS EM BREVE, CASAIS ONDE A ESPOSA TECLA TERÃO PRIORIDADE.

CONTO DE UMA SITUAÇÃO QUE ACONTECE MUITO E TEM MUITO MARIDO QUE É CORNO SEM SABER. SE VOCÊ VÊ SUA ESPOSA SAIR PARA TRABALHAR COM UMA CALÇA ESTOURANDO E DE TANGUINHA PEQUENA PODE APOSTAR QUE ELA QUER ELA QUER DAR PARA ALGUM COMEDOR NO TRABALHO.

Me chamo Rita e sou casada há quatorze anos, com um homem muito encantador e atraente, que me deu dois filhos lindos e na qual sou realizada plenamente e muito feliz com a família que possuo.

Minha vida começou a mudar completamente quando um belo dia, ao chegar em casa meu marido estava me esperando com uma noticia que fez desmontar-me, assim como milhões de brasileiros, havia perdido seu emprego.

Quase desmaiei com a noticia, havíamos acabado de comprar o apartamento dos sonhos e tínhamos a prestação da moto e do carro para pagar, mas ele me deu forças para superar esta noticia que estava prestes a alterar nossas vidas.

Pensamos, menos mal, pois ainda havia meu emprego, de quase e que estava prestes para a ser promovida para um cargo de gerência que envolveria comissionamento.

O tempo se passava e a promoção não acontecia e as coisas em casa ficavam cada vez mais difíceis pois Sandro não arrumava emprego e para piorar começou a beber toda noite, sem contarmos com o salário dele as contas começaram a atrasar.

Foi quando resolvi chegar no dono da empresa e pedir que ele me desse o cargo que estava vago a certo tempo. Apesar de ser bastante conservadora em meus princípios morais, principalmente em relações fora do casamento, pois nunca havia traído meu marido, sempre me visto e vou trabalhar de maneira bem provocante, realçando minhas formas físicas, que são bem avantajas, na altura, nos seios, bunda e nas coxas grossas que possuo e notava que diariamente meu chefe sempre dava umas secadas e encaradas, mas não tinha coragem de tentar algo por nos dois sermos casados e eu nunca ter dado qualquer tipo de confiança para ele.

Mas, neste dia em que fui pedir uma promoção, talvez pela maneira insinuante em que estava vestida, com uma saia bem curta e agarrada ao meu corpo, que marcava minha pequena calcinha, que insistia em entrar na minha bunda, com um sapato de salto bem alto, que fazia com que ao andar eu rebolasse demasiadamente, sem contar com a blusinha com um decote generoso e sem sutiã, que as vezes pela temperatura do ar condicionado deixavam os biquinhos dos meus seios durinhos.

Quando cheguei em sua mesa e disse que precisava falar um assunto muito sério com ele e debrucei em sua mesa, meus seios quase saltaram para fora da blusinha e fez com que seus olhares o denunciassem e estavam me devorando, fazendo com que eu parecesse estar completamente nua em sua frente. Me disse para sentar e dizer a que veio.

Comecei então a falar que durante todos os anos em que estava em sua empresa, sempre tinha sido uma funcionária correta e batalhadora em todos os assuntos do meu serviço e que pleiteava o cargo de Secretaria dele, que estava vago a alguns meses. Foi quando ele se levantou em minha direção, notei que na sua calça na parte da frente, existia um volume maior do que o normal, acho que ele estava excitado com aquela situação, foi em direção da porta e a trancou.

Perguntei a ele por que havia trancado a porta, já temia por sua resposta. Me disse que desde o momento em que havia entrado na empresa, me desejava todos os dias e chegando ate em certas transas com sua esposa, imaginar que fosse eu e metia mais gostoso ainda nela.

Foi então que me propôs uma promoção se eu topasse transar com ele, naquele instante e veio em minha direção, já colocando as mãos em meus seios, no que imediatamente dei um tapa em seu rosto e disse para que nunca mais tentasse fazer isso novamente e com a cabeça quente pedi que ele enfiasse minha promoção no rabo

Abri a porta e sai chorando. Não consegui dormir naquela noite, pensando naquela proposta indecente, na situação delicada que estávamos passando em minha casa, no amor que sentia pelo meu marido e nunca tê-lo traído e nem meus filhos.

Fui trabalhar no dia seguinte sem saber como faria para olhar aquele crápula e sua proposta que me atormentava. Passado alguns dias, como faço habitualmente na hora da saída, fui despedir-me dele, e para minha surpresa pediu que eu entrasse um pouco e trancasse a porta, já fiquei imaginando o que estaria por vir e era pior do que eu imaginava.

Começou dizendo que sentia muito pelo meu marido que estava desempregado há quase um ano, queria saber como ele ficou sabendo e me falou que tinha duas propostas para me fazer: uma era a promoção desde que eu concordasse em ser sua amante e a outra era que se eu não concordasse com a primeira eu estaria fazendo companhia para meu marido, por um tempo maior, ou seja, estaria me demitindo naquele momento.

Resumindo estava me dando a opção de ser sua amante ou ser uma desempregada, entrei em pânico naquele momento, comecei a chorar muito, com a chantagem que estava sendo feita por aquele crápula.

Ele aproximou-se de mim e começou a me consolar, abraçando-me e aproveitando-se da situação e do momento em que estava passando, tentou bolinar-me, o que de imediato provocou-me uma reação de repúdio e dei um tapa em sua mão, fazendo com que ficasse nervoso e me agarrasse com força, dizendo: acho que eu não me fiz entender ou você se torna minha amante agora ou pode passar no Recursos Humanos e fazer seu acerto de contas, pois estará despedida.

Comecei a chorar ainda mais e o crápula chegou novamente perto para consolar-me e desta vez já colocando suas mãos nojentas em minhas coxas que estavam quase toda a mostra, em razão da mini saia que vestia naquele dia. Estava perdida em meus pensamentos e em tudo o que estaria prestes a acontecer, o que eu fosse fazer daquela hora pra frente mudaria minha vida, ou me entregaria aquele calhorda e carregaria a culpa da traição a minha família ou continuaria com meus princípios morais e ficaria desempregada.

Enquanto pensava ele foi subindo com suas mãos ate chegar na minha minúscula calcinha a qual tentava tirar. Resolvi então me entregar aquele safado, abri as pernas e deixei com que retirasse minha calcinha, que ao tira-la fez questão de cheira-la e sentir o meu perfume. Foi então enfiando seus dedos na minha buceta e pedindo que eu abrisse bem as pernas, para facilitar a entrada.

Estava me sentindo sua escrava sexual e agora já não oferecia mais resistência e me submetia suas ordens. Abri bem minhas pernas e sentia seu dedo me penetrando com força, depois resolveu colocar dois de uma vez . Me pegou no colo e colocou-me em sua enorme mesa de reunião, tirando meu top e minha saia, deixando uma visão que o enlouqueceria, aquela mulher que ele cobiçava por tantos anos, agora estava a sua frente e a sua mercê.

Comecei a pensar no meu marido e nos meus filhos que me esperavam chegar do serviço, enquanto eu estava deitada naquela mesa, sendo chupada nos seios e depois descendo sua língua ate minha xoxota, na qual ele ordenou que abrisse bem as pernas para que pudesse enfia-la todinha dentro de mim.

Sabia manusear muito bem ela, tocando certinho no ponto em que me excitava, o que começou a fazer com que eu amolecesse e fizesse sair da razão para dar lugar a emoção.

Vendo que eu estava gostando de suas caricias, me disse que eu iria adorar ser sua amante e que me ensinaria muitas coisas sobre sexo. Trouxe-me para a ponta da mesa, eu deitada nela e ele de pé, abaixou sua calça e tirou pra fora um membro enorme, bem maior que o do meu marido, deixando-me espantada e fazendo acreditar que não aguentaria levar aquela vara toda.

Pedi que colocasse devagarzinho e o animal não quis nem saber, estava tão sedento de sexo, que colocou com força e numa estocada só, fazendo com que eu visse estrelas.

Confesso que no início doeu um pouco, mas depois fui relaxando e gostava daquela pica enorme que entrava todinha, me rasgando inteira. Sem perceber estava rebolando e meu chefe notou e começou a dizer:

– Vai sua vagabunda, sua puta, rebola na minha vara, vai mexe gostoso.

E com estas palavras me deixava mais excitada ate que chegou um momento em que não aguentamos mais e gozamos juntos.

Me recompus e pedi para que me deixasse ir embora, com que ele concordou, mas me fazendo prometer que haveriam outras vezes.

Eu disse que sim, mas teria que me promover primeiro. Consegui minha promoção e no dia em que ela saiu tive que fazer uma festinha em um motel, com meu chefe, mas esta experiência contarei numa próxima oportunidade.

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Conto Erótico de Mulher Casada e “Honesta”

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Meu nome é Beatriz, mas todos me chamam de Bia. Tenho 21 anos, casada com Eduardo há 2 anos. Meu querido é engenheiro civil, formado no ano passado. Até este momento nossa vida de casados vai às mil maravilhas, isto quanto ao nosso amor, pois no que toca a parte financeira… minha nossa! É um verdadeiro caos.
Com Eduardo terminando faculdade e eu, também, terminando meu secretariado, não tínhamos dinheiro para nada. Se não é a mesada que nossos pais nos davam, estávamos era bem fudidos. Nosso amor era tão grande, que não aguentamos terminar os estudos para nos unirmos, apesar dos conselhos das nossas famílias.
Agora, orgulhosos, ao termino de nossos estudos, ele conseguiu uma colocação numa empresa especializada em terraplanagem, de porte médio. O salário não é muito bom, mas sabem como é, nos dias de hoje, não temos muitas escolhas, é pegar ou largar. Ele se dedica com afinco em suas funções na empresa, mesmo sabendo que tem de passar a maior parte do tempo em viagens, por este Brasil afora, Mas quando ele chega é aquela farra… não saímos da cama, nos amando como dois doidos.
Como não podemos viver só de amor, decidimos que eu iria procurar uma colocação na minha área. Mas a coisa não é tão fácil assim…. em todo os lugares que visitava, os caras exigiam experiência, mas como eu poderia ter experiência, se era uma recém formada? Mas eu ficava fula da vida, pois em muitas entrevistas, se realizadas por homens, os filhos da puta, me comiam com os olhos. Se eu desse molhe tenho certeza, que já poderia ter uma colocação, mas este não é o meu estilo, pois sou uma mulher casada e honesta.
Bia é uma mocinha muito bonita, com seus 21 aninhos, com um corpo maravilhoso de arrancar suspiros por onde passa. Cintura fina, coxas grosas bem torneadas, bunda arredondada, levemente empinada, e seios lindos, tão firmes que parecem maiores que o normal, com mamilos eretos, apontando desafiadores sob suas blusas. Uma verdadeira beldade. Com uma carinha de anjo, transborda sensualidade por todos os poros. Apesar de tudo isso, ela é uma jovem extremamente reservada e tímida.
Talvez seja por isso que seja tão “cantada” em suas entrevistas de emprego, mas quando notava que a “possível vaga” que poderia ocupar, se devia mais ao seu corpo do que de seu currículo, ela dava o fora. Mas de tanto insistir, finalmente conseguiu o seu tão procurado emprego, e não era por seu lindo corpinho.
A entrevista foi realizada por uma mulher, funcionária de uma empresa do ramo de eletrônicos, especializa na importação e distribuição, no Brasil, destes materiais. Bia seria a secretária particular do senhor Agenor, o dono da companhia.
Margarida, foi a encarregada pelo senhor Agenor, de lhe arrumar uma “secretária” e ele lhe deu o perfil da garota que queria. Margarida sabia muito bem, quais eram os verdadeiros interesses dele. Mas para ela isso pouco interessava, pois recebia muito bem, para arrumar “secretárias” para ele.
Quando ela viu Bia, ficou encantada com garota… jovem, lindíssima e lhe parecendo ser muito bobinha e que seria caça fácil, para o gavião do patrão e para ela própria, que apesar de ser amante ocasional de senhor Agenor, tinha uma queda por meninas bonitinhas, pois Margarida atirava dos dois lados. A pretendendo à vaga era Casadinha a pouco tempo, com o marido viajando bastante e acima de tudo, muito necessitada de emprego, de dinheiro, era tudo o que eles queriam. Quando ela apresentou o “currículo” de Bia ao Agenor, com foto e tudo. Ele ficou encantado com o que viu.
– Minha nossa Margarida, desta vez você se superou! Vou lhe dar uma boa gratificação por este “serviço extra”, mas vou querer tua ajuda, para a gente “papar” esta coisinha deliciosa. – Pode contar com minha colaboração, Agenor, eu também fiquei babando por ela. Se trabalharmos bem, ela cairá em nossas mãos, muito em breve. A mocinha, apesar de ter estudo, me pareceu ser muito inocente e fácil de ser manipulada e acima de tudo, minha opinião, é que ela tem o jeitinho de ser muito fogosa. Podes ter a certeza. Agenor… ela será nossa, muito em breve.
Quando Bia, conheceu o seu patrão, ficou encantada por ele, senhor aparentando ter pouco mais de 50 anos, aparência distinta e bastante séria, mas amável e bastante educado. Casado e com 2 filhas, adolescentes, com fotografias da família em sua escrivaninha. Seu Agenor devia ter mais de 1,85 de altura e lhe pareceu ser bem robusto e Bia de saída, se simpatizou com ele, pois apesar de sua idade, ela o achou um “pão”.
Margarida e Bia, seriam as suas secretárias exclusivas, e algumas vezes seriam obrigadas a viajarem com ele, para o exterior. Mas devido ao ótimo salario, Bia nem pestanejo e aceitou ser a nova empregada do escritório. Afinal de conta, Eduardo, seu marido, também estava sempre viajando. Na verdade Bia estava, de uma forma muito estranha, gostando do novo patrão, da figura dele, de seu modo de ser e agir. Ela nunca tinha sentindo nada igual ´nenhum outo homem, nem por Eduardo, marido.
Eufórica, empolgado com o emprego (e com o patrão), quando ela contou ao esposo, que tinha conseguido serviço, bem remunerado e as condições do cargo, ele concordou com ela, e felizes da vida, foram festejar numa boate e depois na cama, com ela, mas quente do que nunca, surpreendeu o maridão, com o seu fogo.
Nem 2 meses depois, Agenor viajou para a França, para fechar negócios e levou as suas duas secretárias, Margarida e Bia. Em Paris, ele fechou ótimos contratos e para festejar, Agenor as levou para uma noitada na cidade luz. Bia estava maravilhada com tudo aquilo e incentivada por Margarida e por Agenor, bebeu todas a que tinha direito. Nos cabarés Dançou bastante com muitos franceses. Eufórica, nem se importava, em sentir em suas coxas, os volumes dos caras, que encantados com sua beleza e sensualidade, não paravam de a tirar para dançar. Com tudo que estava acontecendo, se esqueceu do mundo e se deixou levar pelo momento. Bastante excitada, se deixava abraçar pelo parceiro do momento, sentindo os membros deles no meio de suas coxas, até que Margarida, que dançava quase todo o tempo com Agenor, a convidou pra irem embora para o hotel. Bia, empolgada, não queria ir, mas com a insistência deles, os seguiu.
No hotel, Agenor convidou as duas para” fecharem” a noite em sua suíte. Bastante “alegrinha” ela aceitou o convite e lá não recusou os drinques que lhe eram oferecidos pela dupla e continuou a dançar, tanto com Margarida, como com o Agenor. Nem se importou quando sentiu o enorme volume do patrão, no meio de suas coxas, pois a muito, inconscientemente, vinha desejando isso.
Ele a enlaçava bem apertada pela cintura, a trazendo bem colada ao seu corpo, com as pernas entre as suas. Os movimentos da dança quase não existiam. Com a boca dele, colada ao seu ouvido, sentido a sua respiração quente. Bia amoleceu toda ao sentir os lábios úmidos dele, percorrer cada pedacinho de seu rosto, passeando com a língua úmida o interior de suas orelhas, os olhos e, por incrível que pareça, até em suas narinas, Bia sentiu a ponta da língua dele. Quando ele iniciou a dar pequenas mordidas em seu lábio inferior e o chupando com força, Bia se desarmou por completo. Nunca pensou que um homem pudesse lhe proporcionar tanto prazer, usando só a boca e a língua em seu rosto e pescoço. Ela arriou os braços, que estavam no ombro dele e os deixou cair ao longo de seu corpo e ficou segura por ele, como uma boneca de pano, enquanto Agenor a segurando firme pela cintura e sua boca for descendo em direção aos seus ombros, beijando, chupando e mordendo cada pedacinho.
E Bia pensava com os seus botões: – Minha nossa! Que homem mais irresistível! Se ele quiser…acho que não terei forças para… nem pode terminar os seus pensamentos, pois agora Agenor abocanhava os seus mamilos, com chupadas fortes entremeadas com mordidas igualmente violentas. Bia nada mais pode fazer, a não ser inundar o ambiente, com os seus longos gemidos de prazer, no meio de gritinhos de dor.
Margarida, sentada à beira da cama, apenas observava o casal colado, com ele encurvado sobre a garota e Bia com os braços soltos toda mole nos braços de Agenor. Ela sabia que nesta noite, a gostosinha, estaria na cama com o Agenor…. E com ela também. Só em antever isso, Margarida já estava com a buceta em fogo, louca de tesão.
Bia nem sabe como, mas logo se viu deitada na enorme cama, com Margarida e Agenor, a despindo por completo.
A jovem Bia, mulher casada e honesta, ficou alucinada de tesão, tendo orgasmos múltiplos, ao sentir em seu corpo, as bocas e línguas dos dois. Foi beijada, chupada e mordida em cada um dos seus buraquinhos e quando o enorme caralho de Agenor invadiu sua bucetinha, ela berrou como uma doida, quando o gozo a atingiu em cheio e cruzou suas coxas na cintura do patrão, uivando como uma loba no cio e mesmo depois dele ter gozado dentro dela, Bia não soltou o pescoço dele e nem o libertou da “chave de coxas” – Agenor, por favor… não saia de dentro de mim… eu quero mais…..
Na manhã seguinte, totalmente exausta e assustada com o que estava acontecendo, ela ainda tinha Margarida com a cabeça enterrada no meio de suas coxas, chupando sua buceta com ferocidade, enquanto Agenor, mamava seus mamilos, parecendo um bebezinho faminto. Bia voltou seus pensamentos para seu marido Eduardo. Pensou em sair dali correndo, horrorizada com sua atitude, mas o prazer que estava sentindo com os dois, era tão intenso, que não teve força para nada, a não ser voltar a gemer com a violência do gozo que percorria cada cantinho do seu corpo e com igual fervor, retribuí à eles, todo o prazer que estava sentindo, mamando o cacete de Agenor e a buceta de Margarida.
Bia, a jovenzinha, inocente e casta, nunca pensou que pudesse existir no mundo, prazer com tal magnitude, estava totalmente alucinada com a enormidade do gozo que Agenor e Margarida lhe proporcionaram.
Que Eduardo, lhe perdoasse, mas sabia que não poderia mais viver, sem Agenor e Margarida, louca de paixão pelos dois, sabia que estava, de certa forma, escravizada sexualmente pelos dois.
Durante todo o tempo que ficaram em Paris, “a serviço”, Bia nunca mais dormiu em seu quarto, mas sim na suíte de Agenor, onde ela nada negava à ele, nem o seu cuzinho, coisa que nem o seu marido tinha provado. Margarida, também a levava à loucura, com sua boca e língua em todos os seus orifícios. Bia nunca teve queda por mulher, mas no caso de Margarida, quando Agenor não estava presente, ela ficava alucinada com a tesão que a mulher lhe proporcionava.
Desde então, Bia, continuou a trabalhar na empresa de seu Agenor, tendo seu salário triplicado. Ela acompanhava o patrão em suas inúmeras viagens pelo mundo, sempre com Margarida como companheira. Ela amava cada vez mais Eduardo, seu marido, pois afinal de contas, Bia era uma mulher casada e honesta, e muito feliz com o seu emprego, que a satisfazia plenamente. Mas se Agenor ou margarida, lhe pedissem, ela deixaria Eduardo, para viver somente com o amor, ou melhor dizendo, com a paixão dos dois.
FIM

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O Corno foi Viajar – Contos de Mulheres Casadas

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Este é um conto de uma mulher casada bem safadinha.

Um belo dia, o corno aqui de casa teve que viajar a trabalho. Ele iria ficar uns 15 dias fora e eu, a esposa amada, tive que ficar. Meu nome é Joyce, tenho 38 anos, casada há 12 e sem filhos. Sou morena, baixinha e muito gostosa.

Um domingo antes do meu marido voltar, eu estava morrendo de tesão, subindo pelas paredes e, sem nada para fazer, entrei em um site de bate-papo aqui da nossa cidade e comecei a jogar conversa fora com quem aparecesse.

Logo um homem chamado Robson puxou um papo bom, conversamos bastante e trocamos algumas informações. Ele me chamou para abrir a CAM. Abri e o achei bem interessante. Finalmente trocamos nossos endereços do Skype.
Assim que eu o adicionei nós começamos a conversar, falar segredos, provocações, fantasias, vontades e eu disse a ele que o maridão, meu corninho, estava viajando.

Marcamos para nos encontrarmos em uma praia, que naquela época do ano era bem deserta. Eu cheguei primeiro e logo em seguida o Robson chegou. Ele estacionou o carro do meu lado, o fechou e veio para o meu, se sentando no lado do passageiro.

Eu estava com um vestidinho bem curto, sem sutiã e sem calcinha. Nos cumprimentamos com um longo beijo na boca e eu logo fui passando a mão no pau dele, por cima da calça.

Aquela tora gostosa não demorou em responder e foi logo crescendo, levantando um volume enorme na calça dele. Enquanto isso as mãos dele estavam no meio das minhas pernas, procurando o meu grelinho.

– Abaixa a calça… abaixa… deixa eu ver seu pau!! – pedi a ele, quase sussurrando.
Ele então tirou a calça até o joelho. Meu deussss!!! A pica dele saltou pra fora e pude ver o tamanho da encrenca que eu tinha arranjado.
– Chupa, Joyce… deixa eu sentir essa boca gostosa na minha pica…! – ele falou, me dando um beijo tão gostoso que fiquei arrepiada dos pés à cabeça.

Peguei o pau dele com ambas as mãos, masturbei um pouco e comecei a beijar a cabeça da rola.
– Ahhhhhhhhhhhhhh!! Que gostosoooooo, Joyce… mama essa rola, sua safadaaaaa!! – o Robson gemeu quando abri bem a boca e engoli metade de sua pica.
Que pau mais cheiroso e cheio de veias salientes. Que loucura!!! Chupei, lambi, mamei e babei até não querer mais.

Minha bucetinha já estava tão meladinha que eu achei que ia gozar a qualquer momento. Levantei meu vestidinho e fui pra cima daquela pica gostosa. Me sentei no colo dele, de frente, e deslizei bem gostoso, até sentir as bolas encostarem na minha bunda.
O Robson beijava, chupava, mamava e dava mordidinhas nos biquinhos dos meus seios. Aquilo me enlouquecia. Abracei-o fortemente e subi e desci desesperada, querendo gozar naquela rola grossa e dura como uma barra de ferro.

– Meu deussssss… Robson… seu cachorrro… safado… ahhhhhhhh… estou gozando… estou gozandooooo… uhhhhhhhh!! – gemi falando no ouvido dele e soltei um grito.
Que gozada mais deliciosa!! Fazia um tempão que eu estava precisando de um macho como aquele.
Depois que gozei eu fiquei mais um tempinho sentada no pau dele, só sentindo minha xoxotinha palpitar, abraçando aquele pedaço de carne duro e quente. Nos beijamos e trocamos muitos carinhos. Lambi, mordi, cheirei e beijei aquele safado até não poder mais.

– Agora eu quero gozar, Joyce… te comendo de quatro… lá atrás!! – o Robson falou e fomos imediatamente para o banco de trás. Tirei meu vestido e ele terminou de tirar sua roupa. Fiquei de quatro e empinei o máximo que pude, ficando bem safadinha.

– Ahhhhhhhhhhhhh… seu filho da puta gostosooooo… come essa cachorra safadaaaaaa… come…!! – gemi gostoso quando ele me segurou por trás e enfiou tudo em mim, de uma só estocada.
Gritei muito dentro do meu carro, que estava fechado e com o ar condicionado ligado.
De vez em quando o Robson parava de meter e dava uma olhada ao redor, pra ver se realmente estávamos sozinhos naquele lugar. Em seguida ele voltava a meter novamente, bem rápido e forte, me levando à loucura.

– Vou te encher de porra, Joyce… vou gozar dentro dessa buceta gostosaaaaaa…! – ele falou e me preparei pra gozarmos juntinhos.

– Simmmmm… meu macho gostosoooo… goza nessa bucetinha… goza dentro… goza… dá esse leitinho gostoso pra minha xoxotinha… dá… seu safado…! – falei essas e outras safadezas.

Ele não aguentou mais e gozou, me apertando bem forte, beijando minha nuca, me chamando de puta, vadia e outros nomes. Um arrepio percorreu minha espinha e soltei um gemido longo, gozando como uma cachorrinha no cio. Minha cabeça até rodou, de tanto prazer que eu estava sentindo.

Depois que gozamos ficamos namorando um pouquinho dentro do carro e ouvindo música. Então nos despedimos, ele pegou o carro e fomos embora, cada um pra sua casa.

Cheguei no meu prédio, guardei o carro, chamei o elevador e subi para o meu apartamento. A porra quentinha do taradão do Robson ainda saía da minha xoxota e escorria pelas pernas. Minha satisfação era plena.

Depois de tomar um banho eu me conectei ao Skype pra conversar um pouco com meu marido. Quando contei pra ele que eu não tinha aguentado o tesão e dado pra outro homem ele não acreditou. Ficou puto da vida, falando que já tinha tolerado demais este tipo de coisa e me lembrou que eu tinha prometido a ele que isso não ia mais acontecer.

Fiz jeitinho de quem estava triste, assumi a culpa e pedi mil desculpas. Culpei a vontade de trepar e aos poucos ele foi me compreendendo. Logo ele se interessou pelos detalhes e eu fui contando. Contei como o safadão tinha me comido de quatro dentro do carro e tal.

Meu maridão ficou perguntando e perguntando, e não demorou muito pra ele me falar que estava batendo uma punheta bem gostosa enquanto conversávamos. Ele me perguntava como a minha xoxotinha estava depois da surra de pica e eu contava os detalhes mais picantes, só pra fazê-lo gozar bem gostoso.

Mas o que ele não sabia é que eu tinha marcado com o Robson novamente, para lhe fazer uma visita no seu trabalho, na segunda-feira, dia seguinte, depois que ele ficasse sozinho em seu escritório de advocacia.

E assim foi. Na segunda-feira, lá pelas 19:00hs, apareci por lá. À princípio pensei que ele não tivesse me esperado, pois as luzes estavam todas apagadas. Liguei e perguntei se ele estava me esperando e ele me disse que sim, que a porta estava destrancada e eu podia entrar.

Entrei e ele me recebeu com um beijo delicioso, que já me deixou toda meladinha. Em seguida ele trancou a porta da antessala, me pegou no colo, cruzei as minhas pernas ao corpo dele e ele me levou para a sala dele.

Fechamos todas as janelas e logo estávamos nus, nos agarrando loucamente. Depois de mamar na pica dele por alguns minutos ele me colocou em cima da sua mesa e ficou em pé, metendo em mim bem gostoso.

Depois que gozei ele pediu pra eu ficar de quatro no sofá que havia em seu escritório. Meu deusssssss!!! Levei umas bombadas tão gostosas na buceta que às vezes ficava até sem fôlego, toda arrepiadinha. Que loucura!! Que macho mais gostoso!!!

Finalmente ele gozou dentro de mim como da primeira vez. Foram uns jatos de esperma bem quentinho bem no fundo da minha xoxotinha. Ah, se meu marido soubesse como aquela trepada com o Robson foi gostosa. Ainda bem que meu corninho me entende e me deixa dar estas escapadas de vez em quando.

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