Coroas (22)


Comendo a Coroa Casada

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  • Fetiche: Fingindo que é o marido e comendo a coroa casada;

  • Personagens: Coroa 41 anos, Novinho moreno de 23;

  • Características:

    • Coroa casada,

    • Coroa mal comida;

Há muito tempo eu conhecia uma coroa gostosa, loira de uns 41 eu pegava ônibus com ela todo dia, um dia eu sento de ela e ela fala que seu marido não lhe dava mais atenção como antigamente visto que já tinha certa idade.

Ela falou que não se achava tão bonita e eu disse que ela era muito bonita ainda e realmente era.

Eu disse que podia ajuda-la se vestir de maneira que seu marido desse mais atenção.

Ela se propôs de um dia ir ate a casa dela, e foi o que aconteceu.

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Negão Comendo a Patroa Coroa

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  • Fetiche: Negão Comendo a Patroa Coroa;

  • Personagens: Negão e a Patroa Morena;

  • Características:

    • Negro,

    • 1,76 metros de altura,

    • 75 Kg,

    • Cabelos raspados,

    • 34 anos,

    • Morena,

    • Cabelos Castanhos,

    • Seios Pequenos,

    • Cintura Fina,

    • Bumbum Grande,

    • Bunda Arrebitada,

    • Tesão de Mulher;

Sou negro tenho 1,76 , 75kg , cabelos maquina 1.

Me acho bem bonito, modéstia parte.

Eu trabalhava em um escritório de contabilidade há 6 anos e minha patroa era uma senhora de 34 anos, morena, cabelos castanhos, seios pequenos, cintura fina, bumbum grande e arrebitado. Um tesão de mulher, sempre perfumada muito bem vestida atraia muitos olhares por onde passava. Tinha dois filhos e era muito bem casada.

Eu sempre senti um forte desejo por ela me masturbava quase todos os dias pensando em comer aquela coroa.

Um dia ficamos nós dois trabalhando até mais tarde, terminamos muito antes do previsto dai então ficamos batendo uma papo.

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Vizinha sensacional

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ola este é meu primeiro conto,entao pesso desculpas desde agora se estiver mal escrito ,nenhum nome do conto é real .
Bom meu nome é Adriel, tenho 15 anos moro no RS e hoje vou contar como comi minha vizinha.

Entao, na época tinha 11 anos era alto pra minha idade e meio gordinho e também vivia batendo uma haha, minha vizinha(Clair) era uma coroa mais ou menos uns 50 anos não era capa de revista mas tinha uma bunda que não dava para botar defeito, sempre ficava cuidando quando ela chegava em casa só para ficar de olho nela e as vezes na filha dela que meu deus que gostosa devia ter uns 30 anos por ai,mas vamos voltar para a Clair.

Então, um dia de tarde estava deitado no sofá olhando TV e ela veio ate o portão da minha casa e perguntou se eu podia ficar com seu neto de 7 ou 8 anos para que ela pudesse resolver umas coisas e eu falei que sim, então fui ate a casa dela e fique jogando no computador com o Ruan (seu neto). Depois de um tempo Brian dormiu e eu fui no banheiro e vi umas calcinhas numa gaveta aberta e logo pensei que eram da Clair.

Comecei a bater uma punheta, enrolava ela no meu pau e ficava brincando. Depois que terminei voltei pro quarto e a mãe do Ruan, a Lala, veio para buscar ele e estava mais gostosa do que nunca. Logo depois Clair chegou então ela me agradeceu e perguntou se queria tomar café e eu falei que sim, fomos para a cozinha e ela veio com uma legging atolada e logo fiquei de pau duro e ela percebeu na hora deu para ver seu sorriso dai ela sentou no meu lado botou a mão na minha perna e disse que eu tinha crescido muito rápido e eu fiquei mudo não sabia o que dizer, foi então que ela subiu ate chegar no meu pau, que não era tão grande mas ela gostou pelo jeito.

Como já tinha vistos muitos vídeos já tinha meio que uma noção. Fiz a mesma coisa. Daí ela começou a me chupar e eu passava a mão nela e fazia tudo que eu sabia e quando ela tirou a roupa e sentou no meu colo eu vi que não estava sonhando.

Ela começou a rebolar no meu pau e só nesse tempo eu gozei mas ela não parava e eu estava ficando louco dai quando ela ficou satisfeita disse que outra hora ia me chamar para ajuda-la de novo e claro que disse que sim .

Bom, espero que tenham gostado vou continuar postando outras aventuras com a Clair e outras historias que aconteceram comigo

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Coroa Vizinha virou minha mulher.

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Cansado de morar com meus pais fui morar sozinho num apartamento da família num bairro carioca e no inicio como eu queria demostrar que era possível essa aventura eu sempre deixava tudo arrumado e roupas passadas, mas como as materias da faculdade estavam apertando e o tempo escasso relaxei na arrumação de casa e perguntei a vizinha do ap ao lado se ela conhecia alguma pessoa que pudesse dar uma geral lá em casa e passar as minhas roupas, pois lavar a maquina lavava ela sorriu e disse eu cuido do seu ap para você eu fiquei surpreso, mas aceitei e deixei a chave com ela (Mary uma coroa de 60 anos divorciada tinha um corpo bonito, seios médios cabelo médio e morava com sua filha de uns 30 anos que era noiva de um rapaz do prédio). Na pressa se quer combinamos preço e parti, pois tinha um trabalho a fazer e quando cheguei toquei a campainha ela me entregou a chave e me acompanhou até lá estava tudo limpo e lindo minha cama que estava cheia de livros parecia uma cama de hotel decorada e eu a perguntei quanto era o trabalho ela me disse que eu a pagasse o que eu quisesse, pois fez por prazer então eu peguei 100 reais e deia a Mary, mas fiquei prestando atenção, pois ela estava de blusa, mas sem sutiã e agradeci e nos despedimos pela manhã encontro com ela na saída do condomínio ao buzinar ela me pediu uma carona e ao sentar ao meu lado admirei aquelas lindas coxas chegando ao mercado ela desceu e eu segui minha viagem. Ela sempre fazendo a limpeza e passando minhas roupas um dia e sempre que eu viajava trazia uma lembrança para ela. Certa vez eu cheguei mais cedo e ficamos conversando e ela me disse que gostava de cuidar de casa e passar roupas eu perguntei sobre seu casamento e ela disse ter terminado, pois seu marido não valorizava o que ela fazia por ele e que resolveu ficar só, pois na época seus filhos eram pequenos e ela temia que eles fossem maltratados por padrasto, mas que hoje ninguém queria mais, pois se encontrava velha eu sorri e disse que nada Mary vc é linda ela disse isso é gentileza sua eu sofri muito nessa vida meu ex me batia nunca me levou a um motel só levava as amantes eu ficava com a sobra eu exclamei. Nossa Mary! Por isso preferi ficar sozinha continuamos ali conversando e lanchamos paguei pelo serviço e quando ela foi embora eu a fiz um convite se ela queria ir ao sitio do meu pai no outro dia, pois eu tinha que pagar os pedreiros ela ficou vermelha e perguntou se mais tarde ela poderia responder eu disse sim você pode, mas não aceito não como resposta. Quando era por volta das 22:00 ela me interfonou dizendo que sim, mas me pediu para não comentar com sua filha, pois havia dito a ela que iria viajar com uma amiga uma vez que sua filha iria para Búzios com seu noivo e assim que eles partiram ela me disse podemos ir entramos no carro e partimos para o sítio e na estrada fomos conversando diversos assuntos e ela me perguntou o que me levou a convidá-la para esse passeio eu disse depois te falo e fiz um carinho em seu rosto e peguei na sua mão e acariciei ela sorriu e disse para com isso eu não quero problemas você é novo o que você viu nessa coroa aqui. Ao chegarmos ao sítio corri para pagar os pedreiros enquanto ela ficou na casa e fui até o caseiro e acertei alguns detalhes em seguida voltei para mostrar o sítio a Mary que gostou muito do local, mas quando chegou a beira de um barranco onde tem uma pedra ela temeu e segurou em meu braço eu aproveitei e a abracei e lhe dei um beijo em seguida voltamos para a casa e ficamos aguardando o caseiro nos chamar, pois iria filar um almoço lá enquanto isso trocamos uns beijos e amassos. Por volta das 17hs descemos a serra e antes de sairmos sem que la percebesse liguei para um motel da Washington Luiz e fiz a reserva de uma suíte e quando ela menos imaginava eu sai da estrada e entrei nesse local ela me questionou o que estava acontecendo eu, porém disse a realização de dois sonhos ela quais? O seu de ir a um Motel e o meu de sair com você entramos na suíte e começamos a nos beijar e fomos tomar um banho bebemos um vinho e sem pressa alguma começamos a nos amar na beira da piscina comecei a chupar aquela buceta ela me chupou também sentei na borda da piscina e ela com o corpo dentro da água me chupava também apertava a minha coxa e dizia que não acreditava no que estava acontecendo saímos dali e fomos para o chuveiro para tirar o cloro e seguimos para a cama onde continuamos a nossa festinha e ela me pediu para ser paciente com ela, pois há tempos ela não transava e fui colocando bem devagarinho até que ela entrasse no ritmo e quando menos esperávamos lá estava ela cavalgando na minha pica quando tirei minha pica estava com sangue de tão apertada que Mary estava continuei colocando em Mary até que enchi sua buceta de leite, pois para mim Mary passava a ser minha, pois já fazia tudo para mim que uma mulher faz para um homem exceto transar foi quando a coloquei de quatro enfiando a vara na buça e mandando-a gritar que eu era seu marido e novamente enchia sua buceta de leite ela gritava ai que delicia eu pensava que eu iria morrer e minha bichinha não receberia mais leite demos um intervalo, pois estávamos exausto da viagem e começamos novamente nos trabalhos foi quando gozei na cara de Mary ela me perguntou: Está me chamando de puta porra?O que você acha ela disse: Sou sua puta de hoje em diante e ficamos nessa putaria um bom tempo e dava prazer depois da aula ou do trabalho ir para casa e encontrar tudo limpo e pronto e ainda ter uma coroa cheirosa me esperando mesmo depois de ter terminado no aniversário de 70 anos de Mary ela me pediu um presente retornar ao motel onde tudo começou e assim fiz.

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Comi viúva após a missa de 7 dias.

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Eu me chamo Wallace e tenho 37 anos, há dois anos atrás, estava de serviço numa cidade do litoral carioca e resolvi entrar numa sala de bate papo local a fim de conhecer alguém e me deparei com Lúcia uma senhora de 55 anos e começamos a conversar e ela me disse que se encontrava triste por ter perdido o seu marido naquela semana e resolveu entrar no bate papo para se distrair até o sono vir, e como já era tarde e eu não me encontrávamos animado para sair apesar de ser sábado fiquei conversando com ela onde fui informado que seu ex-marido era um policial civil que muito lhe ajudou e que sentia muito aquela perda e devido a sua doença há tempos eles já não tinha nada, mas ela o respeitava como seu marido e que iria cumprir os 7 dias de luto para depois poder ir a um cinema com sua neta ou mesmo se divertir então a perguntei quando terminaria o seu luto e ela me disse que a missa seria na segunda feira eu disse tudo bem que tal a gente lanchar no Habbi’s depois da missa? Ela aceitou. Depois disso eu imaginei deve ser um bagulho e eu irei lanchar com ela continuamos os papos e trocamos os zaps em seu perfil estava a foto de uma linda cadela e fui dormir, no domingo ela recebeu seus familiares que foram almoçar com ela e nos comunicamos o dia todo pelo zap e a noite ela trocou a foto do perfil e pra minha surpresa ela era simplesmente linda parecida com a atriz Maitê Proença minha mente deu uma volta naquela hora já imaginando um possível pega naquela coroa.
Chega segunda à noite e já contava a hora da missa acabar, pois eu já estava no habbi’s e der repente para um táxi na porta e dessa uma linda senhora toda produzida no salto eu fechei a conta e fui até a ela e lhe perguntei você conhece outro lugar por aqui ela sim então partimos pra lá um bar com música ao vivo que servia petiscos maravilhosos e ali ficamos conversando e ela ainda abalada e na minha mente eu dizia vai babar, mas fui animando a Lúcia e no final quando saímos de lá eu disse vamos pegar um táxi, mas ela disse não precisa moro a 100 metros daqui fomos andando e rua estava deserta eu parei e dei um beijo nela e perguntei se ela não queria sair daquele ambiente e ir para o meu Hotel, mas pra minha surpresa a choperia ao lado do hotel era do seu filho e ela temia que ele nos visse então eu reforcei e dizendo vamos de táxi e paramos no estacionamento interno ninguém irá nos ver e de pronto aceitou.
Ao chegarmos ao quarto começamos a nos beijar e minha mão percorrer naquele corpo que apesar da idade estava tudo em cima mamar naqueles seios e dedilhar sua xana e ela urrava de tesão então eu desci e comecei a chupar aquela buceta gostosa e molhada, ela gemia alto em seguida ela me mandou ficar de pé e ela sentou na cama e começou a me chupar e bater com meu pau em sua cara e morder suavemente o meu pau e rosnava com um animal no cio mandou então eu deitar e ela abaixou na borda da cama e continuou me chupando agora meu saco e sua língua foi até o meu cu que agora quem gritava era eu com aquela língua maravilhosa e ela me dizia me dá leite, pois estou fraquinha e preciso beber leitinho não demorou muito para eu encher sua boca de leite.
Coloquei a camisinha e posicionei a viúva na posição de frango assado e comecei a socar gostoso naquela buça inundada e cada vez ela pedia vai mete mais e então a posicionei de quatro e comecei a lamber seu cusinho e colocando o dedo nele e comecei a colocar meu pau naquele rabo lindo ela chorava e pedia põe mais! Vai me arrebenta vai! Gozei tão gostoso que me deu até dor de cabeça e corri para o chuveiro e em seguida ela chegou e me disse não me chamou, mas eu vim me deixa lavar o menino e lavou meu pau e já começou a me punhetar e mamar novamente e me disse falta uma coisa eu perguntei. Qual? Comer minha menina estando eu de quatro e foi ali mesmo no banheiro a posicionei apoiada no armário de frente pro espelho e soquei com toda força puxando seus cabelos e xingando aquela puta de luto que não demorou muito a gozar e pedir leite na boca novamente que de imediato atendi tomamos uma banho solicitei um taxi que entrasse no estacionamento desci com ela e a coloquei no taxi e durante a minha estada naquela cidade foi todos os dias para lá e como já estávamos íntimos ela chegava antes de mim e me esperava no quarto, pois autorizei a sua entrada e para dar entrada em sua pensão adivinha onde ela ficou no meu apartamento no Rio e sempre que se sente fraca me liga para eu ir até lá isso quando não vem pro Rio tomar leitinho.

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Mamada da Sogra

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  • Fetiche: Sogra Pagando Boquete;

  • Personagem: Mariano, Mayara e Simone (a Sogra);

  • Características

    • Negro,

    • cabelos cacheados,

    • 1,77 Metros de Altura,

    • Praticante de Esportes,

    • 25 Anos,

    • 27 Anos,

    • Baixinha,

    • Baixinha compacta,

    • Baixinha Filé;

 

Olá me chamo Mariano, Negro, 1,77cm, cabelos cacheados, pratico esporte e tenho 25 anos, namoro a 3 anos uma menina linda chamada Mayara tem 27 anos, baixinha, toda compacta muito muito filé.

Certo dia fui numa sexta feira pra casa da Mayara para passar um final de semana como de costume já nosso.
Porém não esperava tal acontecimento…
A casa dela é bem grande com grande numero de quartos e banheiros, como o quarto da Mayara fica no andar de cima sempre usei os banheiros de cima, o quarto dos pais ficava logo no final do corredor mas tinha aquele banheiro no próprio quarto.

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Meu coroa

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Meu nome é Alice, tenho 19 anos e há 2 anos namoro com Rui de 39 anos, apesar da diferença de idade ele é super atlético e fogoso.
Quero contar para vcs nossa primeira transa.
Eu estava com muito medo, pois ele era um homem experiente e eu não sabia nada.
Numa noite chuvosa, fomos jantar num restaurante pela 1° vez sozinho, na volta pra casa, ele muda o caminho e me leva pra um motel, assustada pedi pra ele me levar pra casa, mas dele me convenceu a prosseguir.
Entramos no quarto num clima super romântico. Ele começa a me beijar e acariciar meus pequenos seios. A partir daí, minha calcinha está toda molhadinha. Tiro a camisa dele e roço no seu peitoral, depois ele continuar a mordiscar meus seios e vai descendo, com suas mãos ele puxa minha calcinha vermelha para o lado e com seus dedos massageia meu clitóris e com sua língua quente a enfia na minha bucetinha rosadinha e raspadinha, simultaneamente minha mão bate uma com o pau duro com uma tora. Percebendo que eu estava molhada de tesão ele enfia seu duro pau na minha bucetinha e olha nos meus olhos e diz que vai doer só um pouquinho, confio nele.
O movimento fica cada vez mais frenético, ele me coloca de 4 e começa a empurra mais forte. Eu começo a gritar e ele poe os dedos em minha boca, começo a chupar e a ficar enlouquecida. Ele goza e devido a idade brocha, percebendo sua frustação eu começou a fazer um boquete e ele começa a se animar. Novamente ele introduz sua pica na buceta e empurra com muita intensidade e ele goza com vontade. Fico com cara de felicidade. Ao olhar o relógio vejo que estou na minha hora. Nos arrumamos e fomos embora.
Sempre que podemos vamos ao mesmo motel e cometemos loucura, não troco meu coroa por ninguém.

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Minha mãe Transou com o meu amigo

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Minha mãe transou com o meu amigo

Minha mãe teve 3 filhos (dois homens e uma mulher), sou o mais velho, tenho atualmente 22 anos. Cada um de nós tem um pai diferente, a minha mãe se casou três vezes entre outros tantos relacionamentos com vários homens diferentes. Ela não passava muito tempo em seus relacionamentos. Tenho um amigo (Netinho 19 anos), o considero como o meu melhor amigo. Somos muito ligados um ao outro, ele é um parceiro para todos os momentos. Minha mãe e meus irmãos gostam muito dele também. Ele costuma ir muito à nossa casa e já dormiu algumas vezes. Há pelos menos uns dois meses, comecei a perceber uns olhares entre eles (minha mãe e Netinho), sempre que ele ia a nossa casa. A minha mãe está sem marido no momento, ela é uma mulher bonita, tem 41 anos, e um corpo legal para idade, nem magra demais nem gorda. Ela passou a usar uns shorts e sainhas bem curtas, sempre que o Netinho aparecia. A minha desconfiança só aumentava com o passar dos dias. Certo noite estava no colégio e meu amigo não apareceu (estudamos juntos). Minha cabeça começou a imaginar coisas em relação à minha mãe e o Netinho. Não conseguia me concentrar e resolvi ir pra casa, tinha que me certificar de que não estava acontecendo algo entre eles. Abri o portão do muro e entrei sorrateiramente, fui para o lado da casa onde ficam os quartos, fiquei ao lado do seu quarto, a janela estava fechada, mas dava para ouvir uns rizinhos e gemidos. Nervoso mas curioso resolvi olhar pelas frestas da janela e me deparei com ele atracado em minha mãe. Ela estava de quatro e ele parecia um cão engatado numa cadela, o pau enterrado na boceta dela. A impressão que dava era que eu estava assistindo um filme pornô! Aquilo me deixou surpreso e enojado, ele enfiava e tirava aquele pau enorme da boceta dela. Ela apenas gemia e mordia o travesseiro em quanto ele bombava em sua buceta. Aquela cena me deixou enlouquecido e com muita raiva deles. Meu melhor amigo transando com a minha mãe, uma mulher que tem a idade de ser mãe dele. A vontade era de entrar naquele quarto e acabar com a festa deles. Mas me contive e continuei olhando. Aquela situação estava me deixando com certo tesão, mas resolvi ficar quieto. Ele continuava metendo muito forte nela que se contorcia toda. Dava para ouvir nitidamente suas bolas baterem violentamente na entrada da sua buceta. Em dado momento ela começou a gritar de prazer, dizendo que estava gozando e o chamando de macho gostoso. Enquanto meu amigo gemia com a pica enterrada em sua boceta gozando logo em seguida. Quando eles terminaram ficaram abraçados por alguns minutos. Eles riam e falavam algumas coisas que não dava para eu ouvir. Isso aconteceu há um mês. Até hoje eles não sabem que eu vi toda a sena. Nós continuamos amigos, finjo que não sei de nada e já vi eles transarem mais duas vezes. A última vez ele comeu o cu dela. Talvez seja errado, mas me masturbei vendo toda a sena. [email protected]

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Minha Madastra Helena (Parte 1)

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Me chamo Mariana, tenho 24 anos e desde a adolescência sinto atração por mulheres. Nunca tive coragem para sair do armário, minha família é muito conservadora, namoro um garoto só para manter as aparências, foi meu primeiro e único namorado na vida. Na cama com ele sempre tento fantasiar estar com uma garota.
Adoro ler contos de lesbianismo, tenho uma coleção gigantesca de vídeos ponográficos e filmes eróticos de temática lésbica. Sou viciada nisso.
Me considero atraente, adoro malhar, tenho um bum bum empinado, minhas coxas são torneadas, minha cintura é bem fina, mas minha parte favorita do corpo são meus seios, são fartos, redondinhos, se destacam em mim.
Na academia, fico extremamente excitada assistindo as garotas malhando. Fico secando aqueles seios, aquelas coxas, aqueles rabos apertados em calça legging. Vou a loucura. Um dia no vestiário, roubei a calcinha de uma colega, ela tomava banho e havia deixado suas suas roupas intimas em cima da sua mochila, olhei se não tinha ninguém perto, guardeia na minha bolsa e fui embora.
Me masturbei muito com ela naquela noite, ficava sentindo seu cheiro enquanto me tocava olhando suas fotos no facebook, ela de shortinho, vestido colado, transar com ela é a segunda de minhas maiores fantasias, a história que vou relatar aqui é sobre a maior das minhas fantasias, minha madrasta Helena.
Meus pais se separam quando ainda era nova, minha mãe se casou novamente bem depois do divorcio, se mudou para outro estado, quase não nos vemos.
Desde então moro com meu pai, que ao contrário dela, ficou sozinho por anos.
A mais ou menos uns um ano atrás, ele conheceu Helena, uma linda mulher de 40 anos, nunca vou me esquecer do primeiro dia em que a vi.
Naquela noite estava trancada no meu quarto lendo um delicioso conto erótico, roçava minha buceta em meu travesseiro enquanto lia, o conto era incrível, estava prestes a gozar quando ouvi minha porta batendo:
– Mari, vem cá, tem visita!
Era meu pai. Só pelo susto, perdi o tesão na hora:
-Tô indo pai.
Fui para o chuveiro, tomei um banho rápido, vesti uma calça de moletom, uma camisetinha velha, geralmente andava de shortinho em casa, mas não queria ficar atraindo olhares dos amigos do meu pai, eles eram sempre chatos e tarados. Olhei no espelho, nessas horas o quanto mais sem graça estivesse melhor, prendi meu cabelo e sai.
Meu pai estava retirando várias caixinhas de comida chinesa das sacolas, espalhando na mesa.
– Mari, trouxe uma amiga para jantar com a gente.
Os próximos segundos a seguir de sua fala se repetiram em minha mente eternamente. No exato momento minha atenção se voltou em direção a porta da cozinha, meus olhos repousaram na entrada, eis que dali surge uma deusa em forma de mulher, minha garganta secou, ela era morena, tinha olhos claros de mel, um cabelo longo e liso, como de uma índia, um corpo perfeito, seios enormes, lábios carnudos, vermelhos, um contorno espetacular na cintura, coxas grossas, nem na academia tinha visto um corpo tão perfeito. Foi paixão a primeira vista.
-Essa é Helena
Helena usava uma blusinha preta decotada e uma calça jeans. Olhei para aquela mulher aos pés a cabeça e fiquei excitada. Seus olhos, sua boca, tudo me dava vontade de a beijar.
Meu pai se aproximou dela e lhe beijou no rosto.
– Estamos namorando.
Me impressionei, fiquei totalmente chocada com aquilo, um pelo fato de meu pai estar namorando e dois por ser uma mulher daquelas.
– Prazer – disse quase gaguejando.
Nos cumprimentamos com um beijinho, me arrepiei ao chegar mais perto, seu perfume era maravilhoso.
No jantar daquela noite, não conseguia tirar os olhos de Helena, prestava atenção a cada movimento, me maravilhava a cada momento em que sorria, ajeitava o cabelo, até mesmo quando colocava a comida na boca, aqueles lábios eram perfeitos, aqueles corpo era perfeito. Ouvia tudo o que dizia e prestava o máximo de atenção.
Terminamos a janta, meu pai pediu licença para ir ao banheiro, Helena logo começou a me ajudar a arrumar a cozinha. Conversamos muito, ela me falou sobre seu trabalho, era produtora de eventos, conheceu meu pai num evento corporativo que organizou. Quanto tive oportunidade elogiei seu corpo e perguntei onde ela malhava. Ela riu sem graça e disse que no máximo que fazia era dar uma caminhada em seu bairro, falei da academia que frequentava e a convidei para irmos juntas algum dia. Ela adorou a idéia.
Quando tudo já estava arrumado convidei Helena para ficar na sala, tínhamos uma enorme televisão , liguei- a num canal qualquer e meu pai chegou.
Eles ficaram abraçados assistindo , eu fiquei sentada num sofá individual logo ao lado, não tirava os olhos de Helena, sua pele brilhava com a luz da televisão, parecia dourada.
-Já está ficando tarde pessoal, acho melhor eu já indo.
-Dorme aqui meu bem, é perigoso dirigir nesse horário.
Ela negou, disse que nem ao menos tinha trazido roupas.
-Não tem problema, eu empresto.
Meu pai olhou surpreso para mim, abriu um sorriso que não via a séculos. Agarrou as mãos de Helena e repetiu "diz sim, diz sim, diz sim" até ela concordar com a cabeça.
Meu pulou de alegria e deu um selinho em Helena:
– Vou fazer uma pipoca pra comemorar.
Aproveitei a oportunidade e disse para Helena me vir comigo até o quarto.
Procurei as camisolas mais finas que tinha, alguns shortinhos, camisetinhas, joguei tudo na cama.
– Será que cabem em mim, estou tão gorda – disse Helena sem graça
-Gorda? Tá loca? Daria minha coxa direita pra ter um corpo como o seu, olha experimenta esses.
Peguei um short, uma camisetinha decotada e dei para ela.
Ela os segurou meio receosa e entrou no banheiro pra provar.
Fiquei excitada só de imaginar ela se trocando em meu próprio banheiro, como gostaria de ter uma câmera escondida ali.
Quando a porta se abriu fiquei muda. O short tinha sumido nela, era tão curto que parecia uma calcinha, já a blusa tinha se moldado em seu corpo, mostrava seus seios perfeitamente como se estivesse sem camisa, os mamilos salientes, minha vontade naquela hora era de agarrar aquele mulher e lhe lamber inteira. Ela me olhou sem graça:
– Você não tem nada mais folgado?
– Você está maravilhosa.
Ela riu.
Peguei uma calça de moletom velha e lhe ofereci.
Quando se abaixou para a colocar, pude ver de melhor angulo aqueles seios, eram perfeitos, minha calcinha se umedeceu.
-Se também não tem outra blusinha? Essa ta muito apertada em mim.
Peguei uma camisa velha do KISS e disse que era a única mais larga que tinha.
Helena então tirou a camisa com dificuldade e revelou aqueles enormes seios.
Eram enormes, perfeitos, redondos naturais, só em atrizes pornos tinha visto seios tão incríveis. Seus longos cabelos caiam sobre eles, suas aurelas eram grandes, minha boca salivava, ela tirou a camisa da minha mão e a vestiu:
-Nossa, bem melhor, agora da pra respirar – disse rindo.
Aquela cena não durou nem cinco segundos, mas não consegui tirar da cabeça pelos dias seguintes. Na hora fiquei imaginando eu avançando nela, a beijando e
passando a mão por seu corpo, agarrando aquele rabão.
-Muito obrigado Mari.
Não conseguia dizer nada, depois de agradecer, saiu do quarto levando suas roupas.
Fechei a porta, arranquei minha roupa e me masturbei em minha cama, fiquei imaginado minha boca lambendo aqueles seios, minhas unhas apertando seu rabo. Gozei tão gostoso que desfaleci e cai no sono na hora.
Na medida que o tempo foi passando, Helena frequentava mais vezes a nossa casa,fazia almoços, jantares, morria de ver aquela mulher andando pela casa de shortinho, a cada dia que passava sentia mais tesão por ela. A melhor hora do dia era quando anoitecia e eles entravam para o quarto. Tenho um pouco de vergonha de admitir, mas adorava ouvir eles transando, ficava colada na porta ouvindo Helena gemer, ela gemia feito uma puta, gritava coisas como "mete
na sua cachorra, mete" ficava fantasiando estar com ela essas horas, gozei
várias vezes colada na porta de seu quarto.Estava tão obsecada por ela que salvava todas as fotos que Helena postava no facebook, me masturbava olhando pra ela. Quando tinha a oportunidade pegava suas calcinhas e me masturbava usando elas, olhava para suas fotos gemia dizendo "me chupa sua cachorra", gozava horrores.
Quando finalmente se casaram no civil, eles viajaram por duas semanas. Com a casa só pra mim, aproveitei para mexer em várias de suas coisas.
Uma noite Renato, meu namorado, jantou comigo em casa e ficou insistindo para dormir la, não aguentava mais olhar para sua cara, neguei várias vezes e inventei as mais mirabolantes desculpas para não passar a noite la.
Acabamos brigando e terminando. Aquela madrugada passei sozinha pelada me esfregando nas roupas de Helena, sentindo seu cheiro. Eu só queria Helena, nada mais.
Depois da lua de mel Helena se mudou de vez para a nossa casa. .
Agora morando com a gente, Helena se vestia ainda mais a vontade, as vezes ficava só de calcinha e camisa, dizia que tinha sorte de meu pai ter filha e não filho, mal sabia ela que eu a desejava ardentemente.
Por virtude do trabalho, Helena as vezes passava o dia inteiro fora de casa e muitas vezes trabalhava no final de semana. Meu pai sempre trabalhou em empresa em horário comercial , constantemente a divergência dos horários era motivo de briga entre os dois. Saiam raramente e na medida que os meses se passaram, os ouvia cada vez menos transarem.
Nós duas pelo contrário, ficávamos cada dia mais intimas, todos os dias acordava cedo só para ajudar ela nos afazeres da casa, arrumar a cozinha, tirar o café da manhã, limpar os quartos, conversávamos muitos nessas poucas horas que passávamos juntas, viramos amigas.
Estudava a noite, mas as vezes passava a tarde inteira na faculdade, com Helena morando conosco, tentava passar o máximo de tempo com ela.
As vezes chegava tarde da faculdade e a encontrava lavando louça. Ela sempre o fazia antes de dormir, as vezes esquentava o resto da janta para mim e me acompanhava conversando comigo até a hora de terminar.
Ela era muito carinhosa, fazia tudo pra mim, sempre me elogiava, falava o como
era linda, dizia que invejava meu corpo, sempre respondia que o dela era bem
melhor que o meu. Sempre passava na minha cabeça me aproveitar daqueles momentos com ela sozinha. A seduzir , a beijar na boca, mas obviamente que só iria estragar a relação que tinha conquistado com ela.
Em certos momentos até ficava envergonhada por a querer tanto, era errado, mas ao mesmo tempo ficava feliz só de ter por perto uma mulher tão maravilhosa.
Numa dessas noites, enquanto conversamos na mesa, Helena me perguntou se eu a achava bonita, ela parecia triste.
-A cada dia que passa me acho mais velha
-Helena, você é a mulher mais linda que eu já vi na minha vida.
Ela se ruborizou, riu sem graça, me levantei da mesa e lhe abracei bem forte. Com o rosto perto ao dela, beijei sua bochecha. Ela riu acariciando meus braços.
– Você é a melhor filha que uma mãe poderia ter.
Estranhei aquilo, ela se chamar de mãe, mas dei corda:
– E você é a melhor mãe que poderia existir.
Ela sorriu e suspirou com satisfação.
O cheiro de seu cabelo e de sua pela estavam deliciosos naquela noite.
Quis repetir aquilo todos os dias. Comecei a usar tudo como desculpa para lhe abraçar.
As vezes ficávamos os três no sofá, os dois sentados, meu pai com os braços em envolvendo seu ombro e eu deitada com a cabeça no colo de Helena. adorava seu carinho em meu cabelo, nesses momentos eu aproveitava para lhe acariciar, ficava passando minha mão sem suas coxas, as vezes olhava pra ela sorrindo e admirando aqueles enormes seios sobre mim.
Quando tínhamos tempo, freguentavamos a academia juntas, todos a secavam quando estava em algum aparelho, até as mulheres, Helena ficava deliciosa de legging.
Ninguém conseguia deixar de olhar a todo lugar que passava. Sempre via uns caras darem em cima de nós. Helena sempre os mandava pastar com classe.
Todas as vezes que voltava pra casa com ela não podia acreditar que divida o mesmo teto que aquela mulher. Aqueles pequenos momentos que passávamos sozinhas, quantas coisas não me passavam a cabeça, quando estávamos no carro, ou no vestiário, vários momentos pensava em avançar sobre ela, lhe dizer o quanto amava, mas nunca o fazia.
Quando encontrávamos alguma conhecida dela, ela sempre me apresentava como sua filha. Quando ia a academia sozinha, sempre me perguntavam “de minha mãe” para mim. Apesar daquilo ser meio estranho, fui aos poucos me acostumando. Helena mostrava um prazer visível quando lhe chamava de mãe.
Nossa vida já era perfeita como estava, parecia um sonho. Mal sabia eu que tudo iria mudar num fatídico final de semana.
O sol nascera tão bonito naquela manhã de sábado, infelizmente o clima em casa começara pelo avesso. Meu pai e Helena discutiam naquela manhã. Não tentei ouvir o que diziam. Fiz a maior cerimonia para não sair do quarto, depois de longos minutos, fui requisitada por meu pai, "Mari, acorda, vamos para o clube".
Sem questionar meu pai, cheguei a cozinha já pronta para sair.
O clima de tensão permaneceu durante todo o trajeto de casa para o clube, só o que se ouvia era o radio do carro, os olhares se mantiveram distantes.
Ao chegarmos meu pai foi direto para o bar e não falou uma palavra. Helena me perguntou se não queria pegar um sol.
Helena vestia uma túnica branca transparente, ela andava a minha frente e eu não conseguia tirar os olhos de seu corpo,aquelas curvas, sabia que iria passar o dia lhe assistindo tomando sol.
Pelo horário o clube estava relativamente vazio, também não era muito frequentado naquela época do ano.
Ao chegarmos nos deitamos em umas espreguiçadeiras perto da piscina, Helena tirou sua túnica e revelou seu corpo escultural.:
– Filha, me ajuda a passar protetor? disse deitada de bruços
Aquele rabo enorme para cima me deixou com agua na boca. Peguei o protetor na sua bolsa, olhei em volta pra ver se meu pai não estava por perto, queria aproveitar aquele momento. Enchi a mão de protetor e deslisei sobre seu
corpo, não perdi nenhum centímetro, comecei pelas suas costas e fui até sua batata da perna, fazia movimento circulares depois subia até suas coxas, descia e subia, repetidamente. Peguei o protetor e despejei sobre seu bum bum, ela riu baixinho, agarrei aquele rabo inteiro, massageava levemente sua bunda e depois seguia até sua cintura, passei por toda a extensão de seu torso quase tocando a lateral de seus seios. Terminei fazendo uma massagem em seu pescoço;
– Nossa filha…
Minha vontade naquela hora era de enfiar minha mão em seu bikini, lhe masturbar, Helena estaria com o rabo empinado pra mim, gemendo, enquanto eu lhe beijava o pescoço Eu iria tirar a parte de baixo de seu bikini e lhe chuparia até gozar na minha boca. Com seu gosto em mim iria lhe beijar e sussurrar em seu ouvido o quanto era o gostosa. Isso não passou de vontade, é claro. Ficava imaginando tudo isso enquanto lhe massageava.
– Suas mãos são tão boas
Naquele instante um jato de agua atingiu a gente, achei que fosse uma criança com um balde mas era meu pai, tinha pulado na piscina bem ao lado da gente.
Deu uma risada sarcástica, já parecia estar bêbado, se afundou na agua e sumiu, que raiva, Helena ficou igualmente brava e se levantou.
– Vem filha, vamos pegar um pouco de sauna, vamos.
Ela pegou em minha mão e me arrastou. Nossas mãos entrelaçadas, se apertavam mais na medida em que andávamos.
-Seu pai está me atormentando por causa dessa viagem.Será que ele não entende que eu não posso ficar uma semana fora assim?
-Não estou entendo Helena
-Seu pai irá fazer um curso da empresa e queria que eu lhe acompanhasse, ficou louco da vida quando disse que não poderia ir com ele. É uma semana, simplesmente não posso.
– Nossa, nada a ver ficar bravo com você.
Seu cabelo voava na medida em que andava, tudo parecia estar em câmera lenta.
Chegamos na sauna. Estava vazia, era bem espaçosa, tinha três degraus de arquibancada, escolhemos o canto mais longe da entrada e sentamos.
– Agora sim paz – disse sorrindo para mim.
Helena amarrou seu cabelo num coque e seu pescoço se relevou nu. Sentamos uma do lado da outra, nossas coxas ficaram coladas. Helena permaneceu de olhos fechados como se meditasse.
Quando podia fazia pequenos movimentos com a perna roçando minha coxa na dela, estava tão excitada, ficamos assim quietas por minutos.
– Estava tão gostosa aquela sua massagem filha – disse sorrindo
Toquei de leve sua mãos e envolvi um de meus dedos ao seuS.
– Quer mais mamãe?
– Sim bebe
Não hesitei por nenhum segundo, subi no degrau superior, envolvi minhas pernas ao redor de seus ombros e peguei em seu pescoço. Seus olhos se fecharam novamente.
-Hmmm
Uma de minhas mãos envolvia seu pescoço enquanto a outra massageava sua nuca, deslisava minha mão sobre sua garganta e descia por seu ombro, via aqueles seios enormes no melhor angulo possível
– Que gostoso
Pequenas gotas de suor escorriam por seu corpo, seus mamilos estavam salientes, enormes, duros, roçava minhas coxas devagarinho ao seu redor.
Como queria que aquele momento durasse para sempre.
Envolvidas em vapor, me sentia isolada de todo o mundo, só nós duas, Helena, em minhas mãos, finalmente sozinhas.
Acariciei seu cabelo e envolvi minhas mãos ao redor de seu queixo, desci lentamente para garganta e envolvi novamente seu pescoço.
A cada segundo minhas mãos avançavam mais em direção a seu peito, a cada movimento que voltava, avançava tentando conquistar centímetros a mais. Helena mordiscava o lábio inferior e sorria de olhos fechados. Inclinei-me pra frente deixando meus seios na sua nuca
Minhas coxas a apertavam, Helena agarrou nelas e abriu um pouco as pernas. Aproximei minha boca de seu ouvido e dei uma leve baforada, ela gemeu baixinho apertando mais ainda minha coxa.
Puxei delicadamente seu cabelo para tras e beijei seu pescoço.
Helena gemeu novamente.
Quando minhas mãos avançavam entre seus seios, a porta da sauna se abriu.
No susto Helena soltou de minhas pernas e se afastou . Um casal de idosos entrou e se sentou próximo a gente.
Meu coração parecia que havia parado, não estava acreditando. Helena se levantou e saiu da sauna.
Minha vontade era de chorar. Me afastei do casal e fui para o outro lado da sauna. Queria me afundar na terra naquele instante. Havia estragado tudo
Aquele foi um dos dias mais longos da minha vida, simplesmente não conseguia olhar na cara de Helena. Almoçamos todos juntos naquele dia totalmente em silêncio. Assisti Helena nadando sozinha durante o dia inteiro.
Voltamos para casa por volta das 6 horas. A viagem no mesmo clima que de manhã.
Chegando em casa me tranquei no quarto e chorei copiosamente. Sabia que havia ultrapassado a linha.
Fiquei no meu quarto até anoitecer, só planeja sair de la quando o sol nascesse novamente e outro dia começasse.
Por volta das nove horas alguém bateu a minha porta.
– Filha, ta acordada meu amor?
Era Helena. Liguei a luz, me olhei no espelho, lavei meu rosto e abri a porta.
– Seu pai pediu pizza, você não ta com fome amor?
Helena vestia uma camisola vermelha, sem sutiã, podia ver seus mamilos pela renda, estava deliciosa.
– Já tô indo mãe
Ao chegar na copa, vi duas caixas grandes de pizza. Meu pai e Helena conversavam calmamente. Jantamos todos juntos. O clima estava bem mais ameno e Helena me tratava naturalmente. Fiquei aliviada e feliz.
Ao terminarmos arrumamos a tudo e fomos para nossos quartos.
As dez da noite, finalmente me deitei em paz. Fechei os olhos me lembrando de Helena gemendo quando lhe beijava o pescoço.
Rolei na cama até as três da manhã. O tempo estava abafado, não conseguia pregar o olho, simplesmente não conseguia dormir. Apesar da janela e do ventilador estarem ligados, o calor parecia não acabar. Lembrei de uma garrafa de agua que havia deixado na geladeira. Só aquilo para acabar com aquele calor.
Logo ao abrir a porta pude ouvir nitidamente os roncos de meu pai, pensei na pobre Helena tendo que dividir a cama com um trator daqueles, andando pelo corredor percebi uma luz vindo da copa. As vezes meu pai passava algumas noites trabalhando la, mas como poderia estar la se já estava dormindo?
Chegando quase a porta, pude notar um barulho, pareciam gemidos, na ponta dos pés, aproximei minha cabeça do batente, e o barulho foi se tornando mais nítido. Meu coração foi a boca quando me deparei com Helena se masturbando em frente ao seu notebook. Ela usava a mesma camisola vermelha de renda, seus seios estavam pra fora e sua calcinha estava abaixada até o joelho. De pernas abertas, ela se tocava olhando para a tela de seu computador. Usando fones de ouvido, ela gemia baixinho, estava em transe, dizia:
– Aiii que tesão.
Helena lambia seus dedos com prazer e depois os enfiava novamente na buceta. Minha calcinha ficou molhadinha vendo aquilo. De olhos fechados, Helena se contorcia agarrada em seus seios:
– Aiiiii, isso, aiiii, delícia.
Enfiei a mão na minha calcinha e comecei me masturbar.
Que gostoso era ouvir ela gemendo, sua mão lambuzada deslizava sobre sua buceta molhada, lisinha, podia sentir o cheiro dali mesmo. Seguia seus movimentos, imitava seus dedos, a velocidade, tudo igualzinho, gemia em silencio, queria a ver gozar.
Ela ia a loucura e eu também, aumentei a velocidade , ela começou a gemer mais alto, babava afundando seu dedo e acariciando sua buceta, suava de tanto tesão, seus enormes seios pareciam maiores, os mamilos pareciam pedra.
– Aiiiiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiii
Seu ultimo grito ecoou pela a casa, com as pernas apertadas uma a outra ela gozou de olhos fechados.
Meu coração batia aceleradamente, aquilo parecia um sonho.
Helena permaneceu parada como uma estátua com a mesma expressão de
prazer. Queria entrar naquela copa e lamber aquela buceta carnuda, sugar aquele mel, dizer que a amava e lhe beijar.
Não o fiz, com medo, corri para meu quarto.
Lavei meu rosto, pensei em voltar para la, queria seu corpo nu em cima do meu, queria sua língua. Meu deus, o que era aquilo?
De olhos fechados, encostada na porta de meu quarto, me beliscava para ver se estava sonhando.
Naquele momento ouvi passos pelo correndo seguidos do barulho da porta de seu quarto se fechando.
Sai para o corredor na ponta dos pés novamente, me aproximei de seu quarto e ouvi o som do chuveiro sendo ligado.
Voltei para a copa e vi que seu computador ainda estava ali, movida por curiosidade, abri a tela e me deparei com uma pagina porno, estava pausado num vídeo de duas mulheres fazendo um 69, li três vezes o título para acreditar no que estava vendo, perdi a respiração, meus inglês não era dos melhores, mas consegui ler "mom and her daughter (mãe e sua filha)". Queria o assistir, quando estava prestes a clicar no play, ouvi o barulho da porta se abrindo, fiquei desesperada, fechei rapidamente o notebook, corri para a sala e me escondi por trás da cortina.
Meu coração parecia que ia pular para fora de meu peito, fiquei quieta ouvindo Helena mexendo na geladeira e depois voltando para seu quarto.
Saí da sala quando finalmente ouvi sua porta se fechar. Seu notebook não estava mais ali.
Fechada em meu quarto não parava de tremer, andava para um lado e para o outro. Segurei a respiração por dez segundos e me sentei. Será que ela iria notar que estive la? Porque aquele vídeo? Tentei organizar meus pensamentos. Não conseguia tirar aquele imagem da minha cabeça, ela gozando assistindo um video de lésbicas, mãe e filha, meu deus. Seria ela lésbica? Mas se fosse, porque estaria com meu pai? Eu também tive meu namorado e fazia o mesmo, meu deus, meu coração pulava de tanta ansiedade, e se ela gostasse realmente de garotas? Será que me imagina como filha, igual no vídeo? Como ela nunca nunca havia dado em cima de mim? Aquilo na sauna? Será que? Não seria possível. Puxei na memória as inúmeras vezes que me abraçava, me elogiava, será que tentava me seduzir? Não fazia o menor sentido, talvez só fantasiasse como eu.
Com os olhos fechados lembrava daquela cena, meu sexo de pulsava de tesão.
Liguei meu computador e procurei pelo mesmo vídeo que assistia. Digitei no google "mom and her daugther"
Havia inúmeros resultado com o mesmo título, porém já na primeira página consegui achar exatamente o vídeo que procurava. Coloquei os fones de ouvido e dei play.
O vídeo começa com uma loira de babydoll sentada em sua cama, ela chorava , uma garota mais nova de shortinho chega e lhe consola. Diz "não fica assim mamãe", faz um carinho em seu rosto e lhe beija na bochecha. Abraçadas, elas sorriam e se olham com ternura. A filha acaricia o corpo de sua mãe, beija seu rosto e diz "agora posso dar mais atenção a você mamãe". Elas se abraçam carinhosamente. A filha agarra os seios da mãe e lhe beija o pescoço, a mãe estranha e pergunta o que a está fazendo, “deixa eu cuidar de você mamãe, que nem o papai cuidava”, a filha lhe beija na boca. Tentando se afastar,a mãe diz que não podem fazer aquilo, a filha chupa seu pescoço, enquanto ela geme dizendo que aquilo é errado, diz "para, para, para" envolvendo suas mãos na bunda da filha. Eu já me tocava com deleite. Avancei o vídeo, elas se chupavam loucamente, a mãe gritava, "isso me chupa meu bebe, chupa a mamãe", eu avançava, elas gemiam mais ainda, nuas num 69 espetacular, lembrei de Helena gozando vendo aquela vídeo, fiquei repassando aquela imagem em minha cabeça, imaginava nós duas se beijando, fazendo amor, gemendo, “helena, chupa sua filhinha, chupa”, gozei instantaneamente.
Fiquei deitada por horas tentando digerir aquela história toda. Será que Helena sentia atração por mim? Era praticamente sua filha. Sem relação de sangue, mas muito próximas. Estava confusa e excitada. Passei a madrugada em branco me perguntando se aquilo teria sido real ou não. Sabia que nunca mais iria olhar para Helena com os mesmos olhos.

(continua…)

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A Coroa Evangelica que me surpreendeu…

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Vou contar algo que me aconteceu a algum tempo, vou preservar meu nome e o da senhora presente na minha estoria, criando nomes ficticios, meu nome e Fox, sou motorista e trabalho em uma empresa de transporte e socorro medico de urgencia, na grande sp, sou uma pessoa normal discreto sigiloso, meia idade mas com uma boa disposição, sou casado mas com o passar dos tempos voces sabem os casamentos ficam mais amenos sem sal, por mais que se faça algo diferente o tezão não e o mesmo, no dia a dia voce trabalhando com o publico conhece muitas pessoas e acaba rolando algo mesmo que não queira…, Era um dia chuvoso e até um pouco frio, estava eu e uma equipe de atendimento fazendo um atendimento de rotina, recebendo a solicitação e se encaminhando a residencia da vitima, um dia comum voce nem imagina…, chegamos na residencia atendemos normalmente a vitima solicitante, que estava aguardando uma familiar sua chegar, pois ela seria sua acompanhante até o Hospital, eis que chegou a prima da Dna Ni, uma senhora com ar muito fechado bem vestida poucas palavras, corpo cheinho e voluptoso dentro de uma saia jeans e uma blusa de frio fechada, cabelos presos em coque e oculos…(adoro mulher de oculos), eu sou detalhista e apesar de essa mulher com um ar frio e muito educada ser muito discreta, percebi que por baixo de sua saia a marca de uma calcinha asa delta daquelas de renda mas que deveria ser uma calcinha muito bonita e de uma qualidade pois deixava transparecer aquela pequena marquinha, que me deixou curioso,Dna Le nos acompanhou poucas palavras, enquanto isso eu fiquei pensativo, essa mulher deveria ser uma mulher especial na cama, viajei imaginando, mas ao mesmo tempo apesar de gostar de uma boa sacanagem, sou uma pessoa que as vezes timida, mas depois de todas as formalidades ao longo do atendimento, aconteceu uma oportunidade de estar ali ao lado da Dna Le, e ela me perguntou a quanto tempo eu trabalhava nessa profissão, e começamos uma conversa eu disse que a mais de vinte anos, ela se assustou e disse nossa eu jamais imaginei trabalhar na area da saúde, mas mesmo assim achava legal e que tinha uma filha enfermeira, estava criado ali um pequeno vinculo, eu perguntei aonde ela morava, ela prontamente me disse, (era Osasco) e eu disse a ela que morava na região da Lapa, ela discretamente escreveu em um pequeno papel o numero de seu telefone, e me pediu para que eu ligasse e que se ela não pudesse falar daria uma desculpa, gostei e fiquei imaginando algo legal, e antes de se despedir disse a ela que tal um café, ela me disse vamos ver, depois de alguns dias eu liguei, ela atendeu me pediu alguns minutos e começou a conversa, foi breve mas me perguntou algumas amenidades e eu tambem fiz algumas piadinhas ela tambem e marcamos um café, em um lugar publico um café no Shoping Plaza Osasco, chegando lá no horario certo ela estava uma delicia, em uma saia jeans com aqueles pernões e um corte ao centro na parte de tras mostrando suas coxas, uma camisa branca rendada com seios voluptosos que pareciam pular ao meu encontro mas bem escondidinhos…, cabelos presos e oculos, pele branquinha olhos esverdeados e cabelos clarinhos boca carnuda, nos comprimentamos com beijos no rosto e pedimos café, logo peguei em sua mão ela puxou devagarinho dizendo, aqui em Osasco tenho muitos conhecidos e não posso me expor me desculpe, mas eu logo lhe disse então vamos sair rapidinho daqui e entrar em algum lugar para poder conversar mais a vontade, ela contou rapidamente sobre sua vida e eu a minha a ela sobre filhos e nossos companheiros e tivemos uma visão por cima de tudo, ela pensou um pouco mas logo aceitou saimos e eu propus que eu fosse na frente pois ja conhecia um hotel e não andariamos juntos para que se um possivel conhecido, nos visse teriamos como disfarçar, depois de algumas quadras entrei em um hotel na região, existem varios e esse e um de estrutura media mas bem frequentado e limpo, ela entrou logo atras de mim super desconfiada, logo pedi um quarto e entramos ela tremia, aquela mulher na faixa de 55 uma senhora casada religiosa mas estava ali curiosa para me conhecer e eu a ela, entrando no quarto ela queria falar que estava arrependida e eu logo a calei com um beijo gostozo com minha lingua invadindo e buscando a lingua dela, passando a lingua na orelhinha dela ela começou a gemer, abraçei ela pelas costas e lhe beijei o pescoço ela tremia, lentamente começei a despi-la e ela a mim, deixamos as luzes apagadas conforme ela me pediu mas com as cortinas entreabertas entrando um feixe de sol, ela era fofinha mas com um corpão do jeito que eu gosto, peitões bundão cabelos que se soltaram ficando até a cintura, e muitos não gostam, mas a xoxotinha bem cabeluda, hummm a deitei sobre a cama e entrei em meio a suas pernas, ela se assustou pois não estava acostumada a ser xupada, começei lentamente e só a escutava gemendo e com os dedinhos nos bicos dos seios, pois eu me levantava para ver seu rosto mas continuei xupando lambendo os grandes labios a xota todinha e o clitoris sentindo ela gozando gostozo..
nossa ela me inundou com seus liquidos mas foi uma delicia, mesmo com vergonha ela foi comigo para debaixo do chuveiro e ficamos brincando, saimos do banho e nos deitamos de conchinha ficamos conversando ate que meu brinquedinho voltou e buscou se encaixar e metemos gostozo assim por um bom tempo, sentindo aquela xota me engolindo massageando sus seios e aquela bunda amortecendo a foda, delicia gozamos gostozo, mais uma vez no banho e cama depois de um tempinho fizemos com ela me galopando, ela dizia que nunca havia feito assim antes que estava uma delicia, e que queria mais eu fiquei muito contente por estar ali realizando um desejo tão simples de uma mulher que estava fechada em um circulo de sexo a muitos anos e que se descobriu nesse momento e algo magico ela estava fodendo com vontade mas ao mesmo tempo assustada ela galopando eu mamando em seus seios a beijando ela ria gemia tudo ao mesmo tempo foi inesquecivel e já saimos mais algumas vezes e ela me disse que depois disso começou a se masturbar pois antes não fazia, e agora andava mais calma mais tranquila e ate com o marido apesar de não fazer nada além de papai e mamãe estava fodendo mais um pouco, sõ não poderia mamar na pica dele nem fazer nada diferente mas que essa pulada de cerca para ela foi uma mudança de atitudes nem que entre quatro paredes, já conheci muitas mulheres pela vida a afora mas essa mulher marcou pela sua simplicidade e pela sua determinação e curiosidade com toda descrição, bjss e abraços a todos.

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