Gays (176)


Duas Mulheres e a Primeira Experiência Lésbica

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Ela sabia que era linda, aliás era perfeita e tinha o poder de seduzir qualquer um.
e tudo tinha que acontecer justamente em minhas férias: foi quando Marilyn me conheceu.
Eram as praias do sul em pleno mês de abril, outono, aquele ventinho frio na beira da praia, jantares clássicos e passeios de barco.
Numa tarde daquelas, fui conhecer uma praia deserta.
Estava sozinha e, quase ao final da pequena orla de menos de metros, um carro estacionado.
E na areia estava Marilyn, loura, alta, corpo tão ou mais perfeito que o meu, os lábios mais carnudos que alguém poderia desejar.
Completamente nua, ela permanecia deitada na areia, de bruços, tomando o sol da tarde.
Constrangida, resolvi ir embora.
A cidade estava quase erma devido a baixa temporada de veraneio e o que eu mais queria era privacidade.
No momento em que a vi a decidi ir embora.
No entanto, antes que tivesse entrado em meu carro ela colocou o roupão que estava na areia e veio em minha direção.
Com um belo sorriso nos lábios ela conversou comigo perguntando do motivo da minha visita à cidade e, ao contar que ficaria quinze dias na cidade por motivo de férias, seus olhos brilharam como duas esmeraldas cristalinas.
Ela disse que também estava só na cidade e me convidou para conhecer outras praias e pontos turísticos.
Trocamos telefones e nos despedimos.
Naquele dia a noite, esquecido o ocorrido, o telefone do hotel tocou: era Marylin que estava na portaria e pedia para subir.
Estava na janela vendo o mar e sentindo a brisa da noite estrelada e concordei em recebê-la, mesmo sem a conhecer direito.
Conversamos sobre coisas triviais, moda e viagens durante algum tempo, papo este regado ao meu vinho branco predileto.
Senti que ambas estávamos levemente alcoolizadas.
A portaria do hotel nos interfonou informando que o automóvel da minha convidada estava na garagem do prédio devido já ter passado da meia noite: foi então que percebemos como era tarde.

Liguei para o serviço de quarto pedindo para que enviásse alguns petiscos e mais vinho, e, enquanto esperávamos, Marylin chegou perto de mim, molhou sensualmente os lábios com um gole de vinho e olhando nos meus olhos disse que me desejou desde que me viu a tarde na praia.
Eu vestia uma minúscula regata branca que deixava meus fartos seios quase a mostra.
Ela colocou a mão dentro da minha blusa e tocou meus seios.
Eu, atônita, senti uma sensação deliciosa e inevitavelmente excitante.
Ela encheu mais uma taça de vinho gelado e derramou sobre a minha blusa deixando-a transparente e fazendo com que o bico dos meus seios arrepiassem.
Ela tirou minha blusa e começou a tocar meus seios com a língua, ora com voracidade, ora somente mordiscando o bico deles.
Foi nesta hora que o serviço de quarto tocou a campainha.
Meio constangida, coloquei novamente a blusa mesmo molhada e fui receber as bebidas.
Assim que tranquei a porta não sabia o que fazer.
Tive vontade de pedir para que ela fosse embora mas eu estava tão excitada qua já não sabia mais como agir.
Ela encheu novamente a taça de vinho gelado e, enquanto eu estava virada, ela derramou a metade nas minhas costas.
Quando me virei sem saber ao certo como reagir ela me beijou.
O sabor do vinho tocou a minha boca e ela novamente começou a acariciar meus seios por cima da blusa.
Ela foi me empurrando para o sofá e eu me deitei enquanto Marylin lambia meus seios, pescoço e meu abdômen.
Eu estava de minissaia e ele tirou a minha minúscula calcinha e abriu minhas pernas para que ela continuasse me beijando.
Marylim, ao passo que me lambia, gemia ao mesmo tempo.
Eu estava me segurando mas foi inevitável e a minha respiração ofegante transformou-se em gemidos em instantes.
Ela abriu os lábios da minha vagina.
Tocou levemente com os dedos no meu clitóris e na entrada do meu ânus.
Eu estava completamente molhada e o prazer era tanto que eu quase não conseguia reagir.
Marylin começou a tirar a roupa e ficou completamente nua enquanto ela devorava os grandes lábios do meu sexo e lambia o meu ânus e penetrando a língua dentro da vagina.
Ela deitou-se no tapete da suíte e abriu bem as pernas e me convidou a experimentar seu sabor.
Eu comecei timidamente a beijar seu seios e quando Marylin começou a gemer eu senti prazer em tocá-la.
Foi neste momento que me entreguei totalmente áquele momento de sexo.
Ao passo que trocávamos carícias, Marylin gemia loucamente, repetindo palavra obscenas que me deixava ainda mais excitada.
Eu chupei seus seios, sua barriga e passei a lingua por toda a sua vagina e ânus e, ao me deparar com seu clitóris, eu beijei abocanhando-o como se fosse um beijo de língua, enroscando minha língua no clitóris e sugando-o.
Marylin já não gemia mais, ela gritava e enquanto em fazia isto, penetrava meus dedos em sua vagina e seu ânus.
Eu já havia chegado ao orgasmo e ela também mas queríamos mais.
O fato de não a conhecer me excitava e me deixava livre para soltar minhas fantasias.
Após longos minutos de chupadas, eu a mordisquei ao ponto de arrancar urros de prazer de Marilyn.
Ela urrava e se debatia em seus múltiplos orgasmos.
Estávamos quase que entregues ao cansaço.
Eu e Marilyn já havíamos tido orgasmos múltiplos mas não conseguíamos parar.
Foi então que Marilyn deitou por cima de mim ao inverso e, emquanto ela chupava a minha vagina eu lambia a sua até que ambas novamante explodiram em um orgasmo.
Fomos ambas para a ducha do hotel e, após o banho, passamos algum tempo degustando uma maravilhosa mesas com queijos, vinhos, salmão defumado conversando sobre coisas triviais até que pelas altas horas da madrugada ela deixou o hotel prometendo voltar…

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Sexo Gay com o Capitão

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Estou aqui para contar a vocês uma nova experiência que tive a pouco tempo, numa viagem que fiz.
Em maio deste ano fiz uma viagem para o interior, e quando voltava passando pelo pedágio fui abordado pôr 2 PM’s que queriam uma carona para São Paulo.
Não eram muito bonitos e nem tinham um corpo escultural, mas como não gosto de viajar sozinho, resolvi parar e dar carona para eles.
Um deles era casado e o outro solteiro, isso fiquei sabendo pela conversa que começamos a travar.
O papo ia descontraído, aí resolvi ver no que daria se eu desse uma investida, pois estava morendo de tesão e tenho uma tara especial por fardados.
Dei um jeito de levar a conversa para o lado do sexo, e perguntei a eles se realmente o que se ouve falar a respeito de PM’s é verdade, que eles dão batidas e que quando encontram um gay eles comem o cara.
A principio os dois negaram, mas qdo disse que eu era um internauta e que nos chats eu sempre conversava muito com PM’s e que eles eram chegadinhos numa bundinha os dois começaram a se soltar e o papo rolou mais solto.
O casado chegou a dizer que já tinha entrado numa dessas batidas e que o viado tinha feito um boquete para ele.
Perguntei se ele havia gostado.
Ele então me respondeu que tinha sido muito bom, que o cara sabia realmente fazer a coisa direito.
O papo foi se esticando e em determinado momento o casado me perguntou o porque eu estava fazendo aquelas perguntas, e eu respondi que era pôr curiosidade.
Para meu espanto ele me disse: – Será que você não gosta de um policial ta’mbém? – Olha para ser sincero até gosto, mas nunca tive a chance de ter um ao vivo.
Nesse momento ele se ajeitou no banco, abriu as pernas e começou a massagear o pau dele de leve, falando comigo e olhando a minha reação.
Eu estava dirigindo e não podia tirar a atenção do volante, mas dava umas olhadas para ele.
Ele não sendo bobo percebeu e viu que eu estava meio aflito com aquilo, então continuou mexendo e disse que queria fazer xixi, se seria possivel eu dar uma paradinha.
Eu perguntei se ele queria na rodovia ou se poderia ser num posto.
Ele me respondeu: – Você é quem sabe, onde for melhor e mais confortável para você.
Parei na estrada mesmo, e ele desceu, tirou o pau deixando-o de maneira que eu pudesse ver, e começou a mijar, eu não tirava os olhos daquele pau, morrendo de vontade de poder pegar, chupar e quem sabe até sentar nele.
O amigo que estava atrás também desceu e foi fazer xixi.
Foi maravilhoso ver aqueles paus ali tão perto.
Entraram e continuamos a viagem.
Mas o policial da frente não fechou o zíper da calça, deixando seus pentelhos a mostra.
O primeiro posto que vi parei e disse que estava com sede.
Entramos tomei água e disse que iria ao banheiro.
Os dois foram atras de mim.
Entrei no banheiro e procurei uma cabina, pois la só tinham 3.
Entrei e quando fui fechar a porta eles empurraram e entraram junto.
Na hora fiquei assustado, mas eles entraram e ja foram abaixando as calças e o casado disse: – Já que vc nunca teve chance de ter um policial ao vivo, não perca esta, pois aqui estão dois ao seu dispor e prontos para satisfazer sua vontade.

Olha eu disse aquilo.

Você quer ou não o nosso pau, aproveita.

Abaixei, e coloquei o pau do casado na boca, chupava gostoso, mamava mesmo e o pau dele foi crecendo dentro da minha boca.
O solteiro (vamos chama-lo de Fausto) chegou perto e disse: – Aqui também, pode mamar aqui que tem o que vc gosta também.
Minha boca foi invadida pêlos dois paus, que entravam e saiam dele como se tivessem sido feitas para isso.
Mamei acho que uma meia hora.
Até que Fábio ( o casado) me disse para levantar e baixar as calças.
Eu obedeci.
Ele veio pôr trás e começou a esfrear o pau na minha bunda, enquanto eu chupava o Fausto que metia gostoso agora sozinho na minha boca, enfiando tudo até a garganta.
Fábio então começou a enfiar o dedo no meu cu e dizia: – Fausto acho que teremos trabalho, pois o cu é bem apertado, eu começo e vc termina.
Ele cuspiu na mão, lambuzou o pau que ja estava com uma camisinha e foi colocando.
Fausto então enfiava o pau na minha boca e não me deixava tirar, pois percebeu que estava doendo pela pouca lubrificação, mas Fábio foi cuspindo no pau e le começou a entrar.
Qdo a cabeça passou ele tirou e me mandou chupar e lambuzar bem o pau, para facilitar ele meter.
Eu obedeci, enquanto chupava e lambuzava o pau do Fábio o Fausto ia cuspindo no meu cu e metendo o dedo para ajudar.
Fábio voltou e agoira com o pau lambuzado e o cu todo cuspido o pau não teve resistência e entrou.
Ele deu um suspiro e começou a meter gostoso, eu aceitando tudo como uma puta, rebolava no pau do Fábio e chupava o pau do Fausto.
Eles riam e baixo e falavam que eu desde que eles entraram no carro tinha ficado com tesão e que agora eles iam me dar o que eu estava precisando.
Fabio me comeu gostoso, mas disse que não ia gozar, tirou o pau do meu cu e disse ao Fausto que era a vez dele completar o serviço.
Fausto foi para trás de mim e me enrabou gostoso, e eu chupava o pau do Fábio que estava duro feito pedra, as vezes ele tirava pois dizia que se eu continuasse a chupa-lo daquele jeito ele ia gozar e que queria gozar com o amigo, mas dizia para Fausto não ter pressa, me comer gostoso pois ele tinha sentido que meu cu era gostoso e valia a pena dar uma foda gostosa.
Ficamos assim, eu chupando o Fabio e sendo enrabado pelo Fausto uns quarenta minutos.
Até que o Fausto disse: – Fábio quero gozar, já não agüento mais, esse cu é muito gostoso mas preciso descarregar.
– Vem ca Fausto, senta no vaso viado e abre a oca que vamos te dar nossa porra quentinha agora.
Com um de cada lado eu estava ali, sentado com a boca aberta e dois paus meio dentro e meio fora, passando a língua na cabeça deles, quando um jato forte entrou na minha boca, era Fábio e logo em seguida outro jato era Fausto.
Gozaram gostoso, me fazendo limpar os paus e guarda-los, tive que por a cueca neles e depois a calça, fechar o zíper e ainda me fizeram agradecer pôr eles terem me comido.
Voltamos para o carro e seguimos viagem.
Eu então fui calado e pisei pois estávamos parados a mais de uma hora, quando um carro da policia rodoviária nos parou e veio conversar comigo.
Eles desceram e conversaram com os guardas e eles disseram que era para eu segui-Los até o posto policial.
Então perguntei o que tinha acontecido e porque teria que ir até o posto, quando Fábio respondeu: – Falamos que você nos dava carona e que vc era muito gostoso, contei pôr alto o que tinha acontecido e eles querem você La no posto.
– Mas o porque me querem lá? – Você vai saber logo.
Chegando no posto descemos e me levaram até a sala do comandante, que me perguntou se eu não sabia que tinha que respeitar a velocidade.
Eu disse que tinha que levar os guardas até são Paulo e que pôr isso estava pisando mais.
O comandante olhou para mim e disse que se eu não tivesse parado para dar o cu eu não teria que correr.
Fiquei sem graça na hora e os dois entraram na sala e se despediram de mim dizendo que uma viatura ira leva-los.
Nisso o comandante levantou e me disse que se eu não quisesse uma multa era para eu mostrar o que eu tinha feito com os dois.
Ele já estava de pau para fora.
Fiquei de joelhos e metia aquele pau na boca, pois guarda rodoviario todos sabem que são homens belissimos e que tem um uniforme que mostra bem a mala que eles possuem.
Mamei gostoso aquela vara enorme e depois fui colocado en cima da mesa e na posição de frango assado fui enrabado por aquele homem lindo e gostoso.
Nisso entrou um dos guardas que estavam na viatura e logo colocou o pau na minha boca, me fazendo chupa-lo enquanto eu levava ferro no cu com o pau do comandante.
Ali eles uivavam de tesão.
O comandante me comia e batia na minha bunda me chamando de viado, bicha, puta de estrada, dizia que eu não prestava e isso me dava mais tesão, me fazia ficar louco, o que fez com que eu rebolasse e desse o cu com bastante vontade.
A certa altura ele começou a meter com força e fundo, eu dei uns gritinhos que foram abafados pelo pau do outro guarda que enterrou ele na minha boca.
O comandante gozou fartamente, o que pude ver quando ele tirou a camisinha.
Ele sentou na cadeira e girou dizendo que eu tinha que limpar o pau dele, eu desci da mesa e me debrucei e comecei a chupar o pau dele, quando senti o pau do outro guarda entrar violentamente no meu cu, o que me fez gritar de dor, mas ele não tinha dó, metia con força, como um selvagem, batendo fundo com o pau la dentro, metendo a mão na minha bunda.
O comandante então colocou uma das pernas sobre a mesa e me forçava a cabeça no seu pau que em pouco tempo ficou duro novamente.
Eu ja sentia meu cu arder e o guarda não parava de meter e nem gozava, estava doendo, e a boca cheia com o pau do comandante.
Determinado momento senti algo quente dentro da boca e vi que o comandante gozava fartamente me inundando a garganta com sua porra.
Nessa hora o guarda não agüentou e deu uma estocadas fortes que senti la no fundo e senti seu pau pulsar forte e sua porra jorrar.
Ele tirou o pau e a camisinha e me fez limpar o pau dele.
Depois de ser enrabado pôr 4 fardados, me deixaram ir embora o que foi difícil pois ficar sentado 2 horas até chegar em são Paulo foi difícil, com o cu ardendo como estava.
Mas hoje do saio para viajar rezo para que aconteça tudo de novo.
Quem quiser trocar e-mal comigo pegue meu endereço no primeiro conto, EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA, estarei sempre pronto a responder e quem sabe poderemos até nos conhecer.

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Comemorando Aniversário de 18 Anos Dando o Cú

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  • Fetiche: Dando o cú ao completar 18 anos;

  • Personagens: Iniciante, Dequinho, Valtão, Geraldo;

  • Características:

    • Loiro,

    • Olhos Verdes,

    • 1 metro e 80,

    • Bundinha Linda;

Ate que enfim chegou o tão aguardado aniversario de 18 anos, nos dá a falsa impressão que estamos emancipados, independentes e coisas afins.

Resolvi então comemorar de uma forma diferente: dando o cu.

Diferente porque?

Não queria dá o cu a qualquer um, nem tão pouco a conhecidos; amigos, parentes, vizinhos essas coisas.

Queria da a alguém que pensasse que eu não era viado.

Havia em minha rua um viadinho lindo chamado Dequinho, loiro olhos verdes, 1,80 m com uma bundinha linda, o pai trabalhava na Prefeitura local.

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Chantageado pelo funcionário 2 parte

  • 01/12/2015
  • Gays
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Olá meu nome é Gabriel, venho contar algumas histórias e experiências verídicas da minha vida. Moro em Sp, sou discreto e não frequento o meio gls, amigos e família não sabem das minhas aventuras. Sempre fui ligado ao esporte, treino quase todos os dias e me cuido bastante, tenho um corpo atlético é uma bunda avantajada, que deixas os homens loucos.

Após ser chantageado e arrombado por Pedro fiquei um tempo sem voltar a praia. Tinha medo que ele pudesse ter falado algo a alguém, essa insegurança era grande. Em um belo feriado meus familiares resolveram aproveitar e emendar a sexta feira. Acabei indo junto com eles e aproveitar uns dias a mais. Cheguei ao prédio e tudo parecia normal, para meu alívio encontramos Pedro na garagem e ele agiu com se nada tivesse acontecido. Fiquei um pouco aliviado e achando que ele cumpriria a sua promessa no trato.

No dia seguinte acordei bem cedo e fui aproveitar a praia, estava sol e não queria perder a oportunidade. Chegando a praia, deitei nas cadeiras que o próprio prédio arma na areia e comecei a me bronzear. Estava tranquilo e sozinho quando escuto a voz de um homem dizendo bom dia. Olhei para o lado e era o funcionário do prédio vizinho, ele estava montando o equipamento na praia também. Respondi com educação mas ele se aproximou e puxou conversa. Começou falando sobre o tempo, que aproveitaríamos o sol e aquelas bobagens de sempre. Ao mesmo tempo que falava reparei ele olhando para mim. Alguns parentes chegaram e terminamos a conversa. No final da tarde resolvi ir malhar na academia, chegando lá por milagre não tinha ninguém, assim não teria que ficar revezando os aparelhos. Estava bem tranquilo quando Pedro entra na academia, com a desculpa de alguma manutenção ele logo se aproximou e disse que precisávamos conversar. Fomos a um lugar afastado do prédio e ele disse que precisou contar para alguém a nossa foda, que ele não resistiu e havia contado para o Marcos. Eu meio sem entender perguntei quem era e ele me disse que era o funcionário do prédio ao lado. Agora que ele também já sabe ele quer te comer também para guardar o segredo. Porra fiquei muito bravo, estava na mão daqueles caras e nada podia fazer. Perguntei a ele como seria pois a minha casa estava lotada e ele disse que no outro prédio teria um lugar, falou para eu aparecer na porta do prédio as 24:00.

Eu não tinha alternativa, fiquei de boa em casa noite esperando todos irem dormir, e assim que isso aconteceu eu desci ao prédio. Saindo da portaria olhei ao lado e logo avistei Pedro e seu amigo, cheguei a eles e disse vamos logo porque eu não quero dar bandeira. Entramos no prédio e eles me levaram a cobertura, como se fosse uma casa de máquinas, existia uma sala para guardar materiais e equipamentos. Entramos nessa sala abafada e Pedro veio me agarrando, seu amigo não acreditava mesmo que estava acontecendo. Marcos foi tirando a roupa, era um cara de aproximadamente uns 30 anos, moreno escuro, cabelo rapado é forte. Tinha uma leve barriga. Ele veio em minha direção e me colocou de joelhos, sacou sua pica para fora e mandou a putinha mamar. Peguei em sua rola que era bem grossa e comecei a chupa-lo. Pedro não queria ficar por fora e sacou aquela jiboia e jogou na minha frente. Fiquei ali alternando as mamadas, aquilo começou a me deixar com bastante tesao. Levantei e tirei a roupa, Marcos caiu de lingua no meu rabo e eu continuava mamando o Pedro. Enquanto tentava abocanhar a sua rola imensa senti o outro macho me pegando pela cintura, passou sua rola no meu rabo e foi enterrando devagar. Relaxei e deixei a rola dele entrar por inteiro, Marcos começou a me comer gostoso, metia fundo no meu rabo enquanto chupava aquele negro roludo. Estava muito bom as suas metidas, eles se falavam que não estavam acreditando que estava fudendo o boyzinho. Quanto mais eles me xingavam mas tesao eu ficava, rebolava e sugava aquele cacete gostoso. Virei para o Marcos e falei vamos acabar logo com isso, soca no meu rabo. O cara parece que tinha virado um animal, começou a foder com vontade, estocando forte e a cada estocada eu sugava mais o Pedro. O negão não aguentou e avisou que iria gozar, deixei ele encher meu rosto de porra. Enquanto isso o outro macho me comia sem dó, já estávamos suados com o calor e o tesao. Marcos tirou o pau do meu rabo e gozou na minha bundinha. Eu fiquei ali, totalmente dominado e esporrado por dois funcionários do prédio. Me vesti e avisei que a minha parte do trato havia sido cumprida. Fui embora para tomar um belo banho e tirar aquela porra do meu corpo.

[email protected]

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Ajoelhou tem que rezar: trepando com o padre

  • 01/12/2015
  • Gays
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Eu sempre me perguntei porque padre não casa….quando mais novinha via alguns padres me olhando meio de lado…uns claro me achavam uma aberração outros porém não escondiam a curiosidade e o tesão. Nunca havia sentido tesão por nenhum deles, mas naquele dia foi diferente. Era o casamento da minha prima e lá estava eu toda cheia de estilo. Quando o padre entrou todas as mulheres suspiraram uma verdadeira perdição divina. Devia ter no máximo 30 anos, moreno , olhos bem verdes…. eu passei a cerimônia inteira me perguntando porque eu não tinha uma visão de raio x….
Mas foi na recepção que pude perceber o corpo celestial daquele homem…logo quis fazer parte de seu rebanho…pouco importava se eu seria a ovelhinha negra.
Era um homem comum se não fosse o colarinho que o denunciava.Conversava animadamente com os convidados distribuía sorrisos …fiquei surpresa quando ele se aproximou de mim na varanda…tinha uma voz bonita, aveludada porém máscula. Percebi que ele me olhava de forma discreta, talvez surpreso como tantos outros homens.
Passamos boa parte da festa trocando olhares discretos, mas percebi quando ele sinalizou que estava de saída. E resolvi segui-lo ate o estacionamento deserto….
Ele já esperava no carro…certamente aguardava por minha confissão….entrei rapidamente e saímos dali. Em poucos minutos pegamos uma estrada conhecida por seus motéis. Não precisamos de muitas palavras para entrarmos em sintonia….suas mãos impacientes resolveram passar a marcha em mim….arrepiei. Ele se livrara da camisa e deixava o tronco moreno e definido à mostra. Abrira o zíper e deixara sair meu objeto de desejo.
Um calor enorme subiu quando senti sua mão por dentro do vestido….quando percebi já estávamos com as chaves da suíte na mão….as roupas ficaram pelo chão.
Minha primeira penitência foi ficar de quatro, sem a mínima piedade o padre metia com muita força me fazendo rebolar como uma cadela, o pau grosso parecia insaciável ….me virou e como um franguinho fui comida de forma bruta e intensa….apertava meu pau o gozo me levou ao céu …
Eu mal consegui parar de tremer e já estava cavalgando naquele pau, as mãos másculas dele apertavam meus peitinhos eu urrava de tesão….caímos ali exaustos e suados.
Um banho frio nos revigorou ficamos ali atracados no banheiro onde mais uma vez trepamos. Nos vestimos rápido por conta da hora…nos despedimos em um ponto de taxi e ao pé do ouvido ele me disse:amanhã depois da missa. Mas essa é outra história.

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contatos 1

  • 01/12/2015
  • Gays
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CONTATOS PARTE 1

Este ano de 2008 promete. Em março sai de um casamento de quinze anos e dois filhos. Solteiro novamente aos 4.4 e sem paciência pra correr atrás dessas novas baladas e pagodes atuais. A maioria dos Barzinhos que frequentava quando era solteiro não existem mais…. Os amigos todos casados. … é meu amigo em suma tô ferrado!
Mas descobri na internet sites de namoro, fiz um cadastro e bum! Muitas mulheres lindas e muitas mulheres, e muitas mulheres…. com saúde, se entendem o que quero dizer.
Primeiro contato:
A ex. Esposa de um pastor famoso. Depois de uma semana de conversa marcamos nosso primeiro encontro num parque situado no meio do caminho de nossas casas.
Crianças passeando, babás paquerando, jovens ficando, alguns fumando cannabis e outros jogando futebol. Dia quente, as árvores são o refúgio para quem quer somente ficar em paz conversando. Sabe quando o assunto não rola. Pois é com muito custo peguei nas mãos da moça. Acho que na cabeça dela estávamos cometendo um pecado mortal. Dois adultos, saídos de casamentos ruins, procurando amizade, sexo e quem sabe a alma gêmea. Pecado. Pecado. PECADO. Basta dizer que nunca mais a vi…

Segundo contato:
Fui as preferências do site e exclui a opção religião.
aproveitei e mudei mais alguns detalhes como hetero, bi e homossexual. Queria uma mulher boa de cama e se por acaso ela tb gostasse de mulher como eu…. ÓTIMO sexo a três seria uma experiência nova.
Dentre as mensagens que recebi veio uma que chamou minha atenção. Era de Uma ruiva linda, de olhos sinceros e verdes, pele suavemente bronzeada pelo sol, O detalhe era sua altura: 1,87
Nunca tinha saído com uma ruiva, e muito menos com uma mulher bem maior que eu. Mandei um Oi e dentro de pouco tempo ela respondeu e começamos a conversar.
ela já estava há mais tempo no site de namoro e suas dicas foram ótimas.
Marcamos nosso encontro na cafeteria do primeiro piso do shopping Del Rey.
No dia seguinte pedi ao patrão para sair mais cedo, cheguei em casa e fui me aprontar. Tinha muito tempo que não fazia barba duas vezes no mesmo dia. Arrumei meu traje esporte fino, e segui para encontrar a ruiva que tinha o apelido de Red. Deixei o carro no estacionamento do terceiro andar que é sempre mais vazio e fui ao encontro de Red. Quando fui me aproximando notei que ela já havia pedido um café expresso com pão de queijo. Ela estava de costas mas era uma visão impressionante. Fiquei parado olhando e observando que todo homem e mulher ao passar por Red olhava e alguns desacompanhados até mexiam com ela. O conjunto da obra se destacava. Fiquei pensando como uma mulher dessas podia querer algo com um Cara como eu?
Mas a vida é assim azar no jogo sorte no amor! Vai saber…
Oi Red
Oi castanho
Ao se levantar para me dar três beijinhos me senti no céu. seu perfume era mais fascinante que sua beleza. Foi meu primeiro comentário
Moça você é muito mais bonita ao vivo e que perfume é esse. MARAVILHOSO!
Ah Castanho vc é muito gentil. Já pedi um cafezinho com pão de queijo. Tô morta de fome. Hoje não tive tempo pra nada. O que vai querer
Um café, tô muito nervoso pra comer alguma coisa
Nervoso? Te desapontei? Achou que eu não sou o que vc pensava
Peguei sua mão e olhando em seus lindos olhos verdes disse:
Tô nervoso pq é o contrário do que vc disse. Vc é muito bonita, charmosa, cheirosa. … tô achando que vc aqui comigo deve ser alguma pegadinha do Faustao
Ela riu.
Bom pelo menos não tem câmera escondida rsrsrs
Conforme íamos conversando fui passando a mão em seu braço, seu pescoço até chegar em seu rosto
Passei meus dedos em sua boca e ela deu um selinho com um biquinho. Foi a deixa pra me aproximar e dar nosso primeiro beijo. Rápido. Discreto, mas um passo a frente em nosso Romance.

Red vamos sair daqui
Notei um brilho nos seus olhos e a palavrinha mágica se fez ouvir
Sim
fomos caminhando de mãos dadas como se soltar nossas mãos fosse nosso fim. Éramos adolescentes apesar dos quarenta.
Ao chegar ao carro fui abrir a porta e um beijo profundo foi trocado e nossas línguas famintas nos deram a direção a seguir…. um motel o mais rápido possível pois nosso desejo era visível. Acho que o tesão estava a flor da pele. Ou como dizem tem que ter pele. Química….
Durante o trajeto até o motel ela veio perto de mim passando as mãos em meu pescoço meus braços. …
Sabe castanho pq você me da tanto tesão?
Não sei Red, mas desde que vi você sentada na cafeteria meu pau ficou duro
E eu desde que vi sua foto no par perfeito. Ah castanho me subiu um calorão
RS RS RS RS RS
Que bom Red a atração é mútua
Sim
Escolhemos uma suíte completa, saímos do carro e um beijo molhado marcou nossa cumplicidade….
Ao chegar na suíte ela caiu na cama. A visão de Red deitada na cama com de vestido amarelo, sapato de salto preto, baton vermelho e cabelos compridos ruivos e soltos, olhos verdes e um sorrisinho sapeca nos lábios é uma visão que guardo em minhas melhores lembranças. Inesquecível.
Castanho
Fala gatinha
Faz um strip tease pra mim
Ahhhh Red não sei fazer. Nunca fiz. Vou fazer papel de ridículo pra você. …
Faz castanho você não vai se arrepender. E fez um biquinho nos lábios….
Fazer o quê? Se a gata pede…. Fui até o som coloquei uma música sexy e romântica e fui pra frente dela. Comecei a tirar. Minha roupa achando que estava abafando, só achando. Strip é uma coisa difícil de fazer. Fui tirando e jogando pra ela, que pegava e cheirava.
Quando fiquei só de cuecas Ela sentou-se e num movimento com as mãos me chamou pra perto dela…
Fui chegando e ela passou as mãos em meu corpo e delicadamente foi descendo minha cueca deixando meu pau grosso apontando pro céu pertinho de seu rosto
Hummmm que delícia Castanho!
Todo seu
Adoro. Posso saborear
Claro Red espero que goste do sabor
Vamos ver
Disse isso é começou a passar a língua devagar em minha cabeça inchada. Fui ao céu. Ela me olhou com o pau na boca, tirou fora e disse:
tô com fome. Vou querer leitinho
Sirva-se amore mio
Aí ela começou a chupar e a bater uma punheta safada e gulosa
Calma Red. Senão eu gozo
Goza meu macho. Que pau gostoso. Tem gosto de abacaxi. Quero sentir o sabor de seu néctar. Da pra mim. Como resistir aqueles olhos verdes suplicando meu leitinho. Não demorou e metia descontroladamente em sua boca e jorrei a porra no fundo de sua garganta. Foi tanta que escorreu por sua boca e sua língua nervosa saboreava tudo, sem deixar uma gota se perder. Ela levantou-se e num Beijo apaixonado deixou seu vestido cair ao chão ficando só de calcinha vermelha fio dental. Ficou de quatro e me pediu:
Come meu cuzinho amor
Claro
Puxei a calcinha de lado e passei meu pau em volta de seu anelzinho. Fui colocando devagar e olhando pelo espelho a nossa frente via seus olhos virarem de tesão.
Comecei a entrar e a tirar todo meu cadete enquanto ela gemia cada vez mais gostoso
Mete gato, come sua puta, fode sua fêmea
Aí gostosa. Que cuzinho apertado. Delicia. Rebola cachorro.
E ela rebolava empurrando sua bunda em minha direção. … não demorou e ela num grito me avisou
Mete com força gato tô gozando. Aí aí aí aí aí a Aí III inibiu
Goza pura Goza gostoso pro seu macho
E comecei a meter sem dó até o fundo. Não demorei a encher seu ramo de porra. Que delícia. Cai na cama ao lado dela ofegante. Ela também com a respiração rápida. Deitados demos as mãos e ficamos uns 10 minutos recuperando nossas forças. Depois ela levantou-se e foi tomar um banho. Saiu enrolada na toalha. Foi ate a mesinha Sentou e me chamou
Deixa eu tomar um banho Red
calma Castanho. Senta aqui tenho um segredo pra te contar
Fala gatinha
Estou mentindo pra você.
Como assim Red. Mentindo em quê?
Olha você não reparou. Talvez pelo tesão. Talvez pelo fato de você estar a muito tempo sem trancar. …
Reparei o quê gata. Transamos e foi bom demais….
Eu também adorei Castanho. Mas para continuarmos a nossa relação tenho que te contar verdade.
Fala Red. Não gosto de mentiras
Castanho a verdade é que não sou mulher.
Sou travesti.

Bom gente Quem gostou e quer saber como termina continua no CONTATOS 2…

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Professoras safadas

  • 01/12/2015
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Na escola que Marta lecionava havia uma aluna rebelde que dava problema a todos os professores, menos na aula dela, porém Marta não se dava conta de como a tal aluna a olhava com cara de safada. Quando se deu conta de que a tal a menina a comia com os olhos, Marta, começou a ter problemas de concentração na sala de aula e partilhou sua inquietude com uma amiga também professora, a qual, lhe disse que se fosse com ela, ela não pensaria duas vezes, gata e safada daquele jeito até ela pegava. Marta ficou surpresa com o que ouviu, pois não se passava pela cabeça fazer burrada com aluna e nunca imaginou que a outra professora saia com mulheres assim como ela. Vendo a cara de espanto de Marta a professora disse: calma aí eu gosto de homem, mas para ela, a aluna, e para você, eu abriria uma exceção, e como abriria, pois, as duas são gatérrimas. Sorrindo, Marta, respondeu: – pronto agora é que não consigo dar aula mesmo! A outra professora, deu um sorriso, e o sinal tocou. Marta pegou um cafezinho e saiu da sala dos professores totalmente desconcentrada, sem graça e ficou um tempo sem ter oportunidade de ficar sozinha com a tal professora. Era uma tortura, uma dentro da sala de aula e outra fora, ambas a comendo com os olhos. Depois de certo tempo Marta achou que a aluna havia desistido e ficou mais aliviada. Como nas sextas feiras ela só dava aula, durante o período da tarde, e era o dia que a outra professora não trabalhava, mas quando estava indo embora ouviu a voz dela na sala da diretoria, achando estranho e curiosa, foi até lá e quando a professora a viu, deu um sorriso dizendo que já estava indo e se despediu da diretora e foi em direção dela com um sorriso no rosto e disse: oi, está pronta, to de saída, te dou uma carona, passando por ela rebolando mais que o normal. Marta, saiu sem se despedir de ninguém, só escutou a diretora gritando, tchau né? Já dentro do carro, a amiga falou: quer ir para onde? Marta respondeu: hummmm, hoje é sexta-feira e só temos aula na segunda, não é? Então guia o carro para onde você quiser, vou confiar em você. Ela seguiu sentido Rodovia Raposo Tavares, região de motéis, mas antes de chegar a um, Marta pediu para passar em um supermercado. Feito o pit stop, depois de alguns minutos ela retorna com sacolas cheias de coisas deixou a amiga curiosa, mas não revelou o que tinha comprado. Enfim chagaram no Motel, mal fechou a porta da garagem Marta pulou para o para o colo da amiga beijando-a sem parar e sem encontrar nenhuma resistência tirou a blusa dela, e ficaram se lambendo…. Depois se levantaram, começaram a se despir pela garagem, espalhando roupa para todo lado até a entrada do quarto. Quem olhasse, perceberia peças de roupas para todos os lados. Imagine a cena: enquanto a amiga abria a porta Marta estava grudada por trás dela chupando o pescoço e acariciando os seios, e a amiga aos gemidos, vira e retribue com a mesma intensidade indo direto para cama, onde uma se deitou sobre a outra aos beijos e caricias pelo corpo todo. Sem perder tempo Marta desceu até seu sexo e chupou o grelinho da amiga até ela explodir gritando que estava gozando. Enquanto a própria Marta que morria de tesão, pegou as sacolas no carro e ao voltar pediu para a amiga fechar os olhos, e então pegou uma cobertura de caramelo que havia comprado no mercado e despejou sobre os seios da amiga e se pôs a lamber. Cada vez que a lambia, a beijava, fazendo-a gemer e assim foi seguindo, chupando-a todinha e espalhando a calda pelo corpo gostoso todinho entregue para ela. O passo seguinte foi descer a língua pelo corpo lambendo até seu grelinho quente cheio de tesão, onde Marta passou a língua de forma bem suave, no que a amiga abriu mais as pernas como um convite oferecendo sua orquídea linda e Marta não hesitou e encheu sua boca bem quente e molhada sugando a todinha e a penetrou com dois dedos fazendo-a gemer mais e mais, aumentando a pressão até ela gozar outra vez aos gritos se tremendo toda na cama, como se estivesse com epilepsia e quando ficou mais calminha, olhando para ela toda entregue a ouviu dizer com voz rouca:- nossa como você faz gostoso! Faz melhor que meu namorado. Desse jeito vou morrer aqui. Marta respondeu: – claro que não professora, quero você vivinha para te chupar todinha de novo! E deitou-se ao lado dela e se beijaram com mais calma, então a professora se levanta e vê as outras coisas que Marta tinha comprado inclusive um pote de cereja em calda e pegou, abriu e foi em direção de Marta com uma cereja na boca e lhe beijou. O pote caiu e riram, deixando-o para lá e recomeçaram a se devorar como loucas. A professora enfiou a mão entre as pernas da Marta e a penetrou com tudo fazendo-a gemer aos gritos. Marta expulsou os dedos de dentro dela e quando gozou a amiga a olhou meio intrigada, mas gostou e a penetrou outra vez mantendo sua mão mais firme que antes para Marta não a expulsar novamente fazendo-a gozar por várias vezes. Era belo ver duas professoras em plena reunião carnal durante uma tarde toda se amando sem pudor, ou melhor, durante todo um final de semana, pois a transa continuou na casa de Marta á noite, para onde a amiga foi passar a noite.
Na segunda feira as duas já estavam em sala de aula comportadíssimas, mas somente elas sabiam o quanto suas bucetinhas estavam ardendo de tanto que foram penetradas por dedinhos e próteses penianas de silicone. No intervalo das aulas a amiga fez a Marta uma proposta irresistível: se unir a ela com outra mulher, mas essa história fica para depois, se você me der uma boa nota e fizer um comentário. Se desejar entrar em contato, terei o maior prazer em responder: [email protected]

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Me sentindo completo.

  • 01/12/2015
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Meu nome é Everton vivo a sete anos uma historia de amor com Milton.
Milton era meu vizinho ele é dois anos mais velho que eu crescemos juntos brincávamos, brigávamos, fazíamos as pazes em minutos, estudamos juntos, isto é na mesma escola, ele sempre foi muito alegre e divertido e isto me encantava sua espontaneidade facilidade de fazer amigos, se socializar, principalmente porque eu não era assim ao contrario eu era bem tímido.
Eu sempre me senti bem ao lado de Milton, gordinho, usuário de óculos eu era muito zoado e como sou muito tímido não conseguia responder a altura, mas se Milton estivesse perto ele me defendia retrucando a zoação.
Quando Milton tinha 18 anos ele sofreu um acidente andando de bicicleta foi atrolepelado por um carro o que o deixou paraplégico. Todos ficamos tristes e incertos do futuro, mas Milton permaneceu alegre, tirando sarro, fazendo piadas das situações, dificuldades e eu sempre por perto.
O tempo foi passando e Milton não se fez de coitadinho sempre tentando ser o mais independente possível, mas sabendo reconhecer suas limitações pedindo ajuda ou encontrando maneiras criativas de superar os obstáculos aquilo fazia de Milton para mim ainda mais especial. Muitos dos seus "amigos" se afastaram, mas seu sorriso fácil, seu jeito alegre e contagiante trouxe novos amigos.
_ Everton quero fazer academia vai facilitar muito minha vida, vou precisar de mais força nos braços agora além de querer dar aquela definida ne?
Disse Milton me dando uma piscada.
_ Acho uma boa ideia! Ate eu deveria ir junto para ver se perco alguns quilinhos, mas me da um desanimo.
_ Que isso cara, vem comigo! se voce desanimar eu te animo, afinal você é ou não meu escudeiro?
Fiquei todo vermelho com aquelas palavras e com aqueles olhos me olhando seu sorriso aberto não resisti e aceitei o desafio.
A primeira dificuldade foi encontrar uma academia minimamente adaptada ou seja que Milton conseguisse entrar com a cadeira de rodas, ir ao banheiro, circular entre os aparelhos. Conseguimos em uma no bairro ao lado o bom disse Milton e que já íamos aquecendo com uma gargalhada deliciosa no final. Confesso que a ideia não me agradava muito, mas o fato de estar mais um tempinho junto com Milton o esforço compensava e como kkkk.
A força de Milton, sua disposição era contagiante mesmo quando eu não queria ir na academia ou parava os exercícios la vinha meu amigo me animar o que realmente fez com que os resultados aparecerem. Miltom desenvolvel seu ombros, seus braços, nossa que delicia aquele tanquinho com seus pelinhos que desapareciam no short e eu também perdi alguns quilos e já podia ver um pouco de desenvolvimento nos braços, ombros e pernas, não como Miltom, mas já havia emagrecido muito desde que começamos.
Um dia voltando da academia percebi que estava sem as chaves de casa e ao chegar em casa bati a campainha e ninguém atendeu.
_ Há cara minha mãe saiu e estou sem chaves!
_ Sem problemas vamos para minha casa.
_ Mas eu estava muito afim de um banho estou morto e fedido.
_ Então somos dois cara, mas da nada não toma banho la em casa.
_ Sei não Milton.
_ Que isso Everton? Que mal há em você tomar banho la em casa se for vergonha dos meus pais relaxa eles ainda não chegaram e a Margo (empregada da casa) já deve ter ido embora a uma hora dessas.
Aceitei e la fomos nos para a casa de Milton, que mal entrou já tirou sua camisa.
_ Pode tomar banho primeiro enquanto eu preparo um lanche para nos que estou varado de fome e voce deve estar também. Se a cadeira atrapalhar coloque ela aqui no quarto.
_ Não Miltom não precisa depois eu compro qualquer coisa para comer.
_ Não ta confiando no sanduba do Miltão aqui não é?
_ Não é isso cara, é que….
_ Então relaxa vai tomar seu banho que logo vai comer o melhor sanduíche da tua vida kkkk.
Eu não estava acreditando, eu estava tomando banho na casa do Miltom no banheiro dele quantas vezes eu sonhei com aquilo, claro que nos meus sonhos eu estava tomando banho com ele ne, mas isso já era coisa da minha cabeça. O Banheiro era um suíte todo adaptado feito especialmente para Miltom depois do acidente, tirei a cadeira de banho do meu amigo, tirei toda minha roupa e comecei meu banho. Terminei o banho pego a toalha e antes de me enxugar cheiro para sentir o cheirinho do meu amor platônico, nossa que delicia que cheiro bom, olho para o cesto de roupas e não resisto pego uma cueca de Miltom e começo a cheirar quando escuto um barulho jogo a toalha no cesto a porta se abre me assusto.
_ Que foi cara?
_ Me assustei com você abrindo a porta e por falar nisso sai daqui estou pelado!
_ kkkkk larga de bobeira Everton, os sanduíches estão prontos, quer uma roupa minha?
_ Sim mas sai do quarto para eu me vestir digo me escondendo na toalha.
Milton puxa minha toalha e joga do outro lado do quarto e empurra sua cadeira que vai para trás rápido rindo da minha cara.
_ Que criancice Milton.
_ Você ai todo cheio de timidez só estamos nos aqui Everton ta com medo de quem te ver pelado eu?
_ Sabe que tenho vergonha.
_ De que cara ? se você ficar com vergonha de você mesmo, quem vai te respeitar? Um cara tão legal, divertido inteligente, se escondendo, porque? Por causa de um par de óculos, uma gordurinha? Se você quiser pode usar lente e ficar parecido com os outros, pode emagrecer e se você prestar atenção já esta com um corpo bem mais magro agora olha para mim Miltom eu estou numa cadeira de rodas, não há nada que eu possa fazer para mudar isso e mesmo assim eu não vou deixar ninguém tirar sarro de mim por isso, não vou me esconder porque sou diferente, vou treinar, aprender coisas ficar mais e mais independente, o que eu não souber ou não conseguir fazer sozinho eu pedirei ajuda, farei o possível para estar sempre bonito, cheiroso, charmoso e alegre não só por mim, mas por todos que estão ao meu lado.
Ouvindo tudo aquilo que Miltom disse meus olhos ficaram cheios de lágrimas e quando ele terminou num impulso me atirei sobre a cadeira e o abracei.
Kkkk que isso cara? Que carência é essa agarrando um cadeirante todo suado?
_ Eu gosto do teu cheiro
Disse sem pensar quando percebi o que estava fazendo me levantei e me afastei todo vermelho de vergonha.
_ Desculpa, desculpa eu.. eu… ai meu De…
_ Hum então você curte um cheirão de macho suado?
Disse Miltom tirando sua roupa.
_ Pronto agora nos dois estamos pelados, vem ca dar um cheirão no meu sovaco.
_ Não Miltom foi um erro cara eu não.
_ Qual é Everton, já tem maior tempão que você ta afim cara diz ai? Nos nunca tivemos uma oportunidade antes e a culpa foi minha, antes com todas aquelas mulheres dando em cima de mim eu mesmo sentindo que faltava algo não sabia o que era, pensava apenas que não tinha encontrado a mulher certa, depois do acidente todas sumiram, aos poucos fui conhecendo outras, mas ai ficava com medo de estarem comigo por pena ate que um dia eu percebi você não sei quando foi só sei que percebi seus olhares, sua dedicação a nossa amizade comecei a sentir coisas sabe, fiquei confuso, mas não sei algo me diz que você também sente algo por mim e eu não quero perder mais tempo eu… desculpa se não sente o mesmo por mim, mas eu não vou ficar mais com isso engasgado dentro de mim, eu….
Sem me conter mais beijei Miltom que correspondeu ao meu beijo me puxando para cima da cadeira sentei em seu colo e continuamos a nos beijar nem sei por quanto tempo, ficamos assim acariciando um ao outro nos beijando, olhando um para o outro, voltando a nos beijar.
_ Tem certeza que é isso que você quer?
_ Eu que pergunto se você tem certeza, vai mesmo querer um gordinho, quatro olhos ?
_ E você, percebeu que sou um cadeirante?
_ já te disse que sou faxinado por tudo que tem rodas?
_ Já te disseram que quem gosta de osso é cachorro?
Rimos muito levantei da cadeira, Milton pediu para eu levar a cadeira de banho de volta para o banheiro e foi tomar banho e eu fui ajuda lo, não que ele precisasse, mas como um ato de carinho, lavei suas costas alisei ensaboei seu corpo com o sabonete seu pau ficou duro e não resisti cai de boca naquele cacete banquinho de cabeça rosada tirando suspiros de prazer em Milton que depois de algum tempo pediu para eu me levantar e empinar a bunda. Miltom abriu minhas nádegas e enfiou sua língua me fazendo um delicioso cunete eu nunca tinha sentido nada igual na vida, meu corpo se arrepiava e meu cu piscava enlouquecidamente chegando as vezes prender a língua de Milton. Meu amigo passou a enfiar seus dedos em meu anel como eu era virgem ele pediu para eu pegar o shampoo lubrificou seus dedos e voltou a me penetrar logo ele estava com três dedos em meu buraco e meu pau duro feito rocha babando. Me virei deu mais uma chupada no pau de Milton ensaboei bem seu cacete com o shapoo e sentei.
Meu cu foi aos poucos recebendo aquele mastro que não é grande nem grosso como os geralmente relatados nos contos e que eu via em filmes, depois é claro medimos e descobri que ele tem 16 cm de comprimento e 10 de circunferência. Tamanho e grossura que fizeram meu cuzinho virgem arder a principio, mas logo que estava todo dentro de mim e relaxei me senti totalmente completo e preenchido. Milton acariciava meu corpo eu subia, descia rebolava em seu cacete, gemíamos e aqueles gemidos nos davam ainda mais tesão. Meu amor mordiscava minha orelha e me dizia coisas como:
_ Que corpo macio gostoso! Nossa que cuzinho quente apertado! Delicia de rabo gostoso!!!
Seu cacete começou a pulsar dentro de mim, meu cu por sua vez piscava ainda mais rápido dando lhe apertões nossas respirações ficaram mais ofegantes ate que senti jatos quentes de porra me invadirem.
Relaxei meu corpo me virei na cadeira sentando de frente para Milton nos beijamos intensamente novamente, Milton percebendo que eu ainda não havia gozado bateu uma punheta em mim ate que eu gozasse melando todo nosso peito.
Esta foi nossa primeira vez, a partir daí nunca mais nos desgrudamos. Eu saia do trabalho e ia direto para a academia e depois íamos direto para a casa de Miltom namorar. Ficamos por dois anos no sigilo ate que um dia a mãe de Milton nos pegou dormindo juntos pelados na cama, foi uma tremenda confusão. Tivemos que nos encontrar em outro lugar pois os pais de Milton não permitiam mais minha entrada na casa, meus pais também eram contra minha mãe só chorava por meses dizendo que aquilo não era verdade e meu pai enfurecido não falava comigo.
Aos poucos a família de Miltom foi aceitando a nossa situação permitiram nosso namoro, mas eu não podia ir sem a presença deles ou ao menos de Margo na casa. Consegui passar em um concurso publico em outra cidade, ganhava melhor, aluguei uma casa e passei a ir todo fim de semana ver minha família que pensaram que longe eu tinha me esqueceria de Milton erroneamente pois depois de passar algumas horas com eles eu ia claro namorar com Milton. Isso durou uns seis meses ate que Milton decidiu vir morar comigo, no começo seus pais foram contra, mas os convencemos que assim seria melhor para nos. Milton conseguiu um emprego na nova cidade e alguns meses depois financiamos uma casa juntos. Foi maravilhoso entrarmos em algo nosso, todo adaptado as nossas necessidades, o projeto foi feito em acordo com a construtora, as portas mais largas, rampas, barras de apoio, altura das pias, vaso, tudo para facilitar nosso dia a dia.
Quando meus pais descobriram ficaram desconsolados os pais de Milton tentaram nos ajudar a convence los de que não estávamos fazendo nada de errado e que apenas queríamos viver juntos em vão meus pais cortaram definitivamente relações comigo. È claro que eu fiquei muito triste com isso, mas Milton nunca deixou de me apoiar.
Hoje já não estou mais gordinho porem não consegui ficar definido não resisto a doces e a gordices kkk Consigo manter um peso bom, mas não consigo definir apesar que meu lindo diz que tenho o corpo mais gostoso do mundo e isso basta para mim. Não me adaptei a lentes e continuei a usar óculos, não só isso incorporei esse acessório definitivamente em minha vida como algo não só necessário, mas de estilo, tenho vários modelos e tamanhos que são escolhidos sempre após um aval do meu amor que ama me ver de óculos.
Milton esta com um corpo bem definido cada bração que é uma coisa de louco, todo seu corpo é bem estruturado e definido exceto as pernas. Sexualmente vamos muito bem obrigado, prefiro a posição de passivo e sempre estamos descobrindo novas posições, as vezes faço ativo também, mas é bem raro, algo que gosto muito é de sexo oral ai nos esbaldamos em 69 kkkk.
Trabalhamos, arrumamos a casa, cozinhamos, transamos, vivemos uma vida maravilhosa juntos um completando o outro, um dando força, apoio, carinho ao outro e espero que essa felicidade dure por muitos e muitos anos.

Autor: Mrpr2

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A primeira vez em que fui enrabado

  • 01/12/2015
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Vou contar como fui enrabado pela primeira vez. Tudo começou na escola em que eu estudava. Estava no ginásio, era um adolescente virgem. No colégio os garotos passavam a mão na minha bunda, me sarravam no ônibus etc. Eu nunca tinha dado a bunda. E também nunca tinha comido nenhuma garota, nem garoto. Um dia, um colega, de nome Jorge, me mandou um bilhetinho, que guardo até hoje. Dizia: " Oi, gostaria que você botasse uma sunga de preferência preta para mostrar sua pele bem clarinha, aí eu fico louquinho, dá o contraste com sua bunda bem branquinha. E gostaria muito de penetrar em você, e quero que você dê uma gozada com meu pau dentro na posição de frango assado pra beijar você na boca na hora em que eu estiver metendo em você."
O Jorge era bem moreno, e então a gente combinou de se encontrar de tarde na minha casa, para estudar, era a hora em que meus pais não estavam, nem a minha irmã. Pois bem, lá pelas três horas da tarde, o Jorge chegou e fomos pro meu quarto. Ele me falou que gostava muito de mim, que me comia com os olhos na escola, na hora da educação física, etc. E que tinha me visto no vestiário e ficado doido com a minha bunda branca. Aí ele foi se aproximando e me fazendo carícias no pescoço e rosto, e tascou um beijo na minha boca. Eu fiquei meio surpreso, mas gostei. A gente estava sentado à mesa de estudo, e ele começou a me alisar por dentro da minha camiseta, e botar a mão no meu pau por cima do short, e pegou a minha mão e botou em cima do pau dele por cima da calça, e eu senti que o pau dele já estava duro, e percebi que era grande e grosso. Bem, aí foi um pulo pra gente começar a se esfregar, segurando cada um o pau do outro, por cima da roupa. Aí o Jorge começou a tirar o meu short (que era bem curto, dava pra ver a polpa da minha bunda), e eu, agachado, comecei a tirar a calça e a cueca do Jorge, e então pulou quase na minha cara aquele cacetão, meio torto, e tinha uma cabeçorra!!! Ele começou a empurrar o pau pra minha boca e me obrigando a chupar. Engoli aquela pica e comecei a chupar pela cabeça, dando voltas com a minha língua, e depois percorri o pau dele sempre olhando pra cara do puto, que estava meio que com olhos revirados e gemia alto. Enfiei o membro dele pela minha garganta, e tive ânsias de vômito, me fez engasgar, mas estava delicioso, e logo o Jorge esporrou todo na minha boca, mas eu não engoli, cuspi pro lado. A gente descansou um pouco, conversando e olhando um filme pornô na internet. Aí o Jorge começou a alisar minha bunda, e disse que tinha fixação nela, que ia me comer mesmo se eu não deixasse, porque ele era meu macho e outros papos assim. Passava a mão na minha bunda, me lambia a cara, essas coisas, e fui ficando com tesão! Ele então me segurou pelas costas e foi encostando o pau já duro em mim. A gente já estava nu, e aí fui amolecendo, e o danado foi me dobrando e me encostando de costas na beira da cama, e passou muito cuspe na minha bunda, e enfiou o pauzão. Era a primeira vez que eu dava, mas meu cu apertadinho (segundo ele me falou) recebeu bem a pica do Jorge. Ele dava estocadas firmes e me falava que eu era a putinha dele, um viadinho safado etc. Acabou tirando o pau do meu cu, e gozou, jorrando muita porra na minha cara, enquanto gemia alto. Eu estava adorando a porra na cara, ele me comia gostoso e ainda me comeu outras vezes, até que meses depois saiu do colégio, e nunca mais o vi.

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Trepada no hotel fazenda

  • 01/12/2015
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Essa aconteceu num hotel fazenda na serra. Eu estava meio deprê por causa de um carinha e resolvi esfriar a cabeça curtindo um clima light. Logo na chegada, fui recepcionada pelos donos, um casal simpático e atencioso, o marido Joca fazia o estilo sertanejo, e dava pra sacar que tinha um baita corpão escondido na calça jeans justa. Muito solícito foi ele que levou minhas malas até o chalé. Era uma vista linda para um lago. Não pude deixar de perceber o olhar curioso de Joca, apesar de sua discrição.
Mas foi no jantar daquela noite que percebi que a curiosidade de Joca ia bem mais além…era um jantar dançante e os hospedes estavam animadíssimos, como eu estava sozinha havia optado por sentar numa linda varanda com vista para a piscina…logo Joca e a esposa se aproximaram para desejar uma boa noite…e em poucos segundos os dois já haviam me arrastado para o salão.
Eu não estava muito animada mas realmente a alegria de todos era contagiante e não demorei a aceitar alguns pedidos para dançar. Algumas doses de caipinha depois eu já estava soltinha na pista e dançando com o Joca, a esposa parecia não se incomodar e também dançava com um hospede. Joca devia ter seus 40 anos. Não demorei a sentir o corpo já suado me apertando…claro que aquele cheiro másculo mexeu com a minha libido. Mas eu tinha que me comportar. Percebi que Joca me apertava mais, o corpo bem definido me fez perceber uma certa “paudurecência” o clima parecia esquentar quando resolvi dar um basta na situação e me despedi indo para o quarto.
De banho tomado me ajeitei na cama….uma diva; nua e perfumada. Não demorei muito a pegar no sono. Acordei assustada com um homem ao pé da cama, ia gritar mas logo reconheci Joca. O intruso estava apenas de short, o peito definido estava suado…obvio que perguntar o que ele queria era bobagem…em poucos segundos já livre do short ele havia me colocado de 4. Joca não precisava de muitas apresentações bem dotado ele não era adepto as caricias preeliminares, queria era meter. Meter com muita vontade. Parecia um daqueles reprodutores insaciáveis….socava sem a menor piedade. Puxava meus cabelos e mandava ver;
Não sei quanto tempo fiquei ali….só sei que caí exausta na cama…sem forças totalmente encharcada de porra. Acordei na manhã seguinte arrombada, ardida…acho que meu banho durou uma eternidade.
Durante o café, apenas a mulher de Joca passeava pelo salão. Me cumprimentou sorridente e coitada mal sabia ela o quanto o marido se fartara na madrugada. Um peão veio até a mesa, me levaria para conhecer o resto da propriedade,Era bem bonitinho, De charrete partimos por uma pequena estrada, haviam outras , uma verdadeira procissão. Em uma certa parte do percurso nos distanciamos dos demais e seguimos por uma outra estradinha….andamos por quase uns 15 minutos até parar numa clareira. Para minha surpresa lá estava Joca à cavalo, Sorrisinho malicioso….eu mal poderia esperar. Joca foi logo descendo do cavalo….sem maiores cerimônias já arrancou a minha roupa. Numa espécie de mesinha me botou de 4 mais uma vez pude sentir aquele pau insaciável me arrebentando ali no meio do mato. Logo o peão que me levara sacou uma vara considerável e meteu em minha boca….eu estava realizada com aqueles dois machos. Os fiz gozar ao mesmo tempo….mas eles queriam mais. Enquanto eu me recompunha daquele exercício todo me surpreendi com os dois já pelados naquela grama se deliciando em um 69. Aqueles dois machos se mamavam com vontade, ritmados….gozaram juntinhos sem desperdiçar uma gotinha de porra.
Ficaram por um bom tempo ali arfando de tesão. Mas Joca queria mais e de 4 ficou esperando pelo seu peão. O macho da noite anterior virara uma putinha, rebolava com gosto pedindo mais …o peão atendia seus pedidos socando com vontade.o gozo foi inevitável….
Tomamos um banho numa pequena cachoeira o peão ainda me comeu ali na beira do rio. Era gostosinho o danado…e chupara meus peitos e meu pintinho como um louco. Voltamos para cede trocando carícias.
Naquela noite os dois vieram para meu quarto….mas essa é outra história.

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