Jovens (78)


Sozinha em Casa com o Ficante

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  • Fetiche: Sozinha em Casa com Ficante;

  • Personagens: Júlia (Juuh) e Lucas;

  • Características:

    • 16 Anos,

    • Novinha;

Olá, meu nome é Júlia, mas pode me chamar de Juuh. Tenho 16 anos.

No último fim de semana, aproveitei que meus pais estavam viajando e meu irmão mais velho tinha ido numa festa, e convidei meu ficante, Lucas, de 18 anos, pra ir até a minha casa assistir um filme (detalhe: era um pornô).

Ele topou na hora.

Assim que fui atender a porta, vi que o garoto não tirava os olhos do meu decote.

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Fiquei com a melhor amiga da minha filha

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Janaína comparecia na minha casa com frequência há anos, como era a melhor amiga da minha filha mais nova, Gisele.
No verão passado, eu estava no meu jardim, junto à piscina, enquanto as duas meninas (20 anos minha filha e 21 a Jana) estavam brincando na água.
Janaína era uma menina rechonchuda, com dois seios bonitos e grandes e uma bunda gostosa e firme. A gata também tinha curvas que me sugeriam uma série de fantasias quentes. Minha sunga deixava notar toda minha tesão.
Quando Gisele, corpo esbelto e de criança, atirou-se sobre a amiga de brincadeira para puxá-la debaixo d’água, vi emergir a xoxota de Jana de um lado do biquíni, um pouco, talvez muito pequeno. Fingi indiferencia, para evitar suspeitas, mas eu queria me aproximar e fode-la. De preferência, sem Gisele ao redor. Ou minha esposa, que estava na casa.
Enquanto olhava e fantasiava, decidi de me virar de costas para não vê-la de novo e adormeci.

Eu não sei quanto tempo passou. Eu só sei que eu acordei por alguns salpicos de água.
Eu me virei e vi Janaína, de biquíni, sentada na borda da piscina que jogava água em mim.
Sentei-me: – Jana! Você me acordou!
– Sim, Sr. Paulo. Está riscando se queimar, reparou quanto quente está o sol?
Eu balancei a cabeça. Na verdade, a minhas costas estavam queimando.
– Onde está Gisele?
– Sua mulher disse que Gisele tinha uma visita ao ginecologista. Desde que eu não tenho compromissos, elas me deixaram aqui.
– Gisele não podia emprestar-te alguma coisa?
– Duvido que eu cabo em suas roupas! – Ela riu.
Eu ri de mim mesmo.

Então eu percebi que estávamos sozinhos em casa. Eu morria de medo de ficar de pao duro só com o pensamento.
– Não vai para casa? – Eu perguntei a ela imediatamente.
– Meus pais não estão. Sua esposa disse que desde que eu estava sozinha, podia jantar aqui – e percebendo minha expressão disse – se você concorda.
– Sim, claro!
– Vamos em casa? Começo a me sentir muito quente… – Ela me disse.
Eu dei um aceno com a cabeça e fomos.

Ambos só com roupa de banho nos sentamos no sofá.
– Quer um café? – Pedi-lhe para colocar distância entre nós.
– Sim, mas eu estou indo para prepará-lo.
Levantou-se e foi embora. Olhei para aquela linda bundinha balançando em direção à cozinha, até que ela se foi.
Toquei meu pau: duro. E estava doendo.
– Sr. Paulo? – Jana me chamou – pode vir um momento?
Eu fui.
– Diga-me.
– Pode tomar a jarra de café para mim por favor? Ela é muito alta, não consigo.
Mudou-se para me deixar passar. Na verdade, na família estamos todos bastante altos, portanto, Jana estava em desvantagem sendo tão pequena.
Peguei o vidro e passei para ela, ao fazer isso, notei que a parte de cima do biquíni estava totalmente fora do lugar. O peito dela estava fora, gostoso e à vista. Meus olhos se arregalaram de surpresa e escureceram pela tesão.
– Janaína… er… o biquíni mexeu… – Eu disse com a voz rouca.

Ela baixou os olhos.
– Sim, este biquíni é de Gisele, está pequeno em mim – respondeu com calma. Ela olhou para mim e correu a ponta da língua no lábio.
– Não vai te arrumar?
– Claro… Mas você pode fazer isso por mim? Minhas mãos estão ocupadas – disse-me, mostrando-me o vidro em uma mão e cafeteira na outra. Ela sorriu, me desafiando. Obviamente, ela poderia apoiar as coisas e ajusta-lo sozinha. Mas estava me provocando.
Engoli.
– Como? – Eu estava confuso e com tesão.
– Bem… se você tem vergonha, eu vou faze-lo de mi mesma.
Eu fiz. Tomei seu seio com uma mão e com a outra ajustado o triângulo do biquíni para colocá-lo de volta para dentro.
Ao fazer isso, tomei o cuidado de tocar o mamilo, duro como pedra. Ela corou. Mas não por vergonha.
– É isso aí – eu disse, afastando-me de alguns metros. Sentei-me em cima da mesa
Jana como se nada tivesse acontecido estava preparando o café.
– Você gosta mais forte?
– Sim.
– Bem – o colocou no fogo e se virou.
– Você tem os peitos para fora de novo – eu disse a ela. Desta vez, sem vergonha.
– Que saco! – Exclamou. Ela tirou o sutiã e jogou-o atrás de mim.
– Sua culpa se você tem uma filha com um peitinho! – Me repreendeu rindo.
– A culpa é sua que você tem um peito sensacional! – Eu disse, jogando no chão a parte de cima do biquíni.
Ela pegou o peito com as mãos e o apertou.
– Você não acha que eles são grandes demais?
– Eles são perfeitos!
– Mmm… eu gostaria que fossem mais firmes!
Eu ri.
– Eles são rígidos, eu acho!
– Diz?
– Bem… para vê-los.
– Sim, mas ao toque?
– Eu não sei! Antes eu só encostei! – Eu gostava daquela conversa. Mas eu estava preocupado se a minha mulher e minha filha tivessem voltado e que nos tivessem visto na cozinha, assim, ela com o peito de fora.
Ela se aproximou.
– Toque!
– Como?
– Toca-me para dar uma opinião! Ela é um médico ou não?
– Eu sou um cardiologista, eu não me ocupo de peitos! Mas tudo bem – sai da mesa e agarrei seus seios.
Os apalpei por muito tempo. Toquei seus mamilos com o polegar. Deu-lhes beliscas pegando-os entre o polegar e o indicador.
Ela suspirou alto. Ela se mordeu o lábio.

– Eles são lindos! Firmes, macios… também parecem ter um sabor divino…
– Saboreá-los… – ela sussurrou, deslizando os dedos pelo cabelo.
Não me fiz dizer isso duas vezes. Fui buscá-la e colocá-la sobre a mesa, onde eu estava antes.
Tomei um seio na boca, chupei, lambi, mordi.
Ela gemeu e gritou.
Uma das suas mãos agarrou minha vara.
– Jana! Se eles voltarem?
– Não, eu te acordei as 15 apenas elas saíram, a consulta è as 17. Temos tempo!
– Você me acordou de propósito, hein, safada? – Eu perguntei, achando graça.
– Quando eu te vi olhar para mim na piscina, eu não pensei em mais nada! Foda-me Sr. Paulo!
– Chupa meu pau, garota! – Eu disse, puxando-a para fora da mesa e colocando-a de joelhos.

Ela tirou minha sunga e tomou meu pau duro tudo dentro da boca. Ela lambeu-o como um sorvete, em seguida, o colocou na boca de novo chupando gostoso. Ele brincava com bolas. Comecei a foder sua boca, era quente e úmida… como eu imaginava que era sua perereca.
A peguei de novo e a coloquei sobre a mesa. Tirei as calcinhas dela e coloquei imediatamente um dedo dentro.
Ela engasgou, então chorou.
– Sim, eu adoro isso!
Sem deixar de penetrá-la com meu dedo, eu estendi a mão para desligar o fogo sob a cafeteira.
Ela era um lago de humor e se mexia seguindo o ritmo do meu dedo. Ela chegou ao orgasmo com o meu dedo dentro, gritando e agarrando-se à mesa.
– Sr. Paulooo, maiiiis!
Depois dos últimos espasmos ela sorriu para mim.
Eu retribui o sorriso e fui até lá em abaixo para lambê-la, ela já estava tuda molhada, e fui fácil para penetrá-la com a língua e fazê-la gozar de novo. Na loucura orgasmo, eu puxou meu cabelo e empurrou o meu rosto ainda mais contra ela e, em seguida, empurrou com os pés no meu ombro. Doeu, mas eu não me importei. Ela gritou e chamou-me com palavras tão sedutoras que mesmo a dor me animou.

– Vira-te! – Eu disse, peremptoriamente, sem sequer dar-lhe tempo para recuperar-se da avalanche emocional que tinha ela tinha acabado de atingir. Ela saiu da mesa e obedeceu. Eu a fiz deitar com o rosto em cima da mesa, tornando-os formar um ângulo reto perfeito.
– Você tem uma bunda fabulosa, Janaína!
– Obrigado, Sr. Paulo – ela sussurrou.
Abri suas pernas e entrei em sua bucetinha. Gememos juntos. Eu entrava e saia lentamente, ela estava gemendo de prazer. Eu agarrei seus seios e com a outra mão me agarrei a seu quadril próspero. Eu afundei de novo meu pau.
– Gostoso… é… gostoso… – gaguejou.
– Eu sei.
Acelerei o ritmo, mais rápido e mais rápido. Eu estava socando violento que a mesa moveu, seguindo minhas estocadas. Janaina gritou furiosamente.
– Me foda, Sr. Paulo! Seu caralho! Seu pau!
– O que é o meu pau, vadia?
– É maravilhoso! Por favor, não pare! Estou gozando, estou gozando Eu venho, eu venho, gozooo!
Na minha vez gozei, gritando. Prazer que não pude conter meu cabelo puxado, fazendo-a ir para a cabeça de volta para mim. Enfiei o dedo no cu dela, dando-lhe um último espasmo.
– Você é espetacular!
– Ela é! –
Sai dela, virou-se e me beijou na boca.
– Viste-te agora. E você vai dormir aqui esta noite – a intimei batendo na sua bunda.

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Coroa come uma novinha na praia.

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Felipe, engenheiro civil, casado, pai de dois adolescentes, estando no apartamento da família, na praia do Guarujá, como não viu nenhum carro na garagem, por estar fora da temporada, achou que não havia ninguém nos apartamentos acima e abaixo do seu, e se pôs fazer alguns serviços necessários, removendo alguns móveis, mesas, sofás e fixando alguns quadros nas paredes usando uma furadeira, quando escutou batidas no teto de tok, tok, tok vindos do apartamento acima do seu. Em seguida o interfone tocou e ele pode ouvir uma voz feminina muito suave vinda do outro lado, avisando-o de que ele não estava sozinho e que estava fazendo muito barulho e se podia realizar o trabalho mais tarde. Desculpas pedidas, Felipe, combinou terminar o serviço em outra hora em que ela não estivesse no apartamento. Dois dias depois, por coincidência ou obra do destino, já com os serviços realizados, os deuses resolveram presenteá-lo, cruzando o seu caminho com a moradora do apartamento acima do seu. Ao abrir a porta do elevador, Felipe deu de cara com uma bela jovem de dezoito anos, indo para a praia de chapéu grande sobre a cabeça, óculos escuros, com a parte de cima do biquíni alaranjado, modelando perfeitamente seus pequenos seios e a parte de baixo coberto por uma canga também da mesma cor, com uma bolsa na mão, um guarda sol na outra, cadeirinha na mão. Então, ele deduziu ser a moradora do apartamento do andar de cima e se pôs a pedir desculpas pelo o barulho, etc,etc,etc… em seguida, já no saguão do prédio, se prontificou a levar seus pertences a praia aproveitando a oportunidade para conhece-la melhor. Já instalados e acomodados na aria com o guarda sol bem instalado ela lhe perguntou: Já terminou o seu trabalho? – Sim, já. Agora é só curtir essa praia deliciosa. -Você é de onde? Sou da zona oeste de São Paulo e você? – Sou do Morumbi. E a garota, continuou: -Você faz o que dá vida? -Sou engenheiro civil, e foi aí que ele percebeu que ela gostava de conversar, então perguntou o que ela fazia sozinha na praia, e a escutou dizendo que havia terminado o ensino médio e por duas vezes tentará entrar na faculdade de medicina, mas não obteve sucesso e então resolveu tirar o ano para estudar e como estava cansada resolveu tirar uns dias de descanso no apartamento dos pais. Diante disso ela começo a especular de tudo sobre a vida dele e acabou o surpreendendo perguntando: -Casado há muito tempo? -Não, ainda não. Estou me dedicando aos estudos, já me formei e agora estou fazendo pós-graduação, pois pretendo dar aulas na faculdade, por isso estou aqui para arejar a cabeça… – Você é bem novinha né? Quantos anos? -Dezenove e você? – Tenho 35 anos. Você deve ter muitos garotos aos seus pés…já que é uma menina muito bonita. -Eu não gosto de garotos mais novos, eles são bobinhos demais, gosto de homens maduros, e com atitude de homem mesmo, que não fique enrolando. Nisso, Lucia, deixou cair o livro que estava lendo. Nessa hora, Rafael, ficou surpreso porque se tratava do primeiro volume da trilogia, Cinquenta Tons de Cinzas, da inglesa E. L. James, fenômeno editorial sem precedentes que conquistou uma legião de fãs ao redor do planeta, ultrapassando a marca inédita de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. No Brasil, mais de 900 mil livros foram comercializados em 80 dias, uma média de 468 exemplares por hora. -Sério? Gosta de homens mais velhos? -Geralmente sim, mas na verdade, para mim o que importa é a cabeça do homem, não a idade, é que na maioria dos garotos, a idade faz sim a diferença, mas não é uma regra. -Já ficou com homens muito mais velhos que você? -Claro! Já fiquei com um homem de trinta e oito, com um de quarenta e dois, um de quarenta e nove… Nossa!!!-Estou impressionado com você viu! E segurando o livro nas mãos continuou dizendo: uma garota mente aberta, que conversa bem, bonita e que gosta de literatura erótica. -Obrigado…você também é muito charmoso. Você também curte esse tipo de gênero literário? Ela disse isso olhando-o com uma cara de safadinha, um olhar de tarada e com certeza estava com a buceta fervendo. – Não só gosto de ler, mas como também escrevo contos eróticos e publico-os em sites especializados. Ah é? Pode me passar o endereço do site? –Passo sim. Rafael já estava de pau duro e tentava de qualquer modo disfarçar, mas a garotinha queria deixá-lo mais excitado ainda: -Nossa, olha aqui, já me queimei um pouco… Disse isso puxando a parte de cima do biquini para ele ver a diferença na pele, quase que mostrando os bicos de seus peitos…meu deus que garota dos infernos, pensou Rafael. E depois, mostrou a parte de baixo: -Olha aqui… E puxou a parte de cima da xoxotinha para baixo, também quase mostrando os pelos pubianos, aí ele não aguentou: -Deixa eu ver mais…abaixa mais um pouquinho vai, quero ver, e passou a mão na sua barriguinha e ela deixou ele alisá-la. Depois ele perguntou se ela não queria sair dali e ir para o seu apartamento acessar o site dos contos eróticos, ela disse que não, pois seus pais estavam para chegar para lhe fazer uma visitinha e que iriam embora ainda no mesmo dia e, portanto, a noite ele poderia ir em seu apartamento, depois da saída dos pais. Trocaram o número dos celulares e Felipe, mal poderia esperar até de noite, foi dar um mergulho para disfarçar o tesao e a ansiedade. À noite chegou e meio receoso ele foi no apartamento da garota que ainda estava de biquíni, o recebeu com beijinhos no rosto. Então ele disse: -Você é muito sensual, tem um jeito de garotinha misturado com mulher. Sim por isso sou uma ninfeta não é mesmo? Rafael se aproximou e colocou a mão na parte de baixo do biquíni que ela usava abaixando-o lentamente até que apareceu os pelos da xoxotinha dela, pelos loirinhos, uma loucura. Ela deitou-se no sofá já toda oferecida, e ele tirou todo o seu traje de praia e começou chupando os bicos rosadinhos dos seus seios, uma maravilha…uma menina safadinha que queria deixa-lo doido de prazer. Rafael desceu até a buceta e a chupou bem gostoso enfiando a língua dentro daquela piriquita apertadinha, e é claro, ela não era virgem, mas ele queria chupá-la muito. Rapidamente tirou seu pau para fora e sem camisinha introduziu lentamente seu pênis até a portinha de ouro, enfiou devagarzinho, pois queria senti-lo entrando naquela buceta novinha…foi quando ela o surpreendeu dizendo: -Gosta de comer uma novinha né…gosta de trepar com uma mulher mais nova? Que tem idade para ser sua filha né? Nisso ele já tinha enfiado metade da pica nela. -Claro que eu gosto, gosto de comer uma garotinha igual você, gostosinha e cheia de fogo na buceta. Nisso penetrou-a e comeu-a no papai e mamãe e depois ela ficou de quatro, sem que ele precisasse pedir…e ele socou a vara com violência e desta vez a ouviu delirando… e ele disse: -E você gosta de um coroa né? E bombando mais rápido… -Gosta de um homem casado e experiente te comendo todinha, não é mesmo? –Aiiii, eu adoro isso, um coroa, mete mais gostoso…vai fode minha bucetinha que está fervendo querendo gozar vai… Rafael a fez gozar na sua rola e depois, na hora que ele ia esporrar, tirou e gozou em sua bunda deliciosa. Rapidamente foi tomar uma ducha e puxou-a para baixo do chuveiro também…mais uma vez chupou inteirinha aquela bucetinha… não se cansava de chupar e meter a rola, e ficaram na maior putaria durante horas, deixando a xoxota assada de tanto foder, e no final quando ele estava já querendo ir embora…querendo não né…ele tinha que ir, deu vontade de novo e tirou a rola e colocou perto de sua boca, ela não pensou duas vezes e abocanhou-o chupando muito o cacete, as bolas, e ele socava forte até em sua garganta, colocava o pinto inteirinho dentro de sua boca, e bombava, segurando-a pelo cabelo, chamando-a de cachorra, putinha safada, querendo esporrar em sua boquinha para o serviço ficar completo e ela lambendo…até que esporrou, lambuzando o seu rosto todo com o seu leitinho. Naquela noite Rafael ficou acabado de tanto transar com aquela menina novinha e no dia seguinte dormiu até meio dia. À noite, foi a vez dela lhe fazer uma visitinha em seu apartamento. Estava linda, cheirosa, de banho tomado, com uma sainha jeans e blusinha. Rafael lhe ofereceu um vinhozinho e ela disse que adorava. Então serviu uma taça e ela tomou. Gostou e começaram a conversar e tomar mais enquanto assistiam um filme de romance com algumas cenas bem picantes, escolhido a dedo. Depois que o casal do filme tinha transado, Rafael olhou para ela e viu que sua respiração estava forte. Ela o olhou e disse que o filme era muito bom e que tinha ficado "emocionada". Pediu para ele botar a mão no seu peito para ver seu coração e pegou a mão e colocou lá. Se olharam nos olhos e ele foi para cima dela e deu-lhe um beijo na sua boca, no que ela também retribuiu. Com a mão ainda no seu peito ele começou a pegar nos seus seios durinhos e ela a passar a mão na sua coxa perto do seu membro, puro como ferro. Vendo que estava sem sutiã, foi logo tirando sua blusa e observou seus seios pularem na sua frente e se pôs a apalpá-los, mamá-los, chupá-los, com ela deitadinha no sofá. Como uma gata no cio ela geme gostoso e pede para não parar. Ao mesmo tempo Rafael com a mão abaixa sua saia e vê que sua calcinha já está encharcada. Tirou a saia deixando-a somente com a calcinha que era uma tanguinha linda e continuou chupando seus seios deliciosos, lambendo os biquinhos e mordendo-os de leve. Depois disso, foi descendo até chegar em sua bucetinha. Passou a mão por cima da calcinha e a tirou e viu que a bucetinha, raspadinha, sem nenhum pelinho, ainda estava meio assada, reflexo da foda da noite anterior. Rafael abriu suas perninhas e caiu de boca naquela xoxotinha linda. Hummmm… que delicia que estava. Muito cheirosa e gostosa. Toda molhadinha e ela passava a língua nela todinha e a chupava gostoso, arrancando gemidos. Ela delirava de tesão e não se aguentou muito gozando em poucos minutos na boca dele que sorvia o seu melzinho com muito prazer. Sem precisar mandar, ela ficou de 4 com a bundinha bem empinadinha, em uma nítida demonstração de que queria levar rola no cuzinho. Rafael cai de boca e começa a beijar toda sua bunda linda. Abre e vê seu cuzinho rosinha piscando para ele, implorando para ser comido, devorado, dilacerado. Com toda a experiência de um homem maduro, ele passa a linguinha no orifício e ela se delira de prazer falando que estava adorando aquilo tudo. Ele chupa mais um pouco e não aguentando mais aponta a cabecinha do pau para o cuzinho e vai empurrando para dentro da sua bucetinha molhada. O cacete já sabia o caminho e vai entrando devagarinho sem resistência até encostar as bolas na bunda com ela gemendo alto e ele bombando, cada vez mais rápido, enquanto a ouve gemer de tesão. Depois dessa preliminar ele tira o pau da xaninha toda lambuzada e bota na entradinha do cuzinho e vai empurrando e como ela está muito excitada e relaxada ele vai entrando. Ela faz carinha de dor, mas não pede para parar. Experiente, ele mete devagar até as bolas. Descansa um tempinho e começa a bombar novamente de leve. Ela vai gostando da foda e começa a rebolar novamente. Não demora muito estava metendo gostoso no cuzinho dela e ela pedindo para meter mais rápido que iria gozar. Ele falou que também já estava chegando, então ela pediu para gozarem juntos alucinados gozaram juntos, ele enchendo o cu dela de porra e ela tremendo ficou quase sem ar. Depois foram tomar um banho e em breve contarei mais sobre as muitas outras fodas que aconteceram entre eles durante as duas semanas que ficaram na praia. Gostou? Me dê uma nota e se desejar entre em contato: [email protected]

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Eu e Jessica (bem detalhado)

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Olá, me chamo Henrique, mas meus amigos me conhecem por um apelido. Bom, o que vou contar aqui, é a história de como perdi minha virgindade com uma garota chamada Jessica. Como é meio que padrão nos contos que eu leio, vou fazer uma apresentação breve.. Tenho 20 anos, mas um porte físico e um rosto que acusam falsamente um garoto de 15 pra 16, 1,66 de altura e 53 quilos.. Isso meio que atrai sexualmente algumas pessoas mais velhas, em especial homens, mas eu sou hétero.. Bom, eu perder a virgindade foi algo bem difícil de acontecer, pois na época eu tinha 13 anos, e era super tímido, o que resultava em fugas toda vez que eu marcava com uma garota.. kk.. Muitas primas, coleguinhas de escola, e namoradinhas da vizinhança já haviam tentado, eu era meio o bonitinho sabe, então elas cobiçavam muito.. Mas minha timidez era extrema, e eu não deixava acontecer, talvez por medo sei la.. euhe Bom, na época eu morava na cidade onde eu cresci, Marabá, e acabei conhecendo Jessica por meio de um colega, que era filho dos meus vizinhos que eram tios dela.. Ela os visitava sempre, e como eu frequentáva a casa, acabei me enstrosando.. Ela era super linda, típida teen mesmo, 17 anos, corpo pequeno mas bonito e bem formado, bundinha redondinha, e peitinhos que quase nunca eram segurados pos sutiã de baixo das blusas, pois eram durinhos e não preciávam. Bom, o tempo passou um pouco, e acabamos ficando intimos o suficiente pra ter brincadeiras entre a gente, como selinhos, abraços sacanas, apertar a bunda e etc.. Ela me fez se soltar bastante, e um dia toquei os seios dela por baixo da blusa, eu fiquei pensando naquilo por vários dias, embora não esperce que ela fosse dar pra mim.. Bom, poucos meses depois, fui chamado pra trabalhar num fliperama, na minha cidade chamamos assim essas casas de jogos e tals.. Eu entrava pela manhã, saia na hora do almoço e estudava a tarde, e entrava novamente a noite pra fchar as 22:00.. Ganhava uma micharia de 50R$ por semana kk.. Jessica me visitava sempre que podia, e a gente sempre brincava do mesmo jeito e tal, até que numa dessas visitas, estavamos jogando um jogo de luta se não me engano, ela pausou o jogo, olhou pra mim e com um olhar safado e uma vóz de malícia disse: "você bem que podia fechar mais cedo um dia desses, pra a gente poder jogar mais em paz aqui, só nós dois u.u" Eu era virgem, mas não era burro, entendi na hora qual "jogo" ela queria jogar.. kk.. Bom, eu concordei com a idéia, e marquei pra uns 4 dias depois sabendo que ia rolar algo, mas não me preocupando com minha vergonha e com o que poderia não acontecer justamente por causa dessa vergonha.. Mas eu estava disposto a tentar algo.. rs Bom, o dia chegou, e eu e Jessica estavamos jogando um jogo de corrida, eram 21:40 mais ou menos, e aí eu comecei a avisar pros clientes que o dono tinha me pedido pra fechar mais cedo, e então eles começaram a desligar suas tvs, e ir pro caixa parar as horas que estavam devendo.. Logo depois, fechei tudo direitinho, e fui pra uma cadeira perto do caixa do lado da cadeira que ela estava.. Ela estava toda lindinha, shortinho branco curto, e uma camisetinha amarela bem justa, levantando ainda mais aqueles peitinhos bonitos.. Perguntei que jogo iriamos jogar, e ela nem respondeu e foi logo me beijando.. Nos beijavamos de uma forma lenta e intensa, beijos quentes e bem dados.. Jessica tinha uma boca muito gostosa.. Logo ela tirou minha camisa, e perguntou se queria tocar os seus seios novamente, eu disse que sim, e então ela mesma pôs minhas mãos sobre eles.. Bom dessa vez eu os massageei bem, e ela me auxiliava ensinando a apertar seus biquinhos, dizendo que se eu fizesse daquele jeito, ela sentia mais tesão.. Eu obedeci, claro.. Isso tudo tava rolando com nós dois de frente um pro outro, em cadeiras diferentes.. rs.. Logo ela disse: "cai de boca vai :3". Eu prontamente obedeci, e comecei a chupa-los meio que sem jeito kk, e mordia os biquinhos afim de que isso fosse gostoso pra ela.. Ela não gemia, mas dava suspiros proundos, indicando que sim, estava ótimo.. Mais ou menos 5 minutos depois, ela se levantou, tirou o shortinho revelando uma calcinha de cor azulada bem clara, com um coraçãozinho rosa bem no centro de onde deveria ser sua boceta.. Eu olhava praquela calcinha, tentando imaginar o que se escondia por baixo dela.. E ela muito sarcastica disse: "relaxa que não vai ganhar isso agora" completando a frase com uma risada bem safada, tipo "hehe" ou "hihi" kk Bom, ela então se curvou por e apoiou os braços na minha cadeira, deixando nossos rostos próximos o suficiente para nos beijarmos.. E depois disse: "eu vou te dar um trato agora.. rs".. Então ela puxou o short que eu estava vestindo junto com a cueca, revelando um penis que pra um garoto de 13 anos, parecia que tinha dormido no fermento.. euheuh.. Mas não era o maior que ela tinha visto com certeza.. Então ela com sua mão o agarrou de uma forma bem confortável, com a mesma experiencia de um punheteiro nato na hora de bater aquela bronha.. Me punhetou um pouco e se abaixou.. O que eu fiz, bom, eu primeiro senti algo quente e molhado envolver toda a cabeça do meu pau, e fechei os olhos pra sentir com muita intensidade o que estava acontecendo.. Não foi o melhor boquete que já ganhei, mas foi o primeiro então, foi com certeza muito memorável.. Chupadas intensas, sugadas fortes e demoradas.. Ela me chupou por um bom tempo, mas não cheguei a gozar.. Bom, depois do boquete, ela disse que estava na hora de me dar um presentinho especial.. levantou-se, virou-se de costas foi abaixando a calcinha :3.. Logo depois ela virou de frente e eu pude ver aquilo.. Uma bucetinha bem pequena e bonita, consigo até mesmo descreve-la.. Era muito lisinha, devia ser tradada com cêra, pois não haviam vestigios de nenhum pelo ali, um pouco gordinha embora pequena, meio avermelhada, com a linguinha pra dentro, e o corte da raxinha bem curto.. Ela se virou de costas de novo e foi sentando em cima de mim, e pegou minhas mãos e começou a se masturbar.. Ela chupava meus dedos, e esfregava na lingua da sua bucetinha pequena, enquanto gemia.. Logo eu decorando o que ela fazia, comecei a masturba-la sem ajuda com uma das minhas mãos, e com a outra eu apertava e massageava seu seio, desa vez ela começou a gemer, mesmo que baixinho, e dar umas pequenas reboladas.. E então ela disse que tava na hora que a gente meter pra dentro logo.. Ela se levantou, virou de frente, e veio abrindo as pernas pra sentar em sima do meu cacete que estava duro, nessa hora, a sua bucetinha também abriu e então eu pude ver seu clitóris se revelando, saindo.. Logo ela sentou com a buceta exatamente em cima dele.. Se esfregava, de uma forma que os labios abraçavam meu pau, e o acomodavam, como um pão de cachorro quente acomoda uma salsicha.. Ela se esfregou, se masturbou no meu pau, e eu já não aguentava mais de tanto tesão.. Então pedi pra ela, que andasse com isso.. rs.. Ela sorriu pra mim e me beijou.. Levantou um pouco, pegou mu pau e segurou apontado para cima, e abaixou até que a cabecinha tocasse a portinha da sua xaninha.. Depois ela soltou meu pau, e ficou la parada com uma cara bem safada.. Foi então que eu pus as mãos na sua cintura, e ea foi decendo de vagar.. Quando o homem é virgem, o pau meio que não abre todo, aquele coirinho que esconde a cabeça, ele não se abra, só quando o cara perde a virgindade.. E a metida que ela ia decendo e meu pau entrando, eu sentia como se aquilo estivesse se rascando.. Mas não sentia dor, só sentia um calorzinho gostoso, as paredes da sua buceta apertando meu pau enquanto decia e puxava o couro dele.. Ela sentou até que entrasse tudo, e subiu de novo.. Começou os movimentos de subir e decer, sempre bem coordenados, ela subia até a cabeça do meu pau aparecer, e decia até que ele sumia completamente.. E eu tendo aquela visão e sentindo o prazer que era, só ficara mais louco e pedi pra que ela fosse mais violenta.. kk.. Foi então que ela começou a subir e decer de forma mais eloquente, ela subia, depois decia com forma.. Quando estava bem frenético, ela anunciou que estava gozando, e então eu senti que sua buceta ficou mais humida, ela era daquele tipo de mulher que quando goza, tem uma pequena ejaculação.. Nossa aquilo me pirou.. Ela se levantou e disse que era minha vez de gozar.. Apoiou as mãos na mesa do caixa, e pediu pra que eu metesse co força na sua bucetinha até gozar dentro.. Eu prontamente me levantei e fui ao encontro dela, ela pegou o meu pau e o guiou até a xana, pra eu não errar o buraco sabe kk.. Bom, eu comecei meus movimentos de vai e vem meio de vagar, mas depois peguei o ritmo, e dava estocadas fortes.. Tão fortes que meu saco batia na testa da sua buceta.. Depois de ais ou menos 3 minutos eu comecei a gozar.. A minha primeira gozada durante o sexo, na minha primeira vez, e ainda foi dentro de uma bucetinha tçao apertada e gostosa.. Eu segurei forte em sua cintura, e extremeci as pernas.. Nossa foi muito bom.. Então ela se levantou, e coom a bunda foi me empurrando pra tras, com meu pau ainda dentro, até cairmos na cadeira.. E aí ela começou a se remexer, enquanto meu pau ficava la dentro mornando, e minha porra escorrendo por nossas pernas.. Bom, depois disso, nos limpamos no banheiro do fliperama, e nos secamos com papel toalha que eu usava pra limpar as tvs.. Fomos pra nossas casas, era tarde, mas meu bairro não era perigoso.. Transamos mais algumas vezes, por alguns meses, e ela passou a frequentar menos a casa dos tios, logo ficamos distantes, e hoje ela é casada.. Não tenho mais noticias.. Bom, esse foi meu primeiro conto, espero que tenham gostado, e comentem pra que eu possa postar mais.. rs

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INICIANDO A FILHA A PEDIDO DA MAE – II PARTE

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Conforme o combinado (leia o conto anterior – I Parte), no dia do aniversário de Alice, Marcos, a levou em um lugar especial e apropriado para tira-lhe o cabacinho. Logo de manhã, Paulo ligou para o seu celular parabenizando-a pelo aniversário. Assim que atendeu ele logo percebeu que ela já estava esperando impacientemente e disse que estava com muito tesão chegando a se masturbar várias vezes nos últimos dois dias e não via a hora de substituir os dedinhos pela rola grossa de Marcos na sua xaninha lisinha. Alice falava desse modo sem nenhum pudor como se fosse experiente e foi que, naquele dia não foi ao colégio, porém teve uma aula particular daquelas que ninguém esquece. Primeiramente passaram por um shop onde tomaram sorvete, conversaram animadamente e Marcos comprou alguns presentinhos para agradá-la e em seguida rumaram para o ninho do prazer, confiantes e desejosos de que aquela seria a tarde mais agradável para ambos. Dentro do carro, ainda no estacionamento, com películas escuras, longe da visão de transeuntes, Marcos lascou um beijo nos lábios carnudos de Alice, desceu a mão até o meio das suas coxas e pode senti-la umedecida, pronta para o abate. Olhando-a nos olhos, percebeu que eles brilhavam e ela, um pouco tremula, dizia estar ansiosa para saírem logo dali. Ouvindo tais palavras, um frio percorreu toda a espinha de Marcos, da cabeça aos pés e acelerou o caro rumando para um motel, o qual, diga-se de passagem, era de um amigo, o qual tinha uma entrada alternativa. Quem olhava de frente só via a fachada de uma casa vizinha ao motel e a confundia como uma simples residência sem levantar nenhuma suspeita. Alice ficou impressionada com a suíte muito confortável, dois pisos com piscina, sauna, barzinho, pista de dança, Tv gigante, vídeo, etc… Marcos já acostumado ao ambiente pois já estivera ali muitas vezes, inclusive com a mãe de Alice, não tinha pressa, colocou uma música suave, desligou todas as luzes deixando um ambiente semelhante a de uma boate e, puxou a garota colando seus corpos gingando de um lado para o outro de forma muito sensual. Alice já sentia o cacete dele duríssimo latejando em sua barriguinha o qual fazia muitas caricias nos cabelos, e dava beijinhos leves na face, nos lábios, no óbolo da orelhinha, nos seios e ao senti-la totalmente relaxada a envolveu em seus braços fortes erguendo-a do chão e antes de leva-la para a cama teve tempo de ouvir entre gemidos: ‘te amo, quero ser sua, me faz mulher, por favor, eu não aguento mais. Quero ser a sua putinha… me fode por favor, me come do mesmo modo como você come a minha mãe”. Marcos ficou maluco com o que ouvia. Atirou-a sobre a cama, a blusinha de alças que usava simplesmente caiu deixando a mostra os lindos peitinhos super arrepiadinhos, com aureola rosinha e enxadinhos pedindo para serem devorados, degustados, mamados. Ele que sempre sentia preferência por seios, não se conteve e começou a beijá-los, cheirá-los, massageá-los com as mãos, ora um, ora outro, alucinado de tesão enquanto ouvia gemidos de aprovação quase que chorando de tesão de quem estava sentindo prazer pela primeira vez. Querendo prolongar aquele prazer o máximo possível e fazer aquela garota gozar muito em sua primeira vez, Marcos agora só de cuecas e ela só de calcinha com uma estampa infantil da Disney, deitou-se costas na cama deixando a iniciativa por conta da ninfeta que começou a lamber o peito do homem que iria introduzi-la no mundo dos prazeres do sexo. Vendo que ela não tinha nenhuma experiência, virando-se, ele tirou-lhe a calcinha com os dentes e se deparou com uma bucetinha intacta sem pelinhos, inchada, molhadinha e exalando um delicioso perfume, verdadeira obra de arte que deixou seu cacete mais duro do que estava e disse: “Meu Deus, sou o homem mais sortudo do mundo, me perdoa pelo estrago que vou fazer com essa garota”. Ajoelhou-se entre suas pernas totalmente abertas e caiu de boca beijando e chupando seu grelinho, fazendo a menina arquear os quadris mais para o alto se contorcendo de prazer, forçando com as mãos à cabeça do seu macho contra seu sexo. Ela delirava resmungando palavras desconexas e quase desmaiou de tanto prazer. A língua experiente de Paulo entrava e saia como se fosse uma máquina elétrica. Alice era só gemidos, gritinho de tesão e se contorcia, tremia, gemia e depois de mais algumas investidas Marcos sentiu que aquela ninfetinha ainda virgem estava tendo o primeiro de muitos orgasmos que teria aquela tarde e como se uma descarga elétrica tivesse caído sobre ela esticou-se toda e gozou, jorrando um melzinho saboroso na boca de Marcos. Depois disso ficou largada na cama por alguns minutos se recompondo. Ele, morto de tesão começou a bater uma punhetinha olhando aquela bucetinha virgem e gozou derramando sua porra nos peitinhos dela que com os olhos cerrados gemia de prazer. Em seguida ele também caiu ao seu lado na cama e ficou imóvel esperando-a relaxar. Depois de uns dez minutos foi para piscina e mergulhou. Estava vibrando de tesão e curtindo muito aquilo tudo, mas o melhor ainda estava por vir. Completamente excitado dava umas braçadas na piscina, bebia um refrigerante, mas nada diminuía seu tesão, até bateu um pouco de culpa por estar desvirginando a filha da sua namorada, mas o tesão falava mais alto e também, doidinha para transar do jeito que a garota estava, se não fosse com ele, seria com qualquer moleque afoito e provavelmente no banco de trás de um carro que ela perderia o cabacinho, nada agradável concorda? Estava tão distraído masturbando-se lentamente lembrando das cenas que acabaram de acontecer na antessala do motel, que não percebeu que ela estava observando tudo. Ela pediu para que continuasse porque tinha curiosidade sobre como os homens se masturbam. Meio sem graça, mas aceitando a brincadeira, Marcos continuou a punhetinha, mas agora com mais ânimo. Alice em pé enrolada na toalha observava com um leve sorriso no rosto e os olhos vidrados quase nem piscava. Então ele pediu que soltasse a toalha e ela obedeceu lentamente. Foi uma cena muito gostosa, digna de qualquer filme pornô, então a chamou para junto dele, pegou sua mão e fez com que ela o masturbasse. No início, sem muita coordenação motora nos movimentos, mas segurando firme subia e descia enquanto recebia uma massagem nas nádegas e nos peitinhos, depois abaixou-se e timidamente e colocou a cabeça do pau na boca afundando na sua garganta. Depois de alguns minutos ele a puxou para a piscina e brincaram um pouquinho na água. Já não aguentando mais Marcos a chamou para a cama onde ela se deitou com as perninhas totalmente abertas antevendo o que estava por vir. Experiente na arte de desvirginar menininhas, ele pegou uma camisinha (tinha comprado uma extrafina e teem, porque queria o máximo de sensibilidade), colocou-a no cacete, se aproximou-se dela pela frente e viu que ela engoliu seco, então disse. – You want to continue? (você quer continuar?). A resposta dela foi separar as coxas e dobrar os joelhos. Que visão deliciosa aquela bucetinha delicadinha pedindo para ser deflorada!!! Paulo ainda deu umas chupadinhas nela deixando-a bem molhadinha, apontou o cacete bem na entradinha, dando algumas pinceladas com meu pau em toda a extensão da bucetinha, isso ajudava a espalhar a lubrificação e deixá-la mais ansiosa, depois fez movimentos curtos com o quadril no sentido de entrar e sai e a cada investida contra sua entradinha deixava a garota mais excitada, então começou a forçar a entrada penetrando-a lentamente. Alice gemia e se contorcia, vez ou outra soltava uns "aiiii", mas também o incentivava com “go… continue, slowly”, vaii, continua, não para! Então Marcos aumentou a pressão e sentiu a cabeça do cacete passar no que ela fez um movimento curto na tentativa de evitar a penetração, mas já era tarde a cabeça do pau já estava alojada dentro dela que gemia sem parar e toda arrepiada, dava para ver que a musculatura de todo o corpo se retesava… então Marcos começou os movimentos de entrar e sai bem lentamente e a cada metida ela dava uma franzida na testa, pois ainda estava sensível à penetração. Ele estava quase explodindo, sentia seu cacete latejar dentro daquela bucetinha apertadinha e quente. A excitação era tanta que ambos chegaram ao gozo quase ao mesmo tempo. Foi um orgasmo dos mais intensos da sua vida. Ficaram assim na posição de papai-mamãe por alguns minutos, ela passava as mãozinhas nas costas de Paulo acariciando, beijava seu pescoço enquanto sentia seu cacete pulsando dentro da sua xaninha recém descabaçada. Então tirou o cacete de dentro dela e não pode deixar de ver um filetinho de sangue e uma mancha no lençol. Ela olhou com espanto, mas foi logo informada que era completamente normal e selaram aquele ato com mais um beijo e um longo abraço. Ficaram mais de meia hora deitados lado a lado se acariciando quando o cacete de Marcos voltou a endurecer, mas ela pediu para não meter novamente porque estava dolorida. Virando-a de bruços não se conteve ao contemplar uma bundinha maravilhosamente redondinha com pelugem clarinha toda amostra, acariciou-a, beijou-a e enfiou a língua no seu cuzinho com ela delirando de prazer. Com muito cuidado ele colocou a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho e forçando aos poucos com ela gritando que estava doendo, mas estava gostoso, foi enfiando milimetricamente seu cacete e com outra mão batendo uma siririca para ela. Com ela cheia de tesão e relaxada enfiou seu cacete até o saco bater naquele cuzinho delicioso. Só quem já fez isso, sabe o quanto é gostoso e excitante. Depois de várias bombadas gozou e ficaram abraçadinhos. Paulo com o pau dentro do cú da garota que o suportou corajosamente como uma mulher experiente até ele dar sinais de vida novamente o qual começou a foder novamente aquele ex-cú virgem e gozaram juntos entre gritos e gemidos. Foram ao banheiro para tomar banho, ela com porra nas pernas e um pequeno filete de sangue, escorrendo e disse que apesar de estar com o cu ardendo tinha sido muito gostoso. No chuveiro Marcos ainda foi chupado gostosamente já com certa prática, e ela foi mamada nos seus peitinhos, acariciada na sua xoxotinha, levando-a a mais um orgasmo antes de se vestirem e irem embora. Foram 4 horas de motel, as melhores que Paulo já passou. Depois desse dia foram mais três vezes no mesmo motel e a cada encontro Alice se soltava mais, tornando-se uma verdadeira putinha sedenta de sexo. Em uma dessas vezes Alice chegou a levar levou uma amiguinha, pois tinham muito curiosidade em transar com uma garota. Quem saiu ganhando foi Marcos que curtiu duas ninfetinhas transando, duas boquinhas mamando seu pau, duas xaninhas e dois cuzinhos totalmente a sua disposição. Gostou? Dê uma nota e se desejar entre em contato: [email protected]

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Relato de um amigo

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Susto da maninha
Oi galera vou contar algo que aconteceu comigo quando eu era novinho.
Eu tinha 14 anos,1,68 52 kg magro e era muito estudioso.Tava naquela fazer de apaixonar e não saber como chegar nas meninas.Minha irmã tinha 10 anos na época e éramos muito amigos..eu fazia massagem nela mas sem maldade.
Aconteceu que eu depois de um dia de cinema na escola e fui correndo atrás da casa da menina que eu gostava e falei com ela mas nem um beijo rolou.E foi assim dois anos…até que cheguei em casa e vi minha irmã de forma estranha na sala.
Ela já tinha chegado da aula e estava de uniforme, em cima da cabeça do sofá, esfregando a xota e vendo desenho.Sim, era minha irmã mas aquilo me excitava bastante que meu pau chegava a doer as bolas querendo bater uma.
Passou alguns dias em eu espiava ela fazendo aquilo doido de tesão. Não aguentei e sentei no sofá que ela estava e tirei meu pau pra fora,já duro e melando a cabecinha.Ela me perguntou:
-por que ele ta assim? – Disse ela curiosa.
-Por que vc fazer isso me deixa com mt prazer.
Comecei uma punheta bem devagar,ela olhando meio com vergonha não queria pegar nele.Passou uns 3 minutos e estava espirrando porra na minha barriga e ela com cara de nojo kkkkk
Outra vez eu tirei fotos dela e dedei ela deixando a loquinha mas conto em outra oportunidade.
Abs

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Sexo na Cachoeira

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Renato tem 22 anos e trabalhava na lanchonete de um shop em Alphaville, na grande São Paulo. Não era o trabalho dos seus sonhos mas ajudava a pagar a prestação do carro que acabará de adquirir com muito esforço. O trabalho era tranquilo e o que mais gostava era a quantidade de mulheres e garotas que transitavam pelo local e acabava fazendo amizade com uma ou outra. Um dia chegou uma garota, loira, olhos azuis, rostinho de menina de 17 anos (que mais tarde lhe revelaria ter 20), dona de um corpinho bem esculpido e uma barriguinha de dar água na boca e pediu um lanche e suco natural, que obviamente foi servido por Renato com a maior presteza. Quase todos os dias ela passava por lá, tomava seu lanche, na verdade, o café da manhã, no que Renato se contentava apenas em olhar aquela bundinha redondinha e imaginava como seria gostoso enfiar sua pica no meio das coxas daquela loirinha lindinha. Um dia a sua sorte pareceu mudar. Ela chegou e foi na direção dele dizendo: – Oi, Renato! Tudo bem? Acho que ainda não sabe meu nome. É Aline – disse ela olhando no seu crachá. Ele a cumprimentou, conversaram um pouco e ele ficou sabendo que ela morava sozinha em um apartamento ali perto, há uns dois meses, fazia faculdade e os pais moravam em uma fazenda no interior. Conversaram bastante nesse dia e nos dias seguintes ela começou a aparecer com mais frequência. E Renato fazendo de tudo para ganhar a confiança daquela gatinha e ir logo no apartamento dela, comer a xaninha dela e depois gozar naquele rostinho lindo. Não demorou muito e dessa vez ela estava muito triste pois havia brigado novamente com o namorado e se sentia muito sozinha. Essa foi a chance de Renato, que logo lhe ofereceu um ombro amigo dando-lhes bons conselhos, mas na verdade sua intenção era outra. Trocaram telefone e mais tarde, sem mesmo esperar, esperando, ela o convidou para passar no apartamento dela pois estava se sentindo muito sozinha. Renato foi em sua casa, tomou um banho caprichado, e fui visitá-la. Quando ela o atendeu na porta, seu pau já começou a ficar duro. Ela estava muito gostosinha. Parecia ter saído do banho. Seus cabelos ainda estavam molhados e usava uma blusinha curta e um shortinho que mostrava boa parte de suas coxas lisinhas. O cumprimentou com um abraço e pediu que entrasse. Ele sentou-se no sofá e ela foi à cozinha preparar um suco. Quando ela se virou seus olhos foram direto na bundinha dela. Sua bermudinha mostrava claramente a calcinha todinha enfiada na bunda. Na hora ele imaginou a xoxotinha dela quentinha e pronta para ser penetrada por uma pica de 18cm bem dura. – É hoje que como esta gatinha – pensou.
Ao retornar com o suco, ela se sentou do seu lado, ligou a TV e conversaram bastante. Renato foi aguentando a conversa até surgir a oportunidade certa. Então começou a falar da forma que ela chamou a sua atenção quando apareceu na lanchonete pela primeira vez. Ela sorria bastante e ele viu que estava fazendo progresso. Então ela aproximou sua boca e lhe deu um beijo cheio de tesão, enfiando e girando a língua na boca de Renato. Na mesma hora suas mãos entraram por dentro da blusinha dela e ele sentiu a maciez dos peitinhos durinhos. O corpinho dela tremeu e ela soltou um gemido bem gostoso. – Vamos mais devagar! Vamos assistir um filme? – disse ela se afastando um pouco se arrumando e subindo a blusa. Ela colocou o filme e se jogou nos braços dele que abraçou-a carinhosamente durante um longo tempo. Então ele começou a alisar as pernas dela, subindo com a mão até chegar nas coxas grossas e lisinhas. Ela abriu as pernas levemente, dando-lhe sinal para ir em frente, no que ele, abriu a bermuda dela e deslizou sua mão para dentro da sua calcinha. A bocetinha estava depiladinha e ficou molhadinha quando seu dedo médio procurou a entradinha da xaninha dela. Deslizou o dedo até o fundo, arrancando um gritinho de tesão daquela gatinha gostosa. Ela abria as pernas cada vez mais, como se quisesse gozar na mão dele – Espere um pouco! – disse ela, tirando a mão dele da calcinha dela e se afastando um pouco.

Estou louca para fazer sexo com você mas não estou preparada, afinal não quero trair meus sentimentos, mas posso te fazer um convite? – disse ela fechando a bermudinha novamente. Renato disse que sim e ela o convidou a passar o final de semana na fazenda do pai dela. Ele aceitou o convite e combinaram os detalhes. Conversaram mais um pouco e se despediu dela com um beijo carinhoso naquela boquinha pequena. – Você é muito cheirosinha, Aline – ele disse dando um último beijo no pescoço dela. – E olha que você ainda não sentiu o cheiro agradável que tenho aqui embaixo – disse ela com um sorriso todo safado e fechou a porta. Renato foi para casa e bateu uma punheta fenomenal pensando naquela loirinha gostosa.
O final de semana chegou. Ela estava muito gostosinha de blusa e sainha. – Espertinha essa garota – pensou Renato ao imaginar que ela vestiu saia só para sentir a mão dele na bocetinha dela durante a viagem. A certa altura da viagem começaram a falar de sexo e de tal modo que o cacete de Renato começou a endurecer e ficar todo atravessado na calça. Ela notou e deu um sorrisinho de putinha. – Isso tudo é para mim? – É sim. Passe a mão e veja se gosta – Falou Renato, se livrando do cinto de segurança. Ela fez o mesmo e começou a apertar a pica dele por cima da calça. Depois abriu o zipper, enfiou sua mãozinha na cueca e puxou o mastro para fora. – Uau! Que pau grande! – disse ela rindo e começando a punhetar o pau bem devagar. Enquanto sua mão tocava uma punheta bem gostosa ela começou a abrir as pernas e levantar a saia. Em seguida puxou a calcinha para o lado e levou a mão de Renato até sua xaninha. Ele pertou o grelhinho dela de leve no exato momento em que ela começou a beijar a cabeça do pau, o que o deixou loco ao sentir os lábios macios dela em toda a extensão da sua rola. Ela beijava e lambia como uma putinha. Depois tentou enfiar na boca. – Não cabe! – disse ela rindo e o olhando. Realmente a boquinha dela era muito pequena para um pau cabeçudo como o de Renato. – Mas na sua bocetinha cabe? – perguntou-lhe massageando a xoxotinha dela. – Sim. Vai ficar apertadinho mas cabe – ela respondeu mamando a cabeça da rola novamente. O cacete agora estava duro como rocha e respiração de Renato ficava mais forte dificultando-o a se concentrar na estrada. – Não goze agora! Deixa para a noite que quero sentir a sua pôrra quentinha dentro da minha boceta – disse ela colocando o pau para dentro da cueca e fechando calça. Depois arrumou a calcinha e a saia e deitou um pouco o banco. Renato pode sentir que ela estava com muito tesão mas queria se segurar até a noite. Na fazenda ela o apresentou aos seus pais como um amigo da faculdade. Os pais dela o trataram muito bem e logo o conduziu ao quarto de hospedes. Jantaram e, depois de assistirmos TV e conversaram bastante. Quando todos já estavam se preparando para dormir Aline foi ao quarto de Renato vestida apenas como uma camisola transparente que permitia ver boa parte do sutiã e da calcinha dela, se sentou na cama, se abaixou carinhosamente e lhe deu um beijo no rosto.
– Não durma ainda. Vou esperar meus pais pegarem no sono e venho me deitar com você – disse ela bem baixinho no seu ouvido e olhando para a porta, com medo de ser vista. Renato concordou e ela passou algo da mão dela para a dele. – Como você disse que sou cheirosinha eu trouxe algo que vai te deixar bem acordado me esperando. Usei ela o dia todo hoje – ela falou com um sorriso lindo. – Cuide bem dela até eu chegar – disse e se afastou, apenas encostando a porta do quarto no qual ele estava. Abriu a mão e cheirou a calcinha que ela lhe entregou. A mesma calcinha que ela usou na vinda para a fazenda. Aquele cheirinho de xixi misturado com o cheiro da perereca dela fez seu pau querer explodir. Enrolou a calcinha no meu cacete e começou a bater uma punheta bem devagar. – Não demore, gatinha! Quero você deslizando sua bocetinha lindinha na minha pica – pensou ele se preparando para ficar bem acordado.
Não demorou muito e a porta se abriu lentamente. No quarto um pouco iluminado pela luz da janela ele não tive dúvidas. Era ela, descalça e nas pontas dos pés, para não fazer nenhum barulho. – Shhhhh! Não faça barulho. Não podemos falar alto, tá? – disse ela levantando o cobertor e se deitando do seu lado, ajeitando o corpinho quentinho nos seus braços. Renato a abraçou e beijei aquela garotinha com muita vontade. Ela lutava para não dar gemidos altos de tanto tesão que sentia. – Me abraça por trás e me come! vem, Renato! Fode sua gatinha! – disse ela ficando de lado e de costas para ele que colou seu corpo nas costas dela, sentindo o tecido gostoso da camisolinha que ela usava e começou a beijar sua orelha. Neste momento tirou a cueca e posicionou seu pau no meio das coxas dela. Ela empinou a bundinha um pouco mais, puxou a calcinha de lado, abriu a bocetinha um pouco até agasalhar a cabeça do pau e pediu para meter. O cacete foi deslizando para dentro de sua xoxotinha apertadinha. Ela estava molhadinha e se abria pouco a pouco, para engolir toda a rola do Renato – Ahhhhhhhhhhhhh! Que gostoso, gato! Mete, mete mais! – Ela gemia baixinho, se contorcendo toda e sua pererequinha apertava o pau como se quisesse chupá-lo para dentro, até o talo.
– Estou gozandooooooooo! Me come, me fode, arregaça minha boceta, vai! – ela disse quase chorando e mordeu o braço para não gritar e ele sentiu um liquido quentinho envolver a pica. Aquela gatinha tinha gozado no seu cacete e agora estava quietinha, respirando suavemente e totalmente entregue nos seus braços. A pica continuava enterrada na bocetinha dela e ele agora se movimentava lentamente, deslizando para dentro e para fora da xoxotinha molhadinha e escorregadia. – Você é maravilhosa, Aline – disse Renato, apertando-a e beijando sua nuca.
– Vem por cima de mim. Me come mais, gatinho! – ela disse rolando na cama e ficando de barriga para cima. Ela abriu bem as pernas e ele se deitou em cima dela, posicionando a sua pica na entradinha da xoxotinha, fechando a boca dela com a dele e soltou todo o seu peso. Seu pau entrou rasgando a bocetinha dela. – Huuuummmmmmmm, que delícia – ela gemeu gostoso, enfiando a língua bem fundo na boca dele.- Mete, gatinho, mete essa pica bem fundo em mim – disse ela mexendo os quadris. Como aquela menina mexia gostoso e tinha um jeitinho todo especial de empurrar a boceta no pau do macho que a comia deliciosamente, querendo engolir o mastro por inteiro. Ela era muito apertadinha. Parecia uma virgenzinha sendo penetrada pela primeira vez. Assim ele começou a meter bem rápido e fundo até que disse: – Vou gozar, Aline! – mordendo a orelha dela. – Goza, Renato! Goza dentro da boceta da sua putinha! Vem! – disse ela cruzando as pernas na cintura dele abraçando-o com toda a força. Ele explodiu seu gozo dentro da xaninha dela e jorrou muita pôrra bem no fundo daquela bocetinha gostosa. – Que leitinho quentinho! Está me queimando, gato! – ela disse sorrindo e beijando-o. Ficaram ali, abraçadinhos, namorando, até o pau começar a amolecer dentro da xaninha dela.
– Tira bem devagar para não sujar o lençol – disse ela fechando as pernas e ficando de lado depois que o pau deslizou para fora da xaninha dela. Então ela se levantou com as pernas juntinhas, para não deixar a pôrra sair da bocetinha e descer por aquelas coxas lindas. – Vou no banheiro. Aguarde uns 20 minutos e vá lavar esse pau gostoso. Amanhã quero ele de novo. Não faça muito barulho – se abaixou, deu um beijo nele, pegou as duas calcinhas e saiu nas pontas dos pés novamente. Ele aguardou um pouco, foi ao banheiro se lavar e voltou ao quarto fazendo o mínimo de barulho. Dormiu como pedra depois daquela foda gostosa.
No dia seguinte depois do almoço ela disse que queria mostrar ao Renato uma das cachoeiras que haviam nos arredores. Ele já previa mais uma foda gostosa na bocetinha dela. Quando chegamos ela tirou sua roupa e ficou apenas de biquini. Estava a coisinha mais gostosinha do mundo. Ele ficou só de sunga e entraram na água. Ele quase enlouquecia abraçando e beijando o corpinho gostoso da Aline e ela estava curtindo muito ficar com ele naquele estado. O cacete de Renato estava duro o tempo todo e ela ria dele. – Já quer me foder novamente, seu tarado? – dizia e o abraçava, com as pernas em volta da sua cintura. – Vem cá! – disse ela pegando-o pela mão e puxando-o para fora da água, levando-o em direção a umas pedras debaixo de uma árvore. Ela então ficou de pé, de costas para ele, apoiando as mãos em uma das pedras. Suas pernas se abriram levemente e sua bundinha foi empinando aos poucos.
– Me fode por trás, Renato! Com toda sua força! Tira meu biquini e me come, vem! Me dá essa pica gostosa! – ela falava enquanto ele tirava a parte de baixo do biquini dela. Em seguida se abaixou, colocou as mãos na bundinha dela e a abriu mostrando a bocetinha rosadinha. Começou a chupar a xoxotinha dela de tal forma que ela foi empinando o corpo até ficar nas pontas dos pés. – Isso, querido! Chupa sua putinha, chupa! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! – ela gemia como uma louca. – Enfia essa pica agora, vem, me dá esse pau! – percebendo a bocetinha dela molhadinha a levantou, segurando-a firme na cintura dela e deixpu ela mesma posicionar seu cacete na entradinha da xaninha. – Mete, gato! – disse ela no mesmo momento que o pau dele foi abrindo aquela xoxotinha quase virgem. Era tão apertadinha que ela parecia estar chorando de dor e prazer. – Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Mete gostosoooooooo, meteeeeeeeee! – ela falava e gemia descontrolada até que ele sentiu o corpinho dela tremer e os pelinhos dos braços dela ficaram todos arrepiados. Aquela deliciazinha estava gozando na pica dele novamente. Não aguentando vê-la gozando tão gostoso, ele tirou o pau da bocetinha dela rapidamente e gozou na bundinha dela. Ela sorriu toda satisfeita, espalhando o esperma dele no corpinho lindo dela. Voltaram para a água novamente e brincaram muito, jogando água um no outro como duas crianças. À noite ela ainda apareceu no quarto de Renato para dormir um pouco com ele. – Quero só ficar aqui um pouquinho! Nada de endurecer essa pica para o meu lado! Estou acabada, lindinho – disse ela sorrindo e procurando ficar bem aconchegada nos seus braços. É claro que o pau ficou duro. Quem resiste a uma garota daquelas? Mas ele conseguiu se conter e dormiram agarradinhos até de madrugada. No dia seguinte voltaram para São Paulo e a vida voltou ao normal. Ela voltou a para o namorado dela e Renato voltou ao trabalho que mais lhe rendeu mulheres na vida. O bom disso tudo é que ele se tornou um bom amigo da Aline. E muitas e muitas vezes ela o levou ao apartamento dela só para reviverem as boas gozadas que tiveram na fazenda do pai dela. Gostou? Então dê uma nota e quem quiser entrar em contato para conversamos um pouco sobre sexo ou quem, sabe fazer uma boa amizade, deixe os seus dados nos comentários abaixo que entro em contato. [email protected]

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Dando no Baile Funk

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Eu e minha namorada adoramos uma putaria, e tínhamos uma vontade enorme de ir em um baile funk onde rolasse muita sacanagem e fomos em busca. No outro dia ja estávamos com ingressos na mão e fomos para o baile. Minha namorada é muito gostosa e pra me provocar colocou um vestido preto coladinho, super maquiada, cheirosa e pra deixar mais sexy ainda estava de salto alto bem piranha ,mais antes passamos na casa da amiga dela, ali mesmo já começamos as preliminares ,enquanto a amiga dela se arrumava agente se pegava no sofá, foi quando minha namorada sentou de perna aberta e vi aquela bucetinha lisinha numa calcinha super sexy que fez meu pau subir na hora e ficamos com mão ali e aqui até dar a hora de descer pro show. Quando chegamos no baile tava lotado ,e minha namorada ja ficou toda safadinha foi quando começou a putaria e ela veio dançando e rebolando no meu pau.. Nossa tava muito bom, vê aquela bunda sarrando em mim, o baile todo tava na maior putaria e aquilo me deixava ainda mais tarado. Meu pau ja tava muito duro, minha namorada adora dançar, então elaa rebolava muito descia até o chão e subia esfregando nele.. Tava uma delícia..Dai ela me chamou pra um canto e disse que queria fuder, ai que fiquei maluco mesmo, rapidamente tirei meu pau pra fora, ela levantou o vestido arredou a calcinha e pediu com uma cara de piranha : me fode vai! Já fiquei doido e coloquei meu pau com vontade e senti aquela bucetinha super molhada e quentinha.. Ela é tão safada que quando viu que tinha várias meninas dançando na frente ,me chamou pra ir pra la, me surpreendeu quando ela colocou a mão no palco subiu o vestido e ficou com aquela bunda levantada pra mim.. rebolando com a bucetinha fodida.. nossa meti muito nela ali, à minha volta tava uma putaria só . Foi quando comecei a sentir um tesão tão forte que comecei a fuder muito ela, muito mesmo e ela gritava ali no baile de tesão, aquilo foi me consumindo por dentro, fui entrando em êxtase de tesão, tava sentindo a porra vindo e não conseguia parar.. Soltei aquele leitinho quente la dentro daquela bucetinha gostosa, tava sentindo ela latejar no meu pau.. nossa foi uma delicia ter fudido ela ali. A minha putinha gostosa.

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Pegando a novinha safada no sofá da casa dos pais dela

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Quem já fez isso sabe como isso é delicioso, excitante e perigoso!!

Fui dar aula de reforço de Biologia para a Stephany. Ela estava com as notas bem ruim. E a mãe dela me conhecia de um trabalho que tinha feito na comunidade que elas moram.

Comecei a dar aula para essa menina… até que num dia vi o celular dela mostrando uma atualização de tumblr. Fiquei curioso e perguntei. Vc tem tumblr?

Ela disse… Sim,mas não posso mostrar.

Dai eu disse… Tb tenho um… mas é porno. Não sei se vc segue este tipo de tumblr.

Ela olhou para minha cara e sorriu e disse. É… o meu não é porno… mas adoro seguir alguns!

Dai perguntei… vc deve seguir o meu… veja ai… comedordebucetas.tumblr.com.

Dai ela nem preciso buscar e disse… claro que conheço… é você?

Sim… eu disse.

Ela se mostrou um pouco nervosa… e desconversamos.

O tempo foi passando até que ela começou a fazer um monte de perguntas relacionadas ao tumblr e a sexo.

E começamos a rir, brincar, trocar piadas até que o clime começou a rolar.

Não nos seguramos e fomos para o sofá da sala.

Lá pude tirar a bermuda jeans dela e ver a calcinha verde já toda meladinha… hmmmmm

Puxei a calcinha de lado e comecei a chupar ela… ela ficou se contorcendo no sofá! Fazia um oito no grelinho dela enquanto penetrava um… as vezes dois dedos na vagina.

Ela ficou louca se levantou e ordenou que eu tirasse as calças.

Eu tirei e ela se jogou para cima de mim. Caimos no chão, sobre o tapete da sala. Ainda bem que era bem fofinho!

E começamos um delicioso 69. Chupei muito aquela xota! Hmmm que gostoso!

Ela abocanhava meu pau! Era novinha mas tinha uma maestria segurando e manuseando meu pau em suas mãos e boca!

Não aguentávamos mais… e o tempo estava passando… nos levantamos e a coloquei de quatro debruçada no braço do sofá..

Levantei um pouco o bumbum dela e vi sua xota pingando..

Coloquei meu pau na entrada de sua buceta e empurrei com gosto… deslizou maravilhosamente naquela xota meladinha…

Meti… meti… meti com vontade! SOCA SOCA SOCA SOCA…

O barulho de pau entrando numa xota babada tomou conta da sala!

E ela começou a gemer gostoso… se contorcia no sofá!

Continuava com as fortes estocadas na xota dela… de vez em quando parava e empurrava até o final… bem devagar…. e às vezes tirava ele todo… e colocava ele novamente… só para ela sentir cada centímetro dele entrando em sua xota…

Enquanto fazia isso… falava muita putaria em seus ouvidos… até que ela começou a se tremer todinha e disse….. ahhhhh vou gooooozaaaarrrrrrrr e gozou meu gostoso no meu pau!

Ela se jogou no sofá e ficou respirando olhando para o meu pau. Ele estava duro… latejando… doido por ela.

Ela tirou a camisinha dele e me mamou… e só parou quando teve sua boquinha cheia de leite quente.

Nos limpamos e voltamos para mesa estudar.

Mas não dava…. ficamos nos beijando. Hmmmmm aquela boca deliciosa!

Até que ouvimos um barulho de chaves na porta e paramos. Era a mãe dela.

Ela se dirigiu até nós e nos perguntou… como esta a aula… e eu respondi… muito boa Sra. Cássia.

Meu coração estava a mil por hora!!!

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Eu e a safada do Shopping Grande Rio

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Estava navegando no meu perfil do par perfeito quando encontrei um perfil de uma loira de olhos verdes muito bonita.

Mandei uma mensagem para ela e não demorou muito ela me respondeu. Ficamos trocando mensagens até que uma porta se abriu e comecei a falar um pouco de sacanagem com ela.

Ela não recuou em vez disso ficou bem salientezinha… aceitando todas minhas propostas indecentes de aventuras.

Ficamos quase 1 mês teclando e decidi fazer uma proposta concreta para ela. Ela trabalhava numa loja de sapatos no Shopping Grande Rio e disse a ela que estava interessado em conhecê-la pessoalmente e que poderiamos almoçar por lá mesmo.

Ela aceitou e marcamos por volta de 12h. Cheguei lá no Shopping e fui direto na loja dela. Fiquei do lado de fora, próximo a porta para que ela me olhasse. Ela percebeu, falou algo com uma mulher que parecia ser a gerente e saiu da loja.

Nos beijamos e perguntei “para onde fica a praça de alimentação?”. Ela fez um sinal e seguimos em frente. Chegamos na praça e fizemos um lanche. Ficamos conversando… conversando… e eu me contorcendo para avançar nela e beijar.

Sei que ficamos conversando por algum tempo e estava chegando a hora dela voltar ao trabalho dai ela disse “vou ter que voltar ao meu trabalho, quer que eu te leve no carro?”. Eu aceitei, claro.

Chegamos no meu carro no estacionamento e perguntei se ela não queria entrar… ela entrou e eu entrei pelo outro lado. Lá dentro as coisas mudaram… o ambiente mudou totalmente.

Fomos logo nos beijando… forte… intensamente… hmmmm que delicia de boca! Ela levou sua mão até minha calça e sentiu meu kcete ficando duro…

Então fiz uma proposta para irmos ao banco de trás. Pulamos para o banco de trás e tirei minha calça e cueca. Fiquei apenas de camisa. Ela olhou meu pau duro e já foi logo abocanhando ele. Hmmmmmmmmmmmmm

Que delícia de boca! Pqp! Não poderia imaginar que era tão delicioso!

Ela descia e subia a cabeça… chupando gostoso meu kcete… ela apertava deliciosamente minhas bolas… ahhhhhh

Dai eu disse… “vou gozar”… e ela aumentou a velocidade do boquete… e me fez esporrar dentro de sua boquinha…. fiquei me contorcendo de tesão no carro… ela ficou no meu pau até ele ficar meio mole… PQP! Que delicia… ela engoliu toda minha porra… e ainda chupou ele mais um pouco!

Ela consertou os cabelos e disse “Me espera aqui… já volto!” Demorou uns 15 minutos e lá veio ela, com sua bolsa e um ticket na mão.

Ela entrou no carro e disse “me leva para um motel e me fode gostoso. agora!”

Dai dirigi o carro para um motel próximo… chegamos no motel e fomos logo nos atacando… não tinhamos muito tempo…

Ela se atirou na cama e começou a tirar as roupas… ficou apenas de sutiã e calcinha… tirei tudo e cai por cima dela… começamos num delicioso papai-mamãe… hmmmmm que xota quente e molhadinha!

As estocadas estavam deliciosas! Ela gemia e se contorcia toda na cama…. virei ela de lado e comecei a comer a xota dela de ladinho… dai quando tirei meu pau dela, pude ver ele todo esbranquiçado… a safada estava muito excitada… e já estava com a xota super badada…

Coloquei ela de bruços e continuei socando gostoso sua buceta! SOCA SOCA SOCA SOCA SOCA…. num ritmo delicioso!

Ela pediu para voltar para o papai-mamãe pq queria me beijar… dai coloquei as pernas dela para o ar e continuei socando…. dessa vez beijando ela…

Até que ela começa a gemer mais forte…. morde meus lábios… e aperta minha bunda contra o corpo dela… a safada estava gozando ou ia gozar…

Fiz com que meu pau ficasse latejando dentro da xota dela.. e empurrei ele mais fundo que podia nela… a safada soltou um grito de gozo! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii ahhhhhhh

Quando levantei um pouco meu corpo… SLAP! Recebi um tapa na cara! Fiquei surpreso e perguntei “Pq um tapa na minha cara?” e ela respondeu “pq vc me fez gozar seu puto!”

Eu comecei a rir…. e disse “tudo bem” e pensei comigo “mulher louca!!!” kkkkkkkk

Nos arrumamos e a deixei no Shopping. No final daquela noite voltamos a conversar e marcamos uma outra aventura…. mas fica para uma próxima vez!

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