Romance (26)


Sexo Anal com Namorada Santinha

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  • Fetiche: Sexo Anal com a Namorada Santinha;

  • Personagens: Camila e Namorado;

  • Características:

    • Novinha,

    • Namorada Linda,

    • Seios Grandes,

    • Coxas Grossas,

    • Coxas Duras,

    • Bunda Arrebitada,

    • Rosto de Princesa;

Tenho vinte e dois anos, tenho uma namorada linda, chamada Camila, conheço a desde pequeno e só fomos descobrir que nos amamos a pouco tempo.

Bom, chega de falar de mim e vamos falar sobre ela, ela possui seios grandes, coxas grossas e duras, uma bundinha arrebitada, e o rosto de uma princesa.

Só de ver aquele rosto lindo as pessoas babam… ao ver o corpo então… Enfim, eh uma mulher ideal a qualquer homem, pois ela não é só bonita, mas também faz de tudo para me satisfazer, assim como faço a ela.

Vou contar uma coisa que aconteceu a pouco tempo. Até então, eu só comia a bucetinha raspada e cheirosa dela.

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Quinta-Feira

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E em uma silenciosa noite de uma quinta-feira, a campainha toca:
– É ela.
Deixo a casa da forma que estava, umas almofadas largadas no chão de madeira, dois copos na pia e a cama por fazer.
– Boa noite.
Ela disse quando abri a porta.
Dei sinal para que entrasse e ao passar por mim, pude sentir o seu perfume. Uma mistura de essências que por hora, não pude identificar mas sabia que vinham das coisas corriqueiras de um dia comum.
– Vinho? Ofereci.
– Sim, seria ótimo.
Fomos para a cozinha, sem trocar muitas palavras. Peguei duas taças e nos servi. Ficamos ali sentados. Trocando alguns olhares, buscando decifrar um ao outro.
Ela estava inclinada, apoiando os braços na mesa de mármore negro, com o peso sustentado praticamente em apenas uma perna, e sob os seus cotovelos que estavam meio cobertos pela blusa branca que usava, um pouco amassada e abotoada de uma maneira discreta que mexia com minha imaginação. Seus cabelos castanhos, presos em forma de rabo de cavalo estavam mal amarrados, como se tivesse feito com pressa. Algumas mechas caíam sob seu rosto e incansavelmente ela tentava arruma-las, com um movimento de balançar o rosto para o lado. Seu pescoço à mostra era um convite e eu tinha que me conter, mas a cada visita da taça à minha boca aquilo se tornava mais difícil.
Ela suspirou.
– Dia difícil? Perguntei.
– Um dia como qualquer outro…
Sua expressão deixava claro como estava cansada.
– Se importa se eu fumar aqui? Ela perguntou já tirando do bolso da calça uma carteira de cigarro. Um movimento que já parecia comum para ela.
Consenti com a cabeça e ela pós o cigarro na boca, escondendo os lábios para dentro e levando o esqueiro á ponta do cigarro com o que parecia uma caverna feita com as mãos. Deu uma traga longa e largou o isqueiro na mesa. Na sua segunda tragada, segurou a fumaça no seu pulmão e virou sua cabeça para cima, com os olhos fechados. Levantei-me e me aproximei por de trás dela para completar a sua taça de vinho que já estava no fim.
Ela percebeu minha aproximação e virou seu rosto, deixando-o perto do meu, me olhando com o canto dos olhos em quanto a fumaça escapava de sua boca, bailando pelo ar. Ela deu um pequeno sorriso com o canto da sua boca vermelha, pintada por algum batom. Voltei ao meu lugar e á assisti fumar seu cigarro. Era como ver uma bailarina dançando com fitas penduradas em seus braços, movimentos leves e suaves. Cada vez que levava o cigarro á boca, ela tragava me olhando no fundo dos olhos. Era como se ela estivesse tragando meu corpo ao invés do cigarro.
Restando apenas uma pequena parte do cigarro, ela o apagou em um cinzeiro de latão que eu havia posto no centro da mesa e virou o resto de vinho que havia sobrado na taça.
Repeti o movimento anterior para encher a taça. Dessa vez, apoiei meu braço na mesa e encostei minha cintura na dela, pressionando-á contra o mármore. Fiz com que nossos rostos entrassem em contato, meus lábios passaram deslizando pelo seu rosto até perto de sua boca, o atrito de nossas peles fez com que os meus lábios tremessem. Pude vê-la fechando os olhos e carregando um pequeno suspiro. Tudo parecia quieto, como se não houvesse som nenhum ali, nem mesmo o som do vinho caindo no copo, do ventilador no teto ou o barulho da cidade lá fora.
Pus a mão que antes segurava a garrafa em sua cintura, segurei de forma firme e apertei ainda mais nossos corpos. Pude sentir-la. Aquela mulher não tinha tempo para gastar com academias e exercícios, aquele era seu corpo. O corpo de uma mulher que vive na correria cotidiana, e ele era lindo. Cada curva sua se encaixava em minhas mãos. Notei isso em quanto a massageava e beijava seu pescoço. Minha barba passava por sua pele e podia sentir-la se arrepiar. Soltei o seu cabelo e o deixei deslizar por entre meus dedos até que minha mão chegou perto de sua raiz. Segurei com um pouco mais de firmeza e com um movimento leve e bem controlado, virei o seu resto para o meu. Seus olhos entreabertos, assim como sua boca vermelha, se fecharam com um suspiro maior quando dei uma pequena mordida no canto do seu lábio inferior, nesse momento a segurei com mais força e ela deixou escapar um pequeno gemido.
Então eu a beijei, pude sentir o gosto amadeirado do cigarro em sua boca, misturado com o sabor do vinho tinto seco, aquela mistura fazia minha mente derreter. Em quanto ela me segurava pelo cabelo eu beijava seu pescoço, descendo para seus seios, alternando entre mordidas e beijos, sou tórax estava vermelho, podia sentir seu corpo quente e sua respiração ofegante. Em quanto descia minha boca pelo seu corpo, ia desabotoando sua camisa e aos poucos revelando seus pequenos seios que caberiam quase que por completo em minha boca. Tirei sua camisa e em quanto eu desabotoava sua calça ela arrancou minha camiseta, á jogando para longe. Seu peito nú se encostou em meu corpo e eu pude sentir como estavam firmes os bicos dos seus seios.
Ela arranhava minhas costas cada vez que á pegava mais forte, me segurava pelos meus cabelos escuros e me oferecia o busto para que eu o beijasse. Eu mordiscava seus mamilos e os alisava com a língua, fazia movimentos circulares por suas auréolas e dava pequenos sopros quentes. Seus gemidos cada vez mais fortes e constantes acompanhados de longos suspiros incendiavam meu corpo de desejo até que não pude mais resistir, á coloquei de volta ao chão e arranquei sua calça, deixando-á apenas com sua calcinha preta, bem simples e que aparentava ser confortável o bastante para passar todo o dia vestida. Á pus de costas e imediatamente ela empinou sua bunda apoiando-se na mesa sob os cotovelos.
Agachei-me á altura de bunda e a observei por alguns instantes, admirando aquela beleza natural. Eu alisava suas pernas até perto de sua virilha, dando pequenas mordiscadas em cada nádega. Eu sentia minhas mãos cheias daquilo, tinha necessidade de cada vez apertar mais forte, mais firme! Não consegui me controlar: desferi o primeiro tapa.
– Ai! Ela olhou para trás dando um pequeno sorriso e mordendo sua boca.
Entendi o recado.
Outro tapa e mais um gemido, aquilo me enlouquecia. Com cada tapa que eu dava sua bunda ficava mais vermelha, e cada vez mais ela á empinava para mim.
Pude notar que sua calcinha estava úmida e então comecei a tira-la devagar, degustando aquele momento. Ela estava tão molhada que foi formada uma linha de sulco entre sua boceta e a calcinha. Quando a ultima peça de roupa que lhe restava estava próxima ao seu joelho a ponte se rompeu, ficando pendurada pela sua boceta, como uma criança babando por doce.
Fiquei alisando sua boceta e ouvindo seus gemidos. Ela fazia pequenos movimentos com o quadril, como se tentasse fazer meus dedos entrarem dentro dela. Depois de me divertir com aquela cena, resolvi acatar a sua vontade e penetra-la com meus dedos longos. A medida que ia fazendo movimentos mais intensos sua boceta ficava mais molhada.
Ela levou um dedo à sua boca, o deixando bastante babado e então o direcionou à sua bunda. Eu não estava esperando por aquilo, mas ela parecia estar delirando com aquele dedo lá, Ela morria de tesão, na suas pernas, pequenas linhas de sulco escorriam, estava na hora.
Levantei e tirei minha calça, jogando-a em algum canto aleatório. Ela não tinha percebido ainda o que estava acontecendo, até que encostei a cabeça do meu pau na sua boceta molhada, ela olhou para trás novamente e finalmente viu o que iria acontecer. Eu à alisava com meu pau, passando ele sobre seu clítoris, sobre os lábios daquela boceta. Assim como ela tinha feito quando estava brincando com os meus dedos, ela fez agora, mexendo seu quadril em busca da penetração. Segurei seu cabelo e puxei seu rosto para perto do meu. Comecei a colocar meu pau naquela boceta, em quanto lambia devagar seu ombro, subindo pelo pescoço até chegar sua orelha, ao mesmo tempo eu ia penetrando-á, até que cheguei à sua orelha e ao fundo de sua boceta. Permaneci parado lá dentro, bem no fundo, ela com os olhos fechados gemia sem parar, de uma forma suave. Ela tinha tido um pequeno orgasmo. Quando sua respiração normalizou um pouco mais, comecei a fode-la de uma forma lenta e firme, como pedia o momento, como pediam nossos corpos. Meu pau deslizava facilmente na sua boceta molhada, quase que sem atrito nenhum, apesar de ser um boceta pequena e apertada.
Novamente ela leva o dedo a boca, e o direciona ao seu ânus, dessa vez tendo a boceta fodida pelo meu pau que podia sentir o dedo dela entrando na sua bunda. Ela gemia mais e mais forte, cada vez mais intenso, cada vez mais alto. Eu estava prestes a gozar quando seu corpo perdeu a resistência e caiu sob a mesa, levei meu pau ao mais fundo que pude, suas pernas tremiam e ela se contorcia com uma expressão de prazer no rosto. Quando tirei meu pau da sua boceta, uma quantidade significativa de um líquido viscoso o acompanhou, como se meu pau fosse uma rolha que hora impedia que o champanhe saísse mas agora o deixava livre para explodir à fora.
Havíamos gozado juntos, eu tinha inundado aquela boceta com meu gozo e agora nossos gozos escorriam juntos como um só pelas suas pernas.
Depois de algum tempo ali parados, nos recuperando. acendi um cigarro que dividimos quando fomos deitar na cama do meu quarto. No outro dia, a única coisa que restava ali eram duas taças de vinho, e em uma, uma marca de batom vermelho.

05/11/2015 – Lobo Mau

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Um conto lesbico.

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Oi, meu nome é Natalia. Tenho 19 anos, sou magrinha e desajeitada. Estou agora morando na capital do meu estado. Passei toda a minha vida no interior. Sempre fui tímida e de poucas palavras. Ano passado passei no vestibular para engenharia e meus pais alugaram um pequeno apartamento pra mim, perto da universidade onde estudo. Como tinha muito tempo livre, voltei a estudar inglês. O inglês é uma paixão que eu tenho e foi graças a ele que encontrei outra paixão. Era o primeiro dia de aula, estava atrasada e entrei na sala praticamente correndo. Foi ai que meu jeito desajeitado mais uma vez me pregou uma peça. Quando entrei na sala esbarrei em outra aluna, derrubando seu livro e caderno. Pedi desculpas e tentei ajuda-la a pegar suas coisas. Ela apenas sorriu e nada disse. Ela era linda. Loira, 1,65 de altura, cabelos longos, seios pequenos e uma bundinha linda. Ela sentou afastada de mim. Durante o decorrer do curso descobri que seu nome era Amanda. Amo o inglês e na sala de aula é um dos poucos lugares onde me sinto confiante e consigo me expressar sem vergonha ou medo. Amanda, também estava em um nível muito bom. O tempo transcorria e aulas seguiam em frente. Eu durante as aulas observando Amanda. O jeito que ela sorria, o jeito como ela entrelaçava as pernas quando sentava. Durante uma aula o professor disse que deveríamos fazer uma apresentação em dupla. Como uma pequena peça de teatro. Ele ia sortear nossos nome, para fazermos duplas. Para minha felicidade e espanto meu nome seguiu o da Amada. Felicidade e vergonha estavam juntas. Depois da aula Amanda se aproximou de mim e conversamos um pouco sobre o trabalho que tínhamos que fazer, ela pegou meu número de telefone e eu o dela.

Cheguei em casa feliz como a muito não ficava. Tomo um banho, visto meu shortinho de algodão e uma camiseta e me preparo para jantar. O telefone toca… atendo, deve ser minha mãe, que me liga todas as noites, atendo. Natalia?… Natalia?… O mundo roda, não acredito. Não pode ser ela. Respondo tímida:

– Oi

– Natalia, é a Amanda. Você esta ocupada?

– Não, não estou (respondo nervosa).

– Desculpa te ligar tão rápido. Mas queria resolver logo este trabalho. Sou muito hiperativa e não gosto de deixar as coisas pra depois.

– Tudo bem. Podemos fazer quando você quiser.

– Pode ser amanhã, pela manhã. É sábado e não tenho compromisso.

– Siiiim (não consegui controlar a emoção).

– Você mora com alguém?

– Não. Moro sozinha.

– Posso ir ai? Prefiro assim. Moro com meus pais e um irmão chato.

– Claro.

– Amanhã as 09:00, está bom pra você.

– Sim.

Passei meu endereço e ela desligou. Minha cabeça não parava. Tinha que limpar o apartamento, que apesar de pequeno, estava uma bagunça. Tinha que pensar no que ia oferecer de lanche pra ela, o que ia vestir. Não queria parecer uma desengonçada. Tanta coisa pra resolver e eu nervosa. Nem jantei, limpei o apartamento o melhor que pude e tentei dormir. Acordei cedo e tomei um banho, tomei café e fui preparar material para o trabalho que tinha que realizar com Amanda e esperei. Um pouco depois da nove Amanda chegou. Ela estava linda, usava um short jeans e camisa de manga longa xadrez. Ela exalava um perfume delicioso. Pedi que ela entrasse e sentamos na única mesa. Começamos a fazer o trabalho. Discutimos algumas ideias e fizemos um roteiro. Ensaiamos algumas vezes e o tempo passou sem que eu notasse. Já passava das 12:00. Tomei um susto e disse: tenho que prepara o almoço.

– Amanda: Desculpe, acho que esta na hora de ir embora.

– Natalia: Desculpe, você não quer almoçar comigo? (não sei como tive coragem de dizer isso)

– Amanda: Não quero atrapalhar.

– Natalia: Vou ficar feliz se você ficar. (De onde veio isso? De onde vinha essa coragem?).

– Amanda: Tem certeza?

– Natalia: Sim, respondi e sorri. Ela sorriu de volta.

Ela tentou me ajudar a fazer o almoço, como a cozinha era bem pequena ficávamos todo tempo nos esbarrando e nos tocando sem querer (no meu caso querendo). Ela não sabia cozinhar e ficava perguntando tudo, eu respondia feliz. Conversamos sobre muita coisa, ela me contou que seus pais viajavam muito e ela ia junto. Seu pai era diretor de uma grande empresa e sua mãe dona de uma gráfica. Seu irmão era mais velho e vivia se metendo em sua vida. Almoçamos peixe com batata, arroz e salada de verdura. Ela adorou e fez muito elogios. Até pediu pra mim ensina-la. Claro que disse sim. Depois do almoço ficamos um pouco no sofá conversando, estava super feliz com a presença dela. Depois de algum tempo bateu um soninho, mas não queria ela fosse embora. Acho que ela percebeu e perguntou se estava com sono.

Natalia: um pouco.

Amanda: Será que eu posso passar a tarde aqui?

Natalia: Claro. Se você estiver com sono, pode ficar na minha cama.

Amanda: Não, não quero lhe incomodar. Posso ficar aqui no sofá.

Natalia: Não, prefiro que você fique na minha cama.

Amanda: Podemos ficar nós duas na cama?

Natalia: Você quer?

Amanda: Sim, quero muito.

Fomos juntas para o meu quarto. Não acreditava no que estava acontecendo. Alguém me belisque, porque, só posso estar sonhado. Liguei o ar-condicionado e nos cobrimos com os lençóis. A cama era pequena e ficamos bem próximas. O cheiro dela era maravilhoso. Fiquei com medo, de dizer ou fazer algo que a incomodasse e ela fosse embora. Tentava não demonstrar o quanto estava nervosa e como o desejo em mim estava grande. Conversávamos e ela sorria. Pode alguém se apaixonar por um sorriso? Pois era assim que me sentia. Depois de algum tempo ela pediu para mim abraça-la. Ficamos deitadas lado a lado e a abracei. Tão bom sentir sua pele, sua respiração próxima a mim. Ela se aconchegou a meu corpo. Fechei os olhos e deixei as sensações me invadirem.

– Amanda: desde que ti vi a primeira vez sonho com isso.

– Natalia: você só pode estar brincando. Não acredito!

– Amanda: Por que eu mentiria? Sempre admirei você. Sua segurança, sua felicidade. Você esta sempre sorrindo. Eu notava você me olhando e sempre esperei você chegar perto de mim. Minha timidez não me deixava tomar a iniciativa.

– Natalia: Eu, eu… pensei que você não notasse. Nunca pensei que você fosse capaz de gostar de mim.

– Amanda: Ah, ta certo. Você deve pensar: "a loira bonitinha e boba", que deve gostar só de roupas e viagens.

– Natalia: você é tão linda. Sempre os meninos da classe te observam e falam o quanto você é linda. Você sempre me deixou tímida. Ela se virou e me encarou. Nos observamos durante algum tempo.

Natalia: Posso te beijar?

Amanda: nunca peça um beijo. Roube!

Dizendo isso ela aproximou seus lábios dos meus e nos beijamos. A descoberta e o sabor do primeiro beijo. Um beijo nervoso, de descoberta e procura. Ela forçou sua língua em minha boca e me penetrou. Ela tinha um gosto forte e salgado, gosto de mulher com desejo. Aquilo me acendeu. Nossa línguas se encontraram e se amaram. Ela me puxou com força para junto do seu corpo e sugou minha língua com força. Nos beijamos durante alguns minutos maravilhosos. Depois de algum tempo nos afastamos e nos olhamos com ternura e desejo.

– Amanda: você gostou?

– Natalia(sorrindo): Eu amei. Queria nunca parar de te beijar.

Voltamos a nos beijar com paixão. Sua mão entrou por baixo da minha camisa e começou a acariciar meus seios. Apertava meus mamilos durinhos, pareciam querer explodir de tesão. Hora ela acariciava um, depois o outro. Parecia indecisa. Aquilo me deixava louca de tesão e enquanto isso sua boca me conquistava e controlava como ninguém antes tinha me controlado. Ela desceu seu rosto para meus seios e retirou minha camisa. Logo ela abocanhou um dos meus seios, ela sugou com força, com desejo e paixão. Parecia querer arrancar um pedaço. Logo ela passou seu interesse para o outro neste ela passou a ponta da língua com delicadeza no meu mamilo durinho. Depois começou a morder com a ponta dos dentes. De leve no inicio, depois foi aumentando a força, tanto que me fez gritar. Afastei meu seio dolorido da sua boca. Ela me olhou com um olhar que cabia toda tristeza do mundo e disse: deixa. por favor… Não resisti e ofereci meu seio a sua boca. Ahhhh… doía e doía… Ela me olhou nos olhos e disse:

Amanda: Fala que é minha.

Natalia: Sou sua.

Amanda: pra mim fazer o que eu quiser?

Natalia: pra você fazer o que você quiser.

Ela apertou meu seio dolorido com as pontas dos dedos.

Amanda: você promete?

Natalia: prometo de todo coração.

Ela baixou a cabeça e começou a beijar minha barriga, ela beijava e beijava a pele macia e lisa. Depois começou a soprar os pelinhos liso próximos ao umbigo. Aquilo me deixou arrepiada. Ela tirou meu short, me deixando somente com a calcinha branca. Ela começou novamente a me beijar, ela beijava minha pele até a borda da calcinha. Depois passou a língua de leve sobre a calcinha. Sentir sua língua quente e molhada pela primeira vez próxima a minha xaninha fez um calor subir pelo corpo. Eu queimava de tesão. Estava vermelha e excitada. Ela abriu minha pernas e beijou e mordeu as partes internas das minha coxa, ela estava me levando a loucura. Ela afastou minha calcinha para o lado e expos minha xoxotinha lisa. Depois mergulhou sobre ela. Sua língua pressionou meu clitóris com força e gemi alto. Ahhhh…. não para! gritei. Ela brincava com meu grelinho com gosto, chupava, mordia, beijava, se lambuzava. Ela iniciou uma chupada longa e forte por toda extensão da minha xaninha. Passava a língua de cima a baixo, diversas vezes, ia e voltava. Comecei a derramar o suco da minha bucetinha melada. Ela esfregou seu rosto contra minha xaninha e disse: quero que seu suco impregne em mim. Meus grelinho estava inchado, parecendo uma uva pronta pra ser chupada. Ela voltou a brincar com ele. Beijava e beijava, sugava e mordia de leve. Eu queimava e gemia. Segurei sua cabeça e enfiei na minha buceta com força. Esfreguei minha xaninha com força na sua cara. Ela penetrou com força minha buceta. Sua língua parecia enorme dentro da minha buceta. Ocupando todos os espaços e chegando em todos os lugares. Eu estava tarada, louca pra gozar.

Ela segurou uma das minha pernas com força. Sua língua penetrava minha buceta e com sua outra mão ela brincava com meu grelinho. Ela passava a ponta da língua nos grandes lábios. Depois de algum tempo começou a sugar meu grelinho. Desta vez com mais força. Doía, mas eu tinha feito uma promessa. Sentir meu grelinho preso entre seus dentes enquanto ela passava a ponta da língua foi a melhor sensação da minha vida. Perdi a noção de tudo. Meu coração parecia que ia explodir. Perdi o controle do meu corpo, ondas e ondas de prazer, frio e calor me percorriam da cabeça aos pés. Gozei e gozei…

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O princípio

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Parecia uma noite normal para ele quando se deitou em sua cama e vendo o mundo girar perdeu os sentidos. Não podia nunca imaginar onde estaria nem mesmo o que experimentaria em suas experiências.

Era fim de tarde quando se abriu os olhos e ao seu redor observando um pouco estava em frente à casa de uma de sua tia. Era noite e chegara de bolsa as costas como se estivesse pronto para um fim de semana em família, sem bater atravessou o portão e entrou. Entre o portão e a porta da casa havia uma passarela vermelha e plantas aos lados, eram pés de acerola o cheiro denunciava, sim, mesmo sendo uma casa comum era bem cuidada e arrumada e sua tia apreciava colher acerolas para o suco. Sem bater a porta, pois se sentia em casa, foi logo girando a maçaneta e entrando sem nada a dizer, logo, percebeu que a casa estava vazia. A televisão estava ligada com se pudesse substituir a luz das lâmpadas fluorescentes que estavam apagadas e ao lado direito da sala havia uma porta que dava acesso aos quartos de onde viu sair ela. Linda, vestida com um lindo vestidinho azul com delicadas flores brancas desenhadas e de alças largas com delicado decote em V bem à cinturado formando uma saia rodada que se limitava acima do joelho por babadinhos azuis. Abaixo das alças seus seios não maiores que laranjas se ajustavam perfeitamente a forma que o vestido lhe dava tão perfeitos que dispensava o sutiã, ora se via uma menina, ora uma mulher. Meio sem jeito ele dizia oi para aquela amiga que um dia não se importava outro dia se encantava, no outro desejava, sua voz grave adocicada era inebriante para um simples oi. Na verdade haveria uma festinha casa vizinha e todos estavam lá inclusive os pais de ambos, mas, ela desejou ficar em casa, talvez por intuição, talvez por premonição, pois, ela desejava-o em segredo. Conversaram um pouco na sala a luz da TV, o suficiente para rirem bastante, ela exalava um delicioso perfume natural que o perturbava, ele falava exatamente o que ela amava ouvir e a atraia. Olhares trocados rapidamente com se respondessem sabendo quais perguntas se faziam e um beijo aconteceu. Não houve tempo de se sentarem antes do beijo apaixonado e carregado de desejo de ambos. Deliciavam-se mutuamente enquanto permaneciam abraçados fortemente sem medo. Sem muitas palavras após o beijo testa a testa sorriam juntos em silêncio, ele aos seus 27 anos jamais poderia imaginar que ela aos 17 anos poderia lhe completar de tal forma. Havia muito respeito entre eles e sentando-se ao tapete no chão da sala, ela com suas lindas pernas sobre as deles beijavam-se apaixonados e dessa vez acariciavam-se de maneira bem suave e gentil. Ofegavam com a intensidade do carinho, dos beijos, das carícias. Parando lentamente o beijo ela retira um das alças de seu vestido expondo parte de sua beleza e intimando-o com doçura ela exige, me toca. Ato continuo de sua parte o jovem virgem enquanto acariciava a bela forma feminina entumecida de paixão sente sua nuca sendo forçada lentamente ao encontro daquela ponta do Paraíso, ao contato dos lábios um leve beijo, ao contato da língua ouve-se um leve suspiro. Ela meio que se arrastando põe-se ao colo dele que sem retirar de sua boca o seio a ajuda puxando-a pelas coxas. Ele desce a outra alça e enquanto aos poucos vai perdendo a lucidez aumenta a velocidade das carícias orais. Suspiros ofegantes e o suor no calor do momento a fazia responder as carícias com movimentos arqueados com a cabeça para trás e quadris para frente, sendo dessa forma talvez a melhor resposta de uma virgem. Deliciavam-se quando ela se afastando deitou-se, pernas abertas dizendo apenas vem com um ligeiro e lindo sorriso. Ele enquanto se despia percebeu seus fluidos e olhando-a entre as pernas percebe uma linda calcinha branca de renda toda molhada a escorre no tapete. Dirigindo-se ao encontro do êxtase lhe remove a pequena peça intima e ali descobri e exibe as delicias da paixão por caminhos de ida e volta de entrada e saída. Seu membro parecia derreter e espumar enquanto ela se contorcia em gemidos delirantes fazendo muita pressão a sua cabeça. Ensandecida ela fazia movimentos giratórios no quadril enquanto começava a puxá-lo para cima de si. Parado ele afastou-se e olhou-a, perfeita seios exibidos, pernas escancaradas, tapete molhado e ela a chama-lo. Partiu para cima sem cerimônia, enquanto arqueava deliciosamente gemiam e ela prendeu-lhe com as pernas para si. Algum tempo depois de paixão intensa como se estivesse satisfeita ela se afasta se põe perfeitamente apoiada em quatro bases sendo dois joelhos e duas palmas das mãos empinando-se a partir da cintura, puxando o vestido para cima e olhando de lado sorri. Ele se dirige firme e juntos gemiam até que tremendo ambos se exaurem e trocam seus fluidos com fortes gritos de prazer. Deitam-se ali mesmo e trocando carícias dormem.

Dia seguinte ele acorda de manhã em sua cama, com ela na cabeça e um misto de alegria e tristeza, pois se dera conta de haver sonhado… (Continua)

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meu corpo precisa do teu e minha alma te chama

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“ meu corpo precisa do teu e minha alma te chama”

Separados, Eu 7 anos desde o casamento ela 9 anos de namorido. Juntos a quatro anos e a cada dia mais apaixonados.
Uma semana na praia. Guaraparis ES. A cidade de Guarapari ganhou esse apelido por causa do prefeito dizer que não quer turistas farofeiros e que vai cobrar pedagio dos turistas….
A cidade é ótima. Praia boa. Boa infraestrutura
Bons centros comerciais…. Lugar ideal pra primeira, segunda, terceira e quarta lua de mel….
Acordar de manhã e um “bom dia meu amor” é o céu. Um beijo na boca aflora os sentidos. E o instinto animal faz o resto; Tesão matinal
Puxo minha gatinha e num Beijo sedento iniciamos nosso ritual de amor. Sua mao procura meu mastro, que já está duro, e como durmo nu fica fácil pra ela saber ver o que quero fazer. Ela se despe e eu começo a beijar seu corpo. Não esqueço nem um pedaço ela adora sentir minha língua em sua pele. Deliberadamente pulo seu sexo e Beijo somente a sua volta, e observo o orvalho umedecendo seu desejo. Ela não aguenta e diz que vai me chupar.
Só um pouquinho
Chupa cachorrinha!
E ela cai de boca. Me levando ao paraíso. …
40 minutos depois ela se levanta para mais um banho. Fico deitado. Adoro cochilar depois de fazer amor.
Café, praia, churrasquinho, cerveja e na volta sorvete… sem hora pra ir sem hora pra voltar…. Pena que a vida não é assim todos os dias, o trabalho nos aguarda em novembro. Mas por enquanto amar é o nosso lazer.
Chegamos ao AP e ela vai tomar banho.
Não resisto e vou atrás
O sabonete é a desculpa pra passar a mão em seu corpo nu. Não demora e é minha vez de ser acariciado por suas mãos de fada, e o efeito que ela me causa faz meu cadete dar sinais de vida. Como bom soldado ele fica ereto, e ela de costas começa a me sarrar passando sua bunda nele. Ele escorrega fácil e num Beijo começamos a nos amar meu pau roçando sua bucetinha e nossas línguas se enrolando enquanto minha mão passeia por seu corpo, seios, barriga, coxas até chegar no clitóris onde o aumento de sua rebolado indica o caminho de seu prazer chegando. E ficamos ali sentindo a água cair num Beijo eterno num sarrar infinito meu pau em sua bunda só roçando seu sexo e minha mão tocando sua bucetinha e sentindo meu pau roçando sua gruta duas vezes molhada…. Não demora e num suspiro ela goza. Seu corpo se contrai de forma alucinante e os espaços se fazem sentir no meu cacete. Ela sente meu pau enorme roçando desejando seu abrigo e coloca as mãos na parede e se inclinando de jeito que eu possa penetra-la. Não perco tempo e entro no céu. E começo a brincar de entrar e sair. Seus gemidos aumentam e fazem que eu fique com mais tesão se é possível não sei mas começo a perder o controle e a Meter com força sem me preocupar com nada. Só sentindo as contrações de suas paredes roçando e envolvendo meu cadete triplicando meu prazer até que não aguentando mais meu pau incha mais dentro dela e ela sentindo que vou gozar instintivamente começa a gozar e a cada contração de sua buceta sinto como se ela sugasse meu pau pedindo leite. Não demora e dou pra minha gata um jato de leite no útero e gozamos juntinhos. … ela se vira e em seus olhos vejo o quanto fazemos bem um ao outro. Fome. Sede. Desejos saciados. Assim é o nosso amor
Descansar um pouco. Cochilar…. Aí comer algo esperando a noite para um passeio a beira mar. Caminhamos de mais dadas como dois adolescentes na idade do lobo. Voltamos para nosso ninho e pra variar a jogo na cama e sem frescura começo a chupar seus seios, barriga, coxas e o cheiro de mel de sua bucetinha aumenta minha fome e começo a me deliciar com seu sabor divino. Minha língua passeia por sua bucetinha sedenta até ela matar minha sede com seu gozo divino…. E um papai mamãe onde suas pernas envolvendo minha banda conduzem o ritmo de sua entrega ao seu macho. Trepar Trepar Trepar sem limite de tempo. Aliás o tempo não existe. Ela goza seguido e vou controlando meu gozo pra prolongar o momento. Ficar dentro dela proporcionando prazer ao meu amor é tudo que quero na vida. E ficamos ali treinando trepando saciando nossos corpos que se atraem. Até o ápice onde nossas almas juntas tremem de prazer pelo prazer um do outro e desmaiamos juntos felizes e completos, repletos de amor….

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Fofa Casada do Bate Papo.

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Olá galera, sou do Rio de janeiro tenho 35 anos e a história que eu vou contar ocorreu no ano passadona quinta feira após o carnaval.
Antes do carnaval estava eu de serviço, quando resolvi entrar numa dessas salas de bate papo para passar o tempo e um Nick me chamou atenção "Fofa Casada" sempre gostei das magrinhas até o dia que sai com uma fofinha que era uma delicia, sendo assim, eu pensei essa deve ser também.
A chamei para conversar que de imediato aceitou trocamos vários assuntos e a perguntei pelo seu marido e a mesma me informou que o mesmo levava em média três meses para procurá-la intimamente e que o relacionamento já não estava bom há muito tempo, trocamos celulares e e-mail e mantemos o contato ela mandava fotos que me despertou para o rabo daquela loira já imaginava loucuras. Resolvemos marcar então um encontro numa quinta feira a tarde estava eu de folga e ela saiu mais cedo do trabalho, como eu precisava resolver uns problemas antes, aproveitei e a enviei um buquê de flores vermelhas que a deixou ainda mais animada. Ao chegarmos ao local marcado, partimos em direção ao motel chegando lá conversamos uns 5 minuto tomou um banho juntos com muitos beijos picantes, onde fiz questão de lavar suas partes intimas com todo amor, pois não via a hora de cair de língua.
Ao sairmos do banho ela ajoelhou se e colocou meu pau de 20cm em sua boca e brincou de mamar em seguida eu a coloquei de quatro na cama e comecei a chupar seus cuzinho e dedilhar sua xana e depois inverti o trabalho e a perguntei aonde ela queria receber primeiro se era na xana ou no cuzinho ela me respondeu conquiste meu cuzinho foi onde eu dei uma lambida final e comecei a colocar naquele rabo gostoso ela mandava catucar cada vez mais eu puxava seu cabelo,a xingava,batia e coloquei um bom tempo ali e resolvi tirar e pensei "ela vai parar " que nada caiu de boca ferozmente e mamou até que eu gozasse em sua boca engolindo todo leitinho em seguida a coloquei na beira da cama e bombei aquela buça molhada e gostosa até ambos gozarmos.
Ao sairmos de lá cada um tomou seu rumo e na manhã seguinte ela procurou um médico onde foi constatada uma fissura que necessitou ao rabo uma pequena férias para quem tinha acabado de voltar a funcionar segundo ela depois de 6 anos.
Mas na semana seguinte ela simulou um curso que nos permitiu passarmos uma noite juntos onde nunca fui tão mamado e ela sempre engolindo tudo e penetrei varias vezes e em diversas posições naquela fofa deliciosa de 45 anos que hoje atende quando a chamo de minha puta e o cu 1 mês depois voltou a funcionar e não vive mais sem minha mangueira.
Freitas,
[email protected]

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Romance Complicado-Parte 5

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E lá estava ele… no final do culto o chamei pra ir para um passeio q fariamos dia 1 de novembro! Ele qria fica cmg lá! + eu era bv e tinha medo Dele falar mal de mim pra todo mundo! Então na hr da volta dei um "Beijinho" meio q vergonha!
Dia 4 de novembro ele sofreu um acidente! Onde machucou muito! Ele tem um prblema de saúde e ñ poder se ferir… Qndo saube desse ocorrido meu olhos encheu-se de água… foi ai q percebi q ele havia conqstado meu coração! (Continua)

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Romance Complicado -Parte 4

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Eu fiquei pasma, além de ser lindo e ter fama de pegador, ele tem um estilo playboy! Calças coloridas etc! Então eu pensei "Ele é viado!!!"
Então respondi a ele:
–Pois é..
–Vc é de alguma igreja? (ELE)
–Sou sim da Shekinah E vc?
–Era da ksa da bencão + sai..
Então aproveitando a brecha, tomei coragem e convidei para ir a minha igreja… Esperei ele no domingo e nada, esperei na quarta e nada.. emfim na quarta da semana seguinte lá estava ele na frente da igreja… (Continua)

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Romance Complicado- Parte 3

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Das vezes q encontrava miguel, tentava esconder! Mais um dia ñ deu. Miguel estava voltando do centro com o seus irmão e eu com minha colega, qndo olho pra trás vejo ele! Com medo do q poderia ocorrer, mandei minha colega correr pois eu havia visto o estrupador! Ela coitada com medo de olhar pr trás correu! e eu atrás… Então miguel foi se aproximando e eu de cabeça baixa fingindo tirar o esmalte das unhas! ele chega próximo e diz:
–Oi! Nossa.. A cor do seu esmalte é linda!
(Continua)

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Romance Complicado- Parte 2

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Ele é lindo gente! Um moreno claro, cabelos lisos pretos! traços uruguaios e olhos na cor castanha.. vou chama-lo de MIGUEL!
Estava indo pra escola, qndo de repente vejo ele lá… fico sem jeito, sem qrer acreditar q ele mi olhava! Eu nakla idade 14 anos! boca virgem e buceta virgem também! Pra mim era normal ter pelo menos a minha marianinha virgem! Dias se passaram e cruzava com ele sempre!! Assim ñ da né?!
Gente.. se os textos sairem pqnos é por causa doa caracters q são poucos…

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