Família Sem Preconceitos – Parte II

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  • Fetiche: Observando mãe e pai transando – Parte II;

  • Personagens: Lucia (Mãe), Pai, Ana (Filha);

  • Características:

    • Seios fartos,

    • Anca grande,

    • Bunda enorme;

Meu nome é Ana e no meu conto anterior descrevi exatamente o que acontecera na minha juventude e que me transformara na vagabunda que sou hoje e que adoro ser.

Como escrevi antes, eu havia observado minha mãe Lucia, chupando o enorme cacete do meu pai e não estava contente.

De repente, me dera conta que olhar duas pessoas tão próximas na intimidade havia me enchido de tesão e eu queria mais e mais…

De repente, me vi escutando ouvido colado nas paredes, tentando perceber quando eles fodiam.

Para minha surpresa isso acontecia diversas vezes na semana e parecia que os dois eram insaciáveis…

Eu esperava ate altas horas da noite quando sabia que aconteceria e ai, me espreitava no corredor e ia ate o banheiro que era colado ao quarto dos dois e aonde as paredes eram mais finas.

Agachada no chão eu não precisava esperar muito…

Quase sempre começava com uma sessão de gemidos de minha mãe e suas palavras incitando o velho a chupar sua boceta.

Pelo jeito o trabalho era dos bons pois ela realmente não gemia, mas arfava e gritava…

Aquela sessão preliminar era recheada de palavrões dela mandando o corno (ela o chamava assim) meter a língua na sua xota arregaçada.

Então, depois os dois partiam para a foda.

Ele parecia meter como um possesso, pois a cama dos dois só faltava arrebentar de tanto que batia nas paredes.

Os palavrões nessa hora eram os mais cabeludos: ele a chamava de puta e vaca e ela dizia para ele arrombar sua boceta se era homem.

Eu enquanto isso me matava na siririca.

Apertava meus peitos, enfiava os dedos na boceta e os lambia com gosto, até gozar e cair no chão frio do banheiro.

Aquilo era demais e estava me enlouquecendo.

Certa noite então, foi uma loucura quando pude ouvir claramente meu pai ordenar a mamãe:

Vira de quatro sua puta! Vou comer sua bunda.

Ela é sua querido… respondeu ela

Me arromba o cu…isso…afunda nele….ahhhhhh! Soca esse caralho!

Naquela hora arregalei os olhos.

Minha mãe dando aquele cuzão devia ser uma visão magnifica.

Papai enterrando aquela tora então…ui!

Não aguentei e me passando a mão na única coisa que encontrei (uma escova de cabelos) molhei aquilo na agua com sabonete e comecei a forçar a entrada no meu próprio cuzinho…

Era o máximo!

No quarto mamãe gemia e pedia mais pau na bunda e eu no banheiro enfiava ate o talo o cabo da dita escova…

Eu delirei com aquilo.

Lembrando-me hoje descubro que ainda tenho por costume tomar banho com o cabo de uma escova de cabelo ou outra coisa metida no meu rabo.

Bom… A coisa não para ai!

Tenho muito mais para contar…

 

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