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Putaria com a novinha.

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Tem-se uma coisa que gosto é de novinhas, mesmo que já tenham sido comidas pelos namoradinhos encostado-se a algum muro ou dentro de algum carro. Estas novinhas ficam no vicio querendo fuder quando encontra um macho pegador que lhe ensine na verdade o que é fuder ficam loucas viciadas em seu cacete que não te largam mais.
Pois bem eu tenho 29 anos sou estudante moro com meus pais, tenho namorada que em finais de semana fazemos muito sexo, adoro dominar, mas minha namorada não curte então aproveito durante a semana tenho a babá de minha irmã que fica a semana toda em nossa casa e estou sempre aproveitando e curtindo bons momentos de sexo. Luana tem 18 aninhos é negra, veio do interior para trabalhar na casa de minha irmã tomando conta do meu sobrinho, como minha irmã trabalha em outra cidade a empregada e meu sobrinho fica em minha casa.
Minha mãe fica observando os dois.
A safadinha tem os seios mais durinhos que já mamei e uma xoxotinha lisinha com os lábios vaginais grandinho que adoro chupar.
Parece cabrita no cio quando aproveito que minha mãe foi fazer compras e chego a casa no meio da tarde só faço fechar a porta e coloco a cabritinha para me servir.
Na cama é muito gostosa e hoje vou contar como foi a minha primeira vez com ela, depois disso todos os dias já sei que ela me espera em seu quarto aproveito e faço tudo para agradar a ela e a mim também.
Minha mãe saiu para fazer compras neste dia meu sobrinho foi também, pois iam comprar roupas no shopping, cheguei a casa eram 14 horas, vi que Luana estava no quintal lavando, ai fui direto para lá.
Com baldes ela molhava o quintal e ficava de lá para cá com corpo mingnon rebolando de um lado para outro.
Eu encostado-se à parede da cozinha apenas observava quando eu vi que já tinha terminado seu serviço chamei.
Luana venha até aqui quero que você me faça um favor.
Ela veio andando até onde eu estava e quando se aproximou perguntou é o que quer que eu faça?
Só você vendo vamos que te mostro é ali no meu quarto no guarda roupa.
Ela foi andando com seu jeitinho meigo, eu a acompanhava sentindo tesão só de olhar para sua…Bunda linda que rebolava me provocando.
Assim que entramos fechei a porta ela se virou e disse o que é para fazer?
Eu abri a braguilha botei o cacete para fora e falei, é para você chupar sua puta, que estou louco para te fuder de tanto você me provocar, sua putinha safada!
– O que significa isso?
– Nada apenas cansei de ficar na seca tenho uma safadinha dentro de casa e sem falar mais nada segurei em seu braço fiz com que abaixasse e falei cala boca e chupa que o tempo está passando.
A gatinha não perdeu tempo, ajoelhou-se segurou no meu cacete e começou um boquete delicioso, porque não dizer o melhor que já recebi.
Muito gostoso, senti sua boca pequena engolindo meu cacete, lambendo da cabeça até o talo.
Fiquei louco de tesão, minha vontade era de encher a boca dela de leite na hora, mas controlei-me precisava mostrar tudo o que queria dela.
Assim a fiz levantar, beijei sua boca com gosto do meu cacete, fui descendo meus lábios até seu pescoço, os seios pequenos com os bicos arrepiados, tirei sua roupa, ela entregue as sensações e desejos de seu corpo nada dizia, ao contrario me ajudava.
Assim putinha, que gosto levou até a minha cama deitou e puxou-a para que sentasse na minha cara.
-Hum delicioso sentir o cheiro de fêmea no cio, lambi e suguei seu grelo com muita avidez, a putinha rebolava na minha cara gemendo gostoso até começar a expelir grande quantidade de mel.
Delicia saborear gota por gota de seu mel.
Foi ai que me estirei na cama pedindo que viesse sentar no meu cacete.
Ela sorriu de modo safadinho e falou que eu mandava.
Ela apenas obedecia a minha ordem. Ela abriu as pernas enganchou e rebolando sentou no meu cacete que ficou atochado deixando só os grãos de fora.
Senti meu cacete latejar, pois a safadinha sentou de vez que e entrou todo de vez deliciosamente, sentir meu cacete ser abraçado por suas carnes quentes.
Estava muito gostoso quase eu não agüento de tanto tesão.
Ai Luana começou um subir e descer no meu cacete que fui ao delírio, safada sabia muito bem das coisas, provocava abaixava colocava um dos seios na minha boca, minhas mãos apertavam sua bunda, é claro sem deixar de acariciar seu anel, pois seria logo o próximo prato a ser degustado.
Quando percebi a safadinha se contorcendo toda, suspirando e gemendo dizendo que estava muito bom eu não agüentei forcei mais estocando de baixo para cima e explodi em um gozo insano.
Caracas como gozei.
Deixei-a cair na cama tirei o cacete melado de leite e pedi que mamasse, ela sorriu e começou novamente a mamar com muita destreza.
Ficamos alguns minutos assim até que meu cacete ficou bem duro e ela rindo falou… Pronto acordou para comer.
-Sim delicia ele esta com fome de sexo e você o fezele ficar assim com fome.
Delicia-a falei eu nunca transei assim em uma cama, são fazia escondido com meu namorado assim uma foda completa nunca fez.
-Pois bem ainda nem começamos nossa farra, levei até o banheiro e fomos tomar um banho rápido, não podia perder muito tempo.
Lavei sua xoxota, tirei todo excesso de leite que por ali restava e no banheiro chupei mais uma vez a xoxotinha de Luana, linda lisinha com os lábios rosados chegando a parecer um jambo. A fruta dos deuses do Olímpio, vermelhado e adocicado.
Saboreei por mais alguns minutos e fomos para cama, ela ficou de quatro (4) eu em pé na beirada da cama. Quando segurei em seus quadris puxei ao meu encontro meu cacete lambuzado foi direto na xoxotinha ensopadinha de Luana.
Fiquei por uns dez minutos socando sem parar, até sentir seu gozo em meu cacete.
Eta delicia tirei a sorte grande de ter uma putinha assim que goza gostoso no meu cacete. Esperei ela acalmar de seu gozo e sem aviso nenhum tirei meu cacete da sua xoxota e forcei em seu anel.
Ai assim vai doer ela reclamou.
-Calma relaxa que só coloco até onde você agüentar, com cuidado e destreza fui metendo aos poucos em seu rabo apertado, metia e parava até ela se acostumar quando me dei conta já estava com cacete todo dentro.
Ele latejava, eu fazia carinhos em sua bunda alisava dava um tapinha um beijo molhado e logo ela estava bem relaxada eu comeci a socar com muita vontade ouvindo seus gemidos, de prazer soquei muito como há muito tempo eu não comia um rabo tão gostoso e apertado que não demorei muito gozei…
Gozei como a muito não gozava.
Luana gemia igual gata no cio rebolando com meu cacete todo atochado em suas entranhas. Foda da zorra que tive, mas precisava ajeitar as coisas terminamos tomamos banho e eu fiquei no quarto para não dá na pista.
Minha mãe chegou perguntou a Luana por mim ela com cara de sonsa disse que me viu entrar no quarto desde cedo e pronto.
Ai você já sabem que agora tenho uma escravinha sexual que toda noite vem para meu quarto me visitar e fudemos muito.
Estou ensinando Luana à arte de fazer sexo.
E claro que está sendo muito bom e eu estou aproveitando cada minuto até que… Ela canse do meu cacete e vá procurar outro.
Enquanto isto não acontece Luana passou a ser minha amante, assim. perdemos muitas noites trepando que até minha mãe já perguntou o motivo das olheiras,ela com cara de santa disse que anda sentindo cólicas assim vou levando meus dias de putaria até…Só Deus sabe.
– Hoje conversei com ela sobre DP ela disse que topa, pois então estou procurando algum dotado que se habilite a dividir Luana comigo, mas tem que ser sigiloso, pois todos sabem quem come quieto come duas vezes.
– Vocês conhecem alguém?
Quesito exigido pela Luana tem que ser bem dotado, se ela agüenta meus 21 cm sem reclamar então já podem deduzi como é fogosa a minha potranca novinha que adora trepar.

Docecomomel (hgata)

Feira de Santana 21 de fevereiro de 2015.
Vejam meus blogs
http://sensacoescomemocoes.blogspot.com.br/

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De Quatros, Porque sim!

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Olá pessoal! Venho aqui me apresentando desde já como Carlla, porém todos podem me chamar simplesmente de Gats. Sou uma escritora nos tempos livres por puro prazer de transmitir e despertar sensações exóticas da mais extrema volúpia aos leitores. De físico, disse-se proporcional: um metro e sessenta e três de altura e cinquenta e nove quilos muito bem distribuídos. Longos cabelos ondulados e olhos castanhos angelicais que podem se tornar incrivelmente sapecas. Deixei agora a imaginação do leitor moldar-me como melhor quiser.

Provas no curso geralmente deixam muita gente nervosa e algumas optam pelo antigo método de reunir-se com os amigos em algum local, seja lá qual for, e em muitas dessas "saídas para estudar" ocorrem aventuras memoráveis.

O local em questão de uma dessas aventuras é a casa de Wellington, um rapaz com cerca de um metro e oitenta de altura, ombros largos devido a prática de judô, olhos amarelados como os de um gato, cabelos castanhos médios e uma leve sombra de barba de charme.

Combinados no domingo, juntei-me a Miranda e Luan e fomos em direção a casa de Wellington, a qual por sinal, eu própria não fazia a mínima ideia de onde se localizava. Assim que cheguei, notei que se tratava de uma residência de classe média, bem conservada apesar da estrutura aparentar antiga, com longos muros em cor cinza e portões pretos. O morador veio nos elucidar com um sorridente bom dia.

A casa em si não era tão grande: dois quartos, sala, cozinha, banheiro e uma pequena área de serviço. Reunidos em torno da mesa, tirando dúvidas após cerca de meia hora somente conversando, o tema sim foi discutido e não custou muito para o casalzinho de muito fogo que há bastante tempo estava entre amassos deixar-nos a sós e ir para um lugar mais reservado, um hotelzinho pelo qual tínhamos passado durante o percurso.

O assunto não muito prosseguiu, o calor aumentou e observei atentamente enquanto Wellington retirava a blusa e deixava o peitoral exposto, definido e corado pelo sol. Sentado ao meu lado, senti sua respiração em meu pescoço quando se aproximou pouco mais, um tanto ofegante de ansiedade, digamos assim, sua mão deslizou lentamente por minha coxa, chegando finalmente em minha virilha e fazendo leve pressão contra o tecido da calça jeans, quando me retirei para o toalete.

Logo que sai, fui surpreendida por Wellington, puxando-me para o lado e pressionando contra a parede.

Ele: "Se acalmou?!"

Eu: "Sim, mesmo não estando nervosa ou com raiva".

Um leve sorriso brotou em seus lábios. Senti seu perfume invadir-me e deixar um tanto tonta. A mão esquerda me segurava pela cintura, enquanto a outra lentamente subiu por baixo da camisa e arrancou num só golpe meu sutiã.

Os lábios dele discorriam leves beijos por meu pescoço, abrindo aos poucos os dois botões de minha calça e a retirando, ágil. Afastou-se um pouco, passou a língua no lábio inferior, percebendo eu o quão comia-me com os olhos.

Só de calcinha já, segui para a sala, como o próprio sugeria ao mexer de cabeça. Tirando os materiais da mesa, subi e sentada fiquei. Não custaram dois segundos para que a boca de Wellington consultasse fortemente meus seios com longas chupadas e pressão, fazendo-me soltar leves gemidos.

Colocou-me de quatro depois e deferiu dois leves beijos em cada nádega, descendo sua língua áspera, quente e versátil por meu cuzinho chegando, enfim, a minha bucetinha que começava a umedecer com as cenas que possivelmente se sucederiam.

Assim que me sentei novamente, Wellington já tirava sua bermuda e era ligeiramente notável seu membro rígido pela cueca box de cor preta. Desci então com uma de suas mãos apertando fatoradamente cada seio, posta de joelhos, retirei seu pau pulsante e bem quente, de glande rosada e grande, médio em largura e comprimento, lambendo com a pontinha da língua o início, descendo até o talo e tomando em minha boca numa só vez quase por completo, vagarosamente num
entra e sai. Com uma pequena pausa para chupar suas bolas e retornando com mais veracidade o boquete intenso, não muito duradouro.

Pedindo para que eu ficasse de pé, prontamente atendi. Apoiada eu em uma das cadeiras, já Wellington levantou uma de minhas pernas um pouco e com a outra mão prestou-se a masturbar-me calmamente, tomando leves gemidos de tesão simultaneamente minha xana ficava encharcada.

Repentinamente, segurou-me pela cintura e pressionando contra a parede não muito longe de onde estávamos, posicionou sua pica e invadiu minha bucetinha, a qual não tardou em engoli-la na primeira entocada.

Um ritmo intenso de primeira, segurava-me com uma das mãos em Wellington, enquanto com a outra segurava a perna para ele me foder mais. A posição não era uma das melhores, mesmo assim estava uma delícia.

Subitamente, Wellington parou, puxou-me para si num beijo o qual nem pude retribuir de surpresa, levando-me, em seguida, com sua mão em minha cintura para o último quarto.

Estava impecável como quarto dos melhores hotéis da cidade, antes que o próprio dissesse, pus-me de quatro sobre a cama, rebolando o mais sensual possível, atraindo-o com sucesso e novamente seu pau me invadiu com intensidade, causando inicialmente certo ardor, transformado em seguida em pleno prazer, com a rapidez do bombardeio de Wellington, tal qual eu mesma mal conseguia continuar de quatro sobre a cama.

Com as pernas já pouco bambas, ele se sentou ao meu lado, aproximando-se de mim, abrindo ao máximo minhas pernas, enquanto meu tronco estava deitando, começou, apoiado sobre a perna direita, com a minha esquerda sobre seu ombro, a socar mais lentamente em minha bucetinha, sentindo seu saco bater em minha virilha, e o som de nossos corpos se encontrando a cada movimento.

Não resisti e gozei, e percebendo isso, Wellington começou a massagear meu clitóris enquanto continuava a me penetrar, agora um pouco mais forte, com seu pau que parecia ter aumentado de tamanho dentro de mim nesse intervalo de tempo.

Uma sorrateira gargalhada, não alta nem baixa, proferiu Wellington que soltou minha coxa, já avermelhada com o quão ele apertava, deitou e me puxou para ele, ficando colados e, de ladinho, retomou o impacto, agora mais forte e mantendo o ritmo, demonstrando aos poucos a respiração mais ofegante, igualmente a minha que a instantes anteriores já se encontrava. O calor parecia tornar tudo mais proibido e prazeroso, e aos poucos começávamos a suar, e ao momento que esta quantidade aumentava (o calor), os entra e sai, entra e sai, entra e sai, contínuo e voraz, intensificavam-se.

Durante a mudança de posição, preparando-me para um papai e mamãe, Wellington deu-me uma espécie de "golpe carinhoso", digamos até divertido, colocando-me ao contrário e sugerindo pelos gestos obscenos que fazia, um 69, o qual foi iniciado ao mesmo momento. Meus leves gemidos eram abafados pela pica dele quase em minha garganta e seu saco tão próximo aos meus olhos.

Terminado este, ao final de bastante durabilidade, incrivelmente excitante, o próprio disse que era a minha vez de escolher a posição, pois certamente, era a última e onde eu mais "sofreria".

Posicionada de joelhos, passei os dedos em minha xana ligeiramente encharcada e latejante, olhei para ele que apresentava a sobrancelha direita arqueada enquanto batia uma punheta para manter o ritmo.

Ele: "Você acha que aguentará o tranco de quatro?"

Eu: "Mais é claro. É só vir. Sua putinha está louca por pica. Vai dar não?"

Mordi então o lábio inferior e acariciei minha bundinha. Logo veio ele com uma expressão safada, sorriso largo e olhos alegres, como se esperasse o que tinha escutado. Tocou minha bundinha avermelhada pela pressão que fizera anteriormente, dedilhou meu cuzinho e olhou para mim como se tal fosse a sobremesa, posicionou seu pau e adentrou.

Rápido e intensivo, forte e instigante a mais, soberbo e relaxando, aquela penetração era uma mixagem de forte emoções, a qual tinha sensação certas vezes de sentir seu membro quase em meu útero, totalmente indolor e saciando a fome de minha bucetinha, dando mais veracidade a tudo com tamanha lubrificação. Por segundos despercebidos, minhas mãos tremulavam, perdia eu a postura, já Wellington não parava momento algum nas fortes e famintas entocadas, escutando eu até certos gemidos da parte dele, no entanto eram quase que por completo ocultados pelos meus que chegavam até ficar pouco mais altos que de costume.

Não sendo possível chegar a sobremesa, ele retirou seu cacete no momento exato em que ia gozar, lambuzando com cada jato minha bundinha, acertando um na porta me minha bucetinha e escorrendo devagar por minha perna.

Recompondo-me do ocorrido, retornei o olhar malicioso que ele me deferira durante toda a transa e arqueei a sobrancelha sem apagar o sorriso, ganhando o mesmo em troca. Um dos jatos de gozo tinha atingido seu dedo, o qual fiz questão de lamber vagarosamente, degustando cada gota.

Após um banho de água fria, Wellington me deixou em casa, estando ainda claro o dia, apesar de o relógio apontar dezoito horas e meia. Na semana seguinte, recebi uma mensagem de texto pelo celular a qual dizia: "Prova de química. Vamos combinar para estudar novamente? Aliás, ainda não tive minha sobremesa".

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Doeu mas foi gostoso

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Só pra lembrar…sou uma baixinha de 1,60 m, moreninha clara, coxas grossas, olhos e cabelos pretos compridos até no meio das costas, adoro meu cabelo que é liso até bem abaixo dos ombros e depois forma grandes cachos nas pontas, eu uso uma franjinha de lado pra sensualizar, meus peitinhos são pequenos, macios e com mamilos cor de rosa, minha barriguinha não é muito chapadinha não, tem umas dobrinhas delicadas, acho que estou gordinha, mas mesmo assim tenho cintura fina e bunda grande, visto 38, e na rua chamo atenção das pessoas.

Namorei escondido dos meus pais um rapaz dos meus 13 anos até completar 15, era louca por ele, Luiz o seu nome, como eu o amava, desejava, ele nem era bonito, era um magrelo, branquinho de estatura mediana, mas tinha uma pegada!!… que delícia era o beijo dele, como me chupava gosto o pescoço enquanto me masturbava dentro de seu carro, realmente me deixava louca de tesão, isso acontecia durante as fugidinhas que dava da escola.

Conforme o tempo de namoro foi passando, nossas intimidades também foram evoluindo, mas não passavam de masturbações que ele fazia em mim e boquetes que eu fazia nele dentro do seu carro estacionado debaixo das árvores no caminho da rádio que tinha perto da minha escola.

Em uma dessas tardes de muito tesão, Luiz me propôs uma ida ao motel, nessa hora fiquei assustada, tivemos uma discussão acalorada com suas tentativas de me convencer a ir com ele pra um motel, afinal eu tinha 15 anos, temia por entrar no recinto, temia por ser descoberta pelos meus pais, enfim, temia por não estar pronta pra transar pela primeira vez, tinha muito medo de engravidar e tudo mais, embora eu já estivesse louquinha de vontade de senti-lo metendo sua rola grossa dentro de mim.

Ele me disse que a gente só ia ficar no “rala e rola”, que nós só iríamos pro motel pra ficar mais a vontade, tirar as roupas,que morria de vontade de me ver toda nua, que ia me dar o tão prometido banho de língua e que eu até sonhava de tanta vontade de receber, mas que dentro do carro, jamais deixei, com medo de ser pega por alguém que por ventura passasse por ali bem na hora, aí eu num deixava, mas morria de vontade de sentir a língua dele na minha xoxota.

Depois de conversarmos muito a respeito do motel, fui convencida e marcamos pra próxima sexta-feira e durante a semana avisei minha colega Cláudia, uma companheira diária de caminho de escola, disse a ela que não iria na escola na sexta e que se minha mãe a visse sem mim e perguntasse qualquer coisa, que ela respondesse que eu já estava a caminho de casa, que tinha me atrasado por causa do voleibol pois era jogadora no time da escola.

Na sexta-feira fomos para o motel como havíamos combinado, no caminho paramos na primeira farmácia pra comprar camisinhas e gel lubrificante, fiquei meio bolada com a compra do gel, mas ele me disse que ia ser gostoso pra “botar nas coxas”.

Quando chegamos ao motel, saí do carro fui logo subindo as escadas, com uma curiosidade enorme de ver como era a suíte enquanto ele cuidava de fechar o carro e portão da garagem até que a suíte era bem bonitinha, tinha uma cama redonda enorme, e espelhos no teto e nas paredes da frente e da cabeceira da cama, e um banheiro com sauna e hidromassagem.

Ele chegou ligou o som, tirei meu tênis, subi em cima da cama e pulei bastante, foi muito divertido e um jeito de tentar extravasar um nervosismo que insistia em me perturbar.

Até que ele também tirou seu tênis e subiu na cama, acabando com a minha brincadeira e com seu jeito de moleque safado, me segurou pela cintura, me abraçou começamos a nos agarrar e nos beijar ardentemente, fomos arrancando toda a roupa um do outro.

Então ele começou a me chupar pelo pescoço, desceu com a boca até meus seios chupando e alisando com voracidade, ao mesmo tempo, que friccionava suavemente seu pau na minha bocetinha, agora pele na pele, coisa que eu nunca tinha sentido antes, o tesão me invadia e a minha perereca ainda virgem pulsava como nunca.

Ele também estava com muito tesão, seu pau estava duro demais, e eu o punhetava com carinho, daí ele me pediu pra chupar, ele amava meu boquete, e tentava fazer cada vez melhor explorando seu corpo com minhas mãos e boca, além disso, passei muito tempo procurando coisas na net pra virar uma expert na arte da felação!! amava vê-lo desesperado gozando na minha boca, então nos deitamos.

Sentei em cima do meu namorado e comecei a rebolar, minha xerequinha estava tão molhada que seu pau deslizava gostoso entre os grande lábios esfregando gostoso meu grelinho no pau dele, depois fui beijando o corpo magrelo dele até chegar no pau, ele não aguentava mais e me segurou pelos cabelos me conduzindo até sua rola, então dei aquela mamada gostosa até ele começar a gemer alto, estremecer as pernas e jorrar leitinho na minha boca, uma parte eu vi saindo a outra sumiu…ele gozando me tirava do sério.

Depois que ele gozou, disse que estava na hora do meu banho de língua, fiquei excitada, aí ele me deitou na cama de barriga pra cima e começou a beijar e acariciar meu corpo todo, foi descendo pela minha barriguinha até chupar na parte interna das coxas, bem perto da virilha, quando ele fez isso entesei de um tal jeito, minha vontade era de empurrá-lo logo pra me chupar a xereca, sua boca tão macia, gostosa me chupando até chegar na prexequinha.

Aí ele foi lambendo por fora da fenda e empurrando a língua até alcançar o grelinho inundado pelo meu meladinho, depois chupou tudo,chupou muito, chupou gostoso demais, me descontrolei completamente até gozar como louca na boca dele.

Saímos da cama e fomos pra hidro, lá ficamos um tempão só nos curtindo, namorando, beijando muito, foi delicioso, estávamos enlouquecidos de tesão outra vez, meu namorado me colocou sentada nele de costas, com suas mãos livres ele massageou delicadamente meus seios e falava coisas aos meus ouvidos.

Sua pica muito dura estava deslizando minha xota virgem até encaixar na portinha, ficamos meio desorientados nessa hora, nossos primeiros impulsos foram: ele forçar pra entrar, eu empinar a bunda e arreganhar ainda mais as pernas debaixo d’água pra deixar o pau dele me penetrar, foi um momento em que o tesão nos dominou, eu queria ser invadida pelo pau delicioso dele, ele queria ocupar minha frestinha invicta a todo custo, estava morrendo de tesão.

Nossos movimentos se intensificaram, e por sorte num sei, nossos corpos se desequilibraram dentro da água e saímos do encaixe alucinante, foi bom!! Eu ia perder a virgindade num impulso voluptuoso e impensado, ainda tinha tantos medos!! E na hora me deu um lance lá que levantei da hidro rapidamente, ele ficou todo chateado comigo, porque eu desisti de deixá-lo romper meu hímem.

Me sequei, fui pra cama e deitei, ele foi atrás tentando, pedindo, insistindo pra eu deixar, mas não, não deixei, fui firme, mesmo morrendo de vontade, antes de chegarmos lá tínhamos conversado muito sobre oque íamos fazer lá, minha ideia era só ficar nas preliminares e no sexo oral, só isso, e ele já estava querendo me foder, e me tirar a virgindade.

Foi quando lembrei de minha amiga Francine que me disse que tinha feito anal pra não perder a virgindade, ela disse que tinha doído muito, mas que adorou depois, então mesmo com medo fiz a proposta por meu namoradinho lindo que já estava ficando tristinho.

Ele topou na hora, deitei de bruços na cama, ele pegou o gel e começou e enfiar com o dedo o gel pra dentro no meu anelzinho, ficou enfiando o dedo um tempão, eu estava sentindo um tesão diferente, minha xoxotinha além de latejar tinha esquentado,de um jeito muito gostoso, quanto mais ele enfiava o dedo mais vontade eu tinha de receber a dedada dele dentro do cuzinho.

Finalmente ele já enlouquecido de tesão resolveu passar gel na sua rola muito dura e se deitou por cima de mim, ele me beijava o cangote e sussurrava coisas gostosas nos meus ouvidos, seu tesão era intenso, e o meu era coisa de louco.

Então começou a forçar seu pau no meu cuzinho, estava muito escorregadio de tanto gel, ele segurou firme pra forçar a entrada, eu de bruços empinei a bunda, ele gemia, eu também, ele foi forçando aos poucos, eu comecei a esfregar meu grelo com a mão por baixo de mim, sentia dor e prazer, mas reclamava, gemia e pedi pra ele parar um pouco, eu respirava ofegante e ele voltava a empurrar, e foi fazendo assim, quando senti meu cu cedendo e a cabeça do pau dele invadindo meu cu gritei, mas friccionei com mais intensidade meu grelo.

Meu cuzinho ardido e dolorido por algum tempo resistiu ao pau dele e tentou expulsá-lo, além da forte dor senti uma vontadezinha estranha atrás na minha bunda, me deu vontade de parar, mesmo morrendo de tesão, me mexi debaixo dele tentando sair da posição, fiquei com medo, mas ele me segurou firme e abriu minhas pernas com seu joelho, me prendendo e não me deixou escapar, nem desistir do que já tínhamos começado, afinal a cabeça já estava dentro.

Ele parou de novo, eu estava quase gozando e ele também, só por ter a cabeça dentro do meu botãozinho, então ele precisou dar uma paradinha, mas nessa hora meu corpo o absorveu, e aceitou o invasor grosso e duro, como doeu nessa hora, mas seu pau foi entrando bem devagar, e a dor se transformou em um prazer infinito, e eu não estava mais aguentando de prazer sentido o pau dele todinho dentro do meu anelzinho e minhas esfregadinhas no grelo foram tão intensas que gozei gostoso demais, uma loucura.

Assim que gozei deliciosamente com as poucas bombadas que recebi, ele alucinado começou a se contorcer e perder os controles de seu corpo, sua respiração ficou ofegante, gemeu alto e gozou como um louco derramando seu leitinho quente dentro do meu cuzinho. Foi maravilhoso.

Foi uma tarde perfeita com ele no motel, esquecemos até das camisinhas!! gozamos gostoso algumas vezes e o enquanto pudemos, eu amava meu namorado e depois daquele dia nossa cumplicidade aumentou ainda mais.

Tivemos muitas outras tardes deliciosas como aquela, sempre com muito tesão, oral e anal.

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Acabei Dando para Meu Primo

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  • Fetiche: Acabou dando para o primo;

  • Personagens: Marquinho e Sibia (Primos);

  • Características:

    • Gostosa,

    • Safadinha,

    • Boqueteira;

Meu primo Marquinho passava férias na minha casa, era um chato, mas mesmo assim não desgrudava dele. Era implicante, me enchia o saco, coisa que não tenho… Só porque ainda chupava dedo, isso aos… Ahhh… nem rola falar minha idade neh!

Fui muito precoce, naquela idade eu já namorava, eu já dava, já pagava um boquete pra ninguém botar defeito. Tinha um fogo no rabo do cacete. Era inteligente, estudiosa, bonita, mas ainda chupava dedo e daí… Problema meu tá!!! E o filho da puta, ficava me chamando de bicuda, fazia isso na frente de qualquer um, até na frente do meu namorado, você não tem noção de como isso me irritava!!!

O idiota não tinha ideia de quem ele estava mexendo, tava cutucando um vespeiro e num sabia… Moleque filho da puta!!! Ele era um rapazinho moreno de cabelos lisos, magrelo, bem mais alto que eu, bocudo, narigudo. E chato pra “carai”, quanto mais me irritava, mais queria demonstrar meus atributos.

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Atração levou-me a trair.

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Oi.
Meu nome é Mara e esse é meu primeiro conto-relato, tenho 28 anos, sou morena de cabelos lisos, coxas grossas e um bumbum durinho arrebitado.
Sou casada a pouco mais de (3) anos, meu marido é caminhoneiro. Sempre viajando pelo Brasil me deixando sozinha.
Sinto muito sua falta, pois o amo, mas sinto tanta falta de sexo que me deixa louca de tesão e sensível demais. Moramos em uma viela com 5 casas.No mês de dezembro chegou um morador novo.
Na ultima vez que meu marido voltou para casa eu fui arrumar as coisas dele e vi fotos dele com outras mulheres, então deduzi que andava me traindo, em suas viagens. Fiquei muito mal nada falei ,mas cresceu dentro de mim uma revolta uma vontade louca de dá o troco.
Depois de uma semana em casa meu marido viajou.
Voltei à rotina de trabalho casa e assim ia vivendo.
Um dia depois que cheguei do trabalho minha vizinha veio me chamar para ir ao dia seguinte a um jantar em sua casa, era seu aniversario e ela queria que os vizinhos participassem de sua alegria.
Concordei que iria afinal era sábado e não tinha mesmo com quem sair.
No sábado fui a o tal jantar,quando vi aquele rapaz moreno alto com um copo na mão tremi as bases,achei lindo não tinha lembrança de conhecê-lo. Foi a vizinha que me apresentou ao rapaz ele era o Felipe nosso vizinho mais recente.
Sempre tive quedas por morenos afros, não sei por que kk.
Bom… Eu vou contar o que aconteceu no jantar.
Felipe ficou o tempo todo me secando, eu conversei pouco com ele, mas soube que é estudante de direito e está fazendo estagio.
Logo anunciei que estava de saída,
Felipe disse que também já ia embora precisava estudar assim saímos andando na mesma direção. Minha casa era antes da dele.Quando paramos na minha porta ele falou não me convida para um cafezinho?
-Claro Felipe desculpe minha falta de educação.
Entramos Felipe ficou na pequena sala e fui providenciar o café.
Trouxe o café com uma fatia de bolo tomamos nosso café e ficamos conversando um pouco quando o Felipe já ia saindo quando estava na porta falou assim.
Mara você não quer comer uma pizza comigo amanha?
Pensei que mal tem em ir comer uma pizza com um vizinho e amigo?
Concordei e agendamos para 19 horas afinal seria domingo e todos precisam trabalhar no dia seguinte.
No domingo fui ao shopping comprei uma roupa nova, lingerie preta de renda, bem sex e sensual, meus pensamentos estavam em euforia me sentia como se tivesse me arrumando para um namorado novo.
Nem pensava em meu marido. Logo as 18 horas me arrumei e quando Felipe bateu a minha porta senti um friozinho na barriga.
Ele estava muito bonito com calça jeans e camisa pólo azul marinho.
Estava bonito mesmo um perfume delicioso.
Saímos entramos em seu carro e fomos para a pizzaria, em um semáforo Felipe falou bem assim,
-Mara desde o momento que a vi que você não sai de minha cabeça.
-Ah Felipe eu sou casada, mas vou te dizer uma coisa acontece o mesmo comigo.
-Então que tal encurtar o caminho e irmos comer uma pizza em um lugar sossegado só nós dois, evidente atração que estamos sentindo um pelo outro.
Apesar de termos nossas casas é bom evitar fofocas.
O que você acha Mara?
-Bem eu acho que somos maiores dono de nossos atos, vamos sim Felipe, podemos ir onde você quiser, mas fique sabendo que nunca traí meu marido.
-Eu sei Mara todos da vizinhança me falaram muito bem de você.
Felipe ia dirigindo e eu só observando, seu rosto seus braços másculo, sorriso muito gostoso. Fui começando a me assanhar mais ainda,ficando excitada louquinha para dá para ele.
Chegamos a um motel entramos, logo íamos conversando, nos beijando abraçados, sem pressa esperando o gelo passar. Felipe era calmo carinhoso.Foi quando ele me perguntou se tinha certeza que queríamos fazer mesmo afinal minha condição de casada.
Foi quando me veio à lembrança das fotos que encontrei do meu marido e pensei no meu intimo, era a minha vez de aproveitar e me vingar e senti muito prazer em sua ausência.
Logo começamos a nos beijar, Felipe foi tirando minha roupa, peça por peça, eu também fiz o mesmo com ele, eu estava adorando, nunca tinha ficado com ninguém, agora estava com um cara bonito solteiro inteligente e muito carinhoso. Fomos até a cama Felipe fez eu me sentar ele ficou abraçado mim,sentia seu cacete duro latejando na cueca,abaixei o cós e pude vislumbrar um cacete grosso,cheio de veias cabeçorra achatada.Ele nada dizia apenas acariciava meus cabelos e meus seios.
Fui tomada por um sentimento estranho, sentia minha xoxota meladinha latejar.
Eu comecei a passar a mão pelo cacete de Felipe, era grande bem maior que do meu marido. Aí amores eu comecei a mamar ele gemeu logo ele mandou eu me deitar.E sem pensar em mais nada comecei um boquete digno de uma puta safada.
Felipe ficou por baixo e eu enganchada com a xoxota toda em sua cara.
Ele lambia e sugava meu grêlo, me deixando louca para dá para ele. Quando gozei tendo espasmos pelo corpo inteiro,delirei gemi e rebolei em sua cara.Ate engasguei com seu cacete com a tamanha velocidade que eu o chupava.
Felipe saboreou toda minha seiva. Deixando-me toda molinha esperou alguns minutos e logo me colocou de quatro (4). Quando vi a imensidão que era seu cacete pensei ai “Mon. dieu” que delicia ser comida por um bem dotado.
-Mara meu amor relaxa que quero sentir cada cm de sua xoxota abrigando meu cacete.
-Nossa que delicia ele nem precisava dizer assim, pois estava ansiosa de sentir cada cm de seu membro me dilacerando.
Ele ficou apoiado atrás de mim, se ajeitou encochou e foi forçando até a cabeça entrar em minha xoxota.
Suas mãos seguravam firme em meus quadris, sempre alisava minha bunda e cada minuto forçava mais e mais até que pude sentir, seus pelos ralos encostados em minha bunda.
Alguns segundos nos beijávamos, com Felipe todo atochado, sentia seu cacete latejando.
Caracas o fogo do tesão e esquecemos-nos da camisinha… Não tínhamos mais nada a fazer,aos poucos Felipe foi movimentando seus quadris os movimentos de vai e vem acentuando como se fosse uma dança sincronizada entre ele e eu.
Depois de um bom tempo comecei a gemer, a urrar pedindo para Felipe me foder com força, que queria o diferencial da traição. E Felipe não se fez de rogado começou a me foder com força,batia em minha bunda mordiscava,tirava o cacete de vez e logo forçava com força e vigor.provocando mais prazer eu rebolava e gemia pedindo que me comesse sem dó nem piedade.
Ai gozamos… Um gozo em total sincronia.
Pela primeira vez eu gozei sem subterfúgios de bocas e línguas.
Maravilhosamente belo sentir seus espasmos de gozo encher minha xoxota.
Enfim ficamos abraçados, só em carinhos. Fomos tomar um banho,e entre carinhos beijos mãos aqui e acolá logo Felipe estava de cacete duro novamente voltamos para cama abraçados.Deitamos de ladinho,vi como Felipe forçava seu cacete na minha bunda…Claro que o sexo anal seria inevitável.
Apenas disse com camisinha amor.
Felipe pegou uma camisinha colocou no cacete untou cacete todo e com uma das mãos me lubrificou deixando toda meladinha.
Quando começou a forçar senti uma dor aguda, mas fui relaxando e aos poucos fui recebendo seu membro que entrava e saia com delicadeza até me senti completamente preenchida.
Já completamente dentro Felipe mudou de posição e ficamos na posição frango assados.
Comecei a gemer e rebolar e pude ter a certeza que no sexo o diferencial está em quem faz. Pois dor não senti apenas muito prazer.
Felipe socava e parava, para me beijar trocamos palavras doces de enamorados e ficamos até de madrugada.
Daquele dia em diante me tornei amante permanente de Felipe, quando eu não ia até sua casa ele passava as noites na minha.
Nem lembrava que tinha um marido e quando este chegava ficava feliz de sua partida. Não fui safada apenas me deixei levar pelos instintos animal que todo ser humano tem.
Não vou me separar, eu não quero e Felipe não se importa sempre diz o que importa são os momentos lindos que vivenciamos a cada dia.

Docecomomel (hgata)
Feira de Santana, 24 de janeiro de 2015.
Bahia :Brasil.
http://sensacoescomemocoes.blogspot.com.br/

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Flagrei Meu sogro Transando com a Empregada.

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Flagrei Meu sogro Transando com a Empregada.
Estava dormindo e acordo com um sobressalto quando ouço vozes em sussurros. Que diziam assim.
— Enfia o cacete todo!… Come-me gostoso!
Levantei vesti um roupão e fui andando pela casa até chegar perto das dependências da empregada.
Ouço vozes, gemidos e urros.
Fiquei sem saber que atitude tomar, até que decidir que precisava tirar a limpo o que ocorria dentro de minha própria casa, entre surpresa e excitada obtive uma visão esplendorosa.
Ali na pequena cama de solteiro estava a minha empregada com meu sogro.
Ele um coroa bem apessoado se viu encantado pelos dotes da mocinha recém chegada do interior, mas pelo que observei muito experiente e safada.
Fiquei observando por alguns minutos, logo sai em direção do meu quarto excitada, afinal meu marido viaja e fico dias sem sexo.
Ver meu sogro com toda virilidade comer a empregada me deixou bastante excitada e acesa.
E agora o que fazer?
No dia seguinte acordei tomei meu café e avisei a minha empregada que não viria para o almoço, mas que cuidasse para não faltar nada a meu sogro.
Elisa minha empregada sorriu e falou.
-Não se preocupe dona Marcela que cuidarei diretinho de seu sogro, não deixarei ele se privar de nada.
É claro que sua resposta tinha um sentindo duplo, eu sabia, pois dei o flagrante, mas Elisa não sabia que eu tinha visto a bela cena e que isto me deixou intrigada e ainda hoje queria ver novos momentos de safadeza entre eles.
Meu plano estava armado iria trabalhar e voltaria mais cedo.
Em minha casa tinha duas câmeras, mas estavam desligadas e todos sabiam disto, mas hoje cedo eu conectei os cabos e não avisei a ninguém, deste fato então do trabalho mesmo eu poderia verificar o que ocorria em casa.
Então assim que voltei do almoço sentei em minha mesa e fui observar o que se passava em minha casa, fiquei pasma do que vi.
Acreditem vocês meu sogro andando pela casa pelado e minha empregada também.
Aquele velho ditado quando gato não está em casa o rato passeia por cima da mesa.
Elisa na sala limpando o tapete com um aspirador, vestida com apenas um avental. E meu sogro é claro…
Ajudando ela, ao seu lado bolinando seus seios, apertando sua bunda.
Logo ela desligou o aspirador colocou em um canto da sala e virou-se ficando de frente para meu sogro.
Um belo coroa, com cacete de 20 cm, bem rígido, que chegava apontar para o umbigo. Eles se abraçaram e assim eu pude entender a safada estava limpando o tapete para eles.
-Mas que coisa ein?
-E foram se agachando logo ambos de joelhos se beijando se amassando, ele lhe tirou o avental e começou a mordiscar seus seios, eram pequenos com os bicos eriçados, mamou um a um, eu fiquei de olhos vidrados vendo a cena. Logo meu sogro se levantou,segurou no cacete e foi guiando até a boca de Elisa,ela passou a língua pela cabeça,deixando todo meladinho olhou para ele que sorrindo fez um gesto como se tivesse pedindo para que o chupasse.
Eu estava longe, mas percebia o clima, não era apenas sexo era uma combinação de dois seres que se se atraiam se complementavam com o sexo.
Logo em instante Elisa dava boas lambidas e meu sogro se contorcia de tesão. quando ela segurou na base do cacete e começou a chupar com todo tesão.Eu fiquei louca senti minha calcinha molhar.A safada segurava pela base enfiava o cacete todo na boca,depois tiravalentamentedeixando apenas a cabeça que ficava sendo acariciada pela língua.
-Realmente meu sogro estava sendo bem servido. Quando ele segurou em seus cabelos puxando um pouco para trás e tirou cacete de sua boca ai pude ver como se apanha de cacete,ela batia em seu rosto de um lado a outro com cacete,ela rindo adorando é claro.
Quando meu sogro apontou para o tapete eu vi que Elisa foi ficando de quatro, ele pegou algo em cima da mesa, que eu deduzi que fosse camisinha e algum creme.
Foi assim que pude constatar que o tapete seria alcova do ato deles.
Elisa se posicionou melhor, ficando de quatro, pra ser enrabada.
Meu sogro colocou camisinha, inclinou lambuzou com a saliva xoxota e rabo de Elisa que se contorcia de tesão e logo se apoiou atrás dela e com cacete em uma das mãos encostou e começou a forçar. Acredito que os lábios vaginais melados e excitados facilitou que nem foi preciso forçar muito a cabeça do cacete que entrou macio deslizando como manteiga.
Ficaram alguns segundos parados para Elisa se acostumar e logo ele forçou empurrando até sentirem que o cacete estava todo dentro deixando apenas as bolas de fora.
Meu sogro safadão, ainda se afastava para ver e observar seu cacete todo atochado na safadinha.
Logo em segundos via um cadenciar de corpos em uma dança sincronizada num vai-e-vem muito gostoso, enfiando tudo e tirando quase tudo, deixando-a enlouquecida… Ele puxava pela cintura,dava tapas na bunda,mordia seu pescoço,beijava-lhe a boca,sem deixar o cacete sair de dentro.Dedilhava seu grelo fazendo com que Elisa rebolasse freneticamente.
E quando ele percebeu seu gozo segurou em sua cintura com mais vigor só percebi que falou algo a ela, pelo movimento dos lábios.
Deduzi que anunciou que ia gozar, ele enterrou o cacete tudo, com certa força e fez Elisa urrar de prazer.
Eles tremiam enquanto gozavam, tendo espasmos incríveis.
Logo ele tirou cacete de dentro retirou camisinha encostou-se a sua bunda e terminou de despejar jatos de leite que escorriam por sua bunda.
Eu nunca vi uma gozada tão intensa. Ficaram assim atracados por alguns instantes sem se mover,apenas um acariciando o outro.
Eu fiquei sem saber o que fazer, vendo as cenas tão intensas, que desliguei o CPU foi até o banheiro tirei minha saia e com carinhos dos meus dedos fui ao orgasmo pleno. Gozei muito como eu nunca o tinha feito antes.
Fiz minha limpeza pessoal e voltei ao trabalho com a certeza que tinha perdido minha empregada.
Chegando a casa, vi meu sogro vendo TV com a cara de santo, serio e sisudo que mal olhava para Elisa.
Cumprimentamo-nos e ele formalmente me avisou que dia seguinte estaria voltando para o interior.
Mas já meu querido sogro é sim Marcela já fiz meus exames todos vou aguardar quem sabe volto logo e com boas noticias.
-Tudo bem sabe que as portas da casa estão sempre abertas,
-Eu sei minha filha, mas estou pensando em me casar novamente, São cinco (5) anos de solidão. Acho que chegou a hora de ter alguém para cuidar de mim e eu cuidar de alguém.
-Bem desejo que tenha encontrado esta pessoa.
Assim que conseguir acertar tudo vem novamente comunicar a vocês.
No dia seguinte quando eu fui trabalhar dei carona a meu sogro que foi de volta para sua terra.
Quando eu vim para casa almoçar mais uma surpresa, Elisa me disse que queria sair do trabalho.
Não cogitei motivos, pois eu sabia que com certeza iria ficar com meu sogro.
Mas como boa moça me deu alguns dias para poder contatar com uma agencia de empregos.
Logo tudo providenciado, eu com nova empregada Elisa caiu no esquecimento, marido voltou de viagem ficou uma semana em casa e quando cheguei naquela noite do trabalho uma surpresa.
Meu marido com olhos arregalados me fala.
Marcela! O que foi Diego?
Acredita que meu pai se casou nem nos convidou e agora eu vou ter um irmão,
-Jura que é verdade.
-E sim.
Eu comecei a rir, pois no meu intimo sabia até onde e como foi projetado este novo membro da família.
Meu marido curioso indagou porque eu ria.
-Respondo meu caro Diego se lembra da nossa ultima empregada?
-Sim lembro aquela morena, que saiu faz uns dois meses mais ou menos.
-Sim ela mesma a Elisa eu acho que ela é sua madrasta.
-E começamos a rir, já viu meu pai vem se abriga em nossa casa come nossa empregada engravida e casa e tudo em nosso nariz e não percebemos nada.
-Você meu caro Diego que não viu nem percebeu, mas eu assistir boas cenas de sexo digno de filmes pornô seu pai é um verdadeiro garanhão.
O Riso tomou conta do ambiente e assim fomos para o quarto e Diego rindo falou você ein safadinha por isto ligou as câmeras?
Claro amor… Eu sozinha ver tudo ao vivo bem melhor que vídeos não é verdade?
-Claro amor.
Ma fazer ao vivo bem melhor…
Claro Diego com toda certeza e nem esperou eu tirar roupa já estava me bolinando.
Tal pai tal filho.

Docecomomel(hgata)
http://sensacoescomemocoes.blogspot.combr/
Feira de Santana 19 de janeiro de 2015
Bahia Brasil

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O chuveirinho

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Ai! como foi marcante a minha primeira gozada, inteiramente solo e secreta!!

i-n-e-s-q-u-e-c-í-v-e-l, te conto…

Só pra lembrar sou uma potranca!!… e me tornei um mulherão assim, de repente mesmo, novinha , já estava no jeito, todas as curvas prontas, mesmo ainda sendo uma moleca.

Era uma menina no início da puberdade, acabado de passar pela menarca… “BL” (boca linda)… um apelido que os meninos me deram na escola, era meu sexapil aflorando e eu ‘causava’ entre os colegas…

Era assanhada, gostava dos papos e brincadeiras com os garotos, amava estar rodeada por eles, era bajulada, adorava um pique esconde, pra me esconder com aquele menino lindo que todas as meninas de minha idade eram encantadas, na espera de meu primeiro beijo ou de algo mais, sei lá, nem sabia exatamente que atitude esperar de um menino, mas a verdade é que esperava sempre alguma coisa e essa coisa que nunca acontecia.

Nem dando indicações que desejava algo, minhas atitudes estavam para além dos interesses ingênuos dos meninos, não havia um que entendesse os sinais que declarava escancaradamente que estava interessada num toque, num abraço ou um beijo…

Meu propósito naquele momento era mesmo sentir o corpo de um menino colado no meu dando uns beijos e uns agarros…

Mas a aventura que estava prestes a vivenciar era comigo mesma, só eu.

Essa volúpia estava estampada na minha carinha de sapeca e no meu corpo todo, queria ser provocante e gostava de usar saia curta, micro shorts, blusas agarradas no corpo, maquiagens, afinal meu corpo já era como o de uma mulher feita, como coxas grossas, cintura essa, de tão fina, que não havia calça que não precisasse de ajustes, os peitinhos em pé, rijos, com mamilos rosados que além de marcar minhas blusas, saltavam em baixo delas, porque sultiã, nem pensar. Me recusava, eu percebia alguns olhares e adorava aquilo, era exibida.

Adorava me admirar frente ao espelho, fazia isso no meu banheiro, tinha um grande espelho atrás da porta que quando fechada, ficava exposto e diante dele e o espaço era perfeito pra realizar minhas performances pra lá de sensuais, e fazia aquilo como se tivesse alguém me observando e dançava, tirava a roupa, ia fazendo caras e bocas, me divertia…

Um dia, nos meus ensaios sensuais diários, uma coreografia diferente me surgiu…ao mesmo tempo que dançava, também me alisava toda, passando as mãos no meu corpo, achei bom esse toque das minhas mãos na minha pela macia e continuei, acariciei meus seios, e finalmente passei a mão na xereca…nossa!!…gostei, passei de novo, com a mão por fora mesmo, com ela fechadinha eu a apertei um pouco…caraca!! que isso!!?? bom demais aquilo… diferente, gostoso o toque ali,

Percebi algo inédito, ela latejou, senti um calafrio, minhas pernas bambearam um pouco e queria mais daquilo, queria saber o que estava acontecendo comigo, que sensação tão fantástica era aquela??!!

E pra matar a curiosidade, quis olhar e escorando num banquinho que ficava no box e colocado no chão, o espelho ficou bem próximo do vaso onde me sentei para ter uma visão perfeita.

Ela tinha poucos pelos pubianos, era rosada, pequena, e pela primeira vez eu a tocava… que delícia!! Me ver toda arreganhada frente ao espelho, com a minha xoxota toda exposta, depois de abri-la com meus dedos. Aquela visão realmente mexeu comigo.

Estava extasiada com aquele tesão e não tinha noção do que sentira, resolvi abrir o chuveiro e entrar na água morna, o tesão ainda continuava, não passava, ela insistia em latejar, iniciei meu banho como de costume, me ensaboei, gostava de brincar com o chuveirinho no banho, como estava muito excitada a brincadeira nova foi usar a ducha, aproximei a saída d’água nos mamilos dos meus seios, esse contato com a água da duchinha era bem gostoso, o próximo passo foi usar o esguicho d’água na minha prexeca que estava no ponto, piscando.

Pensei como ia fazer isso, de maneira confortável, então olhei para o vaso, próximo a porta do box, vi que estava ao alcance da mangueirinha, sentei logo e com as pernas bem abertas, com uma das mãos abri minha prexeca e com a outra, apertei a ponta da mangueirinha, já sem o chuveirinho, formando um jato de água ideal, com intensidade e pressão perfeitos, direcionei esse jato de água no grelo por alguns minutos, olhando para a água jorrando no grelo tão delicado pude ver e sentir simplesmente o que mais de enlouquecedor e delirante poderia sentir.

Nesse momento minha respiração ficou mais ofegante, estremeci toda e o que me parecia inexplicável estava acontecendo e inesperadamente minha xoxota começou a pulsar em cadência, ela se contraia sequencialmente e eu nesse êxtase me contorcia, não resisti e gemi, gemi suavemente ao ritmo das piscadas alucinantes que minha vagina realizava sem o meu controle.

Ai meu deus, minha nossa!!! o que era aquilo??!!! Era demais, não podia aguentar de tão forte, e tão delicioso, perfeito, bom demais!

Era simplesmente a minha bucetinha gozando pela primeira vez Tinha acabado de aprender a gozar e de saber que eu era tesuda demais… foi tudo de bom, minha gozada com o chuveirinho, secreta e solitária no banheiro.

Depois disso queria tomar banho toda hora e toda hora levava um esculachada da minha mãe porque banheiro ficava meio que alagado. Foi o começo das descobertas das inúmeras formas prazer que meu corpo pode me proporcionar.

AH!!! Se tornou inesquecível porque faço do mesmo jeito até hoje. É de lavar a alma um orgasmo desses…

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Aulas para Dona de Casa

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– Por favor, não faça mais isso! ela pedira, me empurrando nervosa.
– Você me provoca! respondi e beijei-a de surpresa mais uma vez. Quando a soltei, me olhou assustada e ofegante.
– Chega! Vá embora! me disse em voz baixa, como se tivesse medo de ser ouvida por mais alguém, embora estivéssemos sozinhos no apartamento.
Então lhe dei as costas e abri a porta para sair.
– Você ficou louco?! perguntou, seguindo-me até o elevador, os cabelos desgrenhados devido à luta, a alça do vestido caída, mostrando um pedaço do peito branco.
– Se meu marido souber…
– Me ligue se ainda quiser as aulas.
A porta correu e se fechou entre nós.
Dias depois, quando já não mais esperava, ouvi sua voz do outro lado da linha:
– Professor?
– Sim…
– Pode vir amanhã? Ainda preciso das aulas.
Hesitei um instante em responder. Estava sendo uma verdadeira surpresa. Soava mais amigável do que o normal, como a de alguém que tenta se desculpar por alguma coisa.
– No mesmo horário de sempre? perguntei afinal.
– Sim! às três, pode ser?
– Combinado!
Na tarde do dia seguinte, ela me recebeu alegre. Parecia esquecida de tudo, como se estivesse me dando uma segunda chance. Puxou uma cadeira da mesa da sala para que eu sentasse. Aguardei enquanto ela ia apanhar seu laptop no quarto.
Ao olhá-la assim de costas, com o vestido caindo mole sobre a bela bunda, sorri e tive certeza de que outra vez teria dificuldades para resistir à tentação. Estávamos sozinhos em sua casa, como sempre, e dessa vez algo me dizia que ela seria uma presa mais fácil.
Quando retornou, colocou o laptop sobre a mesa e puxou uma cadeira para se sentar ao meu lado. Porém, mal se sentou, levantou-se.
– Espere que vou preparar um café antes.
Observei-a ir até a cozinha. Outra vez me dava as costas. Ah! De novo o vestido mole entrando um pouco na bunda! O que me impedia de cometer uma loucura?
– Com açúcar, certo? ela virou-se para me perguntar.
– Sim, bem doce.
De onde eu estava sentado, pude observá-la trabalhando na cozinha. Vi quando se agachou para apanhar algo no compartimento mais baixo de um armário. Seu traseiro se projetou grande e redondo na minha direção. “Só pode estar de brincadeira comigo!” pensei. “Ou eu estou ficando louco?” Minha tara por donas-de-casa veio à tona. “ É dessa vez!”
– Nunca lembro onde guardo as coisas nesta cozinha! Só um minuto, professor!
Quando me falou isso, eu já havia me levantado e aproximado o suficiente. Ela não percebera eu chegar por trás, silencioso e decidido. Ela preparava o café, distraída e de costas para mim.
– Sei o que você quer! eu lhe disse, abraçando-a por trás, de surpresa.
– O quê???
Segurei-a pelos peitos. Não cabiam nas minhas mãos de tão grandes e cheios. Colei meu corpo ao dela. O magnetismo da bunda! Queria que ela descobrisse o quanto eu estava ereto. – Sente isso?
– Pare!
– É todo seu!
Estava bem presa.
– Aqui não!
Virei-a de frente. Beijei-a. Lutou um pouco. Depois, num único movimento que fiz, o vestido se abriu. Em seguida o sutiã. Ficou imóvel.
Ataquei-a nos seios. um dos mamilos salientes se encaixou na minha boca e chupei-o com gula. Ela gemeu fundo. Senti que estava entregue. Larguei-a por um instante e desabotoei-me com pressa. Antes que ela esboçasse uma fuga, empurrei-a contra o armário. Afaguei uma das coxas.

– Não!
– Quieta!
Encontrei a calcinha e a fiz rolar até os joelhos. Toquei-entre as pernas. Estava molhada demais para me enganar. Com dois dedos, penetrei-a de um só golpe!
– Ahhh!
E deslizei até o fundo, abrindo a passagem molhada e quente. Investi forte e com poucos movimentos ela começou a gritar. Estava gozando e banhando minha mão com seu suco. Satisfeito, apenas observei-a tremer e gemer, até respirar aliviada.
– Vira! eu lhe disse em seguida, obrigando-a a girar.
Parecia tonta. Facilmente posicionei-a como eu desejava. Seus cotovelos apoiados no balcão do armário. Ficou de bunda virada para mim. Pude ver o que se escondia entre as nádegas brancas. Fiz o movimento de cintura e penetrei-a firme no meio das coxas.
– Ai!
– Minha vez! rosnei em seu ouvido, colhendo seu cabelo com uma das mãos.
Ela gemia a cada golpe do meu corpo contra o seu. Contraia-se por dentro.
Apertando-me, começou a gozar. Segundos depois, eu também, lá no fundo, o mais perto do útero possível.
Quando nos recuperamos, ela me disse:
– Espere enquanto me lavo.
Respondi:
– Ainda não! A aula não acabou!

fim

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Só deixo se for atrás

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Meu baile de formatura do 9º ano foi no auditório da minha própria escola, estava lotado, tudo muito bonito e bem decorado, eu e minhas amigas estávamos nos divertindo muito, dançávamos sem parar, aquele momento pra muitas de nós seria também nossa despedida, afinal estávamos saindo da escola pra ingressar no ensino médio em escolas diferentes.

Estava muito feliz naquela noite me sentindo linda com o cabelo escovado, um batom vermelho sensual na boca, uma gargantilha delicada, brincos que combinavam com o vestido de seda azul turquesa. Era um vestido tomara que caia que exaltava meus seios, justíssimo até a pouco abaixo da cintura marcando bem meu corpo, a saia rodada até acima do joelho e scarpins pretos de salto bem altos, alongando minhas pernas grossas.

No momento em que estava dançando com minhas amigas, chegou pra perto da gente, um grupinho de uns oito rapazes que estudavam numa escola tradicional de ensino médio da minha cidade, foi nessa hora que conheci Nikinha (Nikolas) um loirinho magrelo e espinhudo de 18 anos, mas que quase todas as meninas queriam, pois era um líder entre seus amigos e chamava a atenção ali no meio de sua galera, por ser o mais animado, dançava de um jeito engraçado, pra zuar mesmo, mexia com todo mundo que estava perto, divertia a todos com seu carisma.

Como era um pouco tímida nunca que ia imaginar que ele me notaria entre as meninas do baile, logo o cara mais popular do baile ia me dar mole!!?? Nem imaginei tal coisa. Continuei a dançar, me divertindo com minhas amigas, formávamos uma rodinha de umas seis meninas, todas nós com aproximadamente 15 anos.

Nikinha, muito do folgado, entrou no meio da nossa rodinha de amigas e começou a dançar todo desajeitado tentando ser sexy, parou bem na minha frente, fazendo biquinho de beijo, quando olhei bem na cara do “palhacento” vi que estava usando brilho labial, só de sacanagem pra ver se alguma das meninas lhe tirava o brilho da boca com um beijo, e começou a se insinuar pra mim querendo que eu provasse o gosto do gloss de sua boca.

Então ele chegou bem no meu ouvido e disse:

– Vai tirar o batom não? Olha que tem outra ali querendo provar heim!!

– Então vai lá ué! Quem falou pra você que eu to afim de tirar o seu batom?!! folgadinho você né! Falei isso berrando em seus ouvido, a música estava muito alta, a equipe de som era poderosa.

– Poxa, é só tirar o brilho! Ele disse no meu ouvido com jeito de moleque safado. E respondi:

-Num sei se quero, nem te conheço, num saio beijando desconhecidos em bailes de formaturas não!

– Quem falou pra você que quero te beijar, só quero que você tire o brilho!! Disse ele.

– Tudo bem então! Cheguei bem pertinho dele segurei seu queixo e limpei sua boca com o polegar, e disse:

– Prontinho, já tirei!! Rindo muito da cara dele.

Ele ficou surpreso com minha atitude e acho que ficou até um pouco bolado comigo, e não conformado me disse:

– Ahhh!! Tá de sacanagem!! num era assim!!…era desse jeito:

Me puxou sem me dar chances e me tascou uma beijo na boca, no início tentei resistir, mas depois, o beijo dele era tão gostoso que me entreguei e beijei muitoooo até o final do baile.

Aquele foi só o nosso primeiro beijo, depois do baile ele passou a frequentar minha casa, sou filha única de pais muito ciumentos, mas Nik ficou amigo da minha mãe e quando ganhou a confiança de meu pai pediu autorização pra me namorar. Que mico!!

Mas tudo bem! Eu num era muito santinha, só que isso ninguém sabia, afinal já tinha vivido muita coisa no meu primeiro namoro, mas tudo muito bem escondido e meus pais nunca imaginaram o que eu andava aprontando nos motéis da cidade enquanto matava aulas.

Enfim, depois que terminei com Luiz, num tinha ficado com mais ninguém, me dediquei apenas aos meus estudos até conhecer e ficar com Nik que num era tão bonito, mas era um garoto muito legal, o seu jeito inteligente e divertido me atraiu, ele me fazia rir até mesmo quando eu não estava bem.

Nikolas morava num bairro vizinho e caminhava uma boa distância quase todas as noites pra me namorar, e todas as vezes que ia pra minha casa, levava uma garrafa de vinho branco pra minha mãe, ela adorava beber enquanto assistia novelas, e mal acabava a novela das nove a ela já estava “chapada”, meu pai trabalhava até tarde no mercadinho da família e quando chegava em casa exausto, tomava banho e ia dormir, “tadinha” da minha mãe!!

Ótimo pra nós que tínhamos algumas horas de privacidade de namoro na área de serviço, lá tinha uma mesa onde eu ficava sentada e Nik ficava de pé no meio de minhas pernas num encaixe perfeito. Geralmente eu namorava de short ou bermudinha decente, blusinha, sultien bem comportada e ele sempre de jeans, camisa e tals, outro que usava muita roupa.

Nossos amassos foram ficando cada vez mais intensos, era uma delícia ficar com a prexeca molhada de tanto roçar na pica durinha do meu namorado, os beijos e abraços me deixavam louca de tesão, ele também ficava entesado demais, já estava na hora dele tomar uma iniciativa, mas o danadinho num fazia nada, me respeitava demais.

Eu estava doidinha pra ele me tocar, chupar meus seios, queria mesmo era dar logo pra ele, então, pra provocar, num dia de namoro daqueles, vesti uma mini saia jeans e uma blusinha de malha sem sultien pra namorar.

Deveria ser umas 19 h quando ele chegou trazendo o “vinho do apagão” pra minha mãe, ao entrar nos beijamos, ele logo me elogiou, disse que estava linda naquela saia, o safadinho sacou na hora minhas segundas intenções, ficou todo animadinho me olhando com cara de cachorro.

Conversamos um pouco com minha mãe na sala, mas nossos olhares cúmplices se cruzavam, dizendo o quanto nos queríamos, daí minha mãe finalmente foi beber o vinho e assistir as novelas, eu e Nikinha fomos o mais rápido possível para nosso cantinho na área.

Encostei na mesa, nos abraçamos e beijamos com volúpia, sarramos bastante, eu já estava com a bucetinha latejando, e ele com o pau duríssimo, então olhei pra cara dele com cara de safada, sentei na mesa e abri bem as pernas, mostrando minha calcinha branca de malha, ele olhou com sorriso sacana e passou as duas mãos por dentro das minhas coxas, alisando até pertinho da minha xoxota protegida apenas pela calcinha, fechei os olhos e inclinei minha cabeça pra trás, demonstrando o quanto tinha gostado de seu toque, percebi o tesão que moveu aquele garoto, quando não resistiu e passou a mão na minha xota por cima da calcinha e me disse:

– Nossa!! Hoje você está muito gostosa!!deixa ver os peitinhos? Deixa?

– É só você levantar minha blusa!!…E foi levantando minha blusa até meus seios ficaram expostos pra ele e me disse:

– Sabrina seus seios os são lindos!! Você é muito gostosa!! Vai deixar eu mamar agora? Vai?

– Pode mô, mas tem que ficar esperto, minha mãe nunca vem aqui, mas que vai que ela resolve aparecer!!

E ele aproximou a boca e começou a mamar feito louco meus seios, foi muito gostoso a boquinha macia e molhada dele chupando meus peitinhos sem parar, e seu pau ainda dentro da bermuda esfregando na minha xotinha, o tesão estava demais, e Nik tarado continuou a me pedir:

– Sabrina! Se eu te pedir uma coisa você deixa?

– O quê Nikinha? Pede!!

– Deixa eu ver sua bucetinha? Tá me deixando louco, deixa eu ver?!! Daí eu abri mais as pernas, inclinei meu corpo um pouco pra trás, usei uma das mãos pra me apoiar e cheguei a calcinha pro lado, ele se abaixou pra olhar bem de perto, não se conteve em só olhar e pediu:

– Linda!! Que bucetinha rosinha gostosa!! Nossa!! Que tesuda! tá molhada tá dando pra ver como tá molhada!! Chega tá escorrendo!! Que vontade de chupar! Deve tá uma delícia! Deixa chupar mô??!

– Chupa mô, pode chupar, chupa gostoso vai!!

Primeiro ele passou a mão nela, estava tão molhada que seus dedos escorregaram pela fenda, depois ele abriu minha xota com a língua e foi chupando ela toda, estava tão gostosa aquela chupada dele, meu tesão foi tão forte que não aguentei aquela linguada deliciosa por muito tempo, gozei feito louca na boca do meu namorado, tive que me controlar pra não gemer alto demais e não chamar atenção de minha mãe.

Quando acabei de gozar, ainda extasiada, disse ofegante pra ele que queria pagar um bolagato bem gostoso pra ele, o garoto ficou louco com meu pedido, foi logo abrindo a bermuda e tirando aquele pau veiudo delicioso pra fora, desci da mesa, ele se apoiou nela, comecei com um chupada bem gostosa na glande, depois lambi o pau todo, do saco a cabeça, punhetei, engoli, fiz tudo, percebi que o seu tesão estava demais, sua respiração estava curta e rápida, aí eu aumentei a potência da chupada, engolia tudo e punhetava sem parar até ele gozar gostoso na minha boca.

Assim que ele gozou, levantei e colei meu corpo no dele, nos abraçamos e nos beijamos com o gosto do seu leitinho na minha boca e ficamos de namorinho gostoso até o tesão nos consumir de novo, eu queria muito sentir o pau dele dentro de mim, mas já estava ficando tarde, quase na hora dele ir embora, mas o fogo estava demais, era nosso primeiro momento de intimidade, e a gente queria tudo e muito mais, a gente queria mesmo era devorar um ao outro de tanto tesão, ele queria me penetrar ali mesmo, mas fiquei com medo, e ele insistiu:

– Sabrina, tá tão gostoso! Quero muito te comer, deixa eu por um pouquinho?!

– Não sei Nik, não tomo pílula, tenho medo…

– Deixa!? prometo que tiro pra fora, num gozo dentro não, deixa!?

– Vai demorar e já tá na hora de você ir embora.

– Do jeito que eu tô com tesão gozo rapidinho, to com muita vontade, você tá me deixando louco, quero você todinha… deixa!?

– ai ai ai que chato!! Só deixo se for atrás!!

– O quê!? Vai deixar eu comer seu cuzinho??!

– É, hoje eu deixo você comer meu cuzinho, outro dia deixo você meter na minha prexeca, tá bom?!!

– Caramba!! você é gostosa demais!! Você é virgem?! É por isso que você não vai deixar eu comer a sua bucetinha gostosa?!

Não respondi nada, fiquei em silêncio, na verdade a experiência que havia tido com meu primeiro namorado não foi exatamente uma transa completa, eu não sabia se era virgem, a única coisa que eu sabia que naquela hora eu estava doidinha de tesão e queria dar o cu pra ele, amava sexo anal e gozava gostoso com um pau todinho dentro do butãozinho.

Como estávamos de pé com ele escorado na mesa, trocamos de posição, só virei de costas pro Nik, levantei minha saia até na cintura, tirei a calcinha, debrucei na mesa abri um pouco as pernas e empinei bem a bunda pra bunda pra ele, então ele encheu de saliva meu cuzinho e começou a enfiar o dedo bem devagar, enfiou o dedo algumas vezes, depois chegou seu pau na minha xota, nessa hora eu assustei, e disse:

– Aí não!!! no cu!!

– Calma mô!! Ela tá molhadinha estou molhando a cabeça do pau nela, relaxa!!! Num tá gostoso??!!

– Ahhh!! Tá uma delícia sim, faz isso!! esfrega meu grelo com ele vai!! Hummm, gostoso!!!

O tesão nos dominava, meu namorado entesado posicionou seu pau no meu anelzinho e começou a forçar pra entrar, aos poucos foi metendo até entrar tudo, quando estava todinho dentro me deu umas estocadas deliciosas, esfreguei meu grelinho com a mão por baixo da minha bucetinha que latejava de tesão, nosso prazer foi ficando cada vez mais forte até que não resistimos e os dois ao mesmo tempo, sentimos a chegada do orgasmo, ele se debruçou sobre mim, senti seu pau pulsando e despejando seu leite quente dentro do meu cu, que gozada intensa, foi bom demais.

Estávamos unidos pelo tesão, pela paixão, naquele momento eu sabia que era com ele que seria feliz…

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Meu namorado me ensinou…

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Sou uma baixinha de 1,60, moreninha clara, coxas grossas, olhos e cabelos pretos compridos até no meio das costas, adoro meu cabelo que é liso até bem abaixo dos ombros e depois forma grandes cachos nas pontas, eu uso uma franjinha de lado pra sensualizar, meus peitinhos são pequenos, macios e com mamilos cor de rosa, minha barriguinha não é muito chapadinha não, tem umas dobrinhas delicadas, acho que estou gordinha, mas mesmo assim tenho cintura fina e bunda grande, visto 38, e na rua chamo atenção das pessoas.

O fato é que comecei a namorar muito cedo, meus pais não sabiam que eu encontrava com meu namorado de 18 anos na pracinha, ele se chamava Luiz, era um magrelo, um pouco mais alto que eu, tinha cabelos e olhos castanhos, mãos enormes e lindas, amo mãos e dedos, a pele dele bem branquinha e uma boca carnuda, macia que fazia de seus beijos deliciosos, eu enfiava minha língua quase na garganta dele pra ele chupar, de tão vorazes que eram nossos beijos, os beijos molhados e chupados que dava no meu pescoço era bom demais, me derretia toda nos braços dele.

Nossos primeiros encontros foram num canto da praça onde a luz era bem pouca e as árvores encobriam bem aquele lugar deixando bem escondido, daí gente tinha um pouco de privacidade mesmo estando num lugar público.

Não tinha muito tempo pra ficar com ele ali, minha mãe marcava coladinho em mim, e eu não podia passar das 21h na rua, se eu demorasse um pouquinho ela ia atrás de mim, e nada do que eu queria naquele momento era um castigo de mãe.

A primeira vez que eu sarrei foi incrível, nunca tinha sentido nada parecido, o tesão que eu senti foi algo inédito, meu namorado estava encostado no muro do canteiro da praça de pernas abertas, eu no meio das pernas dele, com minha xereca roçando no pênis bem duro dele.

O pau dele estava tão apertado na minha xoxota por cima da roupa que senti umas piscadas dentro da minha bucetinha, estava muito gostoso aquilo, aquelas piscadas dentro dela eram insistentes e não paravam, até que pedi pra que ele ficasse paradinho, queria saber quem estava piscando daquele jeito, se era ele ou eu.

Ele não entendeu meu pedido, continuou me esfregando seu pau na minha prexeca, então repeti dizendo que queria que ele ficasse imóvel pra eu sentir melhor oque estava acontecendo na minha xoxota, a impressão que eu tinha era que o pau dele que pulsava na minha buceta.

Então ele me atendeu, ficou paradinho, pedi que se afastasse um pouco, e pra minha surpresa descobri que era minha xereca que latejava insistentemente roçando gostoso na pica dura dele. Ahh…que gostoso aquele sarrinho! Ficamos naquele agarra agarra gostoso até onde pude, quando mais ele me beijava o pescoço, boca e roçava em mim, mais piscava gostoso a xereca.

Num outro dia na saída da escola ele estava lá me esperando, era um dia daqueles em que faltava professor e a gente saia mais cedo e aproveitamos as horinhas que nos restavam pra namorar em seu carro…um gol bola prata, rebaixado com som na mala de ensurdecer qualquer um, amava aquele som quando estava no máximo de potência.

Nesse dia a gente foi pra um lugar próximo da minha escola, era um caminho deserto e arborizado que dava numa antiga torre de rádio, completamente deserta, era uma tarde e inverno, fazia muito frio, ninguém na rua e gente estacionado em baixo daquelas árvores, começamos nosso sarros, cheguei pra bem pertinho dele, fiquei de lado com ele pra poder roçar bastante minha bucetinha nele.

O tesão tava ficando cada vez mais forte e só esfregar já estava pouco, a gente queria mais, ele ficava louco então me pediu pra passar a mão no pau dele por cima da bermuda de tactel, nunca tinha feito aquilo, senti a grossura do pau na minha mão e como estava duro, alisei bastante, ele também me pediu pra alisar meus seios, no começo fiquei com vergonha, mas depois deixei.

Foi tão gostoso as mãos dele nos meus seios, as mãos nervosas passando em mim, nossas mãos acariciando nossos corpos, estava pouco, avançamos mais, e meu namorado disse que o pau dele estava doendo debaixo da bermuda, que ia ficar esfolado e me pediu pra tirar pra fora.

Estava doidinha pra ver a pica dele, quando ele tirou aquele pau enorme rosado, cheio de veias, grosso, então ele pegou na minha mão colocou no pau dele segurou bem forte na minha mão pequena e movimentou, começou a movimentar sem parar, eu num entendia muito bem aquele movimento a princípio, mas assumi o controle dos movimentos daquela pele solta que escorregava por cima de um falo rijo.

Ele gemeu, fiz bastante, eu o beijava na boca enquanto mexia no pau dele sem parar, ele alisava meus peitos dentro da blusa de uniforme da escola.

Daí ele me puxou e conduziu minha boca até o pau dele, disse que era pra chupar, na hora resisti, mas ele estava louco, insistiu e empurrou minha cabeça me obrigando a chupar.

Abri a boca e ele enfiou aquela cabeça grande lisinha, na minha língua, escorregando pra dentro da minha boca, daí ele me disse pra chupar só a cabeça.

Vi o tesão dele quando colocou o pau na minha boca, fiquei doida, o delírio dele me excitou demais, tomei gosto por aquele pau duro na minha boca e chupei como se tivesse feito aquilo durante a minha vida todinha, sem parar, ele me falava como queria e eu ia fazendo, ele tava desesperado dentro daquele carro comigo chupando engolindo o pau dele com vontade.

De repente ele perdeu os controles de seu corpo se contorceu, gemeu alto e espirrou um jato de porra quente na minha boca, me pegando de surpresa, engasguei com aquele leitinho todo na minha garganta, tirei o pau da boca, me deu ânsias com um cheiro forte e a consistência densa daquela porra jorrando pra todo lado, na minha cara até no meu uniforme.

Ele gozou como louco, depois sorriu e disse que minha boca era uma delícia que nasci pra chupar, me abraçou disse que era a melhor namorada do mundo e depois se limpou numa estopa do carro o porcão…

Depois veio todo pro meu lado querendo tocar na minha xota por dentro da calcinha, dizia que tinha muita vontade de me dar uma banho de língua, que se eu deixasse ia me chupar todinha.

Deixei ele enfiar a mão dentro da minha calcinha, abri o zíper da calça jeans apertada, levantei um pouco a bunda do banco pra puxar a calça pra baixo, abri as pernas como deu ali naquela hora, então meu namorado enfiou a mão dentro da minha calcinha, afundou os dedos escorregando pra dentro da fenda encharcada.

Uma delícia aquilo, os dedos dele massageando minha bucetinha todinha, o cheiro exalou gostoso dentro do carro, meu tesão estava desesperador com ele fazendo aquilo comigo, a mão dele mexendo sem para na buceta, foi tão bom que não aguentei e gozei deliciosamente, a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido, foi aquela gozada que ele me fez sentir. Foi simplesmente maravilhoso.

Então, deu a hora de ir pra casa e acabar com a nossa safadeza, uma pena!! Mas toda vez que eu saia cedo da escola, ligava no celular dele, que num demorava nada e ele chegava lá, com o pau duro pra gente se masturbar dentro do carro no caminho da torre de rádio.

Eu ainda não estava pronta pra transar, mas estava louquinha de vontade de dar pra ele, doidinha pra sentir o banho de língua tão prometido, tanto que eu chegava a sonhar com ele me chupando a bucetinha.

E foi assim que meu namorado gostoso começou a me ensinar a provocar e sentir tesão.

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