Blog


Uma Casada Faminta

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Não sou muito amigo de Shopping Centers, já que não sou nada consumista. Portanto, raríssimas vezes vou a um. Mas naquela tarde tinha uma reunião bem ali do lado. O estacionamento daquele Shopping acabou sendo prático. Foi muito rápida, às duas e meia já estava de volta. Ia ao encontro do meu carro, quando vejo uma Mercedes Benz estacionando. Uma mulher sai, parece apressada e me vê, o que parece tê-la assustado. Bate a porta. Vejo que uma ponta de sua saia ficou presa. Ela começa a andar e tento avisá-la:

– Pare! Espere aí…

Não a ajudei em nada. Ela se assustou definitivamente comigo e tentou sair rapidamente. A saia, num tecido leve, com fendas laterais rasgou-se inteiramente em duas partes. Uma presa a porta, outra caindo ao chão. Ela, atônita, ficou lá parada, equilibrando-se sobre sapatos de saltos bem altos. Ela também alta, pelo menos 1.70m, uns 38 anos, cabelos louros cacheados. Bonita. Vi tudo isso num relance de segundos.

Mas tempo suficiente para ver que era uma calcinha ousada. Fio dental que sumia atrás. Transparente à frente…

Bom samaritano, me aproximei, apanhei a parte da saia que caiu no chão, e dei-lhe. Disse a ela para que se cobrisse e se encostasse no carro ao lado, enquanto abríamos seu carro. Ela até então não dissera uma palavra, obviamente estava muito constrangida. Quando finalmente entra no carro, cobrindo-se com o que restou da saia ela me agradece:

– Olha, muito obrigada, você é um cavalheiro…

Ela então me conta que realmente havia se assustado comigo. Apenas meia hora antes uma amiga havia telefonado e contado que alguém que conheciam havia sido assaltada num estacionamento. Desculpa-se por isso.

– Não precisa, posso entender. Dá pra você voltar pra casa com esse pano te cobrindo?
– Isso não podia acontecer! Como vou sair da garagem e pegar o elevador? Pior que não tem ninguém lá no apartamento agora…

Paro para pensar e sugiro:

– Veja, o que podemos fazer é o seguinte: você me aguarda aqui e vou lá nalguma loja e te compro alguma coisa, algo simples tipo uma calça jeans, só para você poder vestir algo.

Ela aceita. Abre a bolsa me dá uns 300 reais, me indica uma loja que gosta e seu número.

– Bom, você é um cavalheiro e vai voltar não é? – ela me diz já mais calma, sorrindo.

Pego o número de seu celular e vou lá. Da loja ligo para ela explicando as opções que haviam e compro a calça. Certamente se fosse ela a comprar, como a maioria da mulheres, a compra seria demorada, experimentando vários modelos. Mas como fui eu, a coisa foi objetiva e rápida.

Trouxe-lhe a calça, fiquei ali por perto, para evitar que alguém se aproximasse enquanto ela a vestia. Aliás, ela deve matar de inveja as amigas. A tal da calça, comprada improvisadamente por um cara que não entende nada do assunto, serviu-lhe como uma luva, não precisando nenhum ajuste.

Não era barata. Saiu por 325 reais. Mas claro que não mencionei isso. Meu problema com dinheiro está nas cifras de 6 dígitos, 25 tiro de letra…

– Olha, não sei o que faria se você não me socorresse…
– Faz parte do meu show…- ela sorri de novo.
– O que faço para recompensar você?

Lembrei das belas coxas, da calcinha ousada, mas claro que não mencionei isso.

– Imagine! Essas coisas acontecem, não fiz nada de mais.
– Pelo menos tome um café comigo…
– Ok! Um café pode ser…

Fomos a uma cafeteria no mall. Ela pede capuccinos, croissants, conversamos amenidades, ela me parece ainda constrangida. Sabe que visualizei sua intimidade. Seu nome é Giovanna, e após alguns rodeios resolve abordar o assunto:

– Olha, eu sei o que você viu. Deve estar pensando que sou uma mulher que na verdade não sou…

Ela me conta uma longa estória. Diz que é uma pessoa discreta, casada obviamente, mas que tem uma amiga que é da pá virada, ousadíssima, que sempre diz que ela precisaria se soltar mais. A tal calcinha que vi, foi um presente, provocativo, dela. Resumindo: segundo afirma Giovanna, vez por outra ela usa aquela calcinha como um fetiche, sai para passear, se imaginando outra. Mas – ela insiste – tudo não passa disto. Não sai em busca de aventuras. Foi o que ela disse…

– Faço isso para viver essa sensação de estar livre, fazer o que quiser. Mas te juro que é só isso. Depois guardo aquela lingerie que você viu e volto a ser quem sou. Jamais pensei que alguém descobrisse essa coisa.
– Nem precisava dizer-me tudo isso.
– Acho que sim. Afinal você viu, não viu? – faz a pergunta encarando-me bem nos olhos.
– O que vi, fica só entre nós…
– Mas acho que você não está acreditando no que te disse, deve estar pensando que eu realmente estava aqui buscando uma pulada de cerca…
– Giovanna, nós somos adultos, maduros. A gente sabe que as pessoas têm lá suas fantasias. Todo mundo tem…
– Eu tenho muitas…- ela fala e leva a mão à boca. Como se tivesse deixado escapar algo…

Não resisto a acrescentar:

– O segredo está garantido. Mas pode se orgulhar: foi uma belíssima visão…

Ela ruborizou ao me ouvir. Mas sorriu…

Seu celular toca. Ela vasculha sua bolsa, que é das grandes, procurando o fone, tira uma folha enrolada que cai ao chão. Sempre um cavalheiro, apanho o papel e vejo que é uma planta, parece que de um apartamento. Quando ela desliga devolvo-lhe:

– Uma planta! Você é uma colega?
– Não…É da decoradora que vai reformar meu apartamento.

Para um pouco e me olha:

– Então você é do ramo? Que coincidência! Posso abusar um pouquinho de você? Dá uma olhada…

Não é muito ético dar palpite no trabalho de outros. Mas não deixo de notar que aquela planta está toda "enfeitada" com desenhos de móveis, folhagens… Mas não indica uma só cota, nem quais são as paredes a construir e quais serão demolidas. Giovanna me pergunta se tenho ideia de quanto custaria essa reforma e digo que em função dessa falta informação é impossível dizer. Ela então tenta me explicar o que está sendo proposto. Ao ouvir minha testa vai franzindo…

Primeiro que a decoradora está mudando a posição da cozinha, para isto teriam que ser demolidas as paredes existentes, inclusive a onde hoje está a bancada de pia e fogão. Custos com remanejamento de hidraulica e tubulação de gás altíssimos. Fora que podem haver – o que certamente a decoradora não checou – por ali colunas hidraulicas do prédio, que não podem ser removidas. Na sala e quartos também há demolições. Ignorando que há colunas naquelas paredes…

– Então não dá pra fazer?
– Dá… só tem o inconveniente de que depois o prédio cai…

Ela fica totalmente frustrada.

– Ela está me cobrando 40 mil reais por isso!…
– Peça a ela que faça uma revisão completa. Terá que fazer uma nova proposta.
– Não! Depois do que você me explicou, perdi a confiança. E agora? Já paguei a ela um sinal …
– O que você pode fazer é emitir um documento reconhecendo os direitos autorais dela, comprometendo-se a não usar esse projeto. E negociar o ressarcimento de pelo menos parte do sinal…
– Obrigada…Parece que meu anjo da guarda te botou no meu caminho hoje.

Em síntese: acaba me convidando a fazer uma proposta técnica para esta reforma. Marcamos uma visita de avaliação para dali a dois dias.
No estacionamento nos despedimos. Novamente Giovanna me agradece por tudo. Vou para dar-lhe um beijo, formal. Mas ela se adianta, segura minha cintura me puxando e me beija os dois lados da face.

Vou para meu carro ainda sentindo o frescor de seus lábios no meu rosto. Intrigado com aquela estória que me contou. Mais intrigado fiquei mais tarde, pois nos dias seguintes Giovanna me ligou umas duas vezes. Sempre me parecendo meio nervosa, fala sobre a reforma, mas faz longas pausas na conversação, como se quisesse dizer algo mais.
Na data marcada vou ao apartamento dela. Uma empregada atende:

– Até que enfim o senhor veio! Vou avisar dona Gio.

Corre para dentro e volta logo.

– Tou indo embora. O senhor fecha a porta pra mim. Dona Gio falou que já vem.

Fechei a porta e fui aguardar num dos sofás da sala. Condizente com quem tem uma Mercedes, o apartamento é enorme.

Giovana logo surge, veste um vestido leve, barra uns dez centímetros acima do joelho. Cabelos escorridos, recém saída do banho.

– A Claudilene não te serviu café? Devia estar apressada, desculpe…Vem comigo.

Leva-me à cozinha, onde há uma máquina de café expresso importada. Tira dois cafés e me serve. Começa a conversar sobre a reforma. Mas faz isso sentando-se sobre a bancada. O vestido curto sobe e exibe suas coxas. Tento ser profissional, não olhar isso. Mas a coisa piora: ela me indica uma cadeira bem em frente a bancada para que me sente.

Na posição em que fico, abaixo dela, a visão de suas coxas avança sob o vestido. Tento disfarçar, pelo menos de início. Mas logo fica claro que ela está me provocando. Assume de vez a postura quando me diz:

– Fique à vontade, você já viu mesmo…
– É a mesma calcinha do shopping? – entro no jogo…
– Não…Hoje estou assim…

Ergue-se, fica de pé ante mim e levanta o vestido. Por baixo não há nada! E segue na provocação: senta-se no meu colo…

– Te falei que tinha muitas fantasias, não é? Uma delas é trazer um desconhecido para casa. Mas não se preocupe: meu marido está viajando…- sorri, muito marotamente.

Levantou-se de novo. Tirou o vestido e ficou nua ante mim.

– Tem experiência em lidar com casadas famintas?

Claro que tenho! Intuição existe e eu, cavalheiro maduro, vivido, tenho e muita. Desde aquele papo no Shopping senti que alguma coisa estava no ar.

Abraço e beijo Giovanna. Com as mãos apalpando seu corpo, massageando seus seios, apertando sua bunda, empalmando sua buceta…Ela fecha os olhos e se deixa levar.

– Isso jamais deveria estar acontecendo. Mas agora que começou quero que vá até o fim!

Ajoelhou-se no piso frio da cozinha, abriu o zíper da minha calça e tirou meu pau para fora. Lambeu, beijou, começou a chupar. Abraçou-se às minhas coxas e continuou. Tem os olhos cerrados, emite gemidos de uma gata ronronando. Vez por outra abre os olhos e me encara, e quando faz isso me chupa com mais vigor ainda.

Não me solta, segue num boquete apaixonado, que resulta num gozo explodindo em sua boca. E ela adorou isso. Bebeu toda a minha seiva…

– Desculpe, querido…
– Desculpe? por que?…
– Não aguentei e não parei. Te fiz gozar na minha boca…
– Sim…foi uma delícia, mas por que pedir desculpas?
– É que eu queria que você me comesse…
– Quem diz que não farei isso?
– Sei lá…meu marido depois que goza uma vez, acabou a função…

Ah!… esses maridos "dão-uma-e-dormem"…

– Eu não sou assim, Giovanna. É como você disse: se começou, vamos até o fim…
– Ahhhh!…Então vem pra minha cama! Veeeeemmmm!…

Vamos para o quarto, onde uma enorme cama king size aguardava. Dispo-me e caio como um corsário sobre ela. Dou um banho de língua em Giovanna. Chupo seu seios, caio de boca na sua buceta, que me recebe encharcada.

Fico ali com a língua em cunha penetrando, bordejando os lábios, sugando seu clitóris, chupando-a toda. Ela geme, se contorce toda…

– Ai,…ai! Não aguento mais…tá de pau duro de novo?
– Estou… – e exibo a prova do que falo…

Ela me olha passando a língua nos lábios. Está para lá de excitada. Me faz virar e ficar de barriga para cima. Senta no meu pau e começa a rebolar. Leva minhas mãos aos seus seios, apoia-se sobre meu peito e continua sua dança, recebendo-me cada vez mais dentro dela.

– Isso, querido. Come essa doida que você achou no Shopping. Eu sou uma casada faminta! Me come…me come!….

Lança um grito gutural. Gozou…

Deita-se sobre mim, ainda com meu pau dentro dela e me beija.

– Foi sensacional querido…que bom!

Ficamos ali trocando mais beijos, carinhos, uma nova ereção foi surgindo, uma nova trepada iniciando.

Lá estava ela, sentada nua no meu pau. Bela, muito bela: uma visão maravilhosa. Quando…

– Surpresa!…

Vinda de longe, aparentemente da porta da sala, uma voz de homem.

Giovanna empalidece:

– Não é possível! Meu marido?…

Essa não! Uma aventura deliciosa estava se tornando uma cena de comédia de pastelão – isso na alternativa mais positiva – ou – na pior – assunto de uma crônica policial.

Giovanna até que foi rápida: sai de cima de mim, correu e apanhou minhas roupas e sapatos e me levou – ainda de pau duro – a seu closet. Sussurrou-me:

– Fique aí que eu já resolvo. Não se preocupe, ele nunca abre aqui…

Sentindo-me ridículo – afora a preocupação – vou me vestindo. A explicar que o closet dela é não é um simples armário. Maior que muito quarto de apartamentos de classe média, deve ter no mínimo uns 12 m², tem até uma bancada de mármore com pia.

O marido entra no quarto e ouço a conversa deles:

– Uau! Tá peladinha!…
– Acabei de sair do banho, amor…Por que você não me avisou que vinha?
– Desculpe, querida. Foi uma confusão danada em Manaus. Cancelaram o último evento, surgiu uma carona no jatinho dos americanos e não consegui falar com você.
– Eu ia me vestir para ir no Shopping. Vem comigo…
– Querida, acabei de chegar de viagem, vá você…

Não cara! Vá com a mulher, vá…

– Querido, você precisa ir comigo na loja da Armani. Faz 4 meses que você não compra ternos novos, lembra? Deixa que eu dirijo…
– Ok! Tem razão…Preciso mesmo, e não sei comprar nada sem você me ajudando. Vamos…

Ufa!…

Percebo que ele saiu do quarto. Ela entra no closet faz sinal para que me mantenha em silêncio. Apanha umas roupas e sai. Após torturantes 40 minutos – uma maquiagem "rápida" decerto…- ela volta e diz:

– Resolvido! Ele já foi para a garagem. Espere mais uns cinco minutos e saia pela porta da área de serviço. A chave está na porta. Desculpe querido…

Beija-me e vai embora. Mais intermináveis cinco minutos se arrastam e saio do apartamento. Pego um elevador cheio de empregadas que parecem ler a história da minha vida escrita na minha cara.

Cheguei finalmente onde meu carro estava estacionado. Meu celular toca e só então me dei conta que não lembrei de desligá-lo, enquanto estava naquele closet…

Já conheci – intimamente – muitas casadas. Mas uma situação como esta nunca tinha me acontecido. Afora aliviado, por ter escapado de algo que poderia ser muito constrangedor, talvez até perigoso, sinto-me ridículo. Não é assim, correndo riscos desnecessários, que as coisas se fazem.

Mais tarde ela me liga:

– Oi querido! Me tranquei aqui no banheiro do Shopping pra te ligar. Estou totalmente passada com o que houve. Isso nunca aconteceu antes, ele nunca chega de surpresa. Sempre me avisa, liga, me pede para ir buscar no aeroporto…Bem, tenho que ir. Amanhã te ligo para combinar melhor…

"Combinar melhor"? Ela falou tudo rapidamente, não me deu tempo de dizer uma palavra. Mas pelo jeito quer mais. Só que para mim, apesar de deliciosa, ela me parece um investimento de alto risco agora.

Bom, vamos pensar…

No dia seguinte Giovanna cumpre a promessa:

– Oi querido! Boas novas! Ele viajou para a Alemanha agora há pouco. Duas semanas…
– Tem certeza que o voo não volta para Cumbica?
– Daqui umas horas ele liga. Sempre avisa quando desembarcou. Venha aqui amanhã, vem…
– Não Giovanna. Ele pode não estar, mas outras pessoas do prédio vão notar a minha presença. Não dá para continuar com isso…

Ela parece muito decepcionada:

– Mas eu queria tanto…

O que Giovanna talvez não saiba é que quando tomo uma decisão, sou irredutível.

– Isso não vai mais acontecer, Giovanna, sinto…
– Puxa vida! Poderia ser tão bom…
– Giovanna, já te disse que não!
– Mesmo? …- certamente ela fazia um beicinho…

Um longo suspiro do outro lado da linha. Aguardo e acrescento:

-Aquilo que tivemos aí nunca mais vai acontecer de novo. Desculpe, mas eu tomei essa decisão.

Mais um suspiro dela, e continuo:

– Nada de ir aí amanhã, entendeu? Não volto mais…
– Que pena…
– Depois de amanhã, você me aguarde às duas e meia da tarde na esquina da Alfonso Bovero com rua Diana…
– Na rua?! Pra que?…
– Vou te pegar e nós vamos para um motel.

Giovanna ainda tentou dizer que nunca fizera isso, nunca fora a um motel. Mas como disse antes, quando tomo uma decisão, sou irredutível…

O encontro foi marcado. O jogo vai continuar, mas em campo neutro.

No dia seguinte, véspera do encontro, tenho outra reunião na mesma firma. De novo estaciono naquele shopping. Na volta, uma pausa para um cafézinho. No outro canto do balcão um sujeito, mais ou menos minha idade, fica me olhando. Ele se aproxima:

– Foi legal com a Giovanna?
– Como?…
– Desculpe minha intromissão, mas vi vocês outro dia aqui. Sei bem como é. Nós somos, digamos, colegas…
– Não estou entendendo, meu caro…

O que esse cara quer? E agora lembrei dele. Quando estava sentado com Giovanna naquela cafeteria, ele me chamou a atenção. Estava no balcão, nos olhou, pareceu meio assustado e saiu rapidamente.

– Só espero que você não se apaixone por ela…- ele continua a me dizer.
– Por quê?
– Bom deixa abrir o jogo: o que rolou com você, também aconteceu comigo, e mais uns dois que conheço…
– Sério? – ainda estou algo incrédulo…
– Ela te abordou no estacionamento dizendo que perdeu a chave do Porsche?
– Não! A saia dela ficou presa na porta da Mercedes, rasgou e tive que ajudá-la…
– Mercedes? O maridão é cheio da nota mesmo… e então ela mudou a cena!…

Ele me conta o que houve com ele, e talvez outros. Ela o abordou, com a estória da chave perdida, que ele achou no chão embaixo do carro. Daí um café em retribuição. Então ela pede licença pois algo a está incomodando. Volta da toillete dizendo que naquele dia tinha experimentado usar uma calcinha fio dental, mas não se adaptara. Tinha tirado… E então o jogo começava. Os outros contavam a mesma coisa. Os relatos muito semelhantes.

Sou forçado a acreditar.

– Você continua se encontrando com ela?
– Não! Bem que gostaria. Ela primeiro vem com aquela de ser uma casada sem experiência, mas depois, nos outros encontros mostra a tarada que ela é…Mas eu tenho filhos na faculdade pra sustentar, meu amigo. Sei das histórias do maridão poderoso dela. Se você estacionou no proibido uma vez na vida, ele torna tua vida um inferno…

Conversamos mais um pouco e ele se despediu. Desejando-me boa sorte…

Ainda naquela tarde, Giovanna me ligou:

– Querido, ele desembarcou são e salvo em Berlim, já pegou um carro e está rodando no interior da Alemanha. Nosso encontro está confirmadíssimo!…Aliás, posso te disser uma coisa?
– Diga…
– Essa coisa de ir a um motel está mexendo com a minha cabeça. Estou pensando em coisas que nunca pensei, até usando palavras que nunca usei, sabe?
– Então não se censure…
– Estou com vontade de virar uma devassa. Dessas que gemem, gritam. Estou louca pra beber tua porra de novo!…- ela para, suspirando…
– Continue…
– Querido, quero te dar a buceta muito…Viu como fiquei? Não era assim, juro…Mas quero mais, quero que você me faça uma coisa que nunca fiz com ninguém…
– E o que é?
– Me sodomize…eu quero!

Ela para um pouco, ofegante, e então continua:

– Me enrabe! Quero dar o cuzinho pra você…Não importa o quanto eu grite, você não para: me enfie tudo, me arregace! Eu quero que você me leve a esse mundo de prazer que ainda não conheço…

Agora quem suspira sou. O que ela disse, vertido agora neste texto, não faz jus ao tesão explicitado na forma como Giovanna falava.

– Tudo o que você quiser, Giovanna…
– Quero muito! Bom, você tem trabalho agora, né? Estarei ávida te esperando amanhã. Não atrase, por favor…

Bem, meus caros: em função de tudo que soube de Giovanna e seu maridão perigoso, há agora um impasse de cabeças aqui. A pensante, sobre o pescoço, racional como sempre, me diz para evitar riscos e cair imediatamente fora. A outra mais ao sul, na ponta do membro, que após a conversa relatada acima está em ereção, exige que eu siga em frente.

Está um a um.

Senhoras e senhores do júri que ora estão me lendo: seu veredito por favor…

LOBO
[email protected]
Texto Publicado.
Direitos autorais reservados.
Proibidas sua reprodução, total ou parcial,
bem como sua cessão a terceiros,
exceto com autorização formal do autor.
Lei 5988 de 1973

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



A Super

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

– Ó Mané, para de dormir aí no balcão, cara! Traz mais três!… E sem jacaré. Senão, a gente manda de volta, cara…

Tonhão, como sempre, comanda outra rodada de choppe.

Estávamos lá os três, Tonhão, Beto e eu, velhos amigos e companheiros de trabalho, tentando no boteco esquecer mais um dia cheio de sapos indigestos que a empresa nos fez, sem qualquer tempero, engolir.

Não era assim antes, era um bom lugar para se trabalhar. Mas depois que um novo grupo comprou a firma, outro pessoal chegou e assumiu. Pouco a pouco a velha turma foi sendo dispensada e substituída por gente do novo diretor.

Agora, sobramos nós três e, portanto, o tempo todo caminhando na corda bamba…

– Não mexem com a gente nos próximos doze meses. – Diz o Beto, que durante muito tempo foi gerente de RH e conhece bem a forma como eles pensam e agem.
– Você pode ir para Curitiba tranqüilo. Esse novo projeto vai nos garantir uma sobrevida…
– É. "Eles" não têm ninguém com experiência para tocar isso, logo… – Completa Tonhão, indicando que por hora não há perigo.
– E aliás, Beto, sabe quem voltou da Europa e está agora justamente em Curitiba? A Super… – Acrescenta, piscando o olho esquerdo.

Lembro bem dessa história. Essa tal de "Super" é uma prostituta de luxo. Os dois a conheciam, e diziam que era uma coisa do outro mundo.

Tinha clientes na alta roda em São Paulo, e depois de uns 3 ou 4 anos mudou-se para a Europa. Diziam na época que isto tinha sido um arranjo, preparado pela alta diretoria de uma multinacional, em associação com a família de um senador.

Tudo para evitar que um escândalo, envolvendo famílias poderosas fosse conhecido da imprensa…

– Tonhão, abre o jogo, conta pra ele…

Tonhão coloca a mão direita sobre meu ombro:

– Malandro, como é o teu aniversário a semana que vem, nós pensamos em algo muito especial para você. Você não só merece, como bem que está precisando…
– Ah, é? O que vocês vão dar para mim? – Pergunto curioso…
– Pera lá… A coisa até tem a ver com "dar" – os dois riem…
– Mas não somos nós que fazemos isso.
– É! … A gente só agendou pra você… – completa Beto.

Começo a tremer na bases. Conheço bem aqueles dois malucos, já imagino que criaram mais uma…

– Amigo velho: quando chegar depois de amanhã em Curitiba, você terá a tarde livre – o Beto já remarcou tuas reuniões para o dia seguinte… – e sabe o que te espera?
– É malandro: a Super! Todinha pra você…

Pode uma coisa dessas? Vejam só o que dá ter amigos desmiolados… Armaram para mim um encontro com uma prostituta de luxo. Quase despenco da cadeira quando afinal me revelam quanto custa um "evento" desses: a bagatela de R$ 1.200,00!

– Vocês ficaram totalmente malucos? Quem vai pagar por isso?
– A empresa, claro. Está incluso nas suas despesas de viagem. Não se preocupe. Entre remanejamentos com custos de estadia, alimentação, aluguel de carro… coube perfeitamente. – Explica Tonhão, falando com uma seriedade espantosa…
– E isso é uma ínfima parte do que devem para a gente. Todas as horas extras não pagas, todas as viagens em fim de semana… – vai alinhando Beto…
– Todas as nossas férias não cumpridas… Todas as sacanagens que nos têm feito… – ajunta Tonhão.
– E você nunca vai esquecer… nós garantimos. Lembre bem: ela não é uma prostituta, é uma esteta da sexualidade. Deixe que ela te leve, vai valer a pena…

Bem, para não alongar demais: estou agora no rápido vôo até Curitiba, totalmente perplexo…

Como fui deixar que convencessem a topar esta maluquice? E de mais a mais, nunca fui dado a este tipo de coisa. Acho que a última garota de programa que conheci, foi ainda no tempo do primeiro ano de faculdade.

Agora está tudo tramado. Ela está me esperando na cafeteria junto ao desembarque. Vai estar vestida como uma executiva, e devo perguntar por "Maria Lúcia".

Eu serei "Antenor". Não podiam ao menos achar outro nome?…

Já que me rendi, tento me convencer, não se trata de uma prostituta: é uma " esteta da sexualidade "…

Mas ao chegar ao desembarque as coisas se complicam: está lotado de gente, repórteres, curiosos, seguranças, manifestantes com faixas de protesto, parece que alguém muito importante chegou.

Levo quase meia hora rodeando o espaço, tentando localizá-la. Já pensava em desistir – essa bagunça seria uma desculpa razoável para cair fora dessa loucura… – quando junto a uma pilastra surge alguém que se encaixa na descrição.

É uma mulher de uns 32 anos, mais ou menos 1,70 m, bem proporcionada, cabelos cor de mel presos num coque, óculos escuros. Veste um tailleur marrom com uma blusa de seda bege. Parece realmente mesmo uma executiva.

– Boa tarde! Você é Maria Lúcia?

Ela tira os óculos, mostrando belos olhos castanho-esverdeados…

– Sim… finalmente! Você é o Antenor, certo?

ALÔ HOUSTON, FIZEMOS CONTATO!

Sem maiores cerimônias nos encaminhamos até o balcão da locadora de carros. Apesar da balbúrdia no aeroporto, em 15 minutos já estamos saindo do estacionamento, ambos formais como dois executivos a caminho da reunião…

Ela me indica com segurança os caminhos a seguir. Aliás, para quem não é da cidade, fala como uma autêntica curitibana, com os característicos "ee" bem abertos. Deve ser uma boa atriz…

Até então a conversa é sobre amenidades e ela até elogia o nome que os dois loucos me deram.

– Não é seu nome real, não é? Claro que não… Mas uma ótima escolha, soa como um tio sexagenário, como uma pessoa séria e discreta. Ninguém pensaria…

Indo por uma estrada nos arredores da cidade, ela me indica um motel, que me parece até um pouco simplório para os 1.200 reais. Mas, certamente, tento me convencer, o que importa é a atriz, não o palco…

Entramos no motel e ao descer do carro ela me pede para esquecer minha bagagem. Apanha sua valise e me diz:

– Certamente não vai se importar que usemos meu material, não é?

Não se discute com profissionais de alto nível… Ao entrarmos no quarto tento abraçá-la, mas ela me afasta.

– Aguarde um momento, por favor. Sente-se na cama, não se dispa…

Tonhão e Beto tinham me orientado de que deveria deixá-la dirigir o espetáculo. Sento-me recostado ao espaldar da cama e aguardo o início da função…

Ela se coloca à minha frente e muito vagarosamente começa a se despir, de costas para mim, reforçando os movimentos de retirar cada peça com suaves e provocantes meneios de seu corpo.

Quando a jaqueta, a blusa e a saia caíram por terra, sou brindado pela visão de uma mulher muito bonita, envolta numa ousadíssima lingerie vermelha, com cinta-ligas, meias 7/8 rendadas, uma minúscula calcinha transparente.

Tudo de acordo…

– Esquece a Maria Lúcia! Ela ficou no aeroporto… Quem está com você, quem vai te servir de todas as maneiras é uma puta… é assim que você vai me chamar.

Dizendo isso, ela solta os cabelos e se volta de frente para mim. Noto que morde os lábios ao me encarar, a pele em seus braços está arrepiada.

– Eu sei: você é a Super puta… – Eu respondo…

Ao me ouvir ela sorri, enquanto percebo um leve tremor em seu corpo. Parece que além de profissional, ela gosta do que faz. Isto me deixa mais à vontade. Uma coisa que temia era que fosse mais uma daquelas garotas programa que executam tudo mecanicamente, sem sequer tentar disfarçar a falsidade, sempre de olho no relógio e – claro… – no bolso do cliente.

– Fique de pé, por favor.

Levanto-me e ela se coloca de joelhos em frente a mim.

– Senhor, deixa tua puta reverenciar o caralho que tens escondido, crescendo dentro da tua roupa. Deixa esta sem-vergonha tomá-lo nas mãos. Deixa esta vagabunda beijá-lo…

Certamente um texto decorado. Mas me surpreende a forma como ela o interpreta: é convincente. E me faz ficar muito excitado…

Ela abre o zíper da minha calça, coloca delicadamente sua mão direita e apalpa meu pau. Começa a fazê-lo sair, não sem certa dificuldade, duro como está. Devia passar a usar cuecas largas do tipo samba-canção…

Quando ele está livre, ereto à sua frente, ela o acaricia, beija…

– Mas para merecer este caralho, Senhor, primeiro me puna por tudo que faço, por ser esta mulher de todos os homens. Por ser esta puta… Como me disse, eu sou uma Super puta. Aguarde um instante.

Levanta-se e abre a valise. De lá tira uma luva acolchoada e a coloca na minha mão direita. Depois pega umas algemas que têm uma corrente longa. Trava seu pulso esquerdo, joga a outra argola por sobre a haste do suporte da TV, na parede em frente à cama e trava o pulso direito.

De costas para mim, fica ali com as pernas abertas, seminua na lingerie transparente. Quando me aproximo e começo a abrir o primeiro colchete ela me diz:

– Senhor, não! Não me poupe de nada. Rasgue! Arranque minhas roupas de puta! Trate-me como devo ser tratada. Venha!

Lá estou eu: todo vestido, de pau para fora, excitadíssimo. Não vai ser, pelo jeito, nada que se pareça com qualquer experiência minha…

Arranco sua lingerie. Ela me incita para que rasgue sem economia, me insufla para que a chame de puta, vagabunda, para que a faça se rebaixar…

Nem percebo quanto tempo leva e estou totalmente envolvido pelo clima, aplicando-lhe palmadas vigorosas na sua bunda, que com o material da luva fazem um ruído amplificado que se compõe com seus gemidos.

E ela continua comandando minha libido…

– Bate, Senhor meu macho! Bate! Me faz ser tua fêmea, me bate mais que eu vou prometer ser a escrava do teu caralho…

Lógico que não estou em condições de emitir julgamentos racionais agora, mas devo dizer que a forma como ela me envolve, cria um clima denso, me surpreende, me excita muito, e de certa forma, me encanta…

Aqueço seu corpo com o vigor da minha palmatória. Delicioso ouvir seus gemidos pedindo mais, enquanto aquela apetitosa bunda freme quente após cada palmada.

Ela agora me faz saber que o ritual da punição está cumprido, pede que a solte das algemas e se ajoelha de novo, beija meu pau e vai depois tirando toda a minha roupa.

Abre novamente a valise retira umas 4 cordas de fios entrelaçados macios, já com os laços feitos.

– Senhor meu macho, me amarre na cama de pernas bem abertas para você…

Conforme os dois em São Paulo me instruíram, vou seguindo sem contestações tudo que me é pedido. Estendida dessa forma, braços e pernas atados a cada um dos cantos do leito, paro um pouco para admirá-la. Ela demonstra muita satisfação com isso.

– Veja, Senhor meu macho…olha bem cada detalhe da puta que vai te servir!

Seu corpo treme, sua pele está arrepiada, seus seios estão com os bicos rijos, suas coxas se avermelham, em sua buceta, brilha, refletindo a luz, a seiva de toda a essência de sua sensualidade feminina…

Entrego-me com a paixão dos amantes àquele corpo todo à minha disposição.

Beijo cada centímetro, umedeço com minha saliva sua pele salgada, sugo seus seios, que arfam dentro da minha boca…

Fico ao contrário, deixo meu cacete ao alcance da sua boca, e ela rapidamente inicia seu movimento de sucção, engole-o inteiro, solta-o, segura com os lábios a cabeça e suga-o para dentro de novo.

Sua buceta está escorrendo de tesão, quente, apimentada… E toda minha!…

Chupo aquela delícia em cada detalhe, com minha língua indo e vindo, percorrendo os lábios, seu clitóris, entrando…

– Meu macho: é agora! Toma para ti tua puta. Enterra teu caralho em mim!

Ordens não se discutem…

Preparo a penetração. Vendo-a imobilizada, o prazer de fazê-lo bem lentamente é ainda maior. Mas ela ainda tem mais truques para exibir…

Assim que a cabeça do pau inicia o caminho pela sua fornalha, a sua musculatura vaginal interna começa a trabalhar, contraindo-se e dilatando-se, apertando e sugando-o para dentro, como antes seus lábios fizeram.

Mais uma vez, meus amigos estavam certos: a Super é especial. E domina as artes milenares, mas – infelizmente… – pouco conhecidas do pompoarismo!

Mesmo imobilizada, ela protagoniza o ato, nada mais tenho que fazer senão entregar meu membro rijo ao seu corpo, e me deliciar com todos os movimentos rumo ao prazer que sua musculatura vaginal faz, que se compõem com os meneios de cintura e erguimentos de quadril, que as cordas não ousam impedir.

Parado, sinto ali o indescritível prazer de ser servido numa relação sexual como jamais antes tive.

Ainda melhor: não há em sua atitude, a frieza técnica da profissional. Ela se entrega com ardor a cada movimento, geme profundamente, sendo real – impossível que fosse mero teatro… – o seu prazer em fazer tudo.

A excitação a que isso me leva, e a intensidade do gozo, quando o orgasmo surge, como o ápice de uma torrente de sensações, sinto muito, não há como descrever. A imaginação de quem não tenha medo de ir fundo em sua sexualidade entenderá…

Celebramos o orgasmo com um longo beijo. Ela pede-me que a desate e ficamos por uns 10 minutos ali abraçados. E nesses momentos, ela de novo me surpreende: sabe ter a generosidade carinhosa de uma mulher capaz de se enamorar.

Após estes minutos de carinhos suaves, ela se levanta, me fazendo ver que um novo ato vai se iniciar. Pede-me que me levante também e a siga.

Ora: como se precisasse pedir…

Então, como uma guerrilheira nua, ela se atraca comigo, me faz ficar de costas para a parede.

Faz-me render, com um beijo longo, roçando seu corpo no meu. Mas enquanto me anestesia desta forma, não percebo que algemou meus pulsos, deixando-me preso à parede como ela ficara antes.

Eu protesto. Ficar imobilizado eu não admito.

– Sua puta! Me solta já… Para com isso!

Ela se decepciona claramente com minha reação, senta-se na cama e até faz beicinho quando me fala…

– Como não? Faz parte do trato…

Não sei de que raio de trato ela fala. Certamente outra daqueles dois. Mas vendo-a ali, toda deliciosa, e lembrando-me das instruções dos meus seriíssimos companheiros, acabo por novamente render-me…

– Ok! Tudo bem. Venha!

Ela se levanta. E em seu rosto, como antes, não consigo ver a profissional. Agora então, sua face se ilumina, parecendo-se mais com sorriso de menina que ganhou presente…

– Obrigada!…

Mordendo os lábios ela examina meu corpo, então, vem e me beija me abraça e me sussurra com a voz quente ao ouvido:

– Agora você vai ser meu puto, não vai?

Sigo com o roteiro…

– Sim, senhora, sou teu puto pronto para servi-la…
– E vai fazer o desejo secreto desta senhora séria que esconde segredos?
– Sim, madame. Da forma que quiser…

Ela me beija de novo, calorosamente… Se aproxima para outro sussurro, como se fosse fazer explicitamente seu pedido, mas me diz apenas:

– Vou querer até a última gota!

Beija meu peito, escorrega pelo meu corpo até chegar ao meu pau, que obviamente já a aguardava muito duro…

Chupa-o com a mesma maestria de antes, mas logo para e olha para cima com um sorriso de provocação. Não é desta forma que quer a última gota…

Levanta-se e de costas, apoia-se em mim, rebolando sua bunda maravilhosa na minha virilha.

– Quem vê esta executiva trabalhando não imagina o quanto ela quer ser enrabada… o quanto ela deseja sentir um caralho bem grosso fodendo seu cuzinho…Mas tem de ser do meu jeito …

Devo confessar que sempre tive uma fantasia ser um garoto de programa – agora, só se fosse um quarentão de programa… Mas se surgiu uma "cliente" muito gostosa, por que não?

– Tudo bem… como quer que eu te foda, senhora…?
– Esta foda é toda minha, puto. Apenas me dê seu pau…

E sem mais palavras tudo começa. De costas para mim, ela apanha meu pau e primeiro o umedece na buceta.

Depois leva-o à entrada do seu delicioso rabinho. Segurando-o pela base, aperta-o contra sua entrada, em suaves movimentos circulares, enquanto arqueia o corpo, trazendo a bunda para trás.

Dessa forma, após uma resistência inicial, ela se abre, a cabeça entra bem devagar, meu pau toma todo seu cuzinho…

Começo a movimentar minha cintura, dando estocadas, bombeando meu pau para dentro dela, mas sou advertido:

– Não, puto! Já te disse: esta foda é minha, toda minha… deixe o teu caralho aí que o resto é comigo…

O que ela faz então é surpreendente.

Rebola, dança, ergue e abaixa cada uma das coxas ritmadamente, fazendo meu pau girar dentro dela.

Afasta-se, fazendo meu membro quase sair. Mas quando está quase a ponto de escapar, contrai-se, segurando a cabeça, e traz o corpo de volta, apoiando-se no meu, reiniciando.

Nunca vi nada igual. A coisa se prolonga. Ela parece até pressentir quando estou para gozar. Para, retoma, e dessa forma a relação se prolonga.

Geme profundamente, grita, pede mais, diz que já gozou uma, duas vezes…

Quando finalmente atinjo o orgasmo, é uma sensação especial. É como seu meu pau tivesse se inchado dentro dela, ficasse ainda mais rígido, e a inundasse não com um, mas uma sucessão de jorros.

Ela se recosta contra mim. Sua respiração está arfante, indicando a taquicardia que a toma.

– Foi bom demais, meu puto, tudo que eu queria, valeu a pena! Aliás, pena que a hora chegou e tenhamos de ir embora…

Para mim, dizer que "valeu a pena" seria um comentário pouco exato, minimizando. Foi extraordinário!

Ela me beija de uma forma afetuosa e me solta. Apanha uma toalha e vai correndo ao chuveiro. Eu a sigo e tomamos a ducha juntos, curtindo a delícia de ensaboarmos nossos corpos e trocarmos beijos definitivamente molhados…

Surpreendo-me outra vez, ficando até algo confuso, ao perceber que ela me desperta carinho, e mais ainda, o corresponde.

Tenho que puxar da memória que tudo, por melhor que tenha sido, foi só um programa.

Definitivamente, a Super sabe envolver seu cliente, sabe criar e transformar a fantasia em realidade. Tudo que me haviam dito era verdade!

Voltamos e nos vestimos. O tempo passou, já são já mais de 19:00 horas. Devemos ter ficado por lá umas quatro horas. Talvez a conta devesse ser expressa em minutos, em segundos… Diria mais de como foram intensos.

Sento-me à mesa, retiro a caneta e o talão de cheques do paletó e começo a preencher os – tenho que admitir: bem pagos… – R$ 1.200,00. Ouço-a sentada na cama, com o característico ruído de mulher mexendo na parafernália interna da bolsa.

– Antenor, se você não se importa, serão dois cheques…

Diabos! Já tinha preenchido meu cheque.

– Maria Lúcia… Por quê dois cheques?
– Se quiser será um, mas teria que ser pré-datado para dois ou três dias. Desta forma, há saldo nas duas contas para depósito imediato. Qual é o problema…?

Quando me viro, vejo-a com dois talões de cheque na mão.

– Mas o que você está fazendo?!!!
– Ora… fazendo teus cheq… – Ela vê o cheque pronto em minha mão e se cala aturdida…
– Que é isso, Antenor?!
– Eu é que pergunto…

Ela empalidece, cai sentada na cama…

– Olha aqui: nós marcamos no Aeroporto, você é o Antenor da Agência Masters, de São Paulo…

Agora sou eu que não entendo nada:

– Não! Eu é que tinha agendado com você, a Super, a quem devia – foi o combinado…- chamar de Maria Lúcia!

Ela quase desfalece ao me ouvir, suas mãos tremem, sua frio…

– Você não é o Antenor? Como me enganou, seu…seu…

– Espere aí! Eu sou o Antenor! Pelo menos foi o nome que foi combinado, para que você identificasse seu cliente…

Ela baixa a cabeça. Antes pálido, agora seu rosto está vermelho, muito corado, que ela esconde nas mãos crispadas.

Vendo-a assim tão abalada, sento-me ao seu lado, e coloco meu braço envolvendo-a.

– Será possível que aconteceu o que estamos pensando?
– Não é possível…não é possível! Não acredito que o tempo todo você achou que eu fosse uma puta…
– E você achou que EU fosse um profissional!?
– Sim…
– Mas como?!!! Eu sou um quarentão! Para garoto de programa, devia estar aposentado no mínimo há uns 15 anos…

Ela volta a sorrir:

– O que? Está pensando que sou aquele tipo de madame que corre atrás de garotos? Eu quero um homem…

Tentando entender o que houve, contamos então um ao outro nossas histórias. Descobrimos que dessa vez o que houve não foi nenhuma loucura urdida pelos meus amigos desmiolados. Foi coisa de bruxas alcoviteiras…

Ela me conta que é uma executiva de uma multinacional sediada em Curitiba. A carreira vai bem, tem altos ganhos, mas falta tempero na sua vida pessoal…

Seu casamento segue, os dois se dão bem, mas não no aspecto da sensualidade. Por vários anos ela guardou em segredo dentro de si um vulcão aguardando o momento de agir.

Acabou por acaso descobrindo a tal agência Masters. Explicou que não eram garotos, era algo fechado, muito sigiloso, e os poucos "rapazes" são homens maduros, muito experientes… E sendo alguém de fora da sua Curitiba, era perfeito para a segurança.

Passado o susto, rimos muito com esta peça que o acaso nos pregou…

– Você me enganou direitinho…Se pegasse o cheque e partisse, talvez eu jamais desconfiasse da realidade. Quer saber: você está perdendo dinheiro naquela sua firma…- Me diz entre risadas.
– Com todo respeito: se quisesse mudar de carreira, teria muuuito sucesso… – Digo a ela, que adoravelmente encabulada, novamente ri muito.
– Rasgue seus cheques mocinha…
– Rasgue o seu também, moço…

Ela se aproxima, me abraça. Novamente morde os lábios, naquele jeitinho tão seu…

– Sabe: já que sobrou verba, que tal pedirmos alguma coisa boa para comemorarmos este nosso encontro maluco…Que tal uma champagne?
– Não esqueça que também tenho verba… O que vai ser: Veuve Cliqcot, Taittinger, Louis Roeder…?
– Uau! Você escolhe… Mas me diz uma coisa: se você não é aquele "Antenor", será que tem outro compromisso agora à noite?
– Minha noite, se quiser, é toda sua…

Ela responde com outro beijo…

Fico imaginando: se na confusão daquele aeroporto lotado, os verdadeiros "Antenor" e "Super" também se encontraram, no mesmo equívoco. Seria um engano tão delicioso como o nosso?

Duvido…

O palco para uma noite inesquecível estava montado, tínhamos tudo e as champagnes, com todas as suas possibilidades, logo vieram…

Querem saber como foi?

Bem, saibam que agora, sem máscaras, sabendo quem realmente somos, foi um segundo tempo ainda melhor que o primeiro.

Detalhes?

Ora, amigos, este relato já está muito longo…

Usem sua imaginação!

Aliás, recomendo que o façam sempre…

É bom para vocês!

LOBO
[email protected]

Direitos autorais reservados. Proibidas sua reprodução, total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, exceto com autorização formal do autor, de acordo com a Lei 5988 de 1973

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Meu Primeiro continho com a Pri

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Gente, quero falar da minha prima Pricila. Hoje é a minha melhor amiga. Não sei o que acontece entre nós duas agora. Nunca tinha sido assim, mas de uns tempos pra cá ficamos mais amigas e unidas. Conversamos todo dia pelo bate-papo do facebook. Eu chego do cursinho à noite e já corro pra falar com ela. Abro o notebook sorrindo, sabendo que ela vai estar lá, me esperando. Quando vejo que ela tá on, verdinha pra mim, amo amo amo. Conversamos muito, mas o que mas adoro são as conversinhas picantes, hi hi hi. O que a gente mais gosta é de provocar os carinhas on line e se tocar muito. Adoro isso! Já fiquei viciada, kkk.

Na semana passada foi o aniversário dela. Mas eu tinha esquecido. Na sexta-feira ela me convidou pra dormir juntas.

– Tô sozinha aqui, Bia. Vem ver filme comigo?

– Tô com vergonha de voxê. Esqueci seu aniversário.

– Num tem problema. Vem que tô com xodade.

Claro que fui! kkkkkkk. Mas não ia sem levar um presentinho. Aproveitei que já estava mal intencionada e passei numa loja de lingerie. Escolhi um short doll de seda lilás muito lindo e sexy.

Já na casa dela, entreguei o presente e pedi que experimentasse pra eu ver como ficaria. Queria muito ver aquela gostosinha dentro do shortinho. Mas queria mais era que ela trocasse de roupa na minha frente, hi hi hi. Só que ela me expulsou do quarto, com vergonha. Me enxotou, a ingrata, kkkk…

– Nãoooo! Espera lá fora, Bia!

– Deixa eu vê!

– Sai sai sai!

Ela me empurrou e trancou a porta. Foi muito chato ficar esperando ela trocar de roupa sem poder ver nada. Adoro ver outra garota trocar de roupa na minha frente. É muito lindo, gente! E a prima é gostosa demais, humm. Linda, branquinha, muito tesuda. Fico viajando naquelas curvas redondinhas, nos peitões e na bunda cheinha. Delícia! Ela é mais velha do que eu seis anos, mas parece mais jovem.

Continuei gritando, louquinha pra ver ela usando o baby doll:

– Abre essa porta! Quero ver logo, poooo!

– Pera, Bia!

Ela abriu a porta e eu vi a gostosa no shortinho, nussssss! Babei!!!!!!
Ela viu que eu tava pirando no corpicho dela e começou a se exibir, colocando a mão na cintura e fazendo pose sexy. Deu uma voltifnha e mostrou a bundidnha gorda e empinada.
– Num provoca, pooo! kkkk

– Amei!

– Ficou muito linda!

Aí ela virou de frente de novo e deu aquela ajeitada no shortinho, enfiando tudo na bucetinha carnuda… Nussss! Bucetuda! kkkkkkk.

Mas ficamos só rindo uma pra outra, sem coragem de fazer nada. Assim no real é muito diferente dos nosos papos sacanas no face. É muito complicado, gente. Tava batendo a maior vergonha. Ela ficou com o rosto muito vermelho e tava sem sem graça porque eu não tirava o olho de cima dela. Ai ela me convidou:

– Vamo lá na cozinha fazer pipoca.

– É, vamo…

Fizemos a pipoca e depois fomos pro quarto dela. Eu já tava ficando conformada que não ia rolar nada como nas nossas conversas no bate papo.

– Que filme vamo assistir, Pri?

– Num sei…

– Como num sabe, poo?

– A gente baixa um, neh?

– Tá maluca? vai demorar pra caraio!

– A gente deixa baixando e vai bater papo com os carinhas no face.

– kkkkk! agora gostei! Mas pera ai, deixa eu tomar um banho logo.

– Vai lá!

Corri pro banheiro. Tomei um banho apressada. Me enxuguei e peguei uma calcinha nova na mochila. Só vesti uma camisetinha rosa de algodão por cima da calcinha da mesma cor e sai do banheiro toda gostosinha e cheirosa. Ela já tava deitada na cama com o note sobre as coxas.

– Já tá falando com quem ai?

– Aquele carinha que você gosta de judiar mostrando suas fotos, kkkk.

– Eu? kkkkkkk. Vou fazer outra fotinha pra ele. kkkkkkk

Deixamos o filme baixando e começamos a bater papo com o carinha. A conversa foi esquentando e ele foi falando umas coisas que deixaram a prima doidinha. Ela ficava mordendo os lábios de tesão nas palavras sacanas dele. Fiquei ao lado dela pra acompanhar a conversinha picante. Nussss! ela tava muito cheirosinha. A gente ia rindo dos papos sacanas e ficando mais juntinhas. Tava muito gostoso sentir o corpicho quente da prima. Minha bucetinha já tava toda ouriçada, eu podia sentir ela latejando. Esqueci o carinha pra ficar olhando os peitões no decote aberto, bem redondos e cheios, aiiiii! Caraio! minha xaninha tava até doendo de tesão. Tomei o note dela e joguei longe na cama. Num resisti e montei na cintura dela. Aí sapequei um beijo de boca. Não teve como ela escapar. Fiquei sentada em cima, beijando, sentindo os nossos lábios umedecendo com o beijo bem molhado, de língua. Ela foi ficando toda molinha e entregue. Caraio!

Nem acreditei que tava fazendo aquilo com a prima Pri!

Parei de beijar e me ajeitei pra tirar o shortinho dela.

– Nãooo! Bia!

– Deixa, poooo!

– Nãoooo!

– Já era!

Puxei o shortinho pelas coxas abaixo e apareceu tudo que eu queria. Nussssss! que buceta linda e carnuda! segurei ela de mão cheia e apertei bem gostosinho. Aí ela se retorceu toda…

– Aiiii! pára!

Depois virei a bunda pra cara dela e caí de boca naquela xana cheirosa. Tava muito melada, mas eu nem liguei, hi hi. Mergulhei a lingua no melado e fui lambendo e chupando. Delícia!

Quando vi, a Pri tava puxando minha calcinha. Fiquei com a buceta nua bem na cara dela. Queria muito que ela me chupasse também, mas ela tava com muito tesão e só gemia.

– Aiiiii! chupa!

Nusssssss! Que loucura… Ela gemia muito alto.

– Quero gozar, Bia! me fode!

Atolei dois dedos na gruta encharcada e soquei sem pena. Fazia um barulhinho gostoso, meladinho. Fodi ela bem gostosinho, parando so pra passar a língua no grelo. Depois fodia mais.

Ela gemia e jogava a buceta pra cima. Tava quase vindo, gemendo tesudinha.

– Ahh! vou gozar! vou gozar, Bia!

Caraio! Enquanto eu sentia a minha calcinha molhando, continuei metendo rápido, fodendo e sentindo ela contraindo, apertando, apertando, prendendo meus dedos. Então ela apertou as coxas e deu uma tremida ligeira. Estava gozando e nem deixava mais eu socar, pois tava fechando a bucetinha muito com a gozada. Aiiiiiii! Num posso lembrar que fico louca, gente!

Depois que ela gozou, eu já tava molhada demais, pingado de tesão e perto de gozar também. Só me toquei de levinho e senti o orgasmo chegando, vindo forte, bem lá do fundo, muito forte mesmo. Uiiiiiii! Gozei muitoooooooooooo! Aiiiiiiiiii! muito gostoso!

– Caraio! olha a meladeira que você na minha cama, Bia!

– Foi mals! hi hi hi.

Então paramos pra descansar. A Pri lembrou do carinha largado lá no bate-papo. Ele tinha escrito um monte sozinho, chamando a gente.
carinha: Cadê vocês, princesas?

bia sarendal: pera aiiiii, poooo. a gente volta em 1 hora. kkkkkkkkkk

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Caindo na cilada do jornaleiro…

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Quando eu era uma menina, gostava muito de brincar com uma amiguinha na calçada da rua em frente a minha casa. Todos os dias, depois da escola, ao entardecer, eu e minha querida Joelma nos divertíamos pulando elástico. Quando não estava comigo, a minha diversão era ficar lendo revistinhas em quadrinhos sentada no degrau da calçada.

O tempo passou, crescemos e ainda gostávamos de pular elástico. Os “cuecas de plantão” ficavam ao redor, olhando pra gente. Meus peitinhos crescidos, de mamilos bicudos marcavam o tecido, e pulavam debaixo da blusa. Pra saltar melhor, eu puxava o shortinho pra cima e enfiava ele ainda mais na bunda. Claro que me sentia linda e admirada, mas não tinha noção da maldade nos olhares dos meninos e nem nos dos homens da rua.

Um dia, ao voltar da escola, vinha triste porque minha querida Joelma tinha se mudado pra outra cidade fazia pouco tempo. Passei na banca de jornal da esquina e perguntei ao jornaleiro se tinha gibi de super-heróis. Ele respondeu que sim, me chamando pelo nome, Sabrina. Fiquei surpresa porque nem conhecia o coroa.

– Como o senhor sabe meu nome?

– Eu moro ali na outra rua, detrás da sua. Passo todos os dias e vejo você brincando com sua amiga. Cadê ela que não vejo mais?

– Ela foi embora pra outra cidade…

– Ah! é uma pena… vocês eram muito amigas, não eram?

– Sim… estou com muita saudade dela…

E foi assim que comecei a falar da minha amiga e da saudade que sentia. Aquele homem que eu nem conhecia foi me ouvindo e me consolando. Até que o tio da banca era bem legal! Me disse que se chamava Artur e que me achava muito linda. No final da conversa, já me sentia “best friend” dele. E, pra minha surpresa, ele ainda me deu de graça as revistinhas que eu queria. Fiquei um pouco bolada com tantos presentes, mas ele explicou que eram revistas com defeito e que poderia levar todas se quisesse. Claro que eu aceitei! Dei tchauzinho pro meu novo amigo e fui pra casa rindo à toa.

Depois daquele dia, não precisei mais comprar revistas. O seu Artur me dava tudo de graça. E toda vez que ele passava e me encontrava na calçada, tinha um presentinho pra mim.

Na segunda feira de tarde, estava eu sentada no mesmo lugar de sempre, lendo distraída. Eu usava uma saia curtinha e minhas pernas estavam bem relaxadas e abertas. Ainda era desajeitada e acostumada a me sentar de qualquer jeito. Percebi a aproximação de alguém e levantei os olhos por cima da revista. Fiquei alegre por ver que era o seu Artur. Mas logo notei como ele olhava bem pro centro das minhas coxas escancaradas.

A minha calcinha estava aparecendo toda e ele insistiu em ficar olhando pra ela, entortando a cabeça como se quisesse adivinhar o que ela ocultava. Pela primeira vez percebi que era uma moça e que não podia me sentar daquele jeito na frente de um homem. Imediatamente fechei as pernas. Ficamos em silêncio por algum tempo. Só depois nos cumprimentamos.

Muito sem graça, perguntei se ele tinha revistinhas pra me dar. Ele respondeu que tinha umas bem legais em sua casa. Perguntou se eu gostaria de ir buscar com ele. Achei que não tinha nada de mais nisso. Então levantei e fui.

Chegando à casa, entramos e ele me disse pra esperá-lo sentada ali no sofá da sala. Depois desapareceu no corredor. Demorou um pouco e, quando voltou, trazia algumas revistas, mas ele se cobria apenas com uma toalha enrolada na cintura. Achei aquilo estranho. Era esquisito ver o tio da banca daquele jeito, exibindo o peito nu e cabeludo. Mas como ele era um cara legal e eu já o conhecia, não me importei.

Ele se sentou pertinho de mim. Fiquei nervosa. Já ia me preparando pra ir embora. Agradeci pelas revistas, mas ele me disse que aquelas eram pra eu ler ali mesmo, que eu não poderia levá-las comigo. Mesmo perturbada, resolvi ficar. Me acomodei e me encostei no sofá com as revistas no colo.

Ao escolher uma delas, descobri horrorizada que eram pornográficas. Caraca! O que era aquilo??! Eu nunca tinha visto nada parecido na vida! Só foto indecente! Fiquei envergonhada vendo os homens peladões de pau duro. E o seu Artur ali do lado, observando… putz! Eu estava muito constrangida.

Mas também não conseguia parar de olhar pras imagens, cada uma mais escandalosa que a outra. Fui folheando em silêncio. Aquelas cenas absurdas saltavam das páginas direto pra dentro de minhas entranhas e me davam um tipo de pânico que nunca tinha sentido. Queria abandonar tudo e sair correndo dali, mas ao mesmo tempo estava presa pela curiosidade. Apesar de assustada, queria ver tudo, tudinho mesmo.

– Você já viu um desses de verdade? o coroa me perguntou apontando pra um enorme pênis na revista.

– Claro que não!!

– Já teve vontade de ver?

– Seu Artur, acho que já está na hora de ir embora!

– Calma, minha filha! Não vá ainda! Tem muita revista pra você ver aí…

O caos estava instaurado dentro de mim. O homem ao meu lado só de toalha… já estava arrependida de estar ali sozinha com ele. Mas sentia minha calcinha muito molhada, escorrendo umidade até pra minha bunda. Eu já estava bastante confusa e fiquei mais ainda quando ele me perguntou:

– Quer que eu te mostre meu pau?

Mal acreditei que ele estivesse me dizendo aquilo. Fiquei sem reação. Mas eu olhava pra toalha que o cobria e via como ela estava levantada e se mexia entre suas pernas. Putz! Me deu muita vontade de ver o que se escondia debaixo daquela toalha, muita mesmo!

– Acho que você ficou louquinha pra ver, heim!! ele adivinhou.

– Que é isso, seu Artur?!

– Vamos combinar uma coisa? Eu te mostro meu pau e você me deixa ver seus peitinhos. O que acha, heim? Deixa eu ver se são durinhos…

O coroa falou isso e já veio puxando a minha blusa pra cima. Tentei evitar, mas ele arrancou a blusa de uma vez, com força, e meus peitos apareceram com os bicos durinhos. Me assustei com a atitude dele e tapei os seios com os braços.

– Mas assim não dá pra ver nada, menina! Você não quer ver meu pau, não?

Fiquei calada de cabeça baixa, mas olhando pro enorme volume na toalha que não parava de se mexer. Eu estava louquinha de vontade de ver, mas não tinha coragem de dizer.

– Levanta! Fica aqui na minha frente. Deixa ver se são bonitos…

Estava muito nervosa, mas levantei e fiquei de frente pra ele. Tentei cobrir meus peitos, mas ele segurou e afastou meus braços com força. Acabei cedendo e meus peitinhos reapareceram. Ele ficou olhando, admirado. Então me puxou mais pra perto de si. Sem que eu esperasse, abocanhou um dos mamilos e chupou forte, me dando uma sensação muito gostosa. Senti o interior da minha prexequinha pulsando como um coração. Depois passou pro outro mamilo. O cara estava pirando nas mamadas, sugando e gemendo. Deixei que ele chupasse um pouquinho, pois era muito gostoso.

Eu nem imaginava que o seu Artur fosse um cara tão safado. Depois de sugar meus seios, não me deu tempo; levantou minha saia até a cintura e puxou minha calcinha pra baixo, até os pés. Quis mexer na minha xoxota.

– Não, seu Artur! eu gritei, me protegendo com as mãos.

Ele insistiu, agarrou meus pulsos e abriu meus braços.

– Calma! Só vou ver, menina!

Estava muito nervosa, com medo, mas não conseguia resistir ao coroa, que sabia se aproveitar do meu tesão e da minha inexperiência.

Relaxei os braços e deixei que ele ficasse me olhando nua. Minha xoxotinha peluda estava bem perto da cara dele, já toda molhada. O safado queria mesmo era pegar nela.

Reclamei quando ele a tocou. Ele me ignorou. Começou a afagar meus pêlos, me deixando mais relaxada. Depois senti seus dedos deslizando na minha fenda. Ela estava exalando um odor muito forte, um cheiro de buceta suada e melada que me deu até vergonha. Só que o coroa ficou foi mais maluquinho. Se ajoelhou diante de mim. Enfiou o nariz nos meus pêlos e começou a lamber meu grelo, que estava durinho. Foi lambendo tudo como um cachorro, chupando o melado que escorria, enfiando a língua, lambendo meu o selinho.

Nessa hora, minha xota já latejava gostoso e as pernas bambearam. Ele continuou devorando minha xaninha como se fosse uma suculenta manga madura, a língua nervosa e insistente no meu grelo. Comecei a me contorcer de tesão. Ele ficou me prendendo, sem me deixar escapar, me puxando pela bunda. Minha xoxota inchada, parecia que ia explodir de tesão. Minha respiração ficou ofegante, e a bucetinha começou a dar umas trancadas descontroladas, contraindo sem parar na boca dele. Estava gozando.

Ele parou de me chupar. Esperou que eu me recuperasse e comentou alguma coisa que nem lembro.

Quando voltei ao normal, vi que ele estava rindo. Depois levou a mão à toalha e apertou o volume. Sorriu pra mim mais sacana. Disse que agora ia me mostrar. Eu estava sendo uma menina boazinha e merecia ver a pica dele. Nesse instante abriu a toalha. Caraca! o safado estava mesmo mostrando o pau pra mim! Fiquei chocada olhando pra aquela coisa, a chapeleta vermelha e brilhosa… era estranho, mas atraía meu olhar.

– Gostou, menina? ele perguntou com o mesmo sorriso sacana. E ficou apertando o tronco do pau e balançando descaradamente. As veias incharam e me causaram uma impressão ainda mais estranha.

– Deixa eu te ensinar mais uma coisa, ele disse de repente.

Levantou-se, deixou a toalha cair e me obrigou a sentar no sofá. Eu nem conseguia mais raciocinar. Tudo que ele mandava eu ia fazendo, aflita, mas sentindo a bucetinha se molhar ainda mais.

– Agora me chupa! ele disse, me segurou pelos cabelos e encostou o pênis nos meus lábios.
Virei o rosto.

– Eca! seu Artur! Num faço isso não!! assim vou embora!

Mas o coroa tarado insistiu e insistiu. Ficou tentando me convencer de que eu ia gostar, que eu precisava aprender essas coisas. Quando percebi, ele já estava me convencendo.

– Já quero ir embora, seu Artur!

– Chupa só um pouco que eu deixo tu ir.

– Num quero!

– Anda!! chupa ou vou perder a paciência!!

Falou isso com energia. Me assustei com seu tom de voz. Tive mais medo naquela hora. Indecisa, fiquei olhando pra rola dura apontando pra mim. Ele me forçou de novo e o pau entrou na minha boca. Senti o gosto de um homem pela primeira vez. Como eu podia estar fazendo aquilo?! Nem sei explicar! Só sei que fui fazendo como ele ensinava e aprendi rápido. Comecei a achar muito gostoso ter aquela tora de carne na boca, bem quentinha e macia. Eu tinha a sensação de que estava fazendo uma coisa muito errada, mas era bom demais. Descobri que tinha tesão em mamar um homem.

Chupei com ele me segurando firmemente pelos cabelos. Suguei aquela rola sem parar. Ele ficou trêmulo, gemeu alto, puxou meus cabelos com mais força. Quando percebi, estava com a boca cheia. Putz!! Gozou na minha boca, me pegou de surpresa jorrando “aquilo” direto na minha garganta. Juro que nem esperava que fosse sair nada dele! Engoli um monte de esperma sem querer e cuspi o resto. Minha língua ficou toda empastada e grudenta. Reclamei e xinguei, mas o filho da mãe ficou rindo da minha cara de nojentinha.

Em seguida ele me disse, ofegante:

– Engole tudo da próxima! Agora deita! quero passar meu pau nela!

– Não mesmo!! Isso de jeito nenhum, você já fez tudo que quis comigo! quero ir embora!

– Quem disse que fiz tudo?! Deita que vai gostar. Prometo não te machucar.

– Promete?

– Prometo!! Só vou encostar.

– Tá bem! Mas rapidinho, preciso ir embora.

Deitei de barriga pra cima com as pernas abertas. Ele se posicionou e começou a pincelar a minha xoxota, já toda babada. Senti um tesão louco, muito tesão mesmo. Minha xoxota estava inchada e latejando, mas não queria ir além daquilo, não queria fazer, não queria deixar acontecer, não era pra ele me penetrar, não era!!!

Encaixou a cabeça da pica na minha prexeca e eu gritei:

– NÃOOO!!

Ele continuou com seu pau encaixadinho forçando ainda mais.

– Fica quieta, relaxa!!

– Não! Isso não.

– Para com isso, Sabrina!! se continuar desse jeito, vou contar pra todo mundo que você é uma putinha que chupa gostoso!!

E me segurou com força e empurrou seu pau na minha buceta. Comecei a chorar. Não queria perder minha virgindade. Doeu, mas queria sentir o pau dele dentro, queria gozar mais uma vez, mas não queria que ele me penetrasse. Estava em crise, queria, não queria…pedi mais uma vez:

– Não, por favor!!

– Ahhh!!…delícia de bucetinha apertada!! é só a cabecinha! Agora fica quieta!!

E socou com força tentando enfiar tudo até o saco de uma só vez. Senti uma dor descomunal. Não tinha como entrar, não havia passagem pra um pau tão grande e grosso. Chorando, comecei a gritar. Disse que, se eu continuasse a gritar, ia me machucar.

Aproveitando-se do meu medo, me calou a boca com uma de suas mãos, e continuou empurrando seu pau na minha prexeca. Empurrava, bufava como um animal em cima de mim. A dor era demais. Senti rasgando quando a cabeça entrou. Ardeu, doeu demais. Ele gemeu de tesão. Seu pau aos poucos ia preenchendo a bucetinha invicta até ocupá-la por completo. Senti que estava sangrando.

Então, me domando com força, o jornaleiro safado socou com violência. Meteu com vontade seu pau duro feito uma rocha, arrombando minha bucetinha. Eu chorava, as lágrimas saíam de meus olhos descontroladamente, mas minha buceta correspondia às estocadas de meu invasor. O tesão me tomava por inteiro, estava consumida pela dor e pelo prazer.

Ele socava fundo. Doía, mas também sentia um prazer alucinante. As estocadas foram ficando cada vez mais intensas. Não me dei conta de que esfregava meu grelo teso no homem que me violava sem dó. Serpenteando embaixo dele, senti meu coração disparar. Minha respiração se tornou curta e rápida. Senti no meu corpo todo os reflexos daquelas contrações alucinantes vindas de minhas entranhas.

Que ódio!! Minha prexeca começou a gozar sem o meu controle, pulsando em cadência no pau do homem que me violentava. Ele sentindo minha xota contraindo em seu pau, gozou feito animal dentro de mim. Senti seu pau pulsando e o leite quente derramando dentro dela…

Ele me disse:

– É pra você aprender a não entrar na casa de um homem sozinha. Se veste e vai embora…amanhã te como de novo!! Minha putinha safada!!!

Em parceria com
-PERISTILO PERIS

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Putaria com a novinha.

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Tem-se uma coisa que gosto é de novinhas, mesmo que já tenham sido comidas pelos namoradinhos encostado-se a algum muro ou dentro de algum carro. Estas novinhas ficam no vicio querendo fuder quando encontra um macho pegador que lhe ensine na verdade o que é fuder ficam loucas viciadas em seu cacete que não te largam mais.
Pois bem eu tenho 29 anos sou estudante moro com meus pais, tenho namorada que em finais de semana fazemos muito sexo, adoro dominar, mas minha namorada não curte então aproveito durante a semana tenho a babá de minha irmã que fica a semana toda em nossa casa e estou sempre aproveitando e curtindo bons momentos de sexo. Luana tem 18 aninhos é negra, veio do interior para trabalhar na casa de minha irmã tomando conta do meu sobrinho, como minha irmã trabalha em outra cidade a empregada e meu sobrinho fica em minha casa.
Minha mãe fica observando os dois.
A safadinha tem os seios mais durinhos que já mamei e uma xoxotinha lisinha com os lábios vaginais grandinho que adoro chupar.
Parece cabrita no cio quando aproveito que minha mãe foi fazer compras e chego a casa no meio da tarde só faço fechar a porta e coloco a cabritinha para me servir.
Na cama é muito gostosa e hoje vou contar como foi a minha primeira vez com ela, depois disso todos os dias já sei que ela me espera em seu quarto aproveito e faço tudo para agradar a ela e a mim também.
Minha mãe saiu para fazer compras neste dia meu sobrinho foi também, pois iam comprar roupas no shopping, cheguei a casa eram 14 horas, vi que Luana estava no quintal lavando, ai fui direto para lá.
Com baldes ela molhava o quintal e ficava de lá para cá com corpo mingnon rebolando de um lado para outro.
Eu encostado-se à parede da cozinha apenas observava quando eu vi que já tinha terminado seu serviço chamei.
Luana venha até aqui quero que você me faça um favor.
Ela veio andando até onde eu estava e quando se aproximou perguntou é o que quer que eu faça?
Só você vendo vamos que te mostro é ali no meu quarto no guarda roupa.
Ela foi andando com seu jeitinho meigo, eu a acompanhava sentindo tesão só de olhar para sua…Bunda linda que rebolava me provocando.
Assim que entramos fechei a porta ela se virou e disse o que é para fazer?
Eu abri a braguilha botei o cacete para fora e falei, é para você chupar sua puta, que estou louco para te fuder de tanto você me provocar, sua putinha safada!
– O que significa isso?
– Nada apenas cansei de ficar na seca tenho uma safadinha dentro de casa e sem falar mais nada segurei em seu braço fiz com que abaixasse e falei cala boca e chupa que o tempo está passando.
A gatinha não perdeu tempo, ajoelhou-se segurou no meu cacete e começou um boquete delicioso, porque não dizer o melhor que já recebi.
Muito gostoso, senti sua boca pequena engolindo meu cacete, lambendo da cabeça até o talo.
Fiquei louco de tesão, minha vontade era de encher a boca dela de leite na hora, mas controlei-me precisava mostrar tudo o que queria dela.
Assim a fiz levantar, beijei sua boca com gosto do meu cacete, fui descendo meus lábios até seu pescoço, os seios pequenos com os bicos arrepiados, tirei sua roupa, ela entregue as sensações e desejos de seu corpo nada dizia, ao contrario me ajudava.
Assim putinha, que gosto levou até a minha cama deitou e puxou-a para que sentasse na minha cara.
-Hum delicioso sentir o cheiro de fêmea no cio, lambi e suguei seu grelo com muita avidez, a putinha rebolava na minha cara gemendo gostoso até começar a expelir grande quantidade de mel.
Delicia saborear gota por gota de seu mel.
Foi ai que me estirei na cama pedindo que viesse sentar no meu cacete.
Ela sorriu de modo safadinho e falou que eu mandava.
Ela apenas obedecia a minha ordem. Ela abriu as pernas enganchou e rebolando sentou no meu cacete que ficou atochado deixando só os grãos de fora.
Senti meu cacete latejar, pois a safadinha sentou de vez que e entrou todo de vez deliciosamente, sentir meu cacete ser abraçado por suas carnes quentes.
Estava muito gostoso quase eu não agüento de tanto tesão.
Ai Luana começou um subir e descer no meu cacete que fui ao delírio, safada sabia muito bem das coisas, provocava abaixava colocava um dos seios na minha boca, minhas mãos apertavam sua bunda, é claro sem deixar de acariciar seu anel, pois seria logo o próximo prato a ser degustado.
Quando percebi a safadinha se contorcendo toda, suspirando e gemendo dizendo que estava muito bom eu não agüentei forcei mais estocando de baixo para cima e explodi em um gozo insano.
Caracas como gozei.
Deixei-a cair na cama tirei o cacete melado de leite e pedi que mamasse, ela sorriu e começou novamente a mamar com muita destreza.
Ficamos alguns minutos assim até que meu cacete ficou bem duro e ela rindo falou… Pronto acordou para comer.
-Sim delicia ele esta com fome de sexo e você o fezele ficar assim com fome.
Delicia-a falei eu nunca transei assim em uma cama, são fazia escondido com meu namorado assim uma foda completa nunca fez.
-Pois bem ainda nem começamos nossa farra, levei até o banheiro e fomos tomar um banho rápido, não podia perder muito tempo.
Lavei sua xoxota, tirei todo excesso de leite que por ali restava e no banheiro chupei mais uma vez a xoxotinha de Luana, linda lisinha com os lábios rosados chegando a parecer um jambo. A fruta dos deuses do Olímpio, vermelhado e adocicado.
Saboreei por mais alguns minutos e fomos para cama, ela ficou de quatro (4) eu em pé na beirada da cama. Quando segurei em seus quadris puxei ao meu encontro meu cacete lambuzado foi direto na xoxotinha ensopadinha de Luana.
Fiquei por uns dez minutos socando sem parar, até sentir seu gozo em meu cacete.
Eta delicia tirei a sorte grande de ter uma putinha assim que goza gostoso no meu cacete. Esperei ela acalmar de seu gozo e sem aviso nenhum tirei meu cacete da sua xoxota e forcei em seu anel.
Ai assim vai doer ela reclamou.
-Calma relaxa que só coloco até onde você agüentar, com cuidado e destreza fui metendo aos poucos em seu rabo apertado, metia e parava até ela se acostumar quando me dei conta já estava com cacete todo dentro.
Ele latejava, eu fazia carinhos em sua bunda alisava dava um tapinha um beijo molhado e logo ela estava bem relaxada eu comeci a socar com muita vontade ouvindo seus gemidos, de prazer soquei muito como há muito tempo eu não comia um rabo tão gostoso e apertado que não demorei muito gozei…
Gozei como a muito não gozava.
Luana gemia igual gata no cio rebolando com meu cacete todo atochado em suas entranhas. Foda da zorra que tive, mas precisava ajeitar as coisas terminamos tomamos banho e eu fiquei no quarto para não dá na pista.
Minha mãe chegou perguntou a Luana por mim ela com cara de sonsa disse que me viu entrar no quarto desde cedo e pronto.
Ai você já sabem que agora tenho uma escravinha sexual que toda noite vem para meu quarto me visitar e fudemos muito.
Estou ensinando Luana à arte de fazer sexo.
E claro que está sendo muito bom e eu estou aproveitando cada minuto até que… Ela canse do meu cacete e vá procurar outro.
Enquanto isto não acontece Luana passou a ser minha amante, assim. perdemos muitas noites trepando que até minha mãe já perguntou o motivo das olheiras,ela com cara de santa disse que anda sentindo cólicas assim vou levando meus dias de putaria até…Só Deus sabe.
– Hoje conversei com ela sobre DP ela disse que topa, pois então estou procurando algum dotado que se habilite a dividir Luana comigo, mas tem que ser sigiloso, pois todos sabem quem come quieto come duas vezes.
– Vocês conhecem alguém?
Quesito exigido pela Luana tem que ser bem dotado, se ela agüenta meus 21 cm sem reclamar então já podem deduzi como é fogosa a minha potranca novinha que adora trepar.

Docecomomel (hgata)

Feira de Santana 21 de fevereiro de 2015.
Vejam meus blogs
http://sensacoescomemocoes.blogspot.com.br/

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



De Quatros, Porque sim!

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Olá pessoal! Venho aqui me apresentando desde já como Carlla, porém todos podem me chamar simplesmente de Gats. Sou uma escritora nos tempos livres por puro prazer de transmitir e despertar sensações exóticas da mais extrema volúpia aos leitores. De físico, disse-se proporcional: um metro e sessenta e três de altura e cinquenta e nove quilos muito bem distribuídos. Longos cabelos ondulados e olhos castanhos angelicais que podem se tornar incrivelmente sapecas. Deixei agora a imaginação do leitor moldar-me como melhor quiser.

Provas no curso geralmente deixam muita gente nervosa e algumas optam pelo antigo método de reunir-se com os amigos em algum local, seja lá qual for, e em muitas dessas "saídas para estudar" ocorrem aventuras memoráveis.

O local em questão de uma dessas aventuras é a casa de Wellington, um rapaz com cerca de um metro e oitenta de altura, ombros largos devido a prática de judô, olhos amarelados como os de um gato, cabelos castanhos médios e uma leve sombra de barba de charme.

Combinados no domingo, juntei-me a Miranda e Luan e fomos em direção a casa de Wellington, a qual por sinal, eu própria não fazia a mínima ideia de onde se localizava. Assim que cheguei, notei que se tratava de uma residência de classe média, bem conservada apesar da estrutura aparentar antiga, com longos muros em cor cinza e portões pretos. O morador veio nos elucidar com um sorridente bom dia.

A casa em si não era tão grande: dois quartos, sala, cozinha, banheiro e uma pequena área de serviço. Reunidos em torno da mesa, tirando dúvidas após cerca de meia hora somente conversando, o tema sim foi discutido e não custou muito para o casalzinho de muito fogo que há bastante tempo estava entre amassos deixar-nos a sós e ir para um lugar mais reservado, um hotelzinho pelo qual tínhamos passado durante o percurso.

O assunto não muito prosseguiu, o calor aumentou e observei atentamente enquanto Wellington retirava a blusa e deixava o peitoral exposto, definido e corado pelo sol. Sentado ao meu lado, senti sua respiração em meu pescoço quando se aproximou pouco mais, um tanto ofegante de ansiedade, digamos assim, sua mão deslizou lentamente por minha coxa, chegando finalmente em minha virilha e fazendo leve pressão contra o tecido da calça jeans, quando me retirei para o toalete.

Logo que sai, fui surpreendida por Wellington, puxando-me para o lado e pressionando contra a parede.

Ele: "Se acalmou?!"

Eu: "Sim, mesmo não estando nervosa ou com raiva".

Um leve sorriso brotou em seus lábios. Senti seu perfume invadir-me e deixar um tanto tonta. A mão esquerda me segurava pela cintura, enquanto a outra lentamente subiu por baixo da camisa e arrancou num só golpe meu sutiã.

Os lábios dele discorriam leves beijos por meu pescoço, abrindo aos poucos os dois botões de minha calça e a retirando, ágil. Afastou-se um pouco, passou a língua no lábio inferior, percebendo eu o quão comia-me com os olhos.

Só de calcinha já, segui para a sala, como o próprio sugeria ao mexer de cabeça. Tirando os materiais da mesa, subi e sentada fiquei. Não custaram dois segundos para que a boca de Wellington consultasse fortemente meus seios com longas chupadas e pressão, fazendo-me soltar leves gemidos.

Colocou-me de quatro depois e deferiu dois leves beijos em cada nádega, descendo sua língua áspera, quente e versátil por meu cuzinho chegando, enfim, a minha bucetinha que começava a umedecer com as cenas que possivelmente se sucederiam.

Assim que me sentei novamente, Wellington já tirava sua bermuda e era ligeiramente notável seu membro rígido pela cueca box de cor preta. Desci então com uma de suas mãos apertando fatoradamente cada seio, posta de joelhos, retirei seu pau pulsante e bem quente, de glande rosada e grande, médio em largura e comprimento, lambendo com a pontinha da língua o início, descendo até o talo e tomando em minha boca numa só vez quase por completo, vagarosamente num
entra e sai. Com uma pequena pausa para chupar suas bolas e retornando com mais veracidade o boquete intenso, não muito duradouro.

Pedindo para que eu ficasse de pé, prontamente atendi. Apoiada eu em uma das cadeiras, já Wellington levantou uma de minhas pernas um pouco e com a outra mão prestou-se a masturbar-me calmamente, tomando leves gemidos de tesão simultaneamente minha xana ficava encharcada.

Repentinamente, segurou-me pela cintura e pressionando contra a parede não muito longe de onde estávamos, posicionou sua pica e invadiu minha bucetinha, a qual não tardou em engoli-la na primeira entocada.

Um ritmo intenso de primeira, segurava-me com uma das mãos em Wellington, enquanto com a outra segurava a perna para ele me foder mais. A posição não era uma das melhores, mesmo assim estava uma delícia.

Subitamente, Wellington parou, puxou-me para si num beijo o qual nem pude retribuir de surpresa, levando-me, em seguida, com sua mão em minha cintura para o último quarto.

Estava impecável como quarto dos melhores hotéis da cidade, antes que o próprio dissesse, pus-me de quatro sobre a cama, rebolando o mais sensual possível, atraindo-o com sucesso e novamente seu pau me invadiu com intensidade, causando inicialmente certo ardor, transformado em seguida em pleno prazer, com a rapidez do bombardeio de Wellington, tal qual eu mesma mal conseguia continuar de quatro sobre a cama.

Com as pernas já pouco bambas, ele se sentou ao meu lado, aproximando-se de mim, abrindo ao máximo minhas pernas, enquanto meu tronco estava deitando, começou, apoiado sobre a perna direita, com a minha esquerda sobre seu ombro, a socar mais lentamente em minha bucetinha, sentindo seu saco bater em minha virilha, e o som de nossos corpos se encontrando a cada movimento.

Não resisti e gozei, e percebendo isso, Wellington começou a massagear meu clitóris enquanto continuava a me penetrar, agora um pouco mais forte, com seu pau que parecia ter aumentado de tamanho dentro de mim nesse intervalo de tempo.

Uma sorrateira gargalhada, não alta nem baixa, proferiu Wellington que soltou minha coxa, já avermelhada com o quão ele apertava, deitou e me puxou para ele, ficando colados e, de ladinho, retomou o impacto, agora mais forte e mantendo o ritmo, demonstrando aos poucos a respiração mais ofegante, igualmente a minha que a instantes anteriores já se encontrava. O calor parecia tornar tudo mais proibido e prazeroso, e aos poucos começávamos a suar, e ao momento que esta quantidade aumentava (o calor), os entra e sai, entra e sai, entra e sai, contínuo e voraz, intensificavam-se.

Durante a mudança de posição, preparando-me para um papai e mamãe, Wellington deu-me uma espécie de "golpe carinhoso", digamos até divertido, colocando-me ao contrário e sugerindo pelos gestos obscenos que fazia, um 69, o qual foi iniciado ao mesmo momento. Meus leves gemidos eram abafados pela pica dele quase em minha garganta e seu saco tão próximo aos meus olhos.

Terminado este, ao final de bastante durabilidade, incrivelmente excitante, o próprio disse que era a minha vez de escolher a posição, pois certamente, era a última e onde eu mais "sofreria".

Posicionada de joelhos, passei os dedos em minha xana ligeiramente encharcada e latejante, olhei para ele que apresentava a sobrancelha direita arqueada enquanto batia uma punheta para manter o ritmo.

Ele: "Você acha que aguentará o tranco de quatro?"

Eu: "Mais é claro. É só vir. Sua putinha está louca por pica. Vai dar não?"

Mordi então o lábio inferior e acariciei minha bundinha. Logo veio ele com uma expressão safada, sorriso largo e olhos alegres, como se esperasse o que tinha escutado. Tocou minha bundinha avermelhada pela pressão que fizera anteriormente, dedilhou meu cuzinho e olhou para mim como se tal fosse a sobremesa, posicionou seu pau e adentrou.

Rápido e intensivo, forte e instigante a mais, soberbo e relaxando, aquela penetração era uma mixagem de forte emoções, a qual tinha sensação certas vezes de sentir seu membro quase em meu útero, totalmente indolor e saciando a fome de minha bucetinha, dando mais veracidade a tudo com tamanha lubrificação. Por segundos despercebidos, minhas mãos tremulavam, perdia eu a postura, já Wellington não parava momento algum nas fortes e famintas entocadas, escutando eu até certos gemidos da parte dele, no entanto eram quase que por completo ocultados pelos meus que chegavam até ficar pouco mais altos que de costume.

Não sendo possível chegar a sobremesa, ele retirou seu cacete no momento exato em que ia gozar, lambuzando com cada jato minha bundinha, acertando um na porta me minha bucetinha e escorrendo devagar por minha perna.

Recompondo-me do ocorrido, retornei o olhar malicioso que ele me deferira durante toda a transa e arqueei a sobrancelha sem apagar o sorriso, ganhando o mesmo em troca. Um dos jatos de gozo tinha atingido seu dedo, o qual fiz questão de lamber vagarosamente, degustando cada gota.

Após um banho de água fria, Wellington me deixou em casa, estando ainda claro o dia, apesar de o relógio apontar dezoito horas e meia. Na semana seguinte, recebi uma mensagem de texto pelo celular a qual dizia: "Prova de química. Vamos combinar para estudar novamente? Aliás, ainda não tive minha sobremesa".

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Doeu mas foi gostoso

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Só pra lembrar…sou uma baixinha de 1,60 m, moreninha clara, coxas grossas, olhos e cabelos pretos compridos até no meio das costas, adoro meu cabelo que é liso até bem abaixo dos ombros e depois forma grandes cachos nas pontas, eu uso uma franjinha de lado pra sensualizar, meus peitinhos são pequenos, macios e com mamilos cor de rosa, minha barriguinha não é muito chapadinha não, tem umas dobrinhas delicadas, acho que estou gordinha, mas mesmo assim tenho cintura fina e bunda grande, visto 38, e na rua chamo atenção das pessoas.

Namorei escondido dos meus pais um rapaz dos meus 13 anos até completar 15, era louca por ele, Luiz o seu nome, como eu o amava, desejava, ele nem era bonito, era um magrelo, branquinho de estatura mediana, mas tinha uma pegada!!… que delícia era o beijo dele, como me chupava gosto o pescoço enquanto me masturbava dentro de seu carro, realmente me deixava louca de tesão, isso acontecia durante as fugidinhas que dava da escola.

Conforme o tempo de namoro foi passando, nossas intimidades também foram evoluindo, mas não passavam de masturbações que ele fazia em mim e boquetes que eu fazia nele dentro do seu carro estacionado debaixo das árvores no caminho da rádio que tinha perto da minha escola.

Em uma dessas tardes de muito tesão, Luiz me propôs uma ida ao motel, nessa hora fiquei assustada, tivemos uma discussão acalorada com suas tentativas de me convencer a ir com ele pra um motel, afinal eu tinha 15 anos, temia por entrar no recinto, temia por ser descoberta pelos meus pais, enfim, temia por não estar pronta pra transar pela primeira vez, tinha muito medo de engravidar e tudo mais, embora eu já estivesse louquinha de vontade de senti-lo metendo sua rola grossa dentro de mim.

Ele me disse que a gente só ia ficar no “rala e rola”, que nós só iríamos pro motel pra ficar mais a vontade, tirar as roupas,que morria de vontade de me ver toda nua, que ia me dar o tão prometido banho de língua e que eu até sonhava de tanta vontade de receber, mas que dentro do carro, jamais deixei, com medo de ser pega por alguém que por ventura passasse por ali bem na hora, aí eu num deixava, mas morria de vontade de sentir a língua dele na minha xoxota.

Depois de conversarmos muito a respeito do motel, fui convencida e marcamos pra próxima sexta-feira e durante a semana avisei minha colega Cláudia, uma companheira diária de caminho de escola, disse a ela que não iria na escola na sexta e que se minha mãe a visse sem mim e perguntasse qualquer coisa, que ela respondesse que eu já estava a caminho de casa, que tinha me atrasado por causa do voleibol pois era jogadora no time da escola.

Na sexta-feira fomos para o motel como havíamos combinado, no caminho paramos na primeira farmácia pra comprar camisinhas e gel lubrificante, fiquei meio bolada com a compra do gel, mas ele me disse que ia ser gostoso pra “botar nas coxas”.

Quando chegamos ao motel, saí do carro fui logo subindo as escadas, com uma curiosidade enorme de ver como era a suíte enquanto ele cuidava de fechar o carro e portão da garagem até que a suíte era bem bonitinha, tinha uma cama redonda enorme, e espelhos no teto e nas paredes da frente e da cabeceira da cama, e um banheiro com sauna e hidromassagem.

Ele chegou ligou o som, tirei meu tênis, subi em cima da cama e pulei bastante, foi muito divertido e um jeito de tentar extravasar um nervosismo que insistia em me perturbar.

Até que ele também tirou seu tênis e subiu na cama, acabando com a minha brincadeira e com seu jeito de moleque safado, me segurou pela cintura, me abraçou começamos a nos agarrar e nos beijar ardentemente, fomos arrancando toda a roupa um do outro.

Então ele começou a me chupar pelo pescoço, desceu com a boca até meus seios chupando e alisando com voracidade, ao mesmo tempo, que friccionava suavemente seu pau na minha bocetinha, agora pele na pele, coisa que eu nunca tinha sentido antes, o tesão me invadia e a minha perereca ainda virgem pulsava como nunca.

Ele também estava com muito tesão, seu pau estava duro demais, e eu o punhetava com carinho, daí ele me pediu pra chupar, ele amava meu boquete, e tentava fazer cada vez melhor explorando seu corpo com minhas mãos e boca, além disso, passei muito tempo procurando coisas na net pra virar uma expert na arte da felação!! amava vê-lo desesperado gozando na minha boca, então nos deitamos.

Sentei em cima do meu namorado e comecei a rebolar, minha xerequinha estava tão molhada que seu pau deslizava gostoso entre os grande lábios esfregando gostoso meu grelinho no pau dele, depois fui beijando o corpo magrelo dele até chegar no pau, ele não aguentava mais e me segurou pelos cabelos me conduzindo até sua rola, então dei aquela mamada gostosa até ele começar a gemer alto, estremecer as pernas e jorrar leitinho na minha boca, uma parte eu vi saindo a outra sumiu…ele gozando me tirava do sério.

Depois que ele gozou, disse que estava na hora do meu banho de língua, fiquei excitada, aí ele me deitou na cama de barriga pra cima e começou a beijar e acariciar meu corpo todo, foi descendo pela minha barriguinha até chupar na parte interna das coxas, bem perto da virilha, quando ele fez isso entesei de um tal jeito, minha vontade era de empurrá-lo logo pra me chupar a xereca, sua boca tão macia, gostosa me chupando até chegar na prexequinha.

Aí ele foi lambendo por fora da fenda e empurrando a língua até alcançar o grelinho inundado pelo meu meladinho, depois chupou tudo,chupou muito, chupou gostoso demais, me descontrolei completamente até gozar como louca na boca dele.

Saímos da cama e fomos pra hidro, lá ficamos um tempão só nos curtindo, namorando, beijando muito, foi delicioso, estávamos enlouquecidos de tesão outra vez, meu namorado me colocou sentada nele de costas, com suas mãos livres ele massageou delicadamente meus seios e falava coisas aos meus ouvidos.

Sua pica muito dura estava deslizando minha xota virgem até encaixar na portinha, ficamos meio desorientados nessa hora, nossos primeiros impulsos foram: ele forçar pra entrar, eu empinar a bunda e arreganhar ainda mais as pernas debaixo d’água pra deixar o pau dele me penetrar, foi um momento em que o tesão nos dominou, eu queria ser invadida pelo pau delicioso dele, ele queria ocupar minha frestinha invicta a todo custo, estava morrendo de tesão.

Nossos movimentos se intensificaram, e por sorte num sei, nossos corpos se desequilibraram dentro da água e saímos do encaixe alucinante, foi bom!! Eu ia perder a virgindade num impulso voluptuoso e impensado, ainda tinha tantos medos!! E na hora me deu um lance lá que levantei da hidro rapidamente, ele ficou todo chateado comigo, porque eu desisti de deixá-lo romper meu hímem.

Me sequei, fui pra cama e deitei, ele foi atrás tentando, pedindo, insistindo pra eu deixar, mas não, não deixei, fui firme, mesmo morrendo de vontade, antes de chegarmos lá tínhamos conversado muito sobre oque íamos fazer lá, minha ideia era só ficar nas preliminares e no sexo oral, só isso, e ele já estava querendo me foder, e me tirar a virgindade.

Foi quando lembrei de minha amiga Francine que me disse que tinha feito anal pra não perder a virgindade, ela disse que tinha doído muito, mas que adorou depois, então mesmo com medo fiz a proposta por meu namoradinho lindo que já estava ficando tristinho.

Ele topou na hora, deitei de bruços na cama, ele pegou o gel e começou e enfiar com o dedo o gel pra dentro no meu anelzinho, ficou enfiando o dedo um tempão, eu estava sentindo um tesão diferente, minha xoxotinha além de latejar tinha esquentado,de um jeito muito gostoso, quanto mais ele enfiava o dedo mais vontade eu tinha de receber a dedada dele dentro do cuzinho.

Finalmente ele já enlouquecido de tesão resolveu passar gel na sua rola muito dura e se deitou por cima de mim, ele me beijava o cangote e sussurrava coisas gostosas nos meus ouvidos, seu tesão era intenso, e o meu era coisa de louco.

Então começou a forçar seu pau no meu cuzinho, estava muito escorregadio de tanto gel, ele segurou firme pra forçar a entrada, eu de bruços empinei a bunda, ele gemia, eu também, ele foi forçando aos poucos, eu comecei a esfregar meu grelo com a mão por baixo de mim, sentia dor e prazer, mas reclamava, gemia e pedi pra ele parar um pouco, eu respirava ofegante e ele voltava a empurrar, e foi fazendo assim, quando senti meu cu cedendo e a cabeça do pau dele invadindo meu cu gritei, mas friccionei com mais intensidade meu grelo.

Meu cuzinho ardido e dolorido por algum tempo resistiu ao pau dele e tentou expulsá-lo, além da forte dor senti uma vontadezinha estranha atrás na minha bunda, me deu vontade de parar, mesmo morrendo de tesão, me mexi debaixo dele tentando sair da posição, fiquei com medo, mas ele me segurou firme e abriu minhas pernas com seu joelho, me prendendo e não me deixou escapar, nem desistir do que já tínhamos começado, afinal a cabeça já estava dentro.

Ele parou de novo, eu estava quase gozando e ele também, só por ter a cabeça dentro do meu botãozinho, então ele precisou dar uma paradinha, mas nessa hora meu corpo o absorveu, e aceitou o invasor grosso e duro, como doeu nessa hora, mas seu pau foi entrando bem devagar, e a dor se transformou em um prazer infinito, e eu não estava mais aguentando de prazer sentido o pau dele todinho dentro do meu anelzinho e minhas esfregadinhas no grelo foram tão intensas que gozei gostoso demais, uma loucura.

Assim que gozei deliciosamente com as poucas bombadas que recebi, ele alucinado começou a se contorcer e perder os controles de seu corpo, sua respiração ficou ofegante, gemeu alto e gozou como um louco derramando seu leitinho quente dentro do meu cuzinho. Foi maravilhoso.

Foi uma tarde perfeita com ele no motel, esquecemos até das camisinhas!! gozamos gostoso algumas vezes e o enquanto pudemos, eu amava meu namorado e depois daquele dia nossa cumplicidade aumentou ainda mais.

Tivemos muitas outras tardes deliciosas como aquela, sempre com muito tesão, oral e anal.

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Acabei Dando para Meu Primo

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit
  • Fetiche: Acabou dando para o primo;

  • Personagens: Marquinho e Sibia (Primos);

  • Características:

    • Gostosa,

    • Safadinha,

    • Boqueteira;

Meu primo Marquinho passava férias na minha casa, era um chato, mas mesmo assim não desgrudava dele. Era implicante, me enchia o saco, coisa que não tenho… Só porque ainda chupava dedo, isso aos… Ahhh… nem rola falar minha idade neh!

Fui muito precoce, naquela idade eu já namorava, eu já dava, já pagava um boquete pra ninguém botar defeito. Tinha um fogo no rabo do cacete. Era inteligente, estudiosa, bonita, mas ainda chupava dedo e daí… Problema meu tá!!! E o filho da puta, ficava me chamando de bicuda, fazia isso na frente de qualquer um, até na frente do meu namorado, você não tem noção de como isso me irritava!!!

O idiota não tinha ideia de quem ele estava mexendo, tava cutucando um vespeiro e num sabia… Moleque filho da puta!!! Ele era um rapazinho moreno de cabelos lisos, magrelo, bem mais alto que eu, bocudo, narigudo. E chato pra “carai”, quanto mais me irritava, mais queria demonstrar meus atributos.

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Atração levou-me a trair.

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Oi.
Meu nome é Mara e esse é meu primeiro conto-relato, tenho 28 anos, sou morena de cabelos lisos, coxas grossas e um bumbum durinho arrebitado.
Sou casada a pouco mais de (3) anos, meu marido é caminhoneiro. Sempre viajando pelo Brasil me deixando sozinha.
Sinto muito sua falta, pois o amo, mas sinto tanta falta de sexo que me deixa louca de tesão e sensível demais. Moramos em uma viela com 5 casas.No mês de dezembro chegou um morador novo.
Na ultima vez que meu marido voltou para casa eu fui arrumar as coisas dele e vi fotos dele com outras mulheres, então deduzi que andava me traindo, em suas viagens. Fiquei muito mal nada falei ,mas cresceu dentro de mim uma revolta uma vontade louca de dá o troco.
Depois de uma semana em casa meu marido viajou.
Voltei à rotina de trabalho casa e assim ia vivendo.
Um dia depois que cheguei do trabalho minha vizinha veio me chamar para ir ao dia seguinte a um jantar em sua casa, era seu aniversario e ela queria que os vizinhos participassem de sua alegria.
Concordei que iria afinal era sábado e não tinha mesmo com quem sair.
No sábado fui a o tal jantar,quando vi aquele rapaz moreno alto com um copo na mão tremi as bases,achei lindo não tinha lembrança de conhecê-lo. Foi a vizinha que me apresentou ao rapaz ele era o Felipe nosso vizinho mais recente.
Sempre tive quedas por morenos afros, não sei por que kk.
Bom… Eu vou contar o que aconteceu no jantar.
Felipe ficou o tempo todo me secando, eu conversei pouco com ele, mas soube que é estudante de direito e está fazendo estagio.
Logo anunciei que estava de saída,
Felipe disse que também já ia embora precisava estudar assim saímos andando na mesma direção. Minha casa era antes da dele.Quando paramos na minha porta ele falou não me convida para um cafezinho?
-Claro Felipe desculpe minha falta de educação.
Entramos Felipe ficou na pequena sala e fui providenciar o café.
Trouxe o café com uma fatia de bolo tomamos nosso café e ficamos conversando um pouco quando o Felipe já ia saindo quando estava na porta falou assim.
Mara você não quer comer uma pizza comigo amanha?
Pensei que mal tem em ir comer uma pizza com um vizinho e amigo?
Concordei e agendamos para 19 horas afinal seria domingo e todos precisam trabalhar no dia seguinte.
No domingo fui ao shopping comprei uma roupa nova, lingerie preta de renda, bem sex e sensual, meus pensamentos estavam em euforia me sentia como se tivesse me arrumando para um namorado novo.
Nem pensava em meu marido. Logo as 18 horas me arrumei e quando Felipe bateu a minha porta senti um friozinho na barriga.
Ele estava muito bonito com calça jeans e camisa pólo azul marinho.
Estava bonito mesmo um perfume delicioso.
Saímos entramos em seu carro e fomos para a pizzaria, em um semáforo Felipe falou bem assim,
-Mara desde o momento que a vi que você não sai de minha cabeça.
-Ah Felipe eu sou casada, mas vou te dizer uma coisa acontece o mesmo comigo.
-Então que tal encurtar o caminho e irmos comer uma pizza em um lugar sossegado só nós dois, evidente atração que estamos sentindo um pelo outro.
Apesar de termos nossas casas é bom evitar fofocas.
O que você acha Mara?
-Bem eu acho que somos maiores dono de nossos atos, vamos sim Felipe, podemos ir onde você quiser, mas fique sabendo que nunca traí meu marido.
-Eu sei Mara todos da vizinhança me falaram muito bem de você.
Felipe ia dirigindo e eu só observando, seu rosto seus braços másculo, sorriso muito gostoso. Fui começando a me assanhar mais ainda,ficando excitada louquinha para dá para ele.
Chegamos a um motel entramos, logo íamos conversando, nos beijando abraçados, sem pressa esperando o gelo passar. Felipe era calmo carinhoso.Foi quando ele me perguntou se tinha certeza que queríamos fazer mesmo afinal minha condição de casada.
Foi quando me veio à lembrança das fotos que encontrei do meu marido e pensei no meu intimo, era a minha vez de aproveitar e me vingar e senti muito prazer em sua ausência.
Logo começamos a nos beijar, Felipe foi tirando minha roupa, peça por peça, eu também fiz o mesmo com ele, eu estava adorando, nunca tinha ficado com ninguém, agora estava com um cara bonito solteiro inteligente e muito carinhoso. Fomos até a cama Felipe fez eu me sentar ele ficou abraçado mim,sentia seu cacete duro latejando na cueca,abaixei o cós e pude vislumbrar um cacete grosso,cheio de veias cabeçorra achatada.Ele nada dizia apenas acariciava meus cabelos e meus seios.
Fui tomada por um sentimento estranho, sentia minha xoxota meladinha latejar.
Eu comecei a passar a mão pelo cacete de Felipe, era grande bem maior que do meu marido. Aí amores eu comecei a mamar ele gemeu logo ele mandou eu me deitar.E sem pensar em mais nada comecei um boquete digno de uma puta safada.
Felipe ficou por baixo e eu enganchada com a xoxota toda em sua cara.
Ele lambia e sugava meu grêlo, me deixando louca para dá para ele. Quando gozei tendo espasmos pelo corpo inteiro,delirei gemi e rebolei em sua cara.Ate engasguei com seu cacete com a tamanha velocidade que eu o chupava.
Felipe saboreou toda minha seiva. Deixando-me toda molinha esperou alguns minutos e logo me colocou de quatro (4). Quando vi a imensidão que era seu cacete pensei ai “Mon. dieu” que delicia ser comida por um bem dotado.
-Mara meu amor relaxa que quero sentir cada cm de sua xoxota abrigando meu cacete.
-Nossa que delicia ele nem precisava dizer assim, pois estava ansiosa de sentir cada cm de seu membro me dilacerando.
Ele ficou apoiado atrás de mim, se ajeitou encochou e foi forçando até a cabeça entrar em minha xoxota.
Suas mãos seguravam firme em meus quadris, sempre alisava minha bunda e cada minuto forçava mais e mais até que pude sentir, seus pelos ralos encostados em minha bunda.
Alguns segundos nos beijávamos, com Felipe todo atochado, sentia seu cacete latejando.
Caracas o fogo do tesão e esquecemos-nos da camisinha… Não tínhamos mais nada a fazer,aos poucos Felipe foi movimentando seus quadris os movimentos de vai e vem acentuando como se fosse uma dança sincronizada entre ele e eu.
Depois de um bom tempo comecei a gemer, a urrar pedindo para Felipe me foder com força, que queria o diferencial da traição. E Felipe não se fez de rogado começou a me foder com força,batia em minha bunda mordiscava,tirava o cacete de vez e logo forçava com força e vigor.provocando mais prazer eu rebolava e gemia pedindo que me comesse sem dó nem piedade.
Ai gozamos… Um gozo em total sincronia.
Pela primeira vez eu gozei sem subterfúgios de bocas e línguas.
Maravilhosamente belo sentir seus espasmos de gozo encher minha xoxota.
Enfim ficamos abraçados, só em carinhos. Fomos tomar um banho,e entre carinhos beijos mãos aqui e acolá logo Felipe estava de cacete duro novamente voltamos para cama abraçados.Deitamos de ladinho,vi como Felipe forçava seu cacete na minha bunda…Claro que o sexo anal seria inevitável.
Apenas disse com camisinha amor.
Felipe pegou uma camisinha colocou no cacete untou cacete todo e com uma das mãos me lubrificou deixando toda meladinha.
Quando começou a forçar senti uma dor aguda, mas fui relaxando e aos poucos fui recebendo seu membro que entrava e saia com delicadeza até me senti completamente preenchida.
Já completamente dentro Felipe mudou de posição e ficamos na posição frango assados.
Comecei a gemer e rebolar e pude ter a certeza que no sexo o diferencial está em quem faz. Pois dor não senti apenas muito prazer.
Felipe socava e parava, para me beijar trocamos palavras doces de enamorados e ficamos até de madrugada.
Daquele dia em diante me tornei amante permanente de Felipe, quando eu não ia até sua casa ele passava as noites na minha.
Nem lembrava que tinha um marido e quando este chegava ficava feliz de sua partida. Não fui safada apenas me deixei levar pelos instintos animal que todo ser humano tem.
Não vou me separar, eu não quero e Felipe não se importa sempre diz o que importa são os momentos lindos que vivenciamos a cada dia.

Docecomomel (hgata)
Feira de Santana, 24 de janeiro de 2015.
Bahia :Brasil.
http://sensacoescomemocoes.blogspot.com.br/

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit



Flagrei Meu sogro Transando com a Empregada.

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit

Flagrei Meu sogro Transando com a Empregada.
Estava dormindo e acordo com um sobressalto quando ouço vozes em sussurros. Que diziam assim.
— Enfia o cacete todo!… Come-me gostoso!
Levantei vesti um roupão e fui andando pela casa até chegar perto das dependências da empregada.
Ouço vozes, gemidos e urros.
Fiquei sem saber que atitude tomar, até que decidir que precisava tirar a limpo o que ocorria dentro de minha própria casa, entre surpresa e excitada obtive uma visão esplendorosa.
Ali na pequena cama de solteiro estava a minha empregada com meu sogro.
Ele um coroa bem apessoado se viu encantado pelos dotes da mocinha recém chegada do interior, mas pelo que observei muito experiente e safada.
Fiquei observando por alguns minutos, logo sai em direção do meu quarto excitada, afinal meu marido viaja e fico dias sem sexo.
Ver meu sogro com toda virilidade comer a empregada me deixou bastante excitada e acesa.
E agora o que fazer?
No dia seguinte acordei tomei meu café e avisei a minha empregada que não viria para o almoço, mas que cuidasse para não faltar nada a meu sogro.
Elisa minha empregada sorriu e falou.
-Não se preocupe dona Marcela que cuidarei diretinho de seu sogro, não deixarei ele se privar de nada.
É claro que sua resposta tinha um sentindo duplo, eu sabia, pois dei o flagrante, mas Elisa não sabia que eu tinha visto a bela cena e que isto me deixou intrigada e ainda hoje queria ver novos momentos de safadeza entre eles.
Meu plano estava armado iria trabalhar e voltaria mais cedo.
Em minha casa tinha duas câmeras, mas estavam desligadas e todos sabiam disto, mas hoje cedo eu conectei os cabos e não avisei a ninguém, deste fato então do trabalho mesmo eu poderia verificar o que ocorria em casa.
Então assim que voltei do almoço sentei em minha mesa e fui observar o que se passava em minha casa, fiquei pasma do que vi.
Acreditem vocês meu sogro andando pela casa pelado e minha empregada também.
Aquele velho ditado quando gato não está em casa o rato passeia por cima da mesa.
Elisa na sala limpando o tapete com um aspirador, vestida com apenas um avental. E meu sogro é claro…
Ajudando ela, ao seu lado bolinando seus seios, apertando sua bunda.
Logo ela desligou o aspirador colocou em um canto da sala e virou-se ficando de frente para meu sogro.
Um belo coroa, com cacete de 20 cm, bem rígido, que chegava apontar para o umbigo. Eles se abraçaram e assim eu pude entender a safada estava limpando o tapete para eles.
-Mas que coisa ein?
-E foram se agachando logo ambos de joelhos se beijando se amassando, ele lhe tirou o avental e começou a mordiscar seus seios, eram pequenos com os bicos eriçados, mamou um a um, eu fiquei de olhos vidrados vendo a cena. Logo meu sogro se levantou,segurou no cacete e foi guiando até a boca de Elisa,ela passou a língua pela cabeça,deixando todo meladinho olhou para ele que sorrindo fez um gesto como se tivesse pedindo para que o chupasse.
Eu estava longe, mas percebia o clima, não era apenas sexo era uma combinação de dois seres que se se atraiam se complementavam com o sexo.
Logo em instante Elisa dava boas lambidas e meu sogro se contorcia de tesão. quando ela segurou na base do cacete e começou a chupar com todo tesão.Eu fiquei louca senti minha calcinha molhar.A safada segurava pela base enfiava o cacete todo na boca,depois tiravalentamentedeixando apenas a cabeça que ficava sendo acariciada pela língua.
-Realmente meu sogro estava sendo bem servido. Quando ele segurou em seus cabelos puxando um pouco para trás e tirou cacete de sua boca ai pude ver como se apanha de cacete,ela batia em seu rosto de um lado a outro com cacete,ela rindo adorando é claro.
Quando meu sogro apontou para o tapete eu vi que Elisa foi ficando de quatro, ele pegou algo em cima da mesa, que eu deduzi que fosse camisinha e algum creme.
Foi assim que pude constatar que o tapete seria alcova do ato deles.
Elisa se posicionou melhor, ficando de quatro, pra ser enrabada.
Meu sogro colocou camisinha, inclinou lambuzou com a saliva xoxota e rabo de Elisa que se contorcia de tesão e logo se apoiou atrás dela e com cacete em uma das mãos encostou e começou a forçar. Acredito que os lábios vaginais melados e excitados facilitou que nem foi preciso forçar muito a cabeça do cacete que entrou macio deslizando como manteiga.
Ficaram alguns segundos parados para Elisa se acostumar e logo ele forçou empurrando até sentirem que o cacete estava todo dentro deixando apenas as bolas de fora.
Meu sogro safadão, ainda se afastava para ver e observar seu cacete todo atochado na safadinha.
Logo em segundos via um cadenciar de corpos em uma dança sincronizada num vai-e-vem muito gostoso, enfiando tudo e tirando quase tudo, deixando-a enlouquecida… Ele puxava pela cintura,dava tapas na bunda,mordia seu pescoço,beijava-lhe a boca,sem deixar o cacete sair de dentro.Dedilhava seu grelo fazendo com que Elisa rebolasse freneticamente.
E quando ele percebeu seu gozo segurou em sua cintura com mais vigor só percebi que falou algo a ela, pelo movimento dos lábios.
Deduzi que anunciou que ia gozar, ele enterrou o cacete tudo, com certa força e fez Elisa urrar de prazer.
Eles tremiam enquanto gozavam, tendo espasmos incríveis.
Logo ele tirou cacete de dentro retirou camisinha encostou-se a sua bunda e terminou de despejar jatos de leite que escorriam por sua bunda.
Eu nunca vi uma gozada tão intensa. Ficaram assim atracados por alguns instantes sem se mover,apenas um acariciando o outro.
Eu fiquei sem saber o que fazer, vendo as cenas tão intensas, que desliguei o CPU foi até o banheiro tirei minha saia e com carinhos dos meus dedos fui ao orgasmo pleno. Gozei muito como eu nunca o tinha feito antes.
Fiz minha limpeza pessoal e voltei ao trabalho com a certeza que tinha perdido minha empregada.
Chegando a casa, vi meu sogro vendo TV com a cara de santo, serio e sisudo que mal olhava para Elisa.
Cumprimentamo-nos e ele formalmente me avisou que dia seguinte estaria voltando para o interior.
Mas já meu querido sogro é sim Marcela já fiz meus exames todos vou aguardar quem sabe volto logo e com boas noticias.
-Tudo bem sabe que as portas da casa estão sempre abertas,
-Eu sei minha filha, mas estou pensando em me casar novamente, São cinco (5) anos de solidão. Acho que chegou a hora de ter alguém para cuidar de mim e eu cuidar de alguém.
-Bem desejo que tenha encontrado esta pessoa.
Assim que conseguir acertar tudo vem novamente comunicar a vocês.
No dia seguinte quando eu fui trabalhar dei carona a meu sogro que foi de volta para sua terra.
Quando eu vim para casa almoçar mais uma surpresa, Elisa me disse que queria sair do trabalho.
Não cogitei motivos, pois eu sabia que com certeza iria ficar com meu sogro.
Mas como boa moça me deu alguns dias para poder contatar com uma agencia de empregos.
Logo tudo providenciado, eu com nova empregada Elisa caiu no esquecimento, marido voltou de viagem ficou uma semana em casa e quando cheguei naquela noite do trabalho uma surpresa.
Meu marido com olhos arregalados me fala.
Marcela! O que foi Diego?
Acredita que meu pai se casou nem nos convidou e agora eu vou ter um irmão,
-Jura que é verdade.
-E sim.
Eu comecei a rir, pois no meu intimo sabia até onde e como foi projetado este novo membro da família.
Meu marido curioso indagou porque eu ria.
-Respondo meu caro Diego se lembra da nossa ultima empregada?
-Sim lembro aquela morena, que saiu faz uns dois meses mais ou menos.
-Sim ela mesma a Elisa eu acho que ela é sua madrasta.
-E começamos a rir, já viu meu pai vem se abriga em nossa casa come nossa empregada engravida e casa e tudo em nosso nariz e não percebemos nada.
-Você meu caro Diego que não viu nem percebeu, mas eu assistir boas cenas de sexo digno de filmes pornô seu pai é um verdadeiro garanhão.
O Riso tomou conta do ambiente e assim fomos para o quarto e Diego rindo falou você ein safadinha por isto ligou as câmeras?
Claro amor… Eu sozinha ver tudo ao vivo bem melhor que vídeos não é verdade?
-Claro amor.
Ma fazer ao vivo bem melhor…
Claro Diego com toda certeza e nem esperou eu tirar roupa já estava me bolinando.
Tal pai tal filho.

Docecomomel(hgata)
http://sensacoescomemocoes.blogspot.combr/
Feira de Santana 19 de janeiro de 2015
Bahia Brasil

Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Reddit