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Primeira Vêz no Ménage à Trois (Garanhão Comendo Minha Esposa)

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  • Fetiche: Ménage à trois (Ménage a Três);

  • Personagens: Ana (Esposa), Marido e Jefferson;

  • Características:

    • Esposa;

Ela me olhou de um modo que nunca havia me olhado antes… havia paixão, cumplicidade e gratidão.

Sim, gratidão! Pensei naquele momento: “Eu sabia que ela queria!”

O Jefferson havia terminado de penetrá-la.

Senti seu pau ocupando espaço dentro dela, onde já estava alojado o meu…

Ela, de olhos fechados agora, parecia se concentrar na tarefa de receber dois homens ao mesmo tempo.

Não demonstrava sentir dor.

Então, ela arqueou o corpo, abrindo o máximo que podia o bumbum para auxiliar o Jefferson na tarefa de penetrar seu buraquinho apertado.

Virou se um pouco para trás e acariciou o púbis de Jefferson, olhando fixamente em seus olhos, como que à incentivá-lo e ao mesmo tempo demonstrar que estava gostando!

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Inversão no Sul de Minas

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Conheci Sandra pela internet. Pele clara, 1,70m, 58 Kg, pés lindíssimos! Trocamos emails por algumas semanas até que depois de conversarmos por telefone resolvemos nos encontrar pessoalmente. Fiquei pasmo! Seu olhar era penetrante, sua personalidade forte, uma mulher e tanto. Do alto de seus 30 anos era exatamente quem eu estava procurando. Desse primeiro encontro ficou a vontade de realizar fantasias, pois conforme tínhamos conversado por semanas, nossos interesses eram coincidentes. Mas esse encontro foi apenas para nos conhecermos, conforme combinamos. Sandra calçava um belo par de sandálias de tiras finas, nem baixa, nem alta, que deixava seus lindos pés 38 bem delineados, esmalte clarinho. Eram pés lindíssimos, perfeitos! Não pude deixar de fazer-lhe um elogio, no que ela agradeceu com um belo sorriso. Nosso encontro terminou com uma interrogação, pois conforme combinamos, era apenas para nos conhecermos, foi em local público, um barzinho e depois nos despedimos cada um com a dúvida se iríamos nos ver novamente. Essa foi uma condição imposta por Sandra. E eu jamais ousaria desobedecê-laPassaram-se duas semanas sem nenhum contato até que meu celular tocou numa segunda-feira logo no começo da noite. Era Sandra. A ordem foi clara, eu teria uma hora para espera-la na esquina indicada por ela, um lugar deserto naquela hora. Cheguei ao local com 10 minutos de antecedência. Foi uma longa espera. Logo um carro parou ao meu lado. Era Sandra. Ela abriu a porta e fez sinal para eu entrar no banco de trás. Mal entrei no carro e ela me disse que eu deveria obedecer todas as suas ordens, caso contrário não a veria mais. Seu carro tinha vidros escuros e ela me disse para deitar no banco. Obedeci a sua ordem. Da forma como eu estava não conseguia ver para onde estava me levando.Foram uns 20 minutos sem nenhuma palavra, até que o carro parou e ouvi um barulho de portão de garagem se abrindo. Mal o carro parou e o portão se fechou, Sandra ordenou que eu saísse do carro. Entramos e fomos direto para um quarto. Ela estava calçando um par de sandálias de tiras finas, só que bem alta. Sandra mandou me ajoelhar a seus pés e lamber a sola da sandália. Fiz como ela mandou, já louco de tesão. Lambi a sola até que ela mandou que eu retirasse suas sandálias e lambesse seus pés. Fiz como ela mandou. Meu tesão era enorme! Não acreditava que aquilo estivesse acontecendo comigo!Lambi seus pés, seus dedinhos, a sola, o calcanhar até que ela me atirou uma calcinha minúscula e disse para eu me despir, vestir a calcinha, mas só depois que ela saísse do quarto e que ficasse de quatro no chão com a cabeça voltada para o lado oposto ao da porta. Ela me deu um pedaço de tecido preto e mandou que eu amarrasse na cabeça de forma que não visse nada. Fiz como ela mandou, mas a espera foi longa, uns 20 minutos, até que ouvi um estalo e senti uma dor deliciosa na minha bunda. Sandra aplicava golpes lentos e descompassados na minha bunda. Só após um tempo percebi se tratar de uma sandália de borracha. Sua mão era pesada, firme. Os golpes eram dados de forma que era impossível prever quando seria dado o próximo. Meu pau estava duro que doía. Sandra me chingava de tudo quanto era palavrão, mas de forma doce e sacana, sem gritos. Sem escândalo. Não consegui me segurar e acabei gozando na calcinha. Após umas 40 chineladas ela parou. De súbito arrancou a calcinha e vendo que eu havia gozado me disse que iria me castigar por isso. Senti uma sensação estranha, pois apesar de ter gozado, com um pouco de dor, ainda sentia um prazer estranho, delicioso.Sandra cravou suas unhas na minha bunda, me arranhando todo. Minha bunda estava dolorida. Sandra aplicou algo gelado no meu cu e logo em seguida começou a forçar a entrada com um objeto que depois fui saber era um vibrador. Ela colocava e tirava. Meu pau ficou duro novamente. Após uns longos minutos assim ela arrancou a venda e me puxou pelos cabelos, levando minha boca até sua xoxota depilada, mandou que eu a chupasse. Lambi sua xana e seu grelo deliciosamente até que em pouco tempo ela emitiu um urro seco. Meu pau ainda estava duro. Ela mandou que eu me deitasse no chão de costas e passou a me massagear com o pés. Passava seus lindos pés por meu corpo todo, até que passou a massagear meu pau e meus testículos. Meu pau estava duríssimo. Ela então me disse que eu iria ser castigado por ter gozado sem sua permissão. Sem mais nenhuma palavra, ela apertou meu saco com seu pé. Urrei de dor! Uma dor indescritível e ao mesmo tempo deliciosa!Tudo terminado, Sandra mandou me vestir e em seguida me levou até a garagem da sua casa, que até hoje não sei onde fica, me mandando entrar no carro no banco de trás e me abaixando. Ela então me levou até o mesmo local onde havia me pegado e me mandou descer. Nunca mais a vi, nem consegui nenhum contato, quer por email, quer por telefone.Tenho 42 anos, moreno claro, olhos e cabelos castanhos, 1,80m, 80 kg formação superior, solteiro e sem filhos, bem apessoado. Procuro mulheres do Sul de Minas, região de Varginha, que curtam inversão, spanking leve, podolatria e que queiram alguém para amizade ou quem sabe realizar fantasias com grande possibilidade de relacionamento sério.

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Caiu na rede é peixe

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Depois de uma bela manhã ensolarada começou a se formar nuvens escuras ao entardecer anunciando a tempestade que estava por vir. Aos poucos as famílias foram se retirando ate que a praia ficou praticamente deserta restando apenas duas amigas que se abrigaram na copa de uma arvore para fugir do vento e da chuva fina que começava a cair, não demorou muito para que a tormenta desce-se de uma só vez transformando o dia em noite, levou um pouco mais de vinte minutos como já era de se esperar de uma chuva de verão e novamente o sol se abriu como se não tivesse acontecido nada. Eu que também não havia ido embora porque precisava guardar o meu material de pesca, me abriguei em uma outra arvore e na escuridão daquela tormenta só me restava olhar para as duas amigas uma branca gordinha que usava um biquíni que mal cabia nela e a outra era uma preta magrinha e dona de uma bunda perfeita ou para a direção oposta dos ventos na esperança de que não demora-se muito para o vendaval passar.   Assim que o sol voltou timidamente a brilhar, pois já se aproximava das cinco da tarde, as duas amigas iniciaram uma seção de fotos, uma delas se deitou nas pedras fazendo pose enquanto a outra clicava e em seguida trocavam de lugar para que a outra também pudesse ser fotografada, reparei quando a magrinha desamarrou a parte de cima do biquíni e ficou olhando na minha direção, mas eu continuei enrolando o meu material de pesca como se não tivesse vendo nada, segura de que eu não estava olhando, ela criou coragem e botou os peitos para fora para que a sua amiga a fotografa-se, na foto seguinte ela desceu o biquíni rapidamente ate os joelhos e tornou a vestir. A gordinha protestou que ela havia sido muito rápida e que não tinha conseguido capturar uma boa imagem e meia indecisa com a minha presença ela relutava em tornar a abaixar o biquíni.   Eu já havia acabado de enrolar o meu material de pesca e só faltava puxar o barco para a areia quando me veio a idéia de oferecer para elas o meu barco como locação para as fotos, a principio senti um certo receio das duas, mas quando expliquei que dentro do barco elas ficariam mais abrigadas para tirarem as suas fotos mais sensuais, a gordinha pareceu favorável a idéia só que a magrinha travou, enquanto decidiam se iriam ou não fazer as fotos no meu barco eu percebi que as duas queriam tirar as fotos mais que uma só iria fazer se a outra fizesse primeiro e então para resolver o impasse eu sugeri que as duas fizesse ao mesmo tempo e que eu tiraria as fotos para elas.    Entramos no barco e eu afastei um pouquinho da praia buscando um resquício de sol quase as seis da noite que sobrepujava a montanha, eu comecei a clicar enquanto elas ainda se entre olhavam indecisas sobre qual das duas se despiria primeiro, sugeri que se deitassem sobre a rede de pesca para que a borda do barco protegesse a visão da nudez delas, mas a gordinha logo disse que aquela hora e naquela distancia ninguém iria ver nada. Elas começaram a fazer as suas poses ainda de biquíni logo a ousadia foi aflorando e os peitinhos foram aparecendo, as duas se abraçaram colando os mamilos uma na outra, depois começaram a dar selinhos e por fim quando se deitaram sobre a rede de pesca, a magrinha começou a mamar o peito da outra. Eu já estava completamente desorientado, de cacete duro e sem qualquer ângulo para bater uma boa foto, tudo o que eu via era a linda bunda da magrinha porque é difícil achar uma pretinha que não tenha um bundão, mamando os peito da outra e parte da xoxota rosada da gordinha, porque a magrinha estava enfiando a mão dentro do biquíni da gordinha, não demorou para que a magrinha fosse descendo com beijinhos no ventre da gordinha, ela tentou tirar o biquíni da gordinha mas ela segurou resistindo, então ela só colocou de lado deixando a sua xoxota rosada completamente exposta e começou a lamber. A luz do fleche já se fazia necessária porque a penumbra havia caído ao anoitecer e a pesar de ainda esta com uma boa visibilidade não era uma noite de lua. Elas trocaram de posição e a gordinha que estava por baixo, tirou o biquíni da magrinha e começou a lamber a xoxota dela, depois se virou de frente para mim e sentou com a sua xoxota rosada na cara da magrinha e me chamou. Quando me aproximei ela já foi logo botando o meu cacete para fora e abocanhou, chupou, chupou com a única intenção de deixar ele bem babado depois sem dizer nada arregaçou a xoxota da magrinha como um convite, eu me agachei, pincelei o cacete na entrada da xoxota dela e meti enquanto beijava a gordinha na boca. Entre um e outro gemido a magrinha parecia estar ficando sufocada com o gozo da gordinha que não parava de rebolar a xoxota na sua cara, ela empurrou a gordinha que saiu se jogando em cima de mim de modos que eu acabei ficando deitado no chão do barco, ela montou no meu cacete e ate que para uma gordinha ela se mexia muito bem, mas a delicia daquela posição era poder meter com a gordinha enquanto a magrinha lambia as minhas bolas e o rabo da gordinha, ela se enfiou entre as minhas pernas e hora eu sentia ela acompanhar com a língua no meu cacete o sobe e desce da gordinha e quando não estava sentindo a sua língua, sentia as unhas da gordinha me apertando, o que me levava a crer já que ela continuava entre as minhas pernas, que ela estava lambendo o anelzinho da gordinha. Sem o domínio da relação eu sentia que o meu gozo se aproximava e é claro que eu estava afim de meter mais um pouquinho naquela xoxota apertada da magrinha e logo tratei de sair daquela posição, mas o barco era pequeno para que nos ficássemos passando uns pelos outros sem o risco de virar e então a gordinha virou de quatro e a magrinha ficou por cima dela, deitada sobre as suas costas e literalmente eu tive as duas me servindo ao mesmo tempo. Meti o meu cacete na xoxota da magrinha e soquei ate sentir que ia gozar, depois tirei, abaixei um pouquinho e voltei a meter na xoxota rosada da gordinha, essa quebra no troca, troca de xoxota foi prolongando o meu ritmo e enquanto eu estava metendo numa a outra ficava se masturbando esperando eu retornar. Quando troquei de xoxota pela terceira ou quarta vez, a magrinha saiu rapidamente das costas da gordinha, deu uma cusparada no anelzinho dela e enfiou um dedinho, logo em seguida fazendo o vai e vem ela forçou passagem para mais um dedinho e depois guiou o meu cacete para o rabo da amiga, aquele rabinho era gostoso e parecia ser virgem, era tão apertado quanto a xoxota da magrinha, a gordinha parecia gemer de dor e eu fui empurrando cada vez mais ate que enterrei tudo, ela xingava muitos palavrões mandava eu gozar logo mais continuava de quatro e com o rabo empinado para receber o meu cacete no seu anelzinho. O prazer de meter naquele rabinho era tanto que eu não consegui segurar mais e acabei gozando no rabo da gordinha, a cada pulsada que o meu cacete dava expelindo a porra a gordinha me xingava dizendo para que eu goza-se mais, só que eu já havia gozado tudo mais ainda continuava pulsando o meu cacete no rabinho dela cheio de tesão, a magrinha que ficou assistindo a tudo com a cara quase colada no rabo da amiga, só esperou eu relaxar um pouquinho para sacar o meu cacete do rabo da gordinha e depois espremeu, espremeu ate ver a ultima gotinha de porra brotar na pontinha do meu cacete e então chupou dizendo que queria mais e em seguida enfiou a sua língua no rabo da gordinha que estava forçando a saída da minha porra do seu rabinho.    Depois que a magrinha lambeu a minha porra que escorria do rabo da gordinha eu pensei que já havíamos terminado e que era a hora de nos voltarmos para a praia, só que a gordinha virou para a amiga e falou que agora era a vez dela, eu fiquei meio sem entender com o que ela queria dizer com a vez dela, mas logo a magrinha insinuou que eu já estava flácido e que não agüentaria dar outra, e então a gordinha protestando me perguntou se eu também não queria meter no rabinho da amiga dela, é claro que a escuridão não as deixavam ver o brilho dos meus olhos porque desde de lá da praia que eu não tirava os olhos do rabo daquela magrinha, como toda pretinha a genética a fez com curvas perfeitas salientando ainda mais a sua bunda lisinha e quando ela ficou de quatro lambendo a xoxota da gordinha me deixou completamente excitado e doido para meter naquele rabinho. Na hora respondi para gordinha que seria um prazer e que se ela me desse uma outra chupada daquela o meu cacete subiria na hora, a gordinha não perdeu tempo e veio em minha direção se segurando pela borda do barco e caiu de boca no meu cacete que ainda estava em meia bomba, logo ela o deixou bem rígido e sem desculpas para a sua amiga fugir, a magrinha se acomodou sobre a rede e arqueou as pernas dizendo para que eu fica-se quieto e deixa-se o resto com ela. Depois ela segurou no meu cacete e o apontou no seu anelzinho, começou a rebolar o quadril e conforme ela ia rebolando o meu cacete ia lhe invadindo o rabinho pouco a pouco, novamente a gordinha protestava dizendo que estava escuro e que naquela posição ela não via nada, e veio por cima da magrinha e lhe socou os dedos na xoxota para se certificar de que eu estava metendo no rabinho da preta. A magrinha disse para a amiga ter calma que ela iria trocar de posição assim que o seu rabinho se acostuma-se com o meu cacete e foi exatamente o que ela fez, ela mandou que eu me deita-se na rede, virou-se de costas para mim e abaixou, acocorada novamente ela segurou no meu cacete e o conduziu para o seu anelzinho e foi se sentando suavemente ate enterrar todo o meu cacete no seu rabinho depois jogou o seu corpo para trás e começou a remexer com vontade a sua bunda, o meu cacete entrava e saia numa velocidade daquele rabinho que ate parecia que eu estava metendo numa xoxota, depois de algum tempo naquela posição a magrinha xingou um palavrão reclamando que eu não gozava e a gordinha veio dar umas lambidinhas na xoxota da magrinha para lhe estimular a continuar o único problema foi que quando ela diminuiu a intensidade da metida acabou prolongando o meu tempo de ereção e então eu pedi para trocar de posição porque se eu não mete-se com vontade eu ia demorar para conseguir gozar outra vez. A magrinha ficou de quatro e eu apontei o meu cacete no anelzinho dela e antes mesmo de eu pensar em meter ela já havia socado o seu rabinho no meu cacete, agarrado na cintura daquela pretinha eu socava com vontade vendo a sua bunda tremular e ela respondia empurrando o seu corpo contra o meu. Eu já estava quase gozando quando a magrinha fugiu dizendo que não agüentava mais tomar no rabo, eu ainda tentei lhe puxar de volta pela cintura mas ela se jogou para frente virando o corpo de lado e como eu realmente já estava quase gozando, acabei terminando o serviço na mão e dando um banho de porra na magrinha, mas quem se deliciou mesmo com esse banho, foi a gordinha que começou a lamber a minha porra espalhada pelo corpo da amiga e depois as duas ficaram se beijando, trocando de boca em boca os restos da minha porra enquanto eu conduzia o barco de volta para a areia.    Enquanto eu ainda puxava o meu barco para fora da água elas se despediram sem deixar os seus nomes, telefones ou uma das fotos, a única coisa que me deixaram foram essas doces lembranças, porque depois desse dia eu nunca mas as vi. 

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Meu sinhozinho Malta

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Existem situações inusitadas quando se trata de sexo, a famosa química, as vezes pode nos colocar em verdadeiras situações inusitadasComo já disse em um dos meus escritos, sou uma mulher madura muito comum, não sou malhada, carrego quilos a mais, porém acho que tenho a meu favor o fato de ser extrovertida , espontânea e brincalhona gosto de sexo e não me envergonho de demonstrá-lo, uma das coisas boas que a maturidade nos traz é a consciência de que não é pelo fato de determinada pessoa não me querer que sou melhor ou pior que outra, cara, isso é libertador…Conheci Francisco em um baile de formatura de um vizinho, a mesa do formando estava um pouco tensa e resolvi que não me envolveria naquele baixo astral, caí no meio do salão e comecei a dançar, ele logo se aproximou, padrinho de um dos formandos eu o havia visto a tarde quando estávamos todos na república para nos trocarmos e maquiarmos, como veio do interior de Minas para o evento e não conhecia os demais, me confidenciou que sentia-se deslocado ,ficamos brincando e dançando , era muito engraçado se vestia como um típico homem de fazenda; usava bota, chapéu , anéis e corrente de ouro, era uma figura, eu o chamava de Sinhozinho Malta e ele a mim de moça da capital.Ficamos na mesa do afilhado de Francisco, em uma das vezes que voltamos havia apenas uma cadeira sentou-se e me puxou para seu colo, quando sentei aquele delicioso volume me pressionou, foi aí que começou a brincadeira, fui me ajeitando até que o pau dele ficou entre minhas nádegas, como estávamos em um local bem discreto, comecei a rebolar sentia o pau cada vez maior e eu queria mais, levantei fui ao banheiro e aproveitei para tirar a calcinha, ao voltar ajeitei a saia do meu vestido de forma que sentei com a buceta nua em pelo sobre o colo dele, como usava meias 7/8 ficou tudo fácil,rsrsFalei em seu ouvido:Coloque a mão sob minha saia.Quando me tocou e sentiu minha xana, até engasgou.Francisco: Moça do céu, vc quer me fazer ter um ataque apoplético, o que é isso??Eu: poxa com essa idade toda e você ainda não sabe do que se trata?rsrsrsEu estava enlouquecida, tinha colocado na cabeça que ia me divertir naquela noite, rsrs e isso incluía sexo, a principio Francisco não me havia chamado atenção, mas conforme conversamos fui notando um homem com pegada, dono da situação e adoro isso.Ele também não era bobo, senti sua mão sobre minha saia me acariciando a vagina que a essas alturas estava completamente molhada, sentia seus dedos deslizando vagina adentro, beliscões e esfregões em toda extensão, eu me esfregava em sua coxa, praticamente me masturbando, afinal ele disse:- Não dá mais, vamos para outro lugar, se eu não te comer logo, acho que morro ou te agarro aqui na frente de todo mundo.Avisei a uma pessoa da minha mesa que estava de saída e havia arrumado carona , saí atrás dele, o estacionamento era bem grande e o carro dele estava bem no final, como ele veio ao jantar que houve antes do baile, foi um dos primeiros a chegar.Quando estávamos próximos ao carro, Francisco me abraçou por trás me falou ao ouvido, vou te comer agora, não dá pra esperar mais, levantou minha saia e senti o seu pau se esfregando em mim, o homem parecia só ter mãos… virei para trás e o empurrei ao banco do carro, falei em seu ouvido;- você está muito afoito… Mas se tiver uma camisinha…,Não precisei falar duas vezes, puxou uma bolsa do banco de trás e me deu uma camisinha, abri a embalagem me abaixei e coloquei-a com a boca em seu pau, quando terminei o homem já urrava, virei de costas e sentei em seu pau rebolando… gozou fartamente muito rápido. Me tirou de cima dele, colocou-me no banco do passageiro e disse;- Você não vai se arrepender, vou te dar a noite mais maravilhosa que você já teve. Sou uma mulher grande gente, muito difícil um homem que me pega no colo, mas assim que chegamos ao motel, ele desceu do carro me pegou no colo e levou-me até a cama .Tirou meu vestido e deitou entre as minhas pernas, mamava minha buceta com fome, lambia de cima a baixo, Desde o meu ânus até o clitóris, soprava, lambia, chupava , meu sexo já estava inchado e rosa, quando largava embaixo me beijava a boca, até que parou em meus seios, ahhhhhhhhhhh caramba!!!! Os seios me fazem perder a noção amo ser mamada nos seios, enquanto isso seus dedos continuavam trabalhando, eu queria retribuir mas todas as vezes que fazia menção a tomar alguma iniciativa, era segurada….Começou a falar coisas loucas, gritar como o meu gosto era bom, e descrevia o que faria a seguir…Virei por sobre ele e iniciei a mamar o seu pau que já estava um rochedo, eu sentia aquele gosto de porra quente que vez por outra pingava…até que ele me pôs de 4 e falou:- Moça vou entrar nesse rabo.Quase não tive tempo de empinar ele já tinha posto a camisinha e estava entrando eu sentia tanto tesão que a sensação era de meu ânus engolindo o pau dele que era até grandinho e assim foi,nos engolimos nos comemos,nos satisfazemos foi uma das noites mais deliciosa que tive…..

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O Garoto de Programa

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O surgimento da internet escancarou as portas de acesso a todo tipo de conteúdo erótico e pornográfico a todos quantos quisessem obtê-lo. Não foi diferente comigo. O que passei a observar foi que, depois de muito navegar por todo tipo de site erótico/pornográfico, eu havia desenvolvido, ou descoberto, uma espécie de padrão de procura: filmes, fotos e contos protagonizados por pênis enormes, de qualquer natureza. Embora prevalecessem as imagens e relatos heterossexuais, minhas buscas também abrangiam cenas com travestis e entre homens. E passei, depois de algum tempo nesse universo, a alimentar a fantasia de uma relação homossexual. Minha vida sexual pregressa não continha este tipo de experiência. Muito pelo contrário. Embora não fosse nenhum galã (1,67m e 61 Kg, branco, olhos e cabelos castanhos claros, 16 cm de pica) não podia me queixar de falta de sucesso com mulheres. Tinha namorada firme e cerca de 27 anos quando ocorreu o que passo a narrar.Minhas fantasias esbarravam sempre no inconveniente de me expor, social e profissionalmente, e passei a frequentar sites e fóruns de travestis e escort boys, na esperança de encontrar alguém que preenchesse os requisitos que eu imaginava como mais próximos do ideal. A figura clássica do homem peludo, musculoso e barbudo de modo algum me atraía, embora isso fosse secundário; o importante era que fosse bem dotado. Se fosse pra pegar um pau que não fosse o meu, que fosse então um grande. Os fóruns que eu frequentava traziam todas as informações para quem quisesse se aventurar nesse campo. Desde a higiene íntima até os lubrificantes mais indicados para cada caso. Eu já praticava a masturbação introduzindo objetos no ânus (cenouras, pepinos etc., mas meu recorde era um frasco de desodorante Rexona, à custa de muita dor). Um dia, encontrei o anúncio de um homem autointitulado ?Abridor de Caminhos?, que trazia uma descrição meio vaga: 25 anos, branco, 1,85 m, 25 cm de rola; o que mais me chamou a atenção, contudo, foi a foto do pau, flácido, ao lado de umalata de Red Bull. O formato era meio ovalado, mais roliço no meio que nas extremidades, e, mesmo mole, era mais grosso que a lata. Mesmo desconfiado de que a imagem podia conter algum fotoshop, liguei para o número. A voz que me atendeu me passou uma certa segurança quanto a eu não ser vítima de nenhum tipo de golpe ou extorsão, não sei porquê; era algo puramente subjetivo. Vamos chamar seu dono de Bruno. Combinamos um programa em seu apartamento, no centro de São Paulo (moro em São Caetano). Na data e hora combinadas, fui ao seu encontro devidamente higienizado e depilado. Embora não fosse verão, eu suava frio de nervosismo, e meu coração parecia que ia sair pela boca. Eu estava prestes a ter minha primeira experiência homossexual, e nem sabia direito como seria. Quando a porta do apartamento foi aberta, tomei um susto: quem me atendeu foi um homem aparentando cerca de vinte anos, sem barba, pele lisa como a de uma criança, corado, olhos castanhos claros, cabelos idem cortados à maquina. Mas o surpreendente era o corpo: a altura conferia com o anúncio, porém as mãos, os pés e a estrutura óssea e muscular enormes lhe conferiam um aspecto agigantado, um tanto barrigudo, entre forte e gordo. Devia pesar, no mínimo, uns cento e dez quilos. O contraste maior era entre o rosto quase de menino e aquele corpo de ogro, com pouquíssimos pelos, coberto apenas com um short de time de futebol. Ao nos cumprimentarmos, minha mão foi engolida pela dele.- Oi, tudo bem? Posso entrar?- Claro, por favor, entre e fique à vontade.A surpresa inicial deu lugar a uma avaliação mais atenta do garoto à minha frente. Apesar do tamanho, ele não parecia capaz de nenhuma violência física. Pelo cheiro, parecia ter saído do banho há pouco tempo. Sua voz interrompeu meus pensamentos.- E aí, o que é que eu posso fazer por você?…- Bom, eu nunca tive nada com outro homem, nem quando moleque. Quero ver como é que é pegar um pau sem ser o meu, punhetar, chupar, e, talvez, dar.- Você nunca deu o cú? È cabaço, virgem mesmo?- Mais ou menos. Eu já enfiei alguns objetos, mas pau mesmo, nunca. Nem sei se vou conseguir. De repente, eu não agüento, sei lá. Aí vai depender de você, também. Você tem experiência com iniciantes?- Tenho, fica tranqüilo. Só vai dar trabalho no começo, mas se você deixar comigo, eu garanto que você consegue.- Por quê? É tão grande assim?- É melhor você ver ao vivo. Vem aqui comigo.E me conduziu até o quarto, me dizendo ?fica mais à vontade? e me ajudou a tirar a roupa, me deixando só de cueca, sentado na beira da cama. Foi até um canto do quarto e tirou de uma vez o short, ficando completamente nu e virou-se para mim. Fiquei meio decepcionado com a mecânica do ato, mas estarrecido com o tamanho do pau. Parecia ter por volta de uns 16 cm, pelo menos, sei lá; era branco, com muita pele cobrindo a cabeça, os pelos aparados. Assemelhava-se  ao pênis de uma criança, porém maior e mais grosso. Realmente, era mais grosso do que uma lata de Red Bull. Conduzindo minhas mãos até ele, falou:- Pega e põe ele na boca. Sente o gosto, chupa. Você vai gostar.Ao segurar aquele pacote de carne rosada, constatei que tinha sido vítima de uma ilusão de ótica. O volume enchia minhas duas mãos, e era mais grosso, mole, do que meu pau, duro. O conjunto pênis + testículos era pesado, massudo, e o cheiro, uma mistura de suor de adulto, sabonete e pele de bebê. Amparando o saco com as duas mãos, abocanhei o bicho, que começava a crescer, pulsando em minha boca. Assim fiquei, meio sem saber o que fazer, enquanto sentia sua frequência cardíaca em meus lábios.- Vai chupando devagar, só a cabeça. Segura o saco com uma mão e punheta ele com a outra; chupa só a cabeça, bem devagar.Obediente, fiz o que ele disse; fechei os olhos e o saboreei; à medida que ia sugando, o pau ia aumentando de tamanho, enquanto ele, suavemente, bombeava de leve, afagando meus cabelos. Em dado momento, tive que interromper o ato, pois minha cavidade bucal já não o comportava, mesmo eu abrindo a boca ao máximo. Ao me afastar, vi, assombrado, um tarugo gigante à minha frente. Tinha mais de um palmo, e a grossura impressionava. Ao segurá-lo, meus dedos polegar e médio só se tocavam na ponta da glande; daí para baixo era como se eu tentasse segurar uma lata de refrigerante. Na base, afinava ligeiramente. Era rosado, porém, e as veias, embora evidentes, não eram muito saltadas; estava duro como uma barra de ferro. Vendo meu olhar de espanto, ele disse:- E aí, gostou? Era o que você esperava?- Não, não. É bem maior. Digo, não só o comprimento, mas o calibre. Nunca vi nada parecido. Quanto é que ele tem de grossura?Pegando uma fita métrica no criado mudo, ele falou:- Mede você mesmo. Mas, antes, dá mais uma chupadinha..Voltei, ou melhor, tentei voltar a chupá-lo, pois o tamanho que ele havia alcançado tornava a tarefa quase impossível; só conseguia por a cabeça na boca, e, mesmo assim, à custa de muita dificuldade. Eu chupava e lambia aquela tora e, com as duas mãos, punhetava o que sobrava. Apesar do incômodo de manter a boca tão aberta, a tarefa era muito excitante. Pela dureza daquela verga, achei que já dava para dar números àquele monstro. Peguei a fita métrica e medi. Ele realmente possuía vinte e cinco centímetros da barriga até o orifício da glande, que, por sua vez, tinha dezessete centímetros de circunferência; na base, junto ao abdômem, o perímetro era de dezenove centímetros, e, no meio, impressionantes vinte e um centímetros. Um verdadeiro colosso! Não consegui conter meu espanto:- Puta que o pariu!!.. Que pau é esse, Bruno?!… Quem é que agüenta levar isso aí no cú?- Por incrível que pareça, até hoje, ninguém que veio até aqui saiu sem me dar. Modéstia à parte, eu levo jeito pra comer um cú, mesmo de sendo de iniciantes como você. Vem cá que eu te mostro.Tirando minha cueca, subiu comigo na cama, e ficamos os dois ajoelhados de frente um para o outro; eu o masturbava de leve e alisava-lhe o saco, enquanto ele passava as mãos enormes no meu rego e no meu períneo, apertando de leve meu pau, que sumia na mão dele. Após um tempo naquela esfregação, ele se deitou de costas e me pegou como se eu fosse de papel, me colocando sobre seu ventre na posição de sessenta-e-nove. Por causa da nossa diferença de altura, ele pôs um travesseiro sob o quadril e outro sob a cabeça, ficando meio curvado. Seu rosto ficava, assim, próximo à minha bunda, e minha boca, colada ao seu cacete, que, devido à posição do seu quadril, se projetava para diante, parecendo ter aumentado ainda mais de tamanho, ficando maior que minha cabeça. Imediatamente, comecei a chupar o que podia daquele tolete; eu ia até pouco além da cabeçorra e voltava. De repente, senti que minhas nádegas foram afastadas: tomei uma linguada no cú que me causou um tremor de susto. Era uma experiência inédita, e o reflexo me fez contrair os glúteos.- Calma, cara, relaxa! Você vai gostar, eu garanto. Dizendo isso, tornou a afastar minhas nádegas e voltou a passar a língua no meu ânus, lambendo e salivando, enchendo a área de cuspe. Aquelas lambidas estavam quase me fazendo gozar, e eu entrei numa espécie de frenesi, chupando aquele pau, tentando fazer garaganta profunda, batendo e esfregando ele na cara, enquanto meu cuzinho piscava como um vaga-lume. Quando a coisa estava no melhor ponto, ele interrompeu o trabalho, para minha frustração.- Vamos parar um pouco. Você precisa se preparar para mim. Deita na posição de frango assado e segura as pernas bem abertas.Assim o fiz, enquanto ele pegava um pote no criado mudo e, em movimentos circulares, começou a espalhar um creme no meu cú, causando uma sensação de calor no local. Quando ele introduziu o dedo médio em mim, não consegui evitar um gemido. Seu dedo era praticamente do tamanho do meu pau, e quase da mesma grossura. Ele enfiava e tirava o dedo, e, depois de algumas investidas, enfiou dois dedos; a sensação foi a mesma que a de eu colocar uma cenoura. Como eu já fizera isso antes, o ato não me causou dor ou incômodo. Dor mesmo eu só senti quando, depois de algumas cutucadas, ele enfiou três dedos em mim. Nessa hora, me lembrei do frasco de desodorante (meu recorde pessoal) e me senti alargado ao máximo. O pior era que ele não ia e vinha, mas deixou os dedos lá dentro, e eu protestei:- Ai, ai, pára, Bruno, agora tá doendo; pára, por favor!..- Relaxa e espera um pouco que a dor vai passar. O creme que eu passei em você é uma mistura de lubrificante, relaxante muscular e anestésico. Só fica parado e relaxa. Respira fundo e relaxa que a dor já vai passar.Permaneci imóvel e tentei relaxar, mas os movimentos daqueles dedos enormes equivaliam a um ato sexual com um homem bem dotado; contudo, depois de algum tempo, eu já não sentia dor alguma, e meus gemidos denunciavam isso.- Tá legal agora? Tá doendo ou tá gostoso?- Agora tá bom… Não tá mais doendo não.- Então acho que você já tá pronto pra perder o cabaço desse cú. Espera um pouco.  E foi novamente ao criado mudo e voltou com um envelope de camisinhas, que foi abrindo enquanto me mandava por um travesseiro embaixo das costas. Aquela camisinha não deveria ser do tamanho normal; vê-lo encapando aquela anaconda e cobrindo-a de lubrificante era uma imagem me enchia a um só tempo de tesão e medo. A última coisa que eu queria era sair dali precisando de cuidados médicos, e dividi minhas preocupações com ele.- Bruno, por favor, eu não sei se vou conseguir. Seja o mais cuidadoso que você puder, e se eu pedir pra parar, pare, pelo amor de Deus!…- Pode ficar despreocupado. Eu vou ser bem cuidadoso, e você vai conseguir. Relaxa e aproveita.Agora não tinha mais volta. Eu estava prestes a ser deflorado. Ele se abaixou ligeiramente, posicionou o trabuco no meu cú e começou a pincelar e empurrar de leve, ora aumentando, ora aliviando a pressão. Aqueles cutucões foram aos poucos, deixando meu ânus mais permeável às suas investidas, e, de repente, ele encostou a cabeça e não recuou mais; passou a exercer uma pressão constante e crescente, até que meu esfíncter começou a ceder, e, fazendo uma espécie de ?ploft?, aquele cogumelo passou pelo meu anel de couro, me fazendo sentir a maior dor da minha vida. Uma dor aguda, imensa, difícil de ser descrita para quem nunca deu o cú. Soltei um berro e dei um pulo, escapando daquele ferro em brasa.- Aaaii, meu cú!… Aaii, que dor, puta que pariu, que dor….Tapei a bunda com uma das mãos e a boca com a outra, morrendo de dor e de vontade de chorar. Eu só queria ficar parado e esperar a dor passar. Não tinha vontade de fazer mais nada. Por isso protestei quando ele quis continuar.- Não, peraí, Bruno. Porra, tá doendo pra caralho… Acho que não vai dar não. Teu pau é muito grosso; eu não vou agüentar. Acho melhor a gente parar.- De jeito nenhum!… Você vai conseguir sim, eu garanto. Vamos fazer o seguinte: a gente tenta de novo; quando eu enfiar, você faz força como se estivesse cagando. Vai doer um pouco, mas eu não vou empurrar mais até parar de doer. E vai parar, posso te garantir.- Eu acho que não vou conseguir. Tô até com medo de gritar e o prédio todo ouvir.- Toma aqui (pegou uma almofada e me deu); tampa a boca, se você tá com medo de gritar. Mas deixa eu comer esse cuzinho bem gostoso, deixa…Com o quadril mais alto, tapei o rosto com a almofada e esperei. Quando a penetração (re)começou,  fiz força como se fosse defecar. O resultado foi que entrou um pouco mais do que a cabeça, onde era mais grosso. Meu urro foi abafado pela almofada e tentei escapar novamente, mas ele havia me prendido de um jeito que seus braços passavam por minhas pernas, me prendendo pelos ombros com as mãos. Eu estava imobilizado como numa chave de jiu-jitsu, por um homem muito mais pesado e forte do que eu, e não havia o que fazer a não ser tentar suportar aquele sofrimento. Depois de me segurar, ele permaneceu parado, sem empurrar nem tirar um milímetro sequer. Se ele espirrase , eu morreria. Eu suava por todos os poros do corpo, bufava e tinha vontade de chorar, e ele só dizia:- Calma, e relaxa, só isso. Já, já, a dor passa, você vai ver…Por mais incrível que pudesse parecer, ele falava a verdade. Depois de um tempo que, para mim, pareceu interminável, a dor foi diminuindo a ponto de se tornar suportável. Eu tirei a almofada do rosto, e minha respiração ficou menos ofegante. Ele percebeu, e lentamente, começou um vaivém curto, que, aos poucos, foi sendo ampliado. À medida que suas investidas foram se tornando mais fortes, a dor voltou, e eu, mais uma vez, pedi para pararmos.- Pára, Bruno. Dá um tempo que eu não tô agüentando. Tá doendo muito…- Vamos fazer o seguinte, então: eu vou me deitar e você senta em cima, de frente pra mim.Aceitei a sugestão. Nessa posição, seria mais fácil controlar a penetração, pensava eu. Fui, aos poucos, sentando naquela garrafa. Apesar do meu cú estar mais largo, ainda assim a penetração era sofrida, porque o pau engrossava muito no meio, e cada cutucada mais forte doía como se eu estivesse sendo rasgado. Eu apoiava as mãos no seu peito e ele me segurava pela cintura, socando cada vez mais rápido. Minhas pregas já deviam ter ido para o espaço, mas o prazer, agora, era maior do que a dor. Com medo de gozar e interromper a foda em seu melhor momento, eu pedi para mudarmos de posição. Queria dar pra ele de quatro. Ele nem pestanejou. Foi logo se ajoelhando atrás de mim e, mal encostou a cabeça e foi logo me enfiando aquela jeba, sem muito carinho, o que me fez dar um salto para a frente.- Aai, Bruno! Porra, devagar, cara…- Tá bom, desculpa. É que você é muito gostoso…  E também dá o maior tesão saber que eu sou o primeiro a te comer. Eu vou tentar ir mais devagar, prometo.E voltou a me enrabar, só que agora, de forma mais lenta e ritmada. Ele recuava até quase tirar a pica e empurrava, devagar, até onde era possível. Com medo da dor e de sofrer algum dano maior, levei uma das mãos à sua barriga para tentar limitar seus ataques, enquanto a outra, sob meu ventre, tentava verificar o quanto estava entrando em mim. Percebi, então, que havia uma espécie de barreira física determinada pela capacidade de meu ânus de se dilatar e pela bitola daquele caralhão, mesmo ele tentando me penetrar mais. Isso, de certa maneira me tranquilizou, pois pensei: "daqui não tem como passar". Aos poucos, seus movimentos foram aumentando a velocidade, e eu passei a sentir um prazer inédito, diferente de tudo o que eu já experimentara antes, principalmente na intensidade. Quando vi que podia ser enrabado sem sofrer, empinei a bunda e passei a me masturbar freneticamente; em poucos movimentos, gozei, ejaculando tão intensa e fartamente que parecia que tinha ficado sem sexo por muitos meses. Despreguei-me dele, ficando com uma sensação enorme de vazio, e desabei sobre a cama. Meu corpo todo tremia em espasmos. Se fosse possível, eu gostaria de eternizar aquela sensação. Virei-me para trás quando o ouvi tirar a camisinha. Seu pau parecia mais gigantesco que nunca, eu estava admirado comigo mesmo de ter conseguido levar aquilo tudo no rabo.- E aí, gostou? Não falei que você conseguia?- Adorei. Foi muito bom. Muito melhor do que eu podia imaginar. Mas, e você? Não vai gozar?- Tô morrendo de vontade, mas eu queria gozar na sua boca, se você deixar.  – Deixo sim. Vem.Ele, então, me recostou na cabeceira da cama, com vários travesseiros nas costas, e, ajoelhado com as pernas sob minhas axilas, começou a socar aquele mastro na minha boca. Eu estava quase deslocando o maxilar, mas mal conseguia engolir mais do que a cabeça; babava feito um cão raivoso, e a ânsia de vômito me fez interromper o ato, empurrando-o. Eu tossia e lacrimejava. Mesmo contra minha vontade, pedi arrego.- Pára, Bruno. Não vai dar não. Se você continuar eu vou acabar vomitando aqui.- Poxa vida, mas logo agora? Deixa então eu te comer de novo. – Tá bom. Pega outra camisinha.- Não, não. Eu quero te comer sem camisinha. É verdade mesmo que você nunca deu pra ninguém antes?- É, mas por que sem camisinha?..- Na boa? Acredite se quiser, mas eu curti muito te comer. Teu cú é uma delícia,  e eu tô com tanto tesão que se eu botar no teu cú sem camisinha, acho eu que gozo em menos de dois minutos. Ou em menos de um. Deixa, vai…Olha só como eu fiquei…O que já era enorme, tinha, liberto da camisinha, adquirido proporções gigantescas. O receio de me arriscar num ato sem preservativo era menor que o desejo que começava, novamente, a tomar conta de mim. Contrariando todo o bom senso, consenti. – Tá bom, mas, cuidado comigo. Meu cú já tá meio ardido. Como é que você quer?- Deita de bruços com dois travesseiros debaixo da barriga e abre bem as pernas. Obedeci, e afundei o rosto na almofada, aguardando enquanto ele passava mais lubrificante no pau. Com a piroca besuntada, ele encostou a cabeça no meu cú, e, depois de algumas pinceladas para se posicionar melhor, ele se deitou sobre mim, passando os braços sobre meus ombros, enquanto, entre lambidas e mordidas na minha orelha, disse:- Posso comer esse cú bem gostoso, posso?- Pode. Come e goza bem gostoso.- Empina a bunda…Apoiando a ponta rombuda no meu ânus, foi enfiando aquele Godzilla branco em mim. Quando chegou no meio, onde era mais grosso, empacou. Recuando um pouco, empurrou tudo de uma vez, fazendo passar a parte mais grossa pelo esfíncter, estourando minhas últimas pregas. Por aquilo eu não esperava. Arregalei os olhos, e, durante instantes que pareceram uma eternidade, abri a boca procurando o ar que sumira dos meus pulmões. Quando pude, dei um urro que quase arrebentou minhas cordas vocais. A sensação era de que eu estava sendo rasgado por dentro.- AAIII, BRUNO, TIRA, TIRA, PELO AMOR DE DEUS!!… TÁ DOENDO, PORRA!… AAAIIII!!!…Ele, indiferente às minhas súplicas desesperadas, começou uma verdadeira curra, sem dar a mínima para meu sofrimento, socando com força aquele latão de cerveja nas minhas entranhas. Tentei desesperadamente escapar, em vão. Esmagado por seu peso, eu lacrimejava e berrava enquanto mordia a almofada, mas não tinha como sair debaixo dele.  Subjugado, eu era como uma boneca de pano à mercê do aríete que, a cada socada, dilacerava e arrebentava todas as minhas pregas, alargava as paredes do meu reto e esmagava minha próstata, feito um bate-estacas impiedoso. Quando senti suas bolas pesadas batendo nas minhas, me apavorei e senti que o ar me faltava, fosse pelo peso daquele ogro ou por me sentir literalmente empalado. Bufando como um animal, ele mordeu com força minha nuca enquanto gozava, pulsando e jorrando jatos e jatos de esperma dentro de mim, desabando depois. Eu lacrimejava e gemia baixinho, e quase não conseguia respirar. Era como se um rolo compressor estivesse passando por cima de mim. Num fio de voz, pedi:- Bruno, sai de cima de mim, por favor.Ele fez o que eu pedi, me tirando o peso do mundo das costas. Quando ele sacou o pau, senti como se estivesse cagando um paralelepípedo. Gemi alto de dor. Tentei me levantar, mas me faltaram forças. Quando, com a ajuda dos braços,  consegui ficar de pé, não conseguia juntar as coxas. Cambaleando com as pernas abertas, me dirigi ao banheiro. Ao me lavar, era como se a água fosse álcool, tamanha era a ardência. O que antes era meu cú tinha se tornado uma cratera por onde eu enfiava quatro dedos sem dificuldade. Percebi que algo escorria  de dentro de mim. Eram um esperma grosso e sangue. Apavorado, tentei, sem sucesso, contrair o ânus, que, frouxo, parecia irremediavelmente arrombado. Bateu um arrependimento e tive vontade de chorar, enquanto me enxugava. Fui interrompido por ele, que, vendo meus olhos marejados, pareceu adivinhar minhas preocupações.- Olha só, não fica grilado com esse negócio do cú ficar aberto porque depois de uns dias ele volta ao normal. E, aqui: se você quiser dar esse cú de novo, me procura. Faço uma de graça pra você.- Tá bom. Valeu, respondi encabulado.Morrendo de vergonha e de remorso, terminei de me vestir, paguei o combinado (dei um extra) e me despedi, prometendo considerar sua oferta. Só que esta é outra história. E outro conto.

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Eu e J

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Fico assim, doidinha dando a bunda sentindo aquela sensação mais duradoura e gostosa, algo incomparável, gosto de sentir algo quente lavar-me por dentro , sempre digo; "se o homem souber como fazer, come minha bunda sempre?, sou uma mulher comum , fisicamente; alta , pernas grossas, seios grandes , madura (51 anos) acima do peso, porém não escondo minhas minhas fantasias e desejos, amo sexo e se o destino fizer cruzar o meu caminho com um homem aonde role a tão falada química, procuro me entregar com volúpia…amo ser desejada, o jogo das palavras que me fazem sentir molhada e com formigamento entre as pernas entre outras coisas .Sou tarada, gosto de foder, entrei uma rede social de sexo liberal a uns 6 anos , pq um amigo meu bissexual indicou, entrei por curiosidade a princípio não acreditava nem que sairia com alguém de lá, mas fiz um perfil coloquei uma foto até bem comportada para os padrões da página , como não entendi bem como bloquear informações a pessoas que não fossem aceitas por mim no site, deixei o endereço de meu e-mail a vista e recebi , emails de algumas pessoas cujo o perfil não me interessariam num exame mais superficial .Logo configurei certinho , mas havia uma rapaz que tinha uma ótima conversa e escrevia muito bem (acreditem que essa conjugação é bem rara na internet) e embora fosse 14 anos mais novo resolvi conhecê-lo , marcamos de nos encontrar em um local público , tivemos um pequeno desencontro, mas logo vi chegar um rapaz moreno, pouco mais alto que eu, magro , com aparência muito jovem e um sorriso muito safado, de lá fomos tomar um vinho e comer algo em um restaurante a conversa fluiu fácil e gostosa da mesma forma que acontecia virtualmente, claro que a essas alturas já estávamos excitadíssimos e rumamos a um motel, ao sair do carro fui abraçada pelas costas, ele me fez escorar na parede em frente ao carro , com a bunda empinada , sentia sobre a minha bunda o volume da pica ainda armazenada sob a calça Jeans de J. me dando beijos cada vez mais ferozes me fazendo sentir ondas descendo pelo corpo que chegavam a minha vagina como um líquido quente molhando a minha calcinha, senti cada centímetro de neu corpo ser massageado, apalpado, coisa que adoro, cada beijo, cada peça de roupa tirada do caminho era parte de um faísca mais forte que acionava o fogo que aumentava a urgência, o homem me beijava a nuca, esfregava o pau entre minhas coxas fazendo minhas pernas amolecerem de tesão, nessa aflição subimos as escadas ao quarto, deitada na cama e ele passando a língua cada pedaço de pele que anteriormente havia explorado com as mãos, parando nos seios mamando muito, me fazendo sentir novos espasmos que refletiam em jatos que J prontamente descia entre minhas coxas para lamber e beber, e voltava lambendo até os seios novamente, mamava como um bebê grande, e aquele corpo gostoso me cobria em todos os momentos subindo e descendo quando procuramos a camisinha para que ele finalmente me penetrasse confesso que eu já implorava , rsrsrs, o pau é lindo desde a primeira vez que o vi disse a J que queria-o lá dentro rsrs, como eu estava muito excitada deslizou facilmente para dentro de mim dando estocadas que a cada momento aumentava de velocidade, eu realmente gozei muito pela xana, mas é claro que J não estava satisfeito e veio procurando a minha bunda com os dedos ao notar que eu não oferecia resistência me colocou de 4 e chupando desde a minha buceta até o ânus foi me fazendo saber que me comeria assim, aquele pau era do tamanho exato e muito gostoso, aos poucos meu esfíncter engoliu aquela vara gostosa devidamente encapada, até o talo,senti dor mas nada comparado ao prazer que me inundava . Ficamos um bom tempo engatados eu sentia J cada vez mais fundo e mais rápido sentia o barulho de suas bolas batendo em minhas nádegas e  fui sentindo o tesão chegando e me fazendo convulsionar de tesão, lembro de meus gritos e que cheguei a pensar que ele não me procuraria mais por isso, rsrsrs, mas ele volta sempre que sentimos a urgência, nossos encontros  sempre são recheados de muuuito tesão e volúpia !!!

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Boneca eletrizante

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Trabalho de eletricista, fazendo manutenção em empresas e residencias em geral. Conheço todo tipo de pessoa e passo por todo tipo de situação.Numa tarde, depois de já ter feito alguma visitas, fui acionado para comparecer num edifício residencial, para atender a Sra. Leila. Cheguei no apartamento e ela me atendeu. Muito bonita, cabelo preto longo, com corpo invejável, porém logo notei que não era uma mulher normal. Sou profissional e logo comecei meu serviço. Ela me acompanhava observando e puxando assunto. Estava com um vestido estampado com um decote generoso nos seios volumosos e calçava uma sandália de salto. Confesso que eu estava com tesão e não conseguia tirar os olhos dela que logo percebeu e começou a se insinuar para mim. Abaixava para ver o que eu fazia e eu podia ver quase todo seu seio; meu pau crescia rapidamente e eu já não conseguia esconder. Ela começou a passar a mão na minha perna e pensei que meu pau ia estourar a calça.Ela começou a me beijar e eu me entreguei. Começamos a nos esfregar e ela começou a tirar minha roupa desesperadamente e pegou meu pau forte e começou a chupar. Que delicia, ela sabia chupar com perfeição, fazia com paixão e não só chupava. se levantou, tirou o vestido e começou novamente a me chupar com a mesma paixão e desejo. pude ver com perfeição seios seios perfeitos. Quase não estava aguentando de tanto tesão. Segurei em sua nuca e a puxei para poder beija-la novamente, agora sentido seus seios em meu peito e sentir seu pau ainda dentro da calcinha, mas com um grande volume. enquanto beijava, fui apalpando seu pau e aos poucos tirei ele da calcinha e ela foi tirando com movimentos de perna. Comecei a masturba-la e ela a mim. ela se virou com a bunda roçando em meu pau e começou a rebolar e apertar meu pau em sua bunda. Segurou com uma das mãos e colocou na portinha de seu cuzinho e começou a enfiar bem devagar. Gemia gostoso!. Quando entrou tudo ela começou a rebolar forte e gemer muito e eu estava maluco de tanto tesão. metia até o fim e ela rebolava e gemia. Gozei logo dentro do cuzinho dela e ela me olhava com cara de safada e se virando, me beijava na boca forte e dizia que queria que eu fosse dela também. Se sentou na cama e praticamente ordenou: "vem cavalgar um pouco!". Fiquei um pouco assustado, mas ainda estava com tanto tesão que resolvi tentar. Ela tinha uns cremes, que logo começou a esfregar no meu cuzinho e enfiar o dedo para ir amaciando. me sentei sobre ela e logo senti aquele pau entrando. Meu pau começou a lateja e crescer novamente e ela começou a meter forte sem para. Parecia uma maquina, nunca cansava e eu estava adorando. Mandou eu ficar de quatro e me fez de sua boneca. Eu me masturbava enquanto sua rola entrava gostoso e acabei gozando de novo. logo ela gozou e ficamos alí nos beijando por um tempo. tomamos banho junto e eu fui embora. Já fui na casa dela mais umas 3 vezes fazer manutenções e sempre aproveitamos para repetir tudo e mais um pouco!Moro no sul de minas. aceito contatos com afeminados e Bonecas

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DIVERSÃO

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EU SEMPRE TIVE VONTADE DE SAIR PRA ME DIVERTIR MAS HOJE CASADO,MINHAS DIVERSOES TERIAM QUE SER SEMPRE EM FAMILIA POREM QUERIA TER UM DIA PRA SAIR SÓ COM MINHA ESPOSA PRA SE DIVERTIR COMO CASAL ATÉ QUE UM DIA MINHA CUNHADA PEDIU PRA PASSAR UM FINAL DE SEMANA COM NOSSOS FILHOS ISSO FOI OTIMO ERA JUSTAMENTE O QUE EU QUERIA ENTAO EU E MINHA ESPOSA PODERIAMOS APROVEITAR E SAIR PRA SE DIVERTIR. FOMOS NUM BARZINHO COM MUSICA AO VIVO BEM LONGE DE CASA ONDE NAO ENCONTRARIAMOS NINQUEM ,NISSO FICAMOS BEBENDO VINHO QUE ESTAVA UMA DELICIA MAS MINHA MULHER É FRACO COM BEBIDAS DEPOIS DE UMAS 3 TAÇAS ELA É OUTRA NESSA CONVERSA VAI CONVERSA VEM FICAMOS ALI CONVERSANDO ELA COMEÇOU A REPARAR NUM RAPAZ BOA PINTA QUE ESTAVA ALI DANÇANDO COM TODAS AS MULHERES REPAREI QUE ELE JA ERA CONTRATADO PARA DANÇAR E ANIMAR O PUBLICO MINHA MULHER QUERIA DANÇAR UMA POUCO MAS COMO EU NAO SABIA MANDEI ELA DANÇAR COM O RAPAZ ELA FOI DANÇOU DUAS MUSICAS COM ELE NOTEI QUE ELA FICOU ARREPIADA EU FALEI GOSTOU DO RAPAZ ELA FALOU NOSSA AMOR ELE É UM GATO E DANÇA BEM AI EU FALEI TA MOLHADINHA NÉ E RIU E DISSE QUE ISSO AMOR,CONTINUAMOS ALI BEBENDO FALEI PRA ELA VAI LA DANÇAR DE NOVO E CONVIDA ELE PRA SAIR COM GENTE, ELA OLHOU PRA MIM E FALOU OLHA QUE EU CONVIDO EU DISSE CONVIDA VAMOS APROVEITAR, ELA DANÇOU UMAS TRES MUSICAS COM ELE E VOLTOU E FALOU PRA MIM CONVIDEI VAMOS,SAIMOS DALI FOMOS NOS 3 PRA UM MOTEL, LA ELA FALOU AMOR TEM CERTEZA EU DISSE VAMOS  APROVEITAR  FOMOS TOMAR BANHO JUNTO NA BANHEIRA O RAPAZ REALMENTE ERA BONITO MINHA ESPOSA JA ENCOSTOU NO RAPAZ E FOI BEIJANDO ELE E SEGURANDO A PICA DELE QUE UM POUCO MAIOR QUE A MINHA E NISSO NA BANHEIRA FOI SENTANDO COM UMA VONTADE QUE PARECIA QUE ESTAVA A SEMANAS SEM FUDER EU FIQUEI OLHANDO DE PAU DURO DEPOIS O RAPAZ BOTOU ELA DE LADO NA BANHEIRA E GRAVOU COM VONTADE ELA VIRAVA OS OLHOS EU APROVEITEI SAI DA BANHEIRA E BOTEI A PICA PRA ELA CHUPAR FOI A NOITE TODA FUDENDO ELA DE TODA A MANEIRA ELA GOZAVA COM LOUCA  ATE QUE NUMA PAUSA ELA DORMIU O RAPAZ SORRIU E ME DEU O NUMERO DO TELEFONE DELE E DISSE QUANDO QUISER REPETIR ME LIGA ELE FOI EMBORA ELA ACORDOU NO OUTRO DIA E PERGUNTOU PELO RAPAZ EU FALEI FOI EMBORA E DISSE NOSSA SOMOS DOIS MALUCOS, AI EU DISSE MAS VOCE GOSTOU ELA DISSE RINDO PELO CANTO DA BOCA GOSTEI E VC EU FALEI ADOREI ELA ME BEIJOU E FOMOS EMBORA PEGAR AS CRIANÇAS IMAGINADO A PROXIMA OPORTUNIDADE RSRSRSRSRSRS

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O Chupador

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Se é um negócio que eu gosto é de chupar pau. Comecei cedo neste negócio, com o tio de uma namorada minha. Sim, eu tinha uma namoradinha, bem querida e malandrinha, e acho que de vê-la sugar meu pinto é que me deu vontade de experimentar. E então, uma vez que dormi na casa de praia da família dela, aqui no RGS,  levantei na madrugada para ir à cozinha e vi o tio dela na sala, se masturbando. Eu com meus vinte anos me admirei com a cena. O velhote de cinquenta e tantos, sem camisa, com a barrigona exposta, atirado no sofá da sala, vendo um pornô na tv, e manipulando um baita pau, com a mão pelo lado do short. Gostei do que vi, nem sei por quê, mas espiá-lo me deu tensão. E ele me pegou espiando. ?que isso guri? Nunca bateu uma punheta? Ou quer bater pra mim??. Fiquei sem jeito, mas com vontade. ?Senta aqui e olha o tamanho do tróço?, ele me convidou. Bah. Tremi na base. Correu um arrepio no meu cangote. Sentei ao lado dele. Estávamos só nós na casa e a Mariana, que dormia. Ele puxou minha mão para dentro do short. Eu não sabia o que fazer, mas gostava. Comecei a fazer o movimento de vai e vem e sentir o negócio crescer. Enquanto isso, o tio da Mari estendia a mão para pegar na mesa ao lado um copo de cerveja. Tomou dois ou três goles e se encorajou. Baixou o short. Vi o pau saltar, duro, grande, robusto, com uma cabeçorra inchada, vermelhona. ?Quer sentir o gosto? Ou só quer bater??, me perguntou, enquanto molhava os bigodes em mais um gole de ceva. Bati. Bati mais. Ele acariciava o saco grande e peludo. ?Dá uma chupada?, me pediu. Relutei. Continuei batendo. Quando ele botou a mão na minha nunca é me puxou para baixo, não resisti. Afundei a cabeça. Veio um cheiro forte. Cheiro de pau. Primeiro lambi. Depois engoli. E desci. Subi. Desci. Subi. Desci, com o pauxão dentro de minha boca e com minha língua rodeando sua cabeça. Bem como a Mari fazia comigo. E também fazendo coisas que eu gostaria que ela fizesse. ?Lambe meu saco, aqui tá o teu presentinho?, o velho me mandou. Obedeci. E então saí do sofá e me ajoelhei a sua frente. O pau ficava maior daquele jeito. Eu gostava muito daquela visão. Um pau duro. Uma cabeça vermelha inchada. E atrás o velho, extasiado, quase sorrindo de felicidade, parecendo não acreditar na cena. Lambi. Lambi muito o saco. Gostei. Ele botava a mão na minha cabeça, me apertando contra o saco, um tanto mole, grande, que parecia vazio. Parecia. ?Agora me chupa de jeito?, mandou de novo. Obedeci. Ergui minha cabeça e afundei no pau na minha boca. Fiz com ritmo. Forte. Subia e descia. Senti que faltavam alguns segundos para o gran finale. ?Onde seria??, eu pensei. ?Onde ele gostaria de gozar? Será que eu vou gostar disso? De me lambuzar? Será que sou viado só por chupar um pau??, eu refletia. Mas não deu mais. Para ficar pensando. Meu primeiro homem estava prestes a ejacular sabe-se lá onde. "Putz, ele vai gozar", eu sentia. ?Tomaaaaaa seu putinho. Chupaaaaa?, ele gemeu. E soltou. Um jato dentro da boca. Outro nos lábios, e outro na minha cara. Continuei lambendo a cabeça esporrada, engolindo o pau, arrancando suspiros daquele macho. Ele ainda soltava gotas, mais gotas, que eu lambia e me divertia. Que sensação. Que prazer. Sim, eu sou um putinho.Nossos encontros passaram a ser rotineiros. Todas as noites, 2 da manhã, eu ia la na garagem mamar no pau do tio da Mari. Como a esposa dele chegou da cidade e também os pais da minha namorada, nos encontrávamos na garagem. E sem muitas delongas. Íamos direto ao ponto. Ele de pé encostado na parede. Eu de joelhos. Para limpar a porra, Passei a levar uma toalha de rosto comigo, que depois eu tinha de lavar escondido da Mari. O coroa me dava leitada saborosas. Uma vez tentou comer meu cuzinho. Pediu muito, mas o máximo que deixava era ele encostar a piroca no meu bum-bum, entre as minhas nádegas. Ele encostava a cabeçona bem na entrada do buraquinho pra bater uma punheta. E ele gostava de jorrar ali, se contorcia todo, parece que o corpo todo tremia. E eu também gostava de sentir os jatos quentes. Depois da gozada dele, eu passava a mão pela minha perna para encostar no leitinho que escorria. E molhava minha língua pra sentir o gostinho. Com o tempo, passei a me soltar e usava minhas palavras para excitá-lo. ?Bate, bate punheta na minha bundinha, solta teu leite, me meleca todo?. Pronto. Uma frase destas, rebolando e dando uma forcadinha para trás como minha banda, como se quisesse deixá-lo penetrar, enquanto ele se masturbava, era suficiente para o jato me molhar. Eu gostava, especialmente de vê-lo ter prazer. Me animava saber que eu estava dando muito prazer a um macho. Depois eu ia pra cama, sozinho, bater umazinha. A minha preferência era receber a leitada na cara. Putz! Que delícia. Às vezes ele me pedia pra ficar chupando o saco dele, de joelhos, enquanto ele se punhetava todo. E então respingava todo meu rosto com uma porra quente. O curioso disso tudo é que não havia nenhum tipo de conversa, apenas "incentivos sexuais".  O encontro não durava mais do que dez minutos. Ele chegava já ia pra parede de sempre baixando a cueca enquanto eu me ajeitava de joelhinhos pra começar a chupar. Eu era uma espécie de serviçal e adorava ser subserviente àquele homem. Vez que outra ele demorava pra se acabar porque havia transado com a mulherzinha. Daí eu precisava trabalhar um pouco mais. Nestas vezes, as gozadas eram com menos porra. Mas mais grossa. Me melecava mais ainda. Era mais grudenta e com cheiro mais forte. Foram meses de boquete e eu gostava tanto que saía da minha cama como uma cadelinha no cio atrás daquele pau e daquela porra. Era uma sensação que eu nunca havia experimentado. Como se ele fosse meu dono. Ainda que fossem apenas dez minutos, durante o dia eu o olhava como meu macho, meu dono, o que manda em mim. Não via a hora de chegar as 2 da madruga pra mamar. E, quer saber de uma coisa, os momentos que prenunciava o orgasmo dele foram inesquecíveis. Ainda mais quando ele se propunha a incrementar com suas frases de efeito. "Chupa todo o pau do teu macho que eu vou me acabar. Lambe meu saco e minhas bolas", mandava. "Minha porra tá fervendo no meu saco, passa a língua que já vou despejar na tua boca", pedia, em deixando louco da vida. E quando eu me botava a apenas lamber a cabecorra, lá pelas tantas ele me xinga a: "Tá, te divertiu com o cabeção, mas agora acabou a brincadeira. chupa meu pau, engole o mastro que foi golfar esperma em toda a tua cara". Cansou de me deixar com a cara branca. Foram três meses de puro prazer na minha boca.Eu não terminei com a Mari porque ela também me dava muito prazer e aquilo significaria perder o contato com o tio. Mas quando o verão acabou, passei a chupá-lo no carro. Ele me pegava num ponto de encontro e, do mesmo jeito, íamos direto a um drive in para eu boqueteá-lo. Todas as segundas. Depois passou a ser tá,bem nas quartas. Sem diálogo, como na praia. Entrava no carro, já ia botando a mão, e no drive eu chupava seu pau. Ali não tinha mais gozada na cara. Eu engolia tudo para não deixar vestígios no carro. O velhote costumava apertar muito minha cabeça para socar lá no fundo e despejar generosas esporradas na minha guela. Bastava eu falar ?goza, goza, me dá teu esperma todinho? e afundar minha cabeça que a glande saltava e expulsava o leite do saco. Eu sentia direitinho o pau golfando leite, a glande inchando e despejando os jatos nas minhas bochechas, na minha língua, nos meus dentes. Mas ele era tão sacana que vez que outra mandava eu tirar da boca pra gozar no meu rosto. E eu adorava está sacanagem. "Toma, toma, pega meu leite seu potinho". Insistiu muito para traçar minha bandinha. Mas não rolou.Neste mesmo período, ainda namorando a Mari, fiz amizades com um vizinho de prédio. Boyzinho magrinho, que gostava de jogar futebol, 23 anos, guri de pele bem branquinha, que namorava uma menina virgem, de 17. O máximo que ele tirava dela era uma punhetinha batida com medo e, portanto, sem jeito. Certa vez, eu abri meu coração para ele e falei da minha bissexualidade e especialidades orais. Foi um desabafo, mas também a tentativa de criar um ambiente é uma intimidade. Deu certo. Depois de algumas cevas, o espertinho se ofereceu para experimentar meus dotes. Mergulhei nas suas pernas, louco para mamar, louco para receber esperma na cara e na boca. O pau era fininho, com cerca de 20 cm, e cheiroso. A porra ainda rala, saía em boa quantidade. Também tivemos um caso duradouro. Quando ele chegava da namorada com tesão me mandava uma mensagem e eu descia dois andares para chupá-lo. Muitas vezes já o pegava com a cueca cheia de pingos de porra, consequência dos amassos com a namoradinha. E eu gostava daquele cheiro e já saia lambendo a marca de porra na cueca. Gostava o boyzinho de se acabar no meu rosto, tinha evidente prazer em encher a minha cara com uma máscara branca, leitosa, que saía do saco dele. Em alguns casos, gozou duas vezes. Uma no boquete; outra na punheta. Gostava meu bonzinho também de outras sacanagens. Gozava numa xícara e me mandava beber. Ou em cima de uma torta para que comer. Coisas que meninas mais jovens jamais fariam. "O dia que eu gozar na cara da minha namorada vou ser o homem mais feliz do mundo", ele dizia. Enquanto não acontecia, se contentava em despejar seus jatos de leite no meu rosto. Às vezes depois de um longo boquete, me pedia para ficar parado, de joelhos, enquanto ele batia para morar tudo na minha carinha. Ele se esfalecia em porra. O garoto em muitas noites comia minha boca tal a força que colocava. Socava muito, com pressão e força, como se a minha boca fosse um órgão sexual feminino. "Vou gozar, vou gozaaaaaar", ele me avisava, deixando o pau lá no fundo da minha garganta, puxando minha cabeça para junto dele, despejando o esperma que quase me engasgava.Certa vez, insistiu muito para traçar meu rabinho, onde também já havia gozado diversas vezes. Numa das vezes chegou a colocar dois ou três centímetros para dentro e, quando se acabou, disse ter sentido a melhor sensação de sua vida. Num dos encontros, me confessou que naquela noite pouco a namorada não havia permitido o sexo anal e que ele voltara para casa desesperado de tesão por um cu. Cedi. Depois de longa e demorada tentativa, ele enfiou parte de seu pau no meu rabinho e ficou em movimentos lentos me comendo. Quando senti que era o momento, soltei o verbo: ?Goza, te acaba, goza tudo aqui dentro. Solta teus jatos de porra na minha bundinha, me meleca por dentro meu macho?. O guri gozou e desta vez gozou muito. A cabecorra do moleque encostava na minha próstata, gerando um prazer inesquecível que mudou minha vida. Eu rebolei um pouquinho para lhe dar mais prazer. Cada jato que ele soltava, estocando com mais força o membro rígido dentro de mim, aumentava meu prazer e meu tensão. E gostei muito da experiência, que definitivamente me colocaram no meu lugar. Sou putinho. Terminei com a Mari. Me assumi e passei a chupar e dar o rabinho. Mas esta é uma outra história.Roberto V.

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Um doce conto

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Era uma hora da tarde quando o telefone Dela tocou. Uma voz tímida e aguda sussurrava do outro lado da linha, como se estivesse em segredo, ou perigo:- Minha Rainha, eu imploro, me dê a honra de estar em sua presença.Ela era tão sádica e cínica… Ah, aquele olhar. Eu jamais esqueceria aquele olhar. Olhar penetrante de olhos castanho-escuros gigantes, algo que me invadia e me rasgava por dentro, mesmo sem dizer uma única palavra. A sobrancelha esquerda fina e perfeitamente bem desenhada arqueava-se enquanto ela dizia, com sua voz madura e rouca:- Alô? Alô?! Eu não consigo ouvir nada. Quem está falando?É claro que ela podia ouvir. Podia ouvir a respiração nervosa e asmática da pobre escrava do outro lado da linha. Podia ouvir seus pulmões fragilizados se esforçando por fôlego, podia ouvir sua voz trêmula ao celular, provavelmente trancada no banheiro da empresa; onde a qualquer momento alguém poderia bater na porta, ou até mesmo ficar do outro lado ouvindo o lado patético da conversa.- Minha Rainha, minha deusa, dona de meu corpo e minha alma, eu imploro… Me deixe vê-la, me deixe estar em sua presença, ainda que por um único instante.Juliette contraía os músculos das pernas enquanto falava, sentada na privada. Podia sentir o pulsar do plug dourado que usava e isso lhe dava muito mais prazer quando se sentia ignorada por Ela. Tinha apenas 23 anos, mas aparentemente já sabia o que queria naquele jogo.Desligou o telefone e começou a passar seus dedos finos por entre os lábios quentes e molhados de tesão, pensando em todo o desprezo que recebia daquela que chamava de Minha Rainha. O cuzinho apertado da jovem escrava contraía-se de prazer e sentia o peso do aço que lhe preenchia. Deslizava seus dedos adentro de sua buceta quente num movimento rápido e intenso. Juliette gozou. Foi um gozo breve. Coisinha boba pra se fazer depois do almoço.Juliette lavou as mãos e saiu para o almoço. A saia justa da jovem estagiária de direito expunha as belas pernas, ainda trêmulas, cobertas por uma fina meia de seda. Ao sair do prédio revestido de vidros azulados, deparou-se com Ela, que estava encostada em um carro prata. Seu corpo inteiro tremia, e Juliette não sabia se era de prazer, de medo ou de susto. Não tinha palavras que pudessem descrever o que sentiu naquele momento.Ela estava linda, como sempre. Vestia calças pretas esvoaçantes e sobre elas um terno bordô, lindamente desenhado, cujo decote não pedia por uma blusa; deixando o colo à mostra adornado por uma simples e longa corrente em bronze, com um pingente de pedra. Os seios se moviam de maneira tão natural e graciosa, fazendo daquele simples caminhar um espetáculo de ballet com um único corpo humano. Aproximou-se de Juliette e disse, tirando os óculos escuros:- Quero você na minha casa hoje às 19 horas, vestida de azul marinho. A chave estará na caixa dos correios. Pegue e entre. Limpe tudo. Prepare o jantar. O menu estará sobre a mesa da cozinha.Virou as costas e saiu; como um furacão que passa, leva tudo o que vê pela frente e vai embora deixando rastros de destruição.Juliette não sabia o que fazer ou pensar. Ficou por alguns minutos observando sua imagem naqueles vidros azuis, enquanto decidia se voltava ao trabalho, se fingia um desmaio ou se iria direto à casa dEla. Decidiu voltar ao trabalho. Entrou, subiu até o 13º andar e entrou no escritório já vazio. Sentou-se na mesa, religou o computador e olhou no relógio: 13h45min. Ainda era hora de almoço, mas não tinha almoçado. Mal tinha saído do prédio. Perdeu a fome.- Só faltam 15 minutos mesmo… vou ficar por aqui – pensou.Aquela tarde se arrastou e é óbvio que Juliette não produziu uma página do que deveria. Passou a tarde inteira pensando no que faria quando chegasse à casa de sua Rainha, e quando o relógio anunciou as 18 horas ela simplesmente se levantou da cadeira e saiu. Nem falou o seu "Boa tarde, pessoal" costumeiro. Foi pra casa voando se arrumar para a noite. Tinha coisas muito mais importantes a fazer.Conhecia aquela casa como se tivesse morado ali a vida inteira. A sala de piso frio brilhava após a exaustiva limpeza feita por Juliette. Os tapetes escovados, as mantas sobre o sofá, as flores sobre a mesa de canto e a mesa montada com requinte. Requinte para uma única pessoa, pois é óbvio que a escrava jamais se sentaria à mesa. Prato de porcelana branca, taça de cristal, talheres de prata tão bem polidos que podia-se ver um fio de cabelo fora do lugar. A toalha azul marinho combinava com a delicada lingerie daquela escrava, que pelo visto seria tão "jantar" quanto a carne que estava no forno.Ela chegou. Jogou as chaves sobre o aparador e entrou em casa. Silêncio e perfume. O aroma de canela do pout pourri dominava o ambiente. Caminhou até o último quarto e viu Juliette ajoelhada. Sentou-se em sua poltrona de couro marrom e contemplou aquela bela presença. Cabelos crespos e ruivos sobre os ombros, o nariz fino com um piercing e os olhos castanho-escuros felizes em vê-La. Os seios grandes caíam sobre seu colo e os mamilos ficaram rígidos de frio e excitação. Sua bunda pequena recheada com um belíssimo plug dourado, vestida com uma pequena calcinha de renda azul-marinho.Juliette levantou-se lentamente, caminhou até a porta do quarto e ajoelhou-se novamente. Beijou as botas dEla, tirou-as e começou a massagear-Lhe os pés. Suas mãos eram habilidosas, porém logo perderam espaço para a boca que ansiava por lamber aqueles pés. Chupou e lambeu cada dedo, enquanto os massageava. Dos pés, subiu para as pernas. Ela tirou as calças, ficando apenas com o terno que ora velava e ora revelava seus belos seios. Abriu as pernas, relaxou em sua poltrona e naquele momento Juliette mergulhou entre Suas pernas, beijando-a e chupando-a intensamente. Ela puxava os cabelos da escrava e trazia ao encontro de sua buceta quente de tesão. Podia sentir a respiração de Juliette sobre seu clitóris e isso fez jorrar de prazer na boca daquela escrava que bebeu tudo, até a última gota.- Sirva o meu jantar, escrava.Juliette prontamente foi até cozinha e preparou tudo conforme sua Rainha ordenou.- Hoje não vou me sentar à mesa. Você será minha mesa. Traga meu jantar na bandeja.A escrava ficou de quatro no chão enquanto a Rainha apoiava a bandeja sobre suas costas. Entre uma garfada e outra, um tapa naquela bunda cheia de sardas, um puxão de cabelo e no fim da refeição, Suas palavras doces:- Pra uma insignificante como você eu estou surpresa. A carne está bem feita e a casa está em ordem. Afinal de contas, é só pra isso que você serve mesmo. Pra ser meu brinquedo, minha escrava, minha mesa e minha empregada. Vi que está usando o plug como eu mandei. – disse isso dando um belo tapa na bunda de Juliette.- Quero usar esse cuzinho mais tarde.Passou a mão na buceta de Juliette que estava molhada e começou a massageá-la. Juliette ainda de quatro, com a bandeja sobre as costas, se esforçando para não derrubar tudo. Ela tirou a bandeja e colocou sobre a mesa ao lado e continuou. Juliette começou a rebolar seu quadril e empinar a bundinha, com seu cuzinho se contraindo em volta do plug. Ela de repente surpreende Juliette com um tapa em sua buceta. Em seguida, outro tapa.A escrava de quatro e pernas abertas já não conseguia disfarçar seu prazer.Levou outro tapa em cima de seu clitóris e deixou escapar um grito.Outro tapa.Gritou mais alto.Mordaça.Outro tapa.Um gemido abafado agora se aglomerava entre outros gemidos e gritos abafados no tecido escuro entre seus dentes.Juliette estava ali, de quatro, pernas arregaçadas, buceta pulsando de calor e tesão, mordaça na boca pra não chamar atenção dos vizinhos e Ela olhando e se deleitando com tudo aquilo. De repente ela se levanta e sai do quarto.Volta com uma jarra de água gelada. Começa a jogar lentamente sobre o cuzinho quente de Juliette, que dá um grito de susto. Um tapa na bunda pra deixar de ser escandalosa. E Ela continua jogando água gelada em sua buceta, até acabar. Juliette não gozou. Não estava ali pra isso. Estava ali pra ser usada. E não podia estar mais feliz.

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