proibido pra mim (3)


Proibido pra mim – Parte 8

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Nunca me arrumei com tanta má vontade na minha vida, hoje o dia vai ser longo. – Suspiro me olhando no espelho.

O que não faço por meu tio! Tive até que engolir aquela vaca pendurada em seu pescoço. Só desmenti o que tinha dito a ela no telefone, porque ele estava suplicando com os olhos.

Abro a porta, mas sou empurrada de volta para dentro do meu quarto, não pude ter nenhuma reação, seus lábios já estavam nos meus.

– Que saudade eu estava do seu cheiro! – Ele fala beijando e cheirando meu pescoço, esfregando seu pau na minha grutinha.

– Humm! – Solto um gemido. – Não parece! Você demorou tanto na rua ao sair com a cadelena. Ele me olha, balança a cabeça em negativa, mas não me repreende por causa do apelido.

– Fui beber em um barzinho com o Pedrão, não estava com a Elena.

– Sei! – Concordo o observando – e você entrou na casa dela quando a deixou?

– Sophie, eu não transei com ela, meu pau é todo seu. – Ele se justifica, se esfregando em mim.

– É bom mesmo! – Digo esfregando minha mão no seu mastro, dando mordidas no seu queixo e lábios.

– Sophie minha filha, seus primos chegaram, vem descer para recebê-los. – Minha mãe bate na porta me chamando. Hector me olha assustado, peço silêncio com o dedo.

– Já vou mamãe, desço agora mesmo, pode ir na frente.

– Ok! – Ouço minha mãe descendo as escadas. – Puxo Hector ainda mais e lhe dou um beijo daqueles de deixá-lo louco! Ele pode passar o dia ao lado da vaca, mas vai estar pensando em mim.

– Há! Sua diabinha! Assim você vai me matar de tanto tesão, fora que meu saco já esta ficando roxo de tanto que meu pinto fica duro quando estou perto de você.

– Não seja por isso, posso revolver seu problema agora mesmo. – Digo abrindo o zíper da sua calça, me abaixando junto com ela e sua boxer.

Seguro na sua bunda maravilhosa e abocanho com gosto seu mastro de Deus Ébano. Puta que pariu! Que homem gostoso é esse! Passo minha língua do saco até o pinto, fazendo-o se arrepiar inteiro segurando minha cabeça, enrolando meu cabelo em sua mão.

– Háa… Minha putinha! Quando te pegar mais tarde, você vai se arrepender do que está fazendo comigo. – Ele puxa minha cabeça para trás me fazendo olha-lo.

– Você vai é me agradecer titio, pelo que vou fazer ao senhor agora, mais tarde pode me recompensar como você quiser. Agora vou acabar com seu problema de saco roxo com minha boca.

Passo minha língua na sua glande, sem tirar meus olhos dos seus, ele joga sua cabeça pra trás, curtindo o prazer que estou lhe proporcionando. Inicio um vai e vem frenético arrancando-lhe suspiros de prazer. Meu tio tenta me puxar para não gozar na minha boca, só que minha ideia é outra, quero tomar seu leitinho todo, para ficar com seu gosto na minha boca o resto do dia.

– Sophie… – Ele goza gostoso, engulo tudo passando minha língua na extensão do seu pau, o limpando e beijando a cabecinha. Me levanto e lhe dou um beijo para misturarmos nosso sabor.

– Nossa minha diabinha… – Me afasto dele de repente, coloco seu mastro dentro da boxer e fecho seu zíper. Ele fica me olhando e observando, sem terminar o que ia dizer.

– Queria tanto poder dizer para todo mundo o quanto estou apaixonado por você. – Ele segura meu rosto com as duas mãos, me olhando profundamente.

– Eu sei. – Respondo soltando um suspiro. Dou-lhe um selinho e coloco minha cabeça em seu ombro, me sinto tão em casa nos braços dele, nossa situação é complicada, mas não quero pensar no amanhã, somente no agora. E agora, tenho que aguentar a cadelena se jogando em cima do meu homem.

Desço para cumprimentar meus primos, e na verdade não queria ver um em específico, seus pais torciam para quando nós crescêssemos, namorássemos, coisa que não vai acontecer mesmo! Detesto meu primo Guilherme, ele é muito metido e se acha a última bolacha do pacote, e fora que solta umas piadinhas muito sem graça, como ele é ridículo!

– Oi priminha gostosa! – ouço a voz que menos queria na vida.

– Dá para você ser menos vulgar Guilherme, sou sua prima e não gosto dessas suas brincadeiras. – O recrimino para não causar uma briga entre eu e o Hector. E o vejo olhar com cara feia para nós dois.

– Oi, está acontecendo algum problema aqui Sophie? – Hector olha para Guilherme com cara de poucos amigos.

– E você é quem? – Guilherme pergunta olhando-o de baixo para cima, já que Hector é maior e muito mais gostoso que ele.

– Sou Hector, tio da Sophie. E você… – Incentiva Guilherme a se apresentar.

– Oi tio, sou Guilherme, primo da Sophie. – Fala estendendo a mão para ele.

– Que eu saiba, só tenho um irmão e uma sobrinha. E detesto brincadeiras sem graça com minha sobrinha! – Hector aperta sua mão com um pouco mais de força, fazendo Guilherme puxá-la.

– Nossa! Saquei, só falei brincando, você quase quebra minha mão. – Diz massageando sua mão.

– Vamos Sophie, – Hector fala me puxando pelo cotovelo me levando para o jardim. Ainda bem que meus pais não estavam por perto para ver o que acabou de acontecer.

Hector me para bruscamente, virando-me de frente para ele.

– Você ficou com esse cara Sophie? – Me pergunta possesso da vida.

– Claro que não! – Puxo meu braço que ele esta doendo de tanto que o está apertando. – Que droga Hector! Machucou meu braço. – Olho meu braço e vejo que está a marca dos seus dedos.

– Desculpa Sophie! Me descontrolei quando ouvi aquele babaca te chamar de gostosa, pensei que vocês tivessem namorado. – Pede desculpa com um olhar arrependido.

– Tudo bem. – olho para o portão e vejo quem eu menos queria na vida, cadelena.

CONTINUA…

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Proibido pra mim – Parte 9

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Vejo-a entrando toda sorridente, indo em direção ao meu tio e lhe dando um beijo em sua boca. Era só o que me faltava, aguentando essa mulherzinha se esfregar nele. Faço cara de poucos amigos e meu tio suplica com os olhos. Tiro forças do meu eu-interior para não arrancar os cabelos dessa safada e dou o sorriso mais falso da minha vida.

– Oi minha sobrinha! Já posso te chamar assim, não é? – Ela me pergunta, com um sorriso cínico no rosto. Como é ordinária, com certeza ela sabe o que sinto por ele e está tripudiando em cima do meu sentimento, mas ela não me conhece, isso não vai ficar assim!

– Apesar de você ter aparência de até se passar por minha mãe, não que você tenha idade pra isso, é que você está acabadinha mesmo! Mesmo assim, não quero que você me chame de sobrinha, pois não sou nada sua. – Não espero sua resposta, viro-me saindo em direção a cozinha. Era só o que me faltava essa ordinária dar uma de dona do pedaço!

Ainda bem que tenho dois primos que são uns pestinhas e tenho certeza que vão ficar felizes em poder me ajudar a fazer uma travessura. Acabo rindo dos meus próprios pensamentos, me aguarde dona cadelena!

– Mas que tio ciumento você tem, Sophie! – Ouço Guilherme reclamar atrás de mim. Estou vendo que hoje meu dia vai ser longo! Dê-me paciência meu Deus!

– Não é que ele seja ciumento, você que é um babaca que só fala merda! – Repondo, fuzilando-o.

– Nossa! Estou vendo que um defende o outro, se eu não soubesse que ele é irmão do tio Heitor, sinceramente, acharia que ele é seu namorado!

– Larga de ser ridículo, Guilherme! – Saio, o deixando falar sozinho. Não estou com paciência para escutar suas babaquices, preciso encontrar meus primos pestinhas e começar meu plano.

Ao encontrá-los, digo o que quero que eles façam e vejo um brilho de alegria passar por seus rostos, quando disse que eles podiam aprontar essa arte, que ninguém iria descobrir que foram eles.

– E aí, vocês topam? – Pergunto, aguardando a resposta dos dois.

– É claro! Primo é pra essas coisas! – Os dois respondem juntos e batemos nossas mãos em cumprimento. É muito engraçado a sintonia que tem irmãos gêmeos.

– Quando chegar a hora certa dou sinal que combinamos. – Eles concordam com a cabeça e, em seguida, saem correndo para brincar com as outras crianças.

O restante do churrasco foi um tormento! O Guilherme não saía do meu pé e a cadelena, toda vez que via que eu estava olhando para ele, fazia questão de ficar marcando território. É impressionante como ela não se toca ou finge não se tocar que todas as vezes que ela o agarra, ele a dispensa singelamente.

Assim que noto Hector se afastando e indo em direção ao banheiro, dou sinal positivo. Um deles vai dar um recado a Cadelena que Hector está lhe esperando no jardim. Logo em seguida, vou atrás do meu tio para distraí-lo um pouco.

– Você vai passar a tarde inteira se esfregando nessa cadela! – Reclamo, trancado a porta em seguida.

– Sophie! Alguém pode ter visto você entrando no banheiro! – Ele fala assustado ao me ver.

– Ninguém viu, meu gostoso! Não sou tão louca assim. – Chego perto dele e ataco sua boca com vontade. Ele geme entre os beijos e o sinto crescer gradativamente. Isso me deixa em êxtase! Como é bom saber que o deixo assim!

– Ah, minha diabinha gostosa! Você está me devendo em dobro agora por estar aprontando mais uma das suas e com toda sua família lá fora! – Enquanto ele fala, esfrego seu mastro por cima da calça, fazendo-o ficar louco de tesão. Ele me vira na parede, encostando meu rosto na cerâmica do banheiro.

– Cuidado minha fedelha! – Ele diz, esfregando seu pau em minha bunda e beijando meu pescoço, passando sua língua por toda sua extensão me fazendo molhar a calcinha de tanto prazer. Ele desce sua mão e a leva no meio das minhas pernas, para sentir com os dedos minha excitação. – Posso ser mau quando quero! – Ele enfia seu segundo dedo, me fazendo gemer mais alto. – Caralho! Como está molhadinha pra mim.

Olho no relógio e falta um minuto para o show, Está muito gostoso nossos amassos, mas infelizmente não posso perder o espetáculo. Viro-me de frente para ele e lhe dou um selinho.

– É melhor sairmos agora, se não perderemos o espetáculo. – Começo a me recompor com Hector me observando sem entender nada. Dou mais um beijo em sua boca deliciosa e saio do banheiro. Ainda bem que ninguém está passando no corredor.

Assim que chego à porta da sala, vejo o espetáculo de camarote. Elena passa na exata hora que os borrifadores do jardim são ligados e acaba se molhando. Ela grita, assustada e em seguida, se desequilibra e cai de bunda no chão, ficando toda ensopada.

Todos saem por causa dos gritos, para poder ajudá-la a se levantar.

Sinto um braço me puxando e vejo Hector com um olhar de fúria sobre mim.

– Eu não acredito que você fez essa infantilidade, Sophie! – Ele sai para socorrer a cara de cadela. Que ódio dessa mulher!

– Eu não sei o que aconteceu com esse regador! Hoje tinha desligado para ele não ligar automaticamente. – Não tem problema senhor Heitor essas coisas acontecem cadelena diz enquanto o abraça!

Ele é muito engraçado! Por que ele não me defendeu quando ela me destratou? Se ele está pensando que vai ficar com as duas, está muito enganado. Me aguarde titio!

Minha mãe pega uma toalha e entrega a ela. Hector a coloca em seu ombro e ajuda a se enxugar. Que cena patética! Viro em meus calcanhares e vou em direção ao meu quarto, à festa pra mim acabou, não quero mais ver ninguém.

Digo pra minha mãe que estou com enxaqueca e que vou me retirar. Não sairei mais do quarto.

Logo após todos terem ido embora, desço e vou lanchar. Estou muito decepcionada com Hector. Já são 21h00min e ele ainda não chegou em casa, mas tudo bem, não importa que horas ele vai chegar, vou esperá-lo para conversarmos.

Oi vocês devem estar me odiando, mas infelizmente minha demora por postar não está em meu poder. Estou impossibilitada de postar em casa e no serviço o site é bloqueado.

Mas eu criei um Blog pra poder postar meus contos enquanto não consigo postar aqui. Se alguém quiser Acessar.

Me desculpem mesmo pelo sumiço

Beijo no coração de todos vocês.

Blog: favodemel.net

Email: [email protected]

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Proibido pra mim – Parte 7

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Acordei da melhor maneira possível, nos braços do meu tio. Tento tirar seu braço ao meu redor, para poder ir ao banheiro.

– Sophie! – Ele diz me puxando ainda mais ao seu encontro.

Fico olhando-o dormir, ele ainda está em um sono pesado, não acredito que está sonhando comigo! Estou no céu de tanta alegria.

Ainda bem que meus pais não estão em casa, só assim pude dormir nos braços do meu amado.

Dou um beijo em seus lábios, me levanto doida para ir ao banheiro, e aproveito para tomar um banho. Vou aproveitar que ele ainda está dormindo, e farei um café da manhã reforçado para nós dois.

Levo um susto! O encontro na porta do banheiro. Ele esta enrolado em uma toalha e me olha com cara de poucos amigos, será que ele não se lembra do que aconteceu conosco? Ou está arrependido? Meu corpo todo gela de antecipação.

Ele me puxa para dentro do banheiro, com brutalidade encostando-me na parede, fechando a porta atrás dele.

– Por que você disse para minha namorada, que eu estava dormindo com você na minha cama? – Ele fala com raiva, apertando meu pescoço. – Sophie, às vezes você me tira tanto do sério, que dá vontade de te matar enforcada.

Solto uma lágrima involuntária e ele me olha sem entender nada.

Porque você está chorando? – Ele pergunta soltando meu pescoço e me olhando com curiosidade.

– Você não se lembra, não é? – Pergunto decepcionada. Eu pensei que quando ele acordasse, e lembrasse do acontecido, ia ficar puto da vida, mas cairia em si, nos dando uma chance. Porém, é muito pior do que esperei, ele não se lembra de nada do que fizemos.

– O que eu tenho que me lembrar? – Pergunta cruzando seus braços.

Balanço minha cabeça decepcionada, não respondendo sua pergunta. Saio do banheiro, e vou ao seu quarto recolher minhas roupas que eu deixei dobrada em cima da poltrona.

Assim que me viro, o vejo na porta do quarto me observando recolher minha roupa, com o rosto apavorado. Não sei se ele lembrou, ou se me vendo recolher minhas roupas, deduziu o que estava na sua cara.

Ele vai como uma bala em direção à cama, puxando o edredom e expondo o lençol sujo de sangue. Meu tio olha para o sangue e depois olha para mim. E eu vi nos seus olhos, uma coisa que eu nunca queria ver, arrependimento. Meu peito dói tanto! É uma sensação tão ruim, que chega me faltar o ar.

Meu tio sai do quarto, sem me dizer nada e bate a porta do banheiro.

Retiro o lençol, arrumando sua cama, deixando tudo organizado. Vou ao meu quarto, visto um vestido soltinho e coloco o lençol para lavar.

Entro na cozinha para fazer um café da manhã. Já nem sei mais o que pensar, como sou idiota! Achando que tudo ia se resolver, com uma noite de amor. Sinto seu cheiro quando ele entra na cozinha, continuo virada de costas colocando o café na xícara, gelo por inteiro, quando sinto suas mãos tocarem em meus ombros.

– Sophie? – Me chama, virando-me de frente para ele. Olho em seu rosto e vejo que seus olhos estão vermelhos, e a triste realidade me bate de frente, ele chorou de arrependimento por ter transado comigo.

– Eu estava bêbado, e você sabe que só aconteceu isso com a gente… -Ele diz apontando seu dedo entre nós dois.

– Nós transamos é isso que você quis dizer! Pode falar! – Ele passa a mão no rosto angustiado.

– Nós transamos por que eu estava bêbado, Sophie – Ele segura meus ombros me encarando.

– Sabe porque nós transamos? – Ele ia responder, só que o interrompi. – Não precisa responder, por que eu sei a resposta. Você é um covarde que tem medo do que sente por mim. A diferença é que com a bebida, você fez o que a muito tempo queria.

– Sophie! – Ele segura no meu rosto limpando uma lágrima involuntária.

– O que você quer que eu faça? Que eu diga pro meu irmão que estou apaixonado pela filha dele?!

Eu o abraço tão forte, como se minha vida dependesse disso, e ele retribui me abraçando e colocando sua cabeça entre meus cabelos, sentindo meu cheiro, beijando meu pescoço, Maxilar e finalmente minha boca. O beijo foi tão faminto, tão necessitado! Eu precisava disso, dessa necessidade e intensidade, para eu saber que ele está na mesma sintonia que eu, que ele me deseja tanto quanto o desejo também.

Ele passa a mão pelo meu corpo, me apalpando segura minha bunda e me suspende, me colocando em cima do balcão. Nossos sexos se encostam causando um choque gostoso.

– Háaa, Sophie! – Ele solta o ar rouco no meu ouvido, me fazendo arrepiar. – Você é a diabinha mais gostosa da face da terra! – Ele levanta meu vestido de uma vez, me deixando só de calcinha. Meu tio começa sugar e morder meus seios, seguro seus cabelos acariciando, e não acreditando que dessa vez ele decidiu realmente ceder aos seus desejos.

Ele desce beijando minha barriga, passando a língua no meu umbigo, descendo até minha buceta sedenta por ele, afastando minha calcinha e enfiando um dedo.

-Humm! Está tão molhada pra mim Sophie! – Ele diz lambendo seu dedo e se afastando. – Abra suas pernas Sophie, me mostre o quanto está excitada comigo.

– Faço uma cara de safada, retiro minha calcinha e coloco meus pés no balcão, um de cada lado e começo a me masturbar. Ele começa a retirar sua camiseta, o short jeans e a cueca, sempre me observando.

– Você sabe que é gostosa, não sabe Sophie? – Eu somente concordo com a cabeça, não consigo dizer nada, estou muito excitada.

Olha o que você faz comigo Sophie! – Ele fala passando a mão na sua pica gostosa. Mostrando o quanto está duro pra mim.

– O que você quer de mim Sophie? Você pode ter o homem que quiser sua diabinha. – Ele pergunta retirando sua box, ficando nu com sua anaconda a mostra se acariciando, e essa cena é a mais bela de todas, ele é muito gostoso.

– Aíii! – Solto um gemido alto de prazer, não conseguindo responde-lo.

– Responde Sophie! Se você não me responder não vou te comer e não vamos chegar a lugar algum. – Enquanto ele fala continua se masturbando. Minha Nossa Senhora das mulheres desesperadas! Como ele consegue ter esse controle todo? – Estou esperando Sophie.

– Eu quero você – engulo em seco, doida para sentir sua pica dentro de mim. – Quero que você nos dê uma chance.

Ele se aproxima, pega meu rosto com as duas mãos, dá uma lambida em meus lábios e começa a me beijar lenta e sensualmente. Retira minha mão da buceta e coloca sua pica de uma só vez. Eu sinto um choque gostoso, por ele ter enfiado de uma vez sem aviso algum.

– AAAAA! CARALHO! Como é bom estar dentro de você. – Ele bomba sem parar.

Abraço sua cintura com minhas pernas, para ele se acomodar e ir mais profundo, deito no Balcão frio, sinto meu corpo arrepiar com o contato do frio com minha pele ardendo em chamas de tanto prazer.

Ele continua em um vai e vem gostoso com seu pau, Enquanto uma mão massageia meu clitóris, a outra apalpa e massageia o bico do meu peito, apertando entre os dedos.

Solto um Grito, sentido que estou perto de gozar, fazendo pressão com minha buceta no seu pau.

– Vem minha diabinha! Goza pro teu homem! – Gozo gostoso, molhando ainda mais minha grutinha, enquanto me contorço de prazer, em cima do mármore da cozinha. Logo em seguida ele retira sua pica gozando e urrando, me marcando com sua porra pelo meu corpo, passo minhas mãos espalhando seu sêmen pelo meu corpo, limpando meus dedos e provando seu sabor maravilhoso.

– Vem minha diabinha! Vou te dar um banho gostoso. – Ele me pega no colo, me levando até o banheiro. O abraço apertado sentindo seu cheiro gostoso. Seu eu estiver sonhando, por favor não me acordem.

Banhamos fazendo carícias um no outro, descido dar um outro presente a ele, desço até seu mastro e abocanho fazendo um vai e vem alucinado, passo minha língua na sua glande, desço passeando com minha língua por toda a extensão do seu mastro, chupo seu saco enquanto o masturbo, ouço seus gemidos, que me deixa muito excitada, ele anuncia seu gozo, não retiro seu pau da minha boca, tomando todo seu leitinho, não deixando cair uma gota, limpando-o todo.

Após terminarmos, fui para meu quarto me vestir. Como é engraçado! O Hector não parece a mesma pessoa, ele definitivamente decidiu desencanar do fato dele ser meu tio, e isso está me deixando no céu.

Quando estou terminando de me arrumar vestindo um short curto e uma camiseta regata, ele chega e senta na minha cama.

– Sophie! – Ele me chama batendo na sua perna, para que eu sente em seu colo.

Me sento, e ele coloca sua mão aberta passando o polegar nos meus lábios me dando um selinho em seguida.

– O que vamos fazer Sophie? – Ele solta um suspiro angustiado.

– Vamos só curtir um ao outro, ninguém precisa ficar sabendo. – Coloco minha mão em cima da sua, que está segurando meu rosto, a beijo e entrelaço nossos dedos, o olhando com intensidade. – Hector você quer namorar comigo?

Ele começa a rir me abraçando e beijando minha testa.

– Não era para estar te pedindo ao invés de você? – Ele pergunta divertido.

– Eu não me importo de te pedir em namoro, eu já fiz tanta coisa para te ter comigo, que isso é o de menos. – Digo com sinceridade.

– Eu sei Sophie, demorei um pouco para perceber, o quanto estou apaixonado por você. Vamos fazer o seguinte! Vamos namorar, e se realmente for isso que queremos, contamos para seus pais, e seja o que Deus quiser! Pode ser? – Meu coração quase salta pela minha boca de tanto que acelerou de felicidade.

Começo a dar beijos em seu resto de tanta felicidade, ele me vira deitando-me de costas na cama, dando-me um beijo de tirar o folego esfregando seu membro já rígido na minha grutinha. No melhor da festa a campainha toca, nos fazendo parar.

– Você está esperando por alguém Hector? – Pergunto já com medo de saber sua resposta.

Ele dá um pulo da cama ficando de pé.

– Eu tinha esquecido! – Diz batendo com a mão na testa. – Eu acordei com o telefone tocando, e quando atendi era a Elena com muita raiva, me xingando e perguntando se realmente você tinha dormido comigo, fiquei sem entender nada e falei que era mentira, e que ela poderia vir aqui, que você desmentiria tudo. – Ele fala com uma voz cansada.

Sento na cama cruzo meus braços e fico olhando-o.

– Sophie! Por favor! Eu ainda não terminei com ela e amanhã terá um churrasco aqui na sua casa, e sua mãe fez questão dela vir, por favor facilita as coisas para mim, ninguém por enquanto pode saber que estamos juntos.

– Tudo bem! – Dou um suspiro de insatisfação. – Vou te dar um tempo para você resolver essa sua situação com essa vaca!

– Não fala assim! Ela só entrou de paraquedas numa situação que já estava complicada entre nós, ela não tem culpa de nada.

– Poxa! Eu dei dois apelidos tão fofos para ela. – Digo com sarcasmo.

– Não era só um? Agora são dois? – Ele pergunta erguendo a sobrancelha.

– São dois Vacalena e Cadelena. Viu como os dois combinam com ela? – Pergunto fazendo cara de inocente.

– Sinceramente não tem como discutir com você. – Ele fala rindo me pegando pela cintura e me dando um beijo nos meus lábios. – Seja boazinha e desminta tudo, segunda-feira termino com ela ok?

Concordo com a cabeça, enquanto ele sai para atender o portão, pois agora a campainha não parava mais de tocar insistentemente.

No momento que termino de descer o último degrau, eu vejo o que eu pedi a Deus para nunca mais ver. A cadelena pendurada no pescoço do Hector dando um beijo na sua boca, e ele tentando afastá-la.

Fecho minhas mãos em punho de tanto ódio! Se hoje eu não arrancar esses cabelos dessa cadela, eu não me chamo Sophie.

CONTINUA…

Contato: [email protected]

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